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Síndrome angio-osteo-hipotrófico
ORPHA:75508DOENÇA RARA
Sinônimos clínicos: Síndrome de Servelle-Martorell

Síndrome rara caracterizada por angiectasias cutâneas, anomalias ósseas e hipotrofia generalizada. Apresenta-se com fragilidade vascular, deformidades esqueléticas e baixo desenvolvimento físico.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 03/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A Síndrome angio-osteo-hipotrófico (também conhecida como Angioosteohypotrophic syndrome) é uma doença rara, congênita, caracterizada por malformações vasculares (principalmente venosas, mas ocasionalmente arteriais) que levam a hipertrofia dos tecidos moles e hipoplasia óssea. O membro afetado geralmente é encurtado, muito deformado, doloroso e edematoso, associando hipotrofia óssea e muscular. Partes únicas ou múltiplas pequenas partes dos membros são tipicamente afetadas, mas envolvimentos mais extensos, incluindo membro completo, cintura escapular e axila, já foram relatados.[1]

Sinais e sintomas

Os principais sinais e sintomas incluem malformações vasculares (venosas ou, ocasionalmente, arteriais), hipertrofia de tecidos moles, hipoplasia óssea, encurtamento do membro afetado, deformidade importante, dor e edema. A hipotrofia muscular e óssea também está presente. O quadro pode afetar partes isoladas ou múltiplas pequenas partes dos membros, podendo se estender a todo o membro, cintura escapular e axila.[1]

Causas genéticas

Até o momento, não há genes específicos identificados como causa da Síndrome angio-osteo-hipotrófico. A base genética da doença permanece desconhecida.[1][3]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado nas características clínicas, como a presença de malformações vasculares congênitas associadas a hipertrofia de tecidos moles e hipoplasia óssea. Não há testes genéticos específicos disponíveis para confirmar a doença, e não há variantes registradas no ClinVar para esta síndrome.[1][3]

Tratamento e manejo

O manejo da Síndrome angio-osteo-hipotrófico é sintomático e multidisciplinar, envolvendo ortopedia, cirurgia vascular e fisioterapia. Não há medicamentos específicos aprovados para a doença. O tratamento visa aliviar a dor, controlar o edema e, quando possível, corrigir deformidades. No Brasil, a síndrome não possui cobertura específica pelo SUS.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico é variável, dependendo da extensão das malformações vasculares e do grau de deformidade e comprometimento funcional do membro afetado. A dor e o edema podem impactar significativamente a qualidade de vida. O acompanhamento regular com equipe multidisciplinar é importante para otimizar o manejo dos sintomas e prevenir complicações.[1]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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Síndrome rara caracterizada por angiectasias cutâneas, anomalias ósseas e hipotrofia generalizada. Apresenta-se com fragilidade vascular, deformidades esqueléticas e baixo desenvolvimento físico.

Publicações científicas
1 artigos
Último publicado: 2018 Apr
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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

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Visão geral

A Síndrome angio-osteo-hipotrófico (também conhecida como Angioosteohypotrophic syndrome) é uma doença rara, congênita, caracterizada por malformações vasculares (principalmente venosas, mas ocasionalmente arteriais) que levam a hipertrofia dos tecidos moles e hipoplasia óssea. O membro afetado geralmente é encurtado, muito deformado, doloroso e edematoso, associando hipotrofia óssea e muscular. Partes únicas ou múltiplas pequenas partes dos membros são tipicamente afetadas, mas envolvimentos mais extensos, incluindo membro completo, cintura escapular e axila, já foram relatados.[1]

Sinais e sintomas

Os principais sinais e sintomas incluem malformações vasculares (venosas ou, ocasionalmente, arteriais), hipertrofia de tecidos moles, hipoplasia óssea, encurtamento do membro afetado, deformidade importante, dor e edema. A hipotrofia muscular e óssea também está presente. O quadro pode afetar partes isoladas ou múltiplas pequenas partes dos membros, podendo se estender a todo o membro, cintura escapular e axila.[1]

Causas genéticas

Até o momento, não há genes específicos identificados como causa da Síndrome angio-osteo-hipotrófico. A base genética da doença permanece desconhecida.[1][3]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado nas características clínicas, como a presença de malformações vasculares congênitas associadas a hipertrofia de tecidos moles e hipoplasia óssea. Não há testes genéticos específicos disponíveis para confirmar a doença, e não há variantes registradas no ClinVar para esta síndrome.[1][3]

Tratamento e manejo

O manejo da Síndrome angio-osteo-hipotrófico é sintomático e multidisciplinar, envolvendo ortopedia, cirurgia vascular e fisioterapia. Não há medicamentos específicos aprovados para a doença. O tratamento visa aliviar a dor, controlar o edema e, quando possível, corrigir deformidades. No Brasil, a síndrome não possui cobertura específica pelo SUS.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico é variável, dependendo da extensão das malformações vasculares e do grau de deformidade e comprometimento funcional do membro afetado. A dor e o edema podem impactar significativamente a qualidade de vida. O acompanhamento regular com equipe multidisciplinar é importante para otimizar o manejo dos sintomas e prevenir complicações.[1]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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Anos de pesquisa8desde 2018
Total histórico1PubMed
Últimos 10 anos1publicações
Pico20181 papers
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20202018Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

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Diagnóstico

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Tratamento e manejo

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Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

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Pesquisa e ensaios clínicos

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Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. Surgical treatment of Servelle-Martorell syndrome.
    Turk gogus kalp damar cerrahisi dergisi· 2018· PMID 32082751mais citado

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:75508(Orphanet)
  2. MONDO:0019156(MONDO)
  3. GARD:18927(GARD (NIH))
  4. Busca completa no PubMed(PubMed)
  5. Q9390343(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

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Compêndio · Raras BR

Síndrome angio-osteo-hipotrófico

ORPHA:75508 · MONDO:0019156
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C4707561
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Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Dado público estruturado
fonte: Wikidata