Síndrome rara caracterizada por angiectasias cutâneas, anomalias ósseas e hipotrofia generalizada. Apresenta-se com fragilidade vascular, deformidades esqueléticas e baixo desenvolvimento físico.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A Síndrome angio-osteo-hipotrófico (também conhecida como Angioosteohypotrophic syndrome) é uma doença rara, congênita, caracterizada por malformações vasculares (principalmente venosas, mas ocasionalmente arteriais) que levam a hipertrofia dos tecidos moles e hipoplasia óssea. O membro afetado geralmente é encurtado, muito deformado, doloroso e edematoso, associando hipotrofia óssea e muscular. Partes únicas ou múltiplas pequenas partes dos membros são tipicamente afetadas, mas envolvimentos mais extensos, incluindo membro completo, cintura escapular e axila, já foram relatados.[1]
Sinais e sintomas
Os principais sinais e sintomas incluem malformações vasculares (venosas ou, ocasionalmente, arteriais), hipertrofia de tecidos moles, hipoplasia óssea, encurtamento do membro afetado, deformidade importante, dor e edema. A hipotrofia muscular e óssea também está presente. O quadro pode afetar partes isoladas ou múltiplas pequenas partes dos membros, podendo se estender a todo o membro, cintura escapular e axila.[1]
Causas genéticas
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado nas características clínicas, como a presença de malformações vasculares congênitas associadas a hipertrofia de tecidos moles e hipoplasia óssea. Não há testes genéticos específicos disponíveis para confirmar a doença, e não há variantes registradas no ClinVar para esta síndrome.[1][3]
Tratamento e manejo
O manejo da Síndrome angio-osteo-hipotrófico é sintomático e multidisciplinar, envolvendo ortopedia, cirurgia vascular e fisioterapia. Não há medicamentos específicos aprovados para a doença. O tratamento visa aliviar a dor, controlar o edema e, quando possível, corrigir deformidades. No Brasil, a síndrome não possui cobertura específica pelo SUS.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico é variável, dependendo da extensão das malformações vasculares e do grau de deformidade e comprometimento funcional do membro afetado. A dor e o edema podem impactar significativamente a qualidade de vida. O acompanhamento regular com equipe multidisciplinar é importante para otimizar o manejo dos sintomas e prevenir complicações.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Síndrome rara caracterizada por angiectasias cutâneas, anomalias ósseas e hipotrofia generalizada. Apresenta-se com fragilidade vascular, deformidades esqueléticas e baixo desenvolvimento físico.
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Entender a doença
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
A Síndrome angio-osteo-hipotrófico (também conhecida como Angioosteohypotrophic syndrome) é uma doença rara, congênita, caracterizada por malformações vasculares (principalmente venosas, mas ocasionalmente arteriais) que levam a hipertrofia dos tecidos moles e hipoplasia óssea. O membro afetado geralmente é encurtado, muito deformado, doloroso e edematoso, associando hipotrofia óssea e muscular. Partes únicas ou múltiplas pequenas partes dos membros são tipicamente afetadas, mas envolvimentos mais extensos, incluindo membro completo, cintura escapular e axila, já foram relatados.[1]
Sinais e sintomas
Os principais sinais e sintomas incluem malformações vasculares (venosas ou, ocasionalmente, arteriais), hipertrofia de tecidos moles, hipoplasia óssea, encurtamento do membro afetado, deformidade importante, dor e edema. A hipotrofia muscular e óssea também está presente. O quadro pode afetar partes isoladas ou múltiplas pequenas partes dos membros, podendo se estender a todo o membro, cintura escapular e axila.[1]
Causas genéticas
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado nas características clínicas, como a presença de malformações vasculares congênitas associadas a hipertrofia de tecidos moles e hipoplasia óssea. Não há testes genéticos específicos disponíveis para confirmar a doença, e não há variantes registradas no ClinVar para esta síndrome.[1][3]
Tratamento e manejo
O manejo da Síndrome angio-osteo-hipotrófico é sintomático e multidisciplinar, envolvendo ortopedia, cirurgia vascular e fisioterapia. Não há medicamentos específicos aprovados para a doença. O tratamento visa aliviar a dor, controlar o edema e, quando possível, corrigir deformidades. No Brasil, a síndrome não possui cobertura específica pelo SUS.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico é variável, dependendo da extensão das malformações vasculares e do grau de deformidade e comprometimento funcional do membro afetado. A dor e o edema podem impactar significativamente a qualidade de vida. O acompanhamento regular com equipe multidisciplinar é importante para otimizar o manejo dos sintomas e prevenir complicações.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Linha do tempo da pesquisa
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
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Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Síndrome angio-osteo-hipotrófico
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Pesquisa ativa
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Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
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Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
Publicações científicas
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Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:75508(Orphanet)
- MONDO:0019156(MONDO)
- GARD:18927(GARD (NIH))
- Busca completa no PubMed(PubMed)
- Q9390343(Wikidata)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
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Síndrome angio-osteo-hipotrófico
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata