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Síndrome de Meige
ORPHA:93964CID-10 · G24.8CID-11 · 8A02.0YPCDT · SUSDOENÇA RARA
Início adulta

Distonia focal caracterizada por blefaroespasmo (fechamento involuntário das pálpebras) e espasmos da mandíbula, língua e pescoço. Pode causar dificuldade em abrir os olhos e falar, impactando significativamente a qualidade de vida.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 02/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A Síndrome de Meige, também conhecida como distonia blefaroespasmo-oromandibular, é uma condição neurológica rara caracterizada por contrações musculares involuntárias e repetitivas (distonia focal). A síndrome envolve, de forma simétrica, o blefaroespasmo essencial benigno (fechamento forçado e involuntário das pálpebras) e a distonia oromandibular (movimentos involuntários da mandíbula, língua e músculos faciais).[1]

Sinais e sintomas

Os principais sintomas da Síndrome de Meige incluem o blefaroespasmo essencial benigno (BEB), que causa piscadas excessivas e fechamento involuntário dos olhos, e a distonia oromandibular, que pode provocar contrações involuntárias da mandíbula, lábios e língua. A condição geralmente se manifesta na idade adulta ou em idosos.[1]

Causas genéticas

Até o momento, não há genes específicos confirmados como causa direta da Síndrome de Meige. A condição é classificada como uma distonia focal idiopática, e sua herança genética não está estabelecida. Pesquisas em andamento buscam identificar possíveis variantes genéticas associadas.[1][3]

Diagnóstico

O diagnóstico da Síndrome de Meige é essencialmente clínico, baseado na história e no exame neurológico que identificam os padrões característicos de blefaroespasmo e distonia oromandibular. Exames genéticos, como o sequenciamento completo do exoma (WES), podem ser utilizados para descartar outras condições que cursam com distonia, embora não exista um teste genético específico para a síndrome. A classificação CID-10 para a condição é G24.8.[1][3][4]

Tratamento e manejo

O manejo da Síndrome de Meige é multidisciplinar e pode incluir o uso de medicamentos para aliviar os sintomas, além de procedimentos como o atendimento em reabilitação para doenças raras, disponível no Sistema Único de Saúde (SUS) com cobertura parcial. O tratamento deve ser individualizado e acompanhado por uma equipe especializada.[1][4]

Tratamentos citados na literatura

Diversos fármacos foram associados à Síndrome de Meige em estudos científicos, mas é importante destacar que essas são associações mineradas da literatura e não representam recomendações de tratamento. Entre os medicamentos com maior número de publicações estão: Levodopa (6 publicações), Hidroxicloroquina (4), Lidocaína (4), Tetrabenazina (4), Triexifenidil (4), Aripiprazol (3), Baclofeno (3), Haloperidol (3), Esteroides (3) e Zolpidem (3). A prociclidina também é citada em estudos de reposicionamento de fármacos.[4]

Prognóstico e qualidade de vida

A Síndrome de Meige é uma condição crônica que pode impactar significativamente a qualidade de vida devido aos sintomas motores, como dificuldade para manter os olhos abertos e para se alimentar. O prognóstico varia de acordo com a resposta ao tratamento e a gravidade dos sintomas. O acompanhamento regular com neurologista e o suporte de reabilitação são fundamentais para o manejo dos sintomas e a melhora da funcionalidade.[1][4]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Distonia focal caracterizada por blefaroespasmo (fechamento involuntário das pálpebras) e espasmos da mandíbula, língua e pescoço. Pode causar dificuldade em abrir os olhos e falar, impactando significativamente a qualidade de vida.

Pesquisas ativas
1 ensaio
6 total registrados no ClinicalTrials.gov
Publicações científicas
5 artigos
Último publicado: 1991 Apr
🏥
SUS: Cobertura parcialScore: 45%
PCDT disponívelCID-10: G24.8
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
PROCEDIMENTOS SIGTAP (2)
0202010694
Sequenciamento completo do exoma (WES)genetic_test
0301070040
Atendimento em reabilitação — doenças rarasrehabilitation
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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

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Visão geral

A Síndrome de Meige, também conhecida como distonia blefaroespasmo-oromandibular, é uma condição neurológica rara caracterizada por contrações musculares involuntárias e repetitivas (distonia focal). A síndrome envolve, de forma simétrica, o blefaroespasmo essencial benigno (fechamento forçado e involuntário das pálpebras) e a distonia oromandibular (movimentos involuntários da mandíbula, língua e músculos faciais).[1]

Sinais e sintomas

Os principais sintomas da Síndrome de Meige incluem o blefaroespasmo essencial benigno (BEB), que causa piscadas excessivas e fechamento involuntário dos olhos, e a distonia oromandibular, que pode provocar contrações involuntárias da mandíbula, lábios e língua. A condição geralmente se manifesta na idade adulta ou em idosos.[1]

Causas genéticas

Até o momento, não há genes específicos confirmados como causa direta da Síndrome de Meige. A condição é classificada como uma distonia focal idiopática, e sua herança genética não está estabelecida. Pesquisas em andamento buscam identificar possíveis variantes genéticas associadas.[1][3]

Diagnóstico

O diagnóstico da Síndrome de Meige é essencialmente clínico, baseado na história e no exame neurológico que identificam os padrões característicos de blefaroespasmo e distonia oromandibular. Exames genéticos, como o sequenciamento completo do exoma (WES), podem ser utilizados para descartar outras condições que cursam com distonia, embora não exista um teste genético específico para a síndrome. A classificação CID-10 para a condição é G24.8.[1][3][4]

Tratamento e manejo

O manejo da Síndrome de Meige é multidisciplinar e pode incluir o uso de medicamentos para aliviar os sintomas, além de procedimentos como o atendimento em reabilitação para doenças raras, disponível no Sistema Único de Saúde (SUS) com cobertura parcial. O tratamento deve ser individualizado e acompanhado por uma equipe especializada.[1][4]

Tratamentos citados na literatura

Diversos fármacos foram associados à Síndrome de Meige em estudos científicos, mas é importante destacar que essas são associações mineradas da literatura e não representam recomendações de tratamento. Entre os medicamentos com maior número de publicações estão: Levodopa (6 publicações), Hidroxicloroquina (4), Lidocaína (4), Tetrabenazina (4), Triexifenidil (4), Aripiprazol (3), Baclofeno (3), Haloperidol (3), Esteroides (3) e Zolpidem (3). A prociclidina também é citada em estudos de reposicionamento de fármacos.[4]

Prognóstico e qualidade de vida

A Síndrome de Meige é uma condição crônica que pode impactar significativamente a qualidade de vida devido aos sintomas motores, como dificuldade para manter os olhos abertos e para se alimentar. O prognóstico varia de acordo com a resposta ao tratamento e a gravidade dos sintomas. O acompanhamento regular com neurologista e o suporte de reabilitação são fundamentais para o manejo dos sintomas e a melhora da funcionalidade.[1][4]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa35desde 1991
Total histórico5PubMed
Últimos 10 anos5publicações
Pico19761 papers
Linha do tempo
2000201020201991Hoje · 2026🧪 2006Primeiro ensaio clínico
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

🧬

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Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

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Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Pipeline de tratamentos
Pipeline regulatório — de medicamentos já aprovados a drogas em pesquisa exploratória.
3Fase 31
2Fase 21
·Pré-clínico2
Medicamentos catalogadosEnsaios clínicos· 0 medicamentos · 4 ensaios
Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Síndrome de Meige

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Outros ensaios clínicos

6 ensaios clínicos encontrados, 1 ativos.

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Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. Idiopathic blepharospasm-oromandibular dystonia syndrome (Meige's syndrome) presenting as chronic temporomandibular joint dislocation.
    Br J Oral Maxillofac Surg· 1991· PMID 2049364recente
  2. Blepharospasm-oromandibular dystonia syndrome (Meige's syndrome): clinical aspects.
    Adv Neurol· 1988· PMID 3278555recente
  3. Generalized and focal dystonic syndromes: possible therapy with salmon calcitonin.
    Eur Neurol· 1985· PMID 4065158recente
  4. Pharmacology of blepharospasm-oromandibular dystonia syndrome.
    Neurology· 1980· PMID 7190236recente
  5. Blepharospasm-oromandibular dystonia syndrome (Brueghel's syndrome). A variant of adult-onset torsion dystonia?
    J Neurol Neurosurg Psychiatry· 1976· PMID 1011031recente

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:93964(Orphanet)
  2. MONDO:0019772(MONDO)
  3. Distonias e Espasmo Hemifacial(PCDT · Ministério da Saúde)
  4. GARD:7008(GARD (NIH))
  5. Busca completa no PubMed(PubMed)
  6. Q693872(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

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Síndrome de Meige
Compêndio · Raras BR

Síndrome de Meige

ORPHA:93964 · MONDO:0019772
🇧🇷 Brasil SUS
Geral
CID-10
G24.8 · Outras distonias
CID-11
Ensaios
1 ativos
Início
Adult, Elderly
MedGen
UMLS
C0025183
Repurposing
1 candidato
procyclidineacetylcholine receptor antagonist
EuropePMC
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Papers 10a
DiscussaoAtiva

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📋 Origem dos dados

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Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Indexação biomédica
fonte: MeSH (NLM)
Dado público estruturado
fonte: Wikidata