Retina mosqueada de Kandori é uma distrofia retiniana hereditária rara caracterizada por múltiplos pontos brancos ou amarelados na retina, afetando a visão central e periférica. Geralmente se manifesta na infância ou adolescência com perda progressiva da acuidade visual e nictalopia.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A retina mosqueada de Kandori (Kandori fleck retina) é uma condição ocular rara caracterizada por manchas amareladas ou esbranquiçadas na retina, geralmente descobertas em exames de rotina. A doença pode se manifestar na infância, adolescência ou idade adulta, e sua prevalência exata ainda não foi determinada. O nome da condição homenageia o médico japonês que a descreveu pela primeira vez.[1][2]
Sinais e sintomas
Os principais sinais da retina mosqueada de Kandori são as manchas (flecks) na retina, que podem ser vistas durante o exame de fundo de olho. Muitas pessoas com essa condição não apresentam sintomas visuais significativos, e a visão geralmente permanece normal ou com alterações mínimas. Não há registros oficiais de outros sintomas oculares ou sistêmicos associados a esta doença.[1][2]
Causas genéticas
Diagnóstico
O diagnóstico é essencialmente clínico, baseado na observação das manchas retinianas características durante o exame oftalmológico. Exames complementares como retinografia e tomografia de coerência óptica (OCT) podem auxiliar na documentação das lesões. Testes genéticos estão disponíveis (cerca de 6 opções de painéis genéticos), mas não há variantes patogênicas conhecidas no ClinVar para esta condição específica.[1][2][4]
Tratamento e manejo
Não existe tratamento específico para a retina mosqueada de Kandori. O manejo é baseado em acompanhamento oftalmológico regular para monitorar a estabilidade das lesões e da função visual. Como a condição geralmente não causa perda visual significativa, a maioria das pessoas não necessita de intervenções terapêuticas. Não há medicamentos aprovados ou protocolos de tratamento estabelecidos.[1][2]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico da retina mosqueada de Kandori é geralmente bom. A maioria dos pacientes mantém visão normal ou com alterações mínimas ao longo da vida. Não há relatos de progressão para cegueira ou complicações graves associadas à condição. A qualidade de vida não costuma ser afetada de forma significativa, sendo recomendado apenas acompanhamento oftalmológico periódico.[1][2]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Retina mosqueada de Kandori é uma distrofia retiniana hereditária rara caracterizada por múltiplos pontos brancos ou amarelados na retina, afetando a visão central e periférica. Geralmente se manifesta na infância ou adolescência com perda progressiva da acuidade visual e nictalopia.
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Entender a doença
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
A retina mosqueada de Kandori (Kandori fleck retina) é uma condição ocular rara caracterizada por manchas amareladas ou esbranquiçadas na retina, geralmente descobertas em exames de rotina. A doença pode se manifestar na infância, adolescência ou idade adulta, e sua prevalência exata ainda não foi determinada. O nome da condição homenageia o médico japonês que a descreveu pela primeira vez.[1][2]
Sinais e sintomas
Os principais sinais da retina mosqueada de Kandori são as manchas (flecks) na retina, que podem ser vistas durante o exame de fundo de olho. Muitas pessoas com essa condição não apresentam sintomas visuais significativos, e a visão geralmente permanece normal ou com alterações mínimas. Não há registros oficiais de outros sintomas oculares ou sistêmicos associados a esta doença.[1][2]
Causas genéticas
Diagnóstico
O diagnóstico é essencialmente clínico, baseado na observação das manchas retinianas características durante o exame oftalmológico. Exames complementares como retinografia e tomografia de coerência óptica (OCT) podem auxiliar na documentação das lesões. Testes genéticos estão disponíveis (cerca de 6 opções de painéis genéticos), mas não há variantes patogênicas conhecidas no ClinVar para esta condição específica.[1][2][4]
Tratamento e manejo
Não existe tratamento específico para a retina mosqueada de Kandori. O manejo é baseado em acompanhamento oftalmológico regular para monitorar a estabilidade das lesões e da função visual. Como a condição geralmente não causa perda visual significativa, a maioria das pessoas não necessita de intervenções terapêuticas. Não há medicamentos aprovados ou protocolos de tratamento estabelecidos.[1][2]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico da retina mosqueada de Kandori é geralmente bom. A maioria dos pacientes mantém visão normal ou com alterações mínimas ao longo da vida. Não há relatos de progressão para cegueira ou complicações graves associadas à condição. A qualidade de vida não costuma ser afetada de forma significativa, sendo recomendado apenas acompanhamento oftalmológico periódico.[1][2]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Linha do tempo da pesquisa
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Nenhum gene associado encontrado
Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
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Pesquisa ativa
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Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
Publicações mais relevantes
Fleck Retina of Kandori Associated with a De Novo Mutation of a Heterozygous Variant in the CAMK2A Gene.
Multimodal Imaging of Fleck Retina of Kandori.
Late-onset night blindness with peripheral flecks accompanied by progressive trickle-like macular degeneration.
To report the clinical and genetic characteristics of 6 cases with late-onset night blindness with peripheral flecks accompanied by progressive trickle-like macular degeneration. Clinical and genetic data were collected from 6 independent patients who complained of night blindness in their fifth to eighth decade of life. The ophthalmological examinations included ophthalmoscopy, fundus autofluorescence (FAF), and full-field electroretinography (ERG). Whole exome sequencing with target gene analysis was performed to determine the causative genes and variants. All of the patients first complained of night blindness at the ages of 40-71 years. Funduscopic examinations demonstrated white or atrophic flecks scattered in the posterior pole and peripheral retina bilaterally. FAF showed patchy hypo-autofluorescence spots in the posterior pole similar to that of the trickling type of age-related macular degeneration (AMD). The region of abnormal FAF rapidly expanded with age, and one eye developed a choroidal neovascularization. The full-field scotopic ERGs with 20 min of dark adaptation were severely reduced or extinguished in all cases. There was partial recovery of the ERGs after 180 min of dark adaptation. The cone ERGs were reduced in all cases. Whole exome sequencing revealed no pathogenic variants of 301 retinal disease-associated genes. The six cases had some common features with the flecked retina syndrome, familial drusen, and late-onset retinal degeneration although none had pathogenic variants causative for these disorders. These cases may represent a subset of severe trickling AMD or a new clinical entity of acquired pan-retinal visual cycle deficiency of unknown etiology.
Publicações recentes
Multimodal Imaging of Fleck Retina of Kandori.
Late-onset night blindness with peripheral flecks accompanied by progressive trickle-like macular degeneration.
Report of a case resembling the 'fleck retina of Kandori' with ectodermal peculiarities and macula degeneration.
[Studies on fluorescein fundus photography in cases of "fleck retina with congenital nonprogressive nightblindness"].
📚 EuropePMCmostrando 3
Fleck Retina of Kandori Associated with a De Novo Mutation of a Heterozygous Variant in the CAMK2A Gene.
Klinische Monatsblatter fur AugenheilkundeMultimodal Imaging of Fleck Retina of Kandori.
Retina (Philadelphia, Pa.)Late-onset night blindness with peripheral flecks accompanied by progressive trickle-like macular degeneration.
Documenta ophthalmologica. Advances in ophthalmologyAssociações
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Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
Publicações científicas
Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.
- Fleck Retina of Kandori Associated with a De Novo Mutation of a Heterozygous Variant in the CAMK2A Gene.
- Multimodal Imaging of Fleck Retina of Kandori.
- Late-onset night blindness with peripheral flecks accompanied by progressive trickle-like macular degeneration.
- Report of a case resembling the 'fleck retina of Kandori' with ectodermal peculiarities and macula degeneration.
- Fleck retina.
- [Studies on fluorescein fundus photography in cases of "fleck retina with congenital nonprogressive nightblindness"].
Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:99179(Orphanet)
- MONDO:0009236(MONDO)
- GARD:16900(GARD (NIH))
- Busca completa no PubMed(PubMed)
- Q55781895(Wikidata)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
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Retina mosqueada de Kandori
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Genética mendeliana
- fonte: OMIM
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- CID-11 (futuro)
- fonte: WHO ICD-11
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Indexação biomédica
- fonte: MeSH (NLM)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata