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Ataxia cerebelosa autossômica dominante tipo II
Esta doença tem causa genética. Recomendamos procurar um médico geneticista para diagnóstico, exames genéticos e aconselhamento familiar.
neuroHerança AD
Também conhecida comoADCA2ADCAII
Sinônimos clínicos: ADCA2

Ataxia cerebelar autossômica dominante (ACAD) é uma forma de ataxia espinocerebelar herdada de maneira autossômica dominante. A ACAD é uma condição geneticamente herdada que causa a deterioração do sistema nervoso, levando a distúrbios e à diminuição ou perda de função em regiões do corpo.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · atualizado 05/10/2026Revisão médica pendente
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Visão geral

A Ataxia cerebelosa autossômica dominante tipo II, também referenciada em catálogos internacionais sob os identificadores OMIM:164500 e MONDO:0016163, é uma condição neurológica rara associada a manifestações cerebelares e visuais.[1][2]

Sinais e sintomas

As manifestações clínicas relatadas incluem alterações motoras e neurológicas como atrofia cerebelar, dismetria, tremor, espasticidade, fraqueza muscular, hiperreflexia, sinal de Babinski, atraso motor, atraso global do desenvolvimento, hipotonia neonatal e anormalidade da função motora extrapiramidal com discinesia orofacial.[1][3]

Sintomas adicionais documentados abrangem disfunção somatossensorial, pernas inquietas, deterioração mental e dificuldades alimentares associadas a déficit de crescimento.[1][3]

No aspecto oftalmológico, observa-se acometimento visual importante, caracterizado por perda visual, perda visual progressiva, atrofia óptica, morfologia anormal do fundo de olho, fotofobia, oftalmoparesia, oftalmoplegia e cegueira.[1][3]

Causas genéticas

A condição está associada a variantes no gene ATXN7, responsável por codificar a proteína ataxina-7 (Ataxin-7).[1][2][4]

Diagnóstico

A confirmação diagnóstica envolve a avaliação médica especializada e a realização de testes genéticos, existindo registros de 140 testes genéticos catalogados e 18 variantes descritas no banco de dados ClinVar.[1][2][4][5]

Tratamento e manejo

Não há medicamentos específicos aprovados ou protocolos com intervenções medicamentosas estabelecidas nos registros oficiais para esta condição. No âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), o nível de cobertura atual é classificado como cobertura mínima, não constando medicamentos específicos dispensados em farmácias públicas ou decisões formais da CONITEC até o momento.[1][2][5]

Tratamentos citados na literatura

Em pesquisas científicas indexadas, foram identificadas menções e associações bibliográficas a determinados compostos e substâncias químicas na literatura (extraídas via ferramenta PubTator3). Essas citações refletem dados minerados de investigações laboratoriais e publicações acadêmicas, não representando indicações clínicas ou recomendações de uso terapêutico: polyglutamine (63 publicações), Calcium (35 publicações), Lipids (13 publicações), Glucose (12 publicações), Levodopa (12 publicações), Dopamine (9 publicações), Bilirubin (8 publicações), Thyroxine (8 publicações), Triiodothyronine (8 publicações) e Acetazolamide (8 publicações).[5]

Fontes numeradas em Referências.

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

💬
EM LINGUAGEM SIMPLES

A ataxia cerebelosa autossômica dominante tipo II é uma condição rara que provoca alterações no equilíbrio, nos movimentos e na visão. As famílias costumam notar sintomas como tremores, reflexos exagerados, rigidez muscular e uma perda gradual da visão. A causa está relacionada a alterações no gene ATXN7, responsável por produzir uma proteína do sistema nervoso chamada ataxina-7. No Brasil, a condição ainda não conta com um Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) específico na lista oficial do Ministério da Saúde. O acompanhamento tem como foco aliviar os sintomas e apoiar as dificuldades alimentares e motoras na rede de saúde.

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Ataxia cerebelar autossômica dominante (ACAD) é uma forma de ataxia espinocerebelar herdada de maneira autossômica dominante. A ACAD é uma condição geneticamente herdada que causa a deterioração do sistema nervoso, levando a distúrbios e à diminuição ou perda de função em regiões do corpo.

Publicações científicas
4 artigos
Último publicado: 1999 Sep 15
Medicamentos
3 com registro
RILUZOL, ZOLCRIS, LFM-RILUZOL

Tem tratamento?

✓ 3 medicamentos específicos desta doença (registro ANVISA, FDA ou SUS/CEAF)
Ver detalhes, fases e interações →
RILUZOLZOLCRISLFM-RILUZOL
Mais 1 molécula em estudo para esta doença.
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 0%
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Entender a doença

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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Partes do corpo afetadas

🧠
Neurológico
12 sintomas
👁️
Olhos
10 sintomas
📏
Crescimento
2 sintomas
💪
Músculos
2 sintomas
🧬
Pele e cabelo
1 sintomas
❤️
Coração
1 sintomas

+ 13 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

100%prev.
Hiperreflexia
Frequência: 7/7
100%prev.
Tremor
Frequência: 2/2
100%prev.
Disartria
Frequência: 2/2
100%prev.
Ataxia cerebelar progressiva
Frequência: 2/2
100%prev.
Nistagmo
Frequência: 2/2
50%prev.
Atrofia óptica
Muito frequente (~50%)
43sintomas
Muito frequente (5)
Frequente (1)
Ocasional (1)
Sem dados (36)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 43 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

HiperreflexiaHyperreflexia
Frequência: 7/7100%
Frequência: 2/2100%
DisartriaDysarthria
Frequência: 2/2100%
Ataxia cerebelar progressivaProgressive cerebellar ataxia
Frequência: 2/2100%
NistagmoNystagmus
Frequência: 2/2100%

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa27desde 1999
Total histórico4PubMed
Últimos 10 anos4publicações
Pico19972 papers
Linha do tempo
2000201020201999Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

Genes associados

1 gene identificado com associação a esta condição.

Autosomal dominant
ATXN7Ataxin-7Disease-causing germline mutation(s) inAltamente restrito
VIAS BIOLÓGICAS (1)
HATs acetylate histones
MECANISMO DE DOENÇA

Spinocerebellar ataxia 7

Spinocerebellar ataxia is a clinically and genetically heterogeneous group of cerebellar disorders. Patients show progressive incoordination of gait and often poor coordination of hands, speech and eye movements, due to degeneration of the cerebellum with variable involvement of the brainstem and spinal cord. SCA7 belongs to the autosomal dominant cerebellar ataxias type II (ADCA II) which are characterized by cerebellar ataxia with retinal degeneration and pigmentary macular dystrophy.

OUTRAS DOENÇAS (1)
spinocerebellar ataxia 7
HGNC:10560UniProt:O15265

Medicamentos e terapias

RILUZOLEPhase 2

Mecanismo: Sodium channel alpha subunit blocker

Ver mais no OpenTargets

Variantes genéticas (ClinVar)

18 variantes patogênicas registradas no ClinVar.

🧬 ATXN7: GRCh37/hg19 3p14.2-14.1(chr3:59443171-68802170)x3 ()
🧬 ATXN7: NM_001377405.1(ATXN7):c.1560+67C>T ()
🧬 ATXN7: NM_001377405.1(ATXN7):c.1141C>T (p.Arg381Ter) ()
🧬 ATXN7: GRCh37/hg19 3p14.2-13(chr3:62188399-71663248)x1 ()
🧬 ATXN7: NM_001377405.1(ATXN7):c.2119C>A (p.Arg707Ser) ()
Ver todas no ClinVar

Classificação de variantes (ClinVar)

Distribuição de 454 variantes classificadas pelo ClinVar.

68
341
45
Patogênica (15.0%)
VUS (75.1%)
Benigna (9.9%)
VARIANTES MAIS SIGNIFICATIVAS
DAGLA: NM_006133.3(DAGLA):c.2437_2446del (p.Leu813fs) [Likely pathogenic]
OPA1-AS1: NM_130837.3(OPA1):c.460A>T (p.Lys154Ter) [Pathogenic]
DNMT1: NM_001130823.3(DNMT1):c.4641G>T (p.Glu1547Asp) [Likely pathogenic]
DNMT1: NM_001130823.3(DNMT1):c.1756A>G (p.Ser586Gly) [Uncertain significance]
DNMT1: NM_001130823.3(DNMT1):c.616G>A (p.Asp206Asn) [Uncertain significance]

Vias biológicas (Reactome)

2 vias biológicas associadas aos genes desta condição.

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Pipeline de tratamentos
Pipeline regulatório — de medicamentos já aprovados a drogas em pesquisa exploratória.
2Fase 21
Medicamentos catalogadosEnsaios clínicos· 1 medicamento · 0 ensaios
Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Ataxia cerebelosa autossômica dominante tipo II

🗺️

Selecione um estado ou use sua localização para ver resultados.

Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.

Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.

🧪 Está conduzindo uma pesquisa?
Divulgue para pacientes e familiares que acompanham esta doença.
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Associações

Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação

Ainda não temos associações cadastradas para Ataxia cerebelosa autossômica dominante tipo II.

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Doença com base genética

Um médico geneticista pode ajudar no diagnóstico de Ataxia cerebelosa autossômica dominante tipo II e no aconselhamento genético da família.

Vai consultar um especialista? Confirme o registro dele no conselho.
Conselhos e sociedades

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Doenças com sintomas parecidos — ajudam quem ainda está buscando diagnóstico

Perguntas frequentes

O que as famílias mais perguntam sobre esta doença — cada resposta com a fonte de onde saiu

Respostas geradas por IA a partir das fontes citadas

É uma doença neurológica rara catalogada sob os códigos Orpha 208508 e OMIM 164500, também conhecida pela sigla ADCA2. Ela se manifesta principalmente por prejuízos na coordenação motora associados a alterações graves da visão.

Referências

Fontes citadas no texto, publicações do grafo e bases de dados usadas neste verbete

6 fontes citadas no texto · 4 publicações do grafo RarasNet (PubMed) · 5 bases de dados. Títulos, periódicos e PMIDs vêm direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. MONDO
    purl.obolibrary.org
  2. GARD:20405
    GARD (NIH)
  3. Q55345944
    Wikidata

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Citar este verbete

Raras. (2026). Ataxia cerebelosa autossômica dominante tipo II. Em Raras — Enciclopédia de Doenças Raras do Brasil. https://raras.org/doenca/ataxia-cerebelosa-autossomica-dominante-tipo-ii

Formato APA. Conteúdo sob CC BY 4.0 — reuso livre com atribuição.

Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Compêndio · Raras BR

Ataxia cerebelosa autossômica dominante tipo II

ORPHA:208508 · MONDO:0016163
Medicamentos
1 registrados
MedGen
UMLS
C5848204
EuropePMC
Wikidata
Papers 10a

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Genética mendeliana
fonte: OMIM
Dado público estruturado
fonte: Wikidata
Moléculas estudadas na doença
fonte: OpenTargets
Rara