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Ataxia cerebelosa autossômica dominante tipo II
neuroHerança AD
Também conhecida comoADCA2ADCAII
Sinônimos clínicos: ADCA2

Ataxia cerebelar autossômica dominante (ACAD) é uma forma de ataxia espinocerebelar herdada de maneira autossômica dominante. A ACAD é uma condição geneticamente herdada que causa a deterioração do sistema nervoso, levando a distúrbios e à diminuição ou perda de função em regiões do corpo.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 02/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A ataxia cerebelosa autossômica dominante tipo II é uma doença neurodegenerativa hereditária que afeta principalmente o cerebelo, a região do cérebro responsável pelo equilíbrio e coordenação dos movimentos. Ela faz parte de um grupo de doenças conhecidas como ataxias espinocerebelares. A condição é progressiva, ou seja, os sintomas pioram com o tempo, e pode impactar significativamente a qualidade de vida. O diagnóstico precoce e o acompanhamento multidisciplinar são fundamentais para o manejo dos sintomas.[1][4]

Sinais e sintomas

Os sintomas da ataxia cerebelosa autossômica dominante tipo II são variados e podem incluir: perda de coordenação motora (dismetria), tremores, fraqueza muscular, espasticidade (rigidez muscular), hiperreflexia (reflexos exagerados), sinal de Babinski (resposta anormal do pé ao estímulo), oftalmoparesia ou oftalmoplegia (dificuldade ou paralisia dos movimentos oculares), fotofobia (sensibilidade à luz), perda visual progressiva, atrofia óptica, cegueira, deterioração mental, atraso global do desenvolvimento, atraso motor, hipotonia neonatal (tônus muscular baixo ao nascer), dificuldades alimentares, déficit de crescimento, discinesia orofacial (movimentos involuntários da face e boca), anormalidade da função motora extrapiramidal (movimentos involuntários), disfunção somatossensorial (alterações na sensibilidade), pernas inquietas e morfologia anormal do fundo de olho. A atrofia cerebelar (redução do volume do cerebelo) é uma característica marcante.[1][4]

Causas genéticas

A doença é causada por alterações (mutações) no gene ATXN7, que fornece instruções para a produção da proteína ataxina-7. A herança é autossômica dominante, o que significa que uma única cópia do gene alterado, herdada de um dos pais, é suficiente para causar a doença. Cada filho de uma pessoa afetada tem 50% de chance de herdar a mutação e desenvolver a condição.[1][2][5]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sintomas, histórico familiar e exames de imagem, como ressonância magnética, que pode mostrar atrofia cerebelar. A confirmação é feita por meio de teste genético molecular, que identifica mutações no gene ATXN7. Atualmente, existem 140 testes genéticos disponíveis para essa condição, e 18 variantes patogênicas estão registradas no ClinVar, um banco de dados internacional de variantes genéticas.[1][2][5][6]

Tratamento e manejo

Atualmente, não há cura para a ataxia cerebelosa autossômica dominante tipo II. O tratamento é focado no manejo dos sintomas e na melhora da qualidade de vida, com uma abordagem multidisciplinar que pode incluir fisioterapia, terapia ocupacional, fonoaudiologia e suporte psicológico. Medicamentos podem ser usados para controlar sintomas específicos, como tremores, espasticidade e alterações do movimento. No Brasil, a doença não possui cobertura específica pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para procedimentos ou medicamentos padronizados. Há atualmente 3 ensaios clínicos ativos investigando possíveis terapias.[1][2][6]

Tratamentos citados na literatura

A literatura científica, por meio de mineração de dados (PubTator3), aponta associações entre a doença e diversas substâncias estudadas em publicações. É importante destacar que estas são associações observadas em artigos de pesquisa e não representam recomendações de tratamento. As substâncias e o número de publicações associadas são: polyglutamine (63 publicações), Calcium (35), Lipids (13), Glucose (12), Levodopa (12), Dopamine (9), Bilirubin (8), Thyroxine (8), Triiodothyronine (8) e Acetazolamide (8).[6]

Prognóstico e qualidade de vida

A ataxia cerebelosa autossômica dominante tipo II é uma doença progressiva, e a expectativa de vida pode ser reduzida, especialmente quando há envolvimento de múltiplos sistemas. O acompanhamento regular com uma equipe médica especializada é essencial para adaptar o tratamento à evolução dos sintomas e oferecer suporte ao paciente e à família. O aconselhamento genético é recomendado para familiares em risco.[1][4]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Ataxia cerebelar autossômica dominante (ACAD) é uma forma de ataxia espinocerebelar herdada de maneira autossômica dominante. A ACAD é uma condição geneticamente herdada que causa a deterioração do sistema nervoso, levando a distúrbios e à diminuição ou perda de função em regiões do corpo.

Pesquisas ativas
3 ensaios
8 total registrados no ClinicalTrials.gov
Publicações científicas
4 artigos
Último publicado: 1999 Sep 15
Medicamentos
1 registrados
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1 medicamento registrado
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🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 0%
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Entender a doença

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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

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Visão geral

A ataxia cerebelosa autossômica dominante tipo II é uma doença neurodegenerativa hereditária que afeta principalmente o cerebelo, a região do cérebro responsável pelo equilíbrio e coordenação dos movimentos. Ela faz parte de um grupo de doenças conhecidas como ataxias espinocerebelares. A condição é progressiva, ou seja, os sintomas pioram com o tempo, e pode impactar significativamente a qualidade de vida. O diagnóstico precoce e o acompanhamento multidisciplinar são fundamentais para o manejo dos sintomas.[1][4]

Sinais e sintomas

Os sintomas da ataxia cerebelosa autossômica dominante tipo II são variados e podem incluir: perda de coordenação motora (dismetria), tremores, fraqueza muscular, espasticidade (rigidez muscular), hiperreflexia (reflexos exagerados), sinal de Babinski (resposta anormal do pé ao estímulo), oftalmoparesia ou oftalmoplegia (dificuldade ou paralisia dos movimentos oculares), fotofobia (sensibilidade à luz), perda visual progressiva, atrofia óptica, cegueira, deterioração mental, atraso global do desenvolvimento, atraso motor, hipotonia neonatal (tônus muscular baixo ao nascer), dificuldades alimentares, déficit de crescimento, discinesia orofacial (movimentos involuntários da face e boca), anormalidade da função motora extrapiramidal (movimentos involuntários), disfunção somatossensorial (alterações na sensibilidade), pernas inquietas e morfologia anormal do fundo de olho. A atrofia cerebelar (redução do volume do cerebelo) é uma característica marcante.[1][4]

Causas genéticas

A doença é causada por alterações (mutações) no gene ATXN7, que fornece instruções para a produção da proteína ataxina-7. A herança é autossômica dominante, o que significa que uma única cópia do gene alterado, herdada de um dos pais, é suficiente para causar a doença. Cada filho de uma pessoa afetada tem 50% de chance de herdar a mutação e desenvolver a condição.[1][2][5]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sintomas, histórico familiar e exames de imagem, como ressonância magnética, que pode mostrar atrofia cerebelar. A confirmação é feita por meio de teste genético molecular, que identifica mutações no gene ATXN7. Atualmente, existem 140 testes genéticos disponíveis para essa condição, e 18 variantes patogênicas estão registradas no ClinVar, um banco de dados internacional de variantes genéticas.[1][2][5][6]

Tratamento e manejo

Atualmente, não há cura para a ataxia cerebelosa autossômica dominante tipo II. O tratamento é focado no manejo dos sintomas e na melhora da qualidade de vida, com uma abordagem multidisciplinar que pode incluir fisioterapia, terapia ocupacional, fonoaudiologia e suporte psicológico. Medicamentos podem ser usados para controlar sintomas específicos, como tremores, espasticidade e alterações do movimento. No Brasil, a doença não possui cobertura específica pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para procedimentos ou medicamentos padronizados. Há atualmente 3 ensaios clínicos ativos investigando possíveis terapias.[1][2][6]

Tratamentos citados na literatura

A literatura científica, por meio de mineração de dados (PubTator3), aponta associações entre a doença e diversas substâncias estudadas em publicações. É importante destacar que estas são associações observadas em artigos de pesquisa e não representam recomendações de tratamento. As substâncias e o número de publicações associadas são: polyglutamine (63 publicações), Calcium (35), Lipids (13), Glucose (12), Levodopa (12), Dopamine (9), Bilirubin (8), Thyroxine (8), Triiodothyronine (8) e Acetazolamide (8).[6]

Prognóstico e qualidade de vida

A ataxia cerebelosa autossômica dominante tipo II é uma doença progressiva, e a expectativa de vida pode ser reduzida, especialmente quando há envolvimento de múltiplos sistemas. O acompanhamento regular com uma equipe médica especializada é essencial para adaptar o tratamento à evolução dos sintomas e oferecer suporte ao paciente e à família. O aconselhamento genético é recomendado para familiares em risco.[1][4]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Partes do corpo afetadas

🧠
Neurológico
12 sintomas
👁️
Olhos
10 sintomas
📏
Crescimento
2 sintomas
💪
Músculos
2 sintomas
🧬
Pele e cabelo
1 sintomas
❤️
Coração
1 sintomas

+ 13 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

100%prev.
Hiperreflexia
Frequência: 7/7
100%prev.
Tremor
Frequência: 2/2
100%prev.
Disartria
Frequência: 2/2
100%prev.
Ataxia cerebelar progressiva
Frequência: 2/2
100%prev.
Nistagmo
Frequência: 2/2
50%prev.
Atrofia óptica
Muito frequente (~50%)
43sintomas
Muito frequente (5)
Frequente (1)
Ocasional (1)
Sem dados (36)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 43 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

HiperreflexiaHyperreflexia
Frequência: 7/7100%
Tremor
Frequência: 2/2100%
DisartriaDysarthria
Frequência: 2/2100%
Ataxia cerebelar progressivaProgressive cerebellar ataxia
Frequência: 2/2100%
NistagmoNystagmus
Frequência: 2/2100%

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa27desde 1999
Total histórico4PubMed
Últimos 10 anos4publicações
Pico19972 papers
Linha do tempo
2000201020201999Hoje · 2026🧪 2009Primeiro ensaio clínico
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

Genes associados

1 gene identificado com associação a esta condição.

Autosomal dominant
ATXN7Ataxin-7Disease-causing germline mutation(s) inAltamente restrito
FUNÇÃO

Acts as a component of the SAGA (aka STAGA) transcription coactivator-HAT complex (PubMed:15932940, PubMed:18206972). Mediates the interaction of SAGA complex with the CRX and is involved in CRX-dependent gene activation (PubMed:15932940, PubMed:18206972). Probably involved in tethering the deubiquitination module within the SAGA complex (PubMed:24493646). Necessary for microtubule cytoskeleton stabilization (PubMed:22100762). Involved in neurodegeneration (PubMed:9288099)

LOCALIZAÇÃO

NucleusNucleus, nucleolusNucleus matrixCytoplasm, cytoskeletonCytoplasm

VIAS BIOLÓGICAS (1)
HATs acetylate histones
MECANISMO DE DOENÇA

Spinocerebellar ataxia 7

Spinocerebellar ataxia is a clinically and genetically heterogeneous group of cerebellar disorders. Patients show progressive incoordination of gait and often poor coordination of hands, speech and eye movements, due to degeneration of the cerebellum with variable involvement of the brainstem and spinal cord. SCA7 belongs to the autosomal dominant cerebellar ataxias type II (ADCA II) which are characterized by cerebellar ataxia with retinal degeneration and pigmentary macular dystrophy.

OUTRAS DOENÇAS (1)
spinocerebellar ataxia 7
HGNC:10560UniProt:O15265

Medicamentos e terapias

RILUZOLEPhase 2

Mecanismo: Sodium channel alpha subunit blocker

Ver mais no OpenTargets

Variantes genéticas (ClinVar)

18 variantes patogênicas registradas no ClinVar.

🧬 ATXN7: GRCh37/hg19 3p14.2-14.1(chr3:59443171-68802170)x3 ()
🧬 ATXN7: NM_001377405.1(ATXN7):c.1560+67C>T ()
🧬 ATXN7: NM_001377405.1(ATXN7):c.1141C>T (p.Arg381Ter) ()
🧬 ATXN7: GRCh37/hg19 3p14.2-13(chr3:62188399-71663248)x1 ()
🧬 ATXN7: NM_001377405.1(ATXN7):c.2119C>A (p.Arg707Ser) ()
Ver todas no ClinVar

Classificação de variantes (ClinVar)

Distribuição de 454 variantes classificadas pelo ClinVar.

68
341
45
Patogênica (15.0%)
VUS (75.1%)
Benigna (9.9%)
VARIANTES MAIS SIGNIFICATIVAS
DAGLA: NM_006133.3(DAGLA):c.2437_2446del (p.Leu813fs) [Likely pathogenic]
OPA1-AS1: NM_130837.3(OPA1):c.460A>T (p.Lys154Ter) [Pathogenic]
DNMT1: NM_001130823.3(DNMT1):c.4641G>T (p.Glu1547Asp) [Likely pathogenic]
DNMT1: NM_001130823.3(DNMT1):c.1756A>G (p.Ser586Gly) [Uncertain significance]
DNMT1: NM_001130823.3(DNMT1):c.616G>A (p.Asp206Asn) [Uncertain significance]

Vias biológicas (Reactome)

2 vias biológicas associadas aos genes desta condição.

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Pipeline de tratamentos
Pipeline regulatório — de medicamentos já aprovados a drogas em pesquisa exploratória.
3Fase 31
2Fase 22
·Pré-clínico3
Medicamentos catalogadosEnsaios clínicos· 1 medicamento · 5 ensaios
Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Ataxia cerebelosa autossômica dominante tipo II

🗺️

Selecione um estado ou use sua localização para ver resultados.

Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.

Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

🟢 Recrutando agora

1 pesquisa recrutando participantes. Converse com seu médico sobre a possibilidade de participar.

Outros ensaios clínicos

8 ensaios clínicos encontrados, 3 ativos.

Distribuição por fase
Ver todos no ClinicalTrials.gov
🧪 Está conduzindo uma pesquisa?
Divulgue para pacientes e familiares que acompanham esta doença.
Divulgar pesquisa →

Associações

Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação

Ainda não temos associações cadastradas para Ataxia cerebelosa autossômica dominante tipo II.

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Comunidades

Grupos ativos de quem convive com esta doença aqui no Raras

Ainda não existe comunidade no Raras para Ataxia cerebelosa autossômica dominante tipo II

Pacientes, familiares e cuidadores se organizam em comunidades pra compartilhar experiências, fazer perguntas e se apoiar. Você pode ser o primeiro.

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Doenças relacionadas

Doenças com sintomas parecidos — ajudam quem ainda está buscando diagnóstico

Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. Spinocerebellar ataxia type 7 (SCA7) - correlations between phenotype and genotype in one large Belgian family.
    J Neurol Sci· 1999· PMID 10500272recente
  2. Autosomal dominant cerebellar ataxia with retinal degeneration (ADCA II): clinical and neuropathological findings in two pedigrees and genetic linkage to 3p12-p21.1.
    J Neurol Neurosurg Psychiatry· 1997· PMID 9120450recente
  3. Refinement of the locus for autosomal dominant cerebellar ataxia type II to chromosome 3p21.1-14.1.
    Hum Genet· 1997· PMID 9048926recente
  4. The gene for autosomal dominant cerebellar ataxia type II is located in a 5-cM region in 3p12-p13: genetic and physical mapping of the SCA7 locus.
    Am J Hum Genet· 1996· PMID 8940279recente

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:208508(Orphanet)
  2. OMIM OMIM:164500(OMIM)
  3. MONDO:0016163(MONDO)
  4. GARD:20405(GARD (NIH))
  5. Variantes catalogadas(ClinVar)
  6. Busca completa no PubMed(PubMed)
  7. Q55345944(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Ataxia cerebelosa autossômica dominante tipo II
Compêndio · Raras BR

Ataxia cerebelosa autossômica dominante tipo II

ORPHA:208508 · MONDO:0016163
Ensaios
3 ativos
Medicamentos
1 registrados
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📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Genética mendeliana
fonte: OMIM
Dado público estruturado
fonte: Wikidata
Medicamentos (literatura)
fonte: Orphanet