A displasia espondiloepifisária do tipo Reardon é um tipo extremamente raro de displasia espondiloepifisária descrita em vários membros de uma mesma família até o momento e caracterizada por baixa estatura, anormalidades vertebrais e femorais, instabilidade cervical e manifestações neurológicas secundárias a anomalias do processo odontoide.
Introdução
O que você precisa saber de cara
A displasia espondiloepifisária do tipo Reardon é uma alteração genética muito rara que atinge o crescimento dos ossos, especialmente a coluna e os fêmures. Ela costuma se manifestar ainda na primeira infância com baixa estatura, alterações na postura e fragilidade ou instabilidade na região do pescoço. Por causa dessa instabilidade, podem surgir sintomas como fraqueza nos braços ou pernas e dificuldades motoras que exigem atenção médica cuidadosa. Embora não haja um medicamento que cure a doença, o SUS oferece acompanhamento clínico e procedimentos de reabilitação para apoiar o desenvolvimento e a qualidade de vida.
A displasia espondiloepifisária do tipo Reardon é um tipo extremamente raro de displasia espondiloepifisária descrita em vários membros de uma mesma família até o momento e caracterizada por baixa estatura, anormalidades vertebrais e femorais, instabilidade cervical e manifestações neurológicas secundárias a anomalias do processo odontoide.
Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
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Entender a doença
Do básico ao detalhe, leia no seu ritmo
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Partes do corpo afetadas
+ 12 sintomas em outras categorias
Características mais comuns
Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 21 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.
Linha do tempo da pesquisa
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Nenhum gene associado encontrado
Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Displasia espondiloepifisária, tipo Reardon
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Pesquisa ativa
Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes
Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
Publicações mais relevantes
COL1-related overlap disorder: A novel connective tissue disorder incorporating the osteogenesis imperfecta/Ehlers-Danlos syndrome overlap.
The 2017 classification of Ehlers-Danlos syndromes (EDS) identifies three types associated with causative variants in COL1A1/COL1A2 and distinct from osteogenesis imperfecta (OI). Previously, patients have been described with variable features of both disorders, and causative variants in COL1A1/COL1A2; but this phenotype has not been included in the current classification. Here, we expand and re-define this OI/EDS overlap as a missing EDS type. Twenty-one individuals from 13 families were reported, in whom COL1A1/COL1A2 variants were found after a suspicion of EDS. None of them could be classified as affected by OI or by any of the three recognized EDS variants associated with COL1A1/COL1A2. This phenotype is dominated by EDS-related features. OI-related features were limited to mildly reduced bone mass, occasional fractures and short stature. Eight COL1A1/COL1A2 variants were novel and five recurrent with a predominance of glycine substitutions affecting residues within the procollagen N-proteinase cleavage site of α1(I) and α2(I) procollagens. Selected variants were investigated by biochemical, ultrastructural and immunofluorescence studies. The pattern of observed changes in the dermis and in vitro for selected variants was more typical of EDS rather than OI. Our findings indicate the existence of a wider recognizable spectrum associated with COL1A1/COL1A2.
Expanding the Clinical Spectrum of Phenotypes Caused by Pathogenic Variants in PLOD2.
Osteogenesis imperfecta (OI) is a strikingly heterogeneous group of disorders with a broad range of phenotypic variations. It is also one of the differential diagnoses in bent bone dysplasias along with campomelic dysplasia and thanatophoric dysplasia and can usually be distinguished by decreased bone mineralization and bone fractures. Bent bone dysplasias also include syndromes such as kyphomelic dysplasia (MIM:211350) and mesomelic dysplasia Kozlowski-Reardon (MIM249710), both of which have been under debate regarding whether or not they are a real entity or simply a phenotypic manifestation of another dysplasia including OI. Bruck syndrome type 2 (BRKS2; MIM:609220) is a rare form of autosomal recessive OI caused by biallelic PLOD2 variants and is associated with congenital joint contractures with pterygia. In this report, we present six patients from four families with novel PLOD2 variants. All cases had multiple fractures. Other features ranged from prenatal lethal severe angulation of the long bones as in kyphomelic dysplasia and mesomelic dysplasia Kozlowski-Reardon through classical Bruck syndrome to moderate OI with normal joints. Two siblings with a kyphomelic dysplasia-like phenotype who were stillborn had compound heterozygous variants in PLOD2 (p.Asp585Val and p.Ser166*). One infant who succumbed at age 4 months had a bent bone phenotype phenotypically like skeletal dysplasia Kozlowski-Reardon (with mesomelic shortening, camptodactyly, retrognathia, cleft palate, skin dimples, but also with fractures). He was homozygous for the nonsense variant (p.Trp561*). Two siblings had various degrees of Bruck syndrome caused by the homozygous missense variant, p.His687Arg. Furthermore a boy with a clinical presentation of moderate OI had a possibly pathogenic homozygous variant p.Trp588Cys. Our experience of six patients with biallelic pathogenic variants in PLOD2 expands the phenotypic spectrum in the PLOD2-related phenotypes. © 2017 American Society for Bone and Mineral Research.
Publicações recentes
Schimke immunoosseous dysplasia (SIOD): Delayed onset of rare disease and novel variant.
Progressive Pseudorheumatoid Dysplasia.
X-Linked Spondyloepiphyseal Dysplasia Tarda.
Hip Dislocation With Femoral Short Neck in Spondyloepiphyseal Dysplasia Treated by Open Reduction and Valgus Osteotomy: A Case Report.
[Analysis of clinical features and genetic variants in a Chinese pedigree affected with Spondyloepiphyseal dysplasia type Ehlers-Danlos syndrome due to variants of B3GALT6 gene].
📚 EuropePMCmostrando 2
COL1-related overlap disorder: A novel connective tissue disorder incorporating the osteogenesis imperfecta/Ehlers-Danlos syndrome overlap.
Clinical geneticsExpanding the Clinical Spectrum of Phenotypes Caused by Pathogenic Variants in PLOD2.
Journal of bone and mineral research : the official journal of the American Society for Bone and Mineral ResearchAssociações
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Doença com base genética
Um médico geneticista pode ajudar no diagnóstico de Displasia espondiloepifisária, tipo Reardon e no aconselhamento genético da família.
Doenças relacionadas
Doenças com sintomas parecidos — ajudam quem ainda está buscando diagnóstico
Perguntas frequentes
O que as famílias mais perguntam sobre esta doença — cada resposta com a fonte de onde saiu
Trata-se de uma displasia esquelética extremamente rara, de herança autossômica dominante, observada desde a infância. Ela se caracteriza por baixa estatura, malformações nas vértebras e fêmures, instabilidade cervical e comprometimento neurológico secundário.
Referências
Fontes citadas no texto, publicações do grafo e bases de dados usadas neste verbete
7 publicações do grafo RarasNet (PubMed) · 6 bases de dados. Títulos, periódicos e PMIDs vêm direto da fonte, sem intermediação de IA.
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
Citar este verbete
Raras. (s.d.). Displasia espondiloepifisária, tipo Reardon. Em Raras — Enciclopédia de Doenças Raras do Brasil. https://raras.org/doenca/displasia-espondiloepifisaria-tipo-reardon
Formato APA. Conteúdo sob CC BY 4.0 — reuso livre com atribuição.
Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar
Displasia espondiloepifisária, tipo Reardon
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Genética mendeliana
- fonte: OMIM
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- CID-11 (futuro)
- fonte: WHO ICD-11
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Indexação biomédica
- fonte: MeSH (NLM)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata