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Displasia espondiloepifisária, tipo Reardon
ORPHA:163662CID-10 · Q77.7CID-11 · LD24.3OMIM 600561DOENÇA RARA
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MuscularInício neonatalHerança AD

A displasia espondiloepifisária do tipo Reardon é um tipo extremamente raro de displasia espondiloepifisária descrita em vários membros de uma mesma família até o momento e caracterizada por baixa estatura, anormalidades vertebrais e femorais, instabilidade cervical e manifestações neurológicas secundárias a anomalias do processo odontoide.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

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EM LINGUAGEM SIMPLES

A displasia espondiloepifisária do tipo Reardon é uma alteração genética muito rara que atinge o crescimento dos ossos, especialmente a coluna e os fêmures. Ela costuma se manifestar ainda na primeira infância com baixa estatura, alterações na postura e fragilidade ou instabilidade na região do pescoço. Por causa dessa instabilidade, podem surgir sintomas como fraqueza nos braços ou pernas e dificuldades motoras que exigem atenção médica cuidadosa. Embora não haja um medicamento que cure a doença, o SUS oferece acompanhamento clínico e procedimentos de reabilitação para apoiar o desenvolvimento e a qualidade de vida.

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Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

A displasia espondiloepifisária do tipo Reardon é um tipo extremamente raro de displasia espondiloepifisária descrita em vários membros de uma mesma família até o momento e caracterizada por baixa estatura, anormalidades vertebrais e femorais, instabilidade cervical e manifestações neurológicas secundárias a anomalias do processo odontoide.

Publicações científicas
682 artigos
Último publicado: 2025

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
<1 / 1 000 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Casos conhecidos
1
pacientes catalogados
Início
Infancy
+ neonatal
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
5 procedimentos SIGTAPCID-10: Q77.7
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
EXAMES E PROCEDIMENTOS RELACIONADOS (5)
•
Cariótipo — bandas G, Q ou R
•
Pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH
•
Sequenciamento completo do exoma (WES)
•
Dosagem de alfa-fetoproteína
•
Atendimento em reabilitação — doenças raras
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Entender a doença

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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Partes do corpo afetadas

🦴
Ossos e articulações
6 sintomas
💪
Músculos
2 sintomas
🫁
Pulmão
1 sintomas

+ 12 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

—
Espondilólise
—
Hiperlordose lombar
—
Espondilolistese em L5-S1
—
Displasia espondiloepifisária
—
Fasciculações da língua
—
Tetraparesia
21sintomas
Sem dados (21)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 21 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

EspondilóliseSpondylolysis
Hiperlordose lombarLumbar hyperlordosis
Espondilolistese em L5-S1Spondylolisthesis at L5-S1
Displasia espondiloepifisáriaSpondyloepiphyseal dysplasia
Fasciculações da línguaTongue fasciculations

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa6desde 2020
Total histórico682PubMed
Últimos 10 anos2publicações
Pico20181 papers
Linha do tempo
20202020Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

🧬

Nenhum gene associado encontrado

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Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

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🇧🇷 Atendimento SUS — Displasia espondiloepifisária, tipo Reardon

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Publicações mais relevantes

Timeline de publicações
0 papers (10 anos)
#1

COL1-related overlap disorder: A novel connective tissue disorder incorporating the osteogenesis imperfecta/Ehlers-Danlos syndrome overlap.

Clinical genetics2020 Mar

The 2017 classification of Ehlers-Danlos syndromes (EDS) identifies three types associated with causative variants in COL1A1/COL1A2 and distinct from osteogenesis imperfecta (OI). Previously, patients have been described with variable features of both disorders, and causative variants in COL1A1/COL1A2; but this phenotype has not been included in the current classification. Here, we expand and re-define this OI/EDS overlap as a missing EDS type. Twenty-one individuals from 13 families were reported, in whom COL1A1/COL1A2 variants were found after a suspicion of EDS. None of them could be classified as affected by OI or by any of the three recognized EDS variants associated with COL1A1/COL1A2. This phenotype is dominated by EDS-related features. OI-related features were limited to mildly reduced bone mass, occasional fractures and short stature. Eight COL1A1/COL1A2 variants were novel and five recurrent with a predominance of glycine substitutions affecting residues within the procollagen N-proteinase cleavage site of α1(I) and α2(I) procollagens. Selected variants were investigated by biochemical, ultrastructural and immunofluorescence studies. The pattern of observed changes in the dermis and in vitro for selected variants was more typical of EDS rather than OI. Our findings indicate the existence of a wider recognizable spectrum associated with COL1A1/COL1A2.

#2

Expanding the Clinical Spectrum of Phenotypes Caused by Pathogenic Variants in PLOD2.

Journal of bone and mineral research : the official journal of the American Society for Bone and Mineral Research2018 Apr

Osteogenesis imperfecta (OI) is a strikingly heterogeneous group of disorders with a broad range of phenotypic variations. It is also one of the differential diagnoses in bent bone dysplasias along with campomelic dysplasia and thanatophoric dysplasia and can usually be distinguished by decreased bone mineralization and bone fractures. Bent bone dysplasias also include syndromes such as kyphomelic dysplasia (MIM:211350) and mesomelic dysplasia Kozlowski-Reardon (MIM249710), both of which have been under debate regarding whether or not they are a real entity or simply a phenotypic manifestation of another dysplasia including OI. Bruck syndrome type 2 (BRKS2; MIM:609220) is a rare form of autosomal recessive OI caused by biallelic PLOD2 variants and is associated with congenital joint contractures with pterygia. In this report, we present six patients from four families with novel PLOD2 variants. All cases had multiple fractures. Other features ranged from prenatal lethal severe angulation of the long bones as in kyphomelic dysplasia and mesomelic dysplasia Kozlowski-Reardon through classical Bruck syndrome to moderate OI with normal joints. Two siblings with a kyphomelic dysplasia-like phenotype who were stillborn had compound heterozygous variants in PLOD2 (p.Asp585Val and p.Ser166*). One infant who succumbed at age 4 months had a bent bone phenotype phenotypically like skeletal dysplasia Kozlowski-Reardon (with mesomelic shortening, camptodactyly, retrognathia, cleft palate, skin dimples, but also with fractures). He was homozygous for the nonsense variant (p.Trp561*). Two siblings had various degrees of Bruck syndrome caused by the homozygous missense variant, p.His687Arg. Furthermore a boy with a clinical presentation of moderate OI had a possibly pathogenic homozygous variant p.Trp588Cys. Our experience of six patients with biallelic pathogenic variants in PLOD2 expands the phenotypic spectrum in the PLOD2-related phenotypes. © 2017 American Society for Bone and Mineral Research.

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Perguntas frequentes

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Respostas geradas por IA a partir das fontes citadas

Trata-se de uma displasia esquelética extremamente rara, de herança autossômica dominante, observada desde a infância. Ela se caracteriza por baixa estatura, malformações nas vértebras e fêmures, instabilidade cervical e comprometimento neurológico secundário.

Referências

Fontes citadas no texto, publicações do grafo e bases de dados usadas neste verbete

7 publicações do grafo RarasNet (PubMed) · 6 bases de dados. Títulos, periódicos e PMIDs vêm direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. Expanding the Clinical Spectrum of Phenotypes Caused by Pathogenic Variants in PLOD2.
    Journal of bone and mineral research : the official journal of the American Society for Bone and Mineral Research2018PMID 29178448
  2. ORPHA:163662
    Orphanet
  3. GARD:16994
    GARD (NIH)
  4. Q55782858
    Wikidata

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Citar este verbete

Raras. (s.d.). Displasia espondiloepifisária, tipo Reardon. Em Raras — Enciclopédia de Doenças Raras do Brasil. https://raras.org/doenca/displasia-espondiloepifisaria-tipo-reardon

Formato APA. Conteúdo sob CC BY 4.0 — reuso livre com atribuição.

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Compêndio · Raras BR

Displasia espondiloepifisária, tipo Reardon

ORPHA:163662 · MONDO:0010902
🇧🇷 Brasil SUS
SIGTAP
5 procedimentos
Geral
Prevalência
<1 / 1 000 000
Casos
1 casos conhecidos
Herança
Autosomal dominant
CID-10
Q77.7 · Displasia espondiloepifisária
CID-11
Início
Infancy, Neonatal
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C1833603
Wikidata

📋 Origem dos dados

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Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Genética mendeliana
fonte: OMIM
Indexação biomédica
fonte: MeSH (NLM)
Dado público estruturado
fonte: Wikidata
Rara