Doença rara autossômica recessiva causada por mutações no gene CPOX. Caracteriza-se por icterícia neonatal prolongada, anemia hemolítica, fotossensibilidade, hepatomegalia e urina vermelha, com aumento de harderoporfirina e porfobilinogênio.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A Harderoporfiria é uma doença genética rara que afeta o metabolismo do heme, uma molécula essencial para o transporte de oxigênio no sangue. Estima-se que sua prevalência seja inferior a 1 caso para cada 1.000.000 de pessoas. A condição geralmente se manifesta no período neonatal, ou seja, logo após o nascimento.[1][4]
Sinais e sintomas
Os principais sinais e sintomas da Harderoporfiria incluem icterícia neonatal prolongada (coloração amarelada da pele e olhos), urina de cor vermelha, aumento do fígado (hepatomegalia) e do baço (esplenomegalia), além de anemia hemolítica (destruição precoce das hemácias). A pele pode apresentar hiperpigmentação e fotossensibilidade cutânea (sensibilidade excessiva à luz solar). Exames laboratoriais frequentemente mostram aumento da harderoporfirina nas fezes e na urina, reticulocitose (aumento de glóbulos vermelhos imaturos), hiperbilirrubinemia neonatal, aumento da concentração circulante de ferritina e aumento do porfobilinogênio urinário. Vômitos também podem ocorrer.[1][4]
Causas genéticas
A Harderoporfiria é causada por mutações no gene CPOX, que fornece instruções para a produção da enzima oxigen-dependente coproporfirinogênio-III oxidase, mitocondrial. Esta enzima é crucial para a produção normal do heme. A doença é herdada de forma autossômica recessiva, o que significa que a pessoa precisa herdar uma cópia do gene alterado de cada um dos pais para desenvolver a condição.[1][2][5]
Diagnóstico
O diagnóstico da Harderoporfiria é baseado na avaliação clínica dos sintomas, especialmente no período neonatal, e em exames laboratoriais que detectam o aumento de harderoporfirina nas fezes e na urina. O diagnóstico pode ser confirmado por meio de testes genéticos que identificam mutações no gene CPOX. Atualmente, há 9 testes genéticos disponíveis e 83 variantes genéticas associadas à doença registradas no ClinVar.[1][2][5][6]
Tratamento e manejo
O manejo da Harderoporfiria é focado no controle dos sintomas e na prevenção de complicações. Não há medicamentos específicos aprovados para a doença. A proteção contra a exposição solar é fundamental para evitar a fotossensibilidade cutânea. O acompanhamento médico regular é essencial para monitorar a função hepática, os níveis de ferritina e a anemia. No Brasil, a cobertura para o tratamento é considerada mínima pelo SUS.[1][2][6]
Tratamentos citados na literatura
A literatura científica, minerada por ferramentas como o PubTator3, menciona a substância 'harderoporphyrin' em 2 publicações. É importante destacar que esta é uma associação identificada em estudos de pesquisa e não representa uma recomendação de tratamento estabelecida para a doença.[6]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Doença rara autossômica recessiva causada por mutações no gene CPOX. Caracteriza-se por icterícia neonatal prolongada, anemia hemolítica, fotossensibilidade, hepatomegalia e urina vermelha, com aumento de harderoporfirina e porfobilinogênio.
Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
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Entender a doença
Do básico ao detalhe, leia no seu ritmo
Preparando trilha educativa...
Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
A Harderoporfiria é uma doença genética rara que afeta o metabolismo do heme, uma molécula essencial para o transporte de oxigênio no sangue. Estima-se que sua prevalência seja inferior a 1 caso para cada 1.000.000 de pessoas. A condição geralmente se manifesta no período neonatal, ou seja, logo após o nascimento.[1][4]
Sinais e sintomas
Os principais sinais e sintomas da Harderoporfiria incluem icterícia neonatal prolongada (coloração amarelada da pele e olhos), urina de cor vermelha, aumento do fígado (hepatomegalia) e do baço (esplenomegalia), além de anemia hemolítica (destruição precoce das hemácias). A pele pode apresentar hiperpigmentação e fotossensibilidade cutânea (sensibilidade excessiva à luz solar). Exames laboratoriais frequentemente mostram aumento da harderoporfirina nas fezes e na urina, reticulocitose (aumento de glóbulos vermelhos imaturos), hiperbilirrubinemia neonatal, aumento da concentração circulante de ferritina e aumento do porfobilinogênio urinário. Vômitos também podem ocorrer.[1][4]
Causas genéticas
A Harderoporfiria é causada por mutações no gene CPOX, que fornece instruções para a produção da enzima oxigen-dependente coproporfirinogênio-III oxidase, mitocondrial. Esta enzima é crucial para a produção normal do heme. A doença é herdada de forma autossômica recessiva, o que significa que a pessoa precisa herdar uma cópia do gene alterado de cada um dos pais para desenvolver a condição.[1][2][5]
Diagnóstico
O diagnóstico da Harderoporfiria é baseado na avaliação clínica dos sintomas, especialmente no período neonatal, e em exames laboratoriais que detectam o aumento de harderoporfirina nas fezes e na urina. O diagnóstico pode ser confirmado por meio de testes genéticos que identificam mutações no gene CPOX. Atualmente, há 9 testes genéticos disponíveis e 83 variantes genéticas associadas à doença registradas no ClinVar.[1][2][5][6]
Tratamento e manejo
O manejo da Harderoporfiria é focado no controle dos sintomas e na prevenção de complicações. Não há medicamentos específicos aprovados para a doença. A proteção contra a exposição solar é fundamental para evitar a fotossensibilidade cutânea. O acompanhamento médico regular é essencial para monitorar a função hepática, os níveis de ferritina e a anemia. No Brasil, a cobertura para o tratamento é considerada mínima pelo SUS.[1][2][6]
Tratamentos citados na literatura
A literatura científica, minerada por ferramentas como o PubTator3, menciona a substância 'harderoporphyrin' em 2 publicações. É importante destacar que esta é uma associação identificada em estudos de pesquisa e não representa uma recomendação de tratamento estabelecida para a doença.[6]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Partes do corpo afetadas
+ 6 sintomas em outras categorias
Características mais comuns
Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 15 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.
Linha do tempo da pesquisa
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Genes associados
1 gene identificado com associação a esta condição. Padrão de herança: Autosomal recessive.
Curadoria gene-doença
fontes oficiaisCatalyzes the aerobic oxidative decarboxylation of propionate groups of rings A and B of coproporphyrinogen-III to yield the vinyl groups in protoporphyrinogen-IX and participates to the sixth step in the heme biosynthetic pathway
Mitochondrion intermembrane space
Hereditary coproporphyria
A form of porphyria. Porphyrias are inherited defects in the biosynthesis of heme, resulting in the accumulation and increased excretion of porphyrins or porphyrin precursors. They are classified as erythropoietic or hepatic, depending on whether the enzyme deficiency occurs in red blood cells or in the liver. Hereditary coproporphyria is an acute hepatic porphyria characterized by skin photosensitivity, attacks of abdominal pain, neurological disturbances, and psychiatric symptoms. Most attacks are precipitated by drugs, alcohol, caloric deprivation, infections, or endocrine factors. Hereditary coproporphyria is biochemically characterized by overexcretion of coproporphyrin III in the urine and in the feces.
Variantes genéticas (ClinVar)
83 variantes patogênicas registradas no ClinVar.
Classificação de variantes (ClinVar)
Distribuição de 6 variantes classificadas pelo ClinVar.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Harderoporfiria
Centros de Referência SUS
21 centros habilitados pelo SUS para Harderoporfiria
Centros para Harderoporfiria
Detalhes dos centros
Hospital Universitário Prof. Edgard Santos (HUPES)
R. Dr. Augusto Viana, s/n - Canela, Salvador - BA, 40110-060 · CNES 0003808
Serviço de Referência
Hospital de Apoio de Brasília (HAB)
AENW 3 Lote A Setor Noroeste - Plano Piloto, Brasília - DF, 70684-831 · CNES 0010456
Serviço de Referência
Hospital Estadual Infantil e Maternidade Alzir Bernardino Alves (HIABA)
Av. Min. Salgado Filho, 918 - Soteco, Vila Velha - ES, 29106-010 · CNES 6631207
Serviço de Referência
Hospital das Clínicas da UFG
Rua 235 QD. 68 Lote Área, Nº 285, s/nº - Setor Leste Universitário, Goiânia - GO, 74605-050 · CNES 2338424
Serviço de Referência
Hospital das Clínicas da UFMG
Av. Prof. Alfredo Balena, 110 - Santa Efigênia, Belo Horizonte - MG, 30130-100 · CNES 2280167
Serviço de Referência
NUPAD / Faculdade de Medicina UFMG
Av. Prof. Alfredo Balena, 189 - 5 andar - Centro, Belo Horizonte - MG, 30130-100 · CNES 2183226
Serviço de Referência
Hospital Universitário João de Barros Barreto
R. dos Mundurucus, 4487 - Guamá, Belém - PA, 66073-000 · CNES 2337878
Serviço de Referência
Hospital de Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco
Av. Prof. Moraes Rego, 1235 - Cidade Universitária, Recife - PE, 50670-901 · CNES 2561492
Atenção Especializada
Instituto de Medicina Integral Prof. Fernando Figueira (IMIP)
R. dos Coelhos, 300 - Boa Vista, Recife - PE, 50070-902 · CNES 0000647
Serviço de Referência
Hospital de Clínicas da UFPR
R. Gen. Carneiro, 181 - Alto da Glória, Curitiba - PR, 80060-900 · CNES 2364980
Serviço de Referência
Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE-UERJ)
Blvd. 28 de Setembro, 77 - Vila Isabel, Rio de Janeiro - RJ, 20551-030 · CNES 2280221
Serviço de Referência
Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz)
Av. Rui Barbosa, 716 - Flamengo, Rio de Janeiro - RJ, 22250-020 · CNES 2269988
Serviço de Referência
Hospital Universitário Onofre Lopes (HUOL)
Av. Nilo Peçanha, 620 - Petrópolis, Natal - RN, 59012-300 · CNES 2408570
Atenção Especializada
Hospital São Lucas da PUCRS
Av. Ipiranga, 6690 - Jardim Botânico, Porto Alegre - RS, 90610-000 · CNES 2232928
Serviço de Referência
Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA)
Rua Ramiro Barcelos, 2350 Bloco A - Av. Protásio Alves, 211 - Bloco B e C - Santa Cecília, Porto Alegre - RS, 90035-903 · CNES 2237601
Serviço de Referência
Hospital Universitário da UFSC (HU-UFSC)
R. Profa. Maria Flora Pausewang - Trindade, Florianópolis - SC, 88036-800 · CNES 2560356
Serviço de Referência
Hospital das Clínicas da FMUSP
R. Dr. Ovídio Pires de Campos, 225 - Cerqueira César, São Paulo - SP, 05403-010 · CNES 2077485
Serviço de Referência
Hospital de Clínicas da UNICAMP
R. Vital Brasil, 251 - Cidade Universitária, Campinas - SP, 13083-888 · CNES 2748223
Serviço de Referência
Hospital de Clínicas de Ribeirão Preto (HCRP-USP)
R. Ten. Catão Roxo, 3900 - Vila Monte Alegre, Ribeirão Preto - SP, 14015-010 · CNES 2082187
Serviço de Referência
Instituto da Criança e do Adolescente (ICr-HCFMUSP)
Av. Dr. Enéas Carvalho de Aguiar, 647 - Cerqueira César, São Paulo - SP, 05403-000 · CNES 2081695
Serviço de Referência
UNIFESP / Hospital São Paulo
R. Napoleão de Barros, 715 - Vila Clementino, São Paulo - SP, 04024-002 · CNES 2688689
Serviço de Referência
Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.
Pesquisa ativa
Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes
Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
Publicações mais relevantes
Primary adrenal insufficiency in patients with CPOX gene mutations.
Harderoporphyria arises from biallelic CPOX gene mutations, leading to coproporphyrinogen oxidase deficiency in the inner mitochondrial membrane. The impact of CPOX gene mutations on adrenal function remains poorly understood. Characterizing primary adrenal insufficiency (PAI) in 2 siblings with harderoporphyria. Clinical data were recorded, and genetic analysis was performed by whole genome sequencing (WGS). Plasma steroids and urinary porphyrins were measured by liquid chromatography-mass spectrometry and high-performance liquid chromatography, respectively. Mitochondrial function was assessed using the mitochondrial membrane potential (MMP) assay in peripheral blood mononuclear cells. Patients were diagnosed with PAI at 4.5 years (P1, 46,XY) and 7 months (P2, 46,XX). P1 had atypical genitalia and developed primary gonadal insufficiency and non-immune diabetes at ages 6 and 10, respectively. Both patients had a history of microcytic anaemia, haemolysis, cholestasis, hepatosplenomegaly in early infancy, hyperpigmentation, abdominal pain, nystagmus, optic atrophy, and mild lactic acidosis in early childhood. WGS revealed a homozygous c.83_85del, p.S28* variant in CPOX. Oxidative damage to mitochondria was shown by decreased MMP in patients compared with controls (P < .0001). Hormonal assessment indicated severe PAI, suggestive of combined CYP11A1 and CYP11B1 deficiency. CPOX gene mutations cause a mixed model of PAI, affecting mitochondrial steroidogenic enzymes. Clinical manifestations of harderoporphyria may overlap with PAI signs.
Primary adrenal insufficiency associated with homozygous hereditary coproporphyria.
Novel Biallelic Variants in CPOX Gene in a Case of Hereditary Coproporphyria With Antenatal Onset and Adverse Neonatal Outcome: A Potential Diagnostic Clue of Harderoporphyria?
Harderoporphyria: Case of lifelong photosensitivity associated with compound heterozygous coproporphyrinogen oxidase (CPOX) mutations.
A 78-year-old man with a history of neonatal anemia and jaundice and life-long photosensitivity was found to have harderoporphyria, as evidenced by increased porphyrins in urine, plasma, erythrocytes and feces including large amounts of harderoporphyrin in feces and erythrocytes. Two previously undescribed coproporphyrinogen oxidase (CPOX) mutations were identified, including a deletion of four amino acids in a region of the enzyme mutated in 7 of the 8 previously reported cases. This case increases the molecular heterogeneity of this rare porphyria, and illustrates that it should be considered as a cause of chronic photosensitivity and porphyrin elevation at any age.
[The cutaneous porphyrias].
The porphyrias are a group of metabolic disorders resulting from an innate abnormality in haem biosynthesis, and the clinical settings of which vary according to the genetic enzyme abnormality in question. These are genetic disorders with autosomal dominant or recessive inheritance of varying penetrance, and whose clinical expression differs according to the preferential location of haem precursors. Different classifications have been proposed according to genetic inheritance, the enzyme anomaly at issue, and clinical expression. The clinical classification distinguishes between acute porphyria (acute intermittent porphyria, porphyria variegata, hereditary coproporphyria), bullous cutaneous porphyrias (porphyria cutanea tarda, porphyria variegata and hereditary coproporphyria), painful photosensitive acute cutaneous porphyrias (erythropoietic protoporphyria and X-linked dominant protoporphyria), and rare recessive porphyrias (congenital erythropoietic porphyria, Doss porphyria, hepatoerythropoietic porphyria and harderoporphyria). Treatment depends on the clinical expression of the disorder.
Publicações recentes
Primary adrenal insufficiency associated with homozygous hereditary coproporphyria.
Novel Biallelic Variants in CPOX Gene in a Case of Hereditary Coproporphyria With Antenatal Onset and Adverse Neonatal Outcome: A Potential Diagnostic Clue of Harderoporphyria?
Primary adrenal insufficiency in patients with CPOX gene mutations.
Harderoporphyria: Case of lifelong photosensitivity associated with compound heterozygous coproporphyrinogen oxidase (CPOX) mutations.
[The cutaneous porphyrias].
📚 EuropePMC9 artigos no totalmostrando 6
Primary adrenal insufficiency associated with homozygous hereditary coproporphyria.
European journal of endocrinologyNovel Biallelic Variants in CPOX Gene in a Case of Hereditary Coproporphyria With Antenatal Onset and Adverse Neonatal Outcome: A Potential Diagnostic Clue of Harderoporphyria?
Prenatal diagnosisPrimary adrenal insufficiency in patients with CPOX gene mutations.
European journal of endocrinologyHarderoporphyria: Case of lifelong photosensitivity associated with compound heterozygous coproporphyrinogen oxidase (CPOX) mutations.
Molecular genetics and metabolism reports[The cutaneous porphyrias].
Annales de dermatologie et de venereologieNeonatal-Onset Hereditary Coproporphyria: A New Variant of Hereditary Coproporphyria.
JIMD reportsAssociações
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Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
Publicações científicas
Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.
- Primary adrenal insufficiency in patients with CPOX gene mutations.
- Primary adrenal insufficiency associated with homozygous hereditary coproporphyria.
- Novel Biallelic Variants in CPOX Gene in a Case of Hereditary Coproporphyria With Antenatal Onset and Adverse Neonatal Outcome: A Potential Diagnostic Clue of Harderoporphyria?
- Harderoporphyria: Case of lifelong photosensitivity associated with compound heterozygous coproporphyrinogen oxidase (CPOX) mutations.
- [The cutaneous porphyrias].
Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:659672(Orphanet)
- OMIM OMIM:618892(OMIM)
- MONDO:0030048(MONDO)
- Variantes catalogadas(ClinVar)
- Busca completa no PubMed(PubMed)
- Artigo Wikipedia(Wikipedia)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Harderoporfiria
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Genética mendeliana
- fonte: OMIM
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- CID-11 (futuro)
- fonte: WHO ICD-11
- Indexação biomédica
- fonte: MeSH (NLM)