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Hidropsia fetal não-imune com displasia linfática generalizada PIEZO1-relacionada
ORPHA:568062CID-10 · Q82.0OMIM 616843DOENÇA RARA
Sangue / imuneInício neonatalHerança AR
Também conhecida comoLRHFGLD

Doença rara autossômica recessiva causada por mutações no gene PIEZO1, caracterizada por hidropsia fetal não-imune e displasia linfática generalizada. Apresenta-se com edema, polidrâmnio, derrame pleural e outros sintomas de comprometimento linfático.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 15/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A hidropsia fetal não-imune com displasia linfática generalizada PIEZO1-relacionada é uma doença genética rara que afeta o desenvolvimento do sistema linfático, causando acúmulo anormal de líquido nos tecidos do corpo (linfedema) e, frequentemente, hidropsia fetal — um inchaço generalizado do feto que não é causado por incompatibilidade sanguínea entre mãe e bebê. A condição é herdada de forma autossômica recessiva, ou seja, é necessário herdar uma cópia do gene alterado de cada um dos pais para manifestar a doença. A prevalência estimada é de menos de 1 caso a cada 1.000.000 de pessoas. Os sintomas podem aparecer ainda antes do nascimento (período antenatal), no recém-nascido, na primeira infância ou na infância.[1][4]

Sinais e sintomas

Os sinais e sintomas mais comuns incluem: hidropsia fetal não-imune (acúmulo de líquido em todo o corpo do feto), ascite (líquido na barriga), quilotórax (líquido linfático no peito), linfedema (inchaço por acúmulo de linfa), edema facial e periorbital (inchaço ao redor dos olhos), edema genital, hidrocele testicular (acúmulo de líquido nos testículos), pescoço alado (prega de pele no pescoço), pectus excavatum (peito escavado), escoliose (curvatura anormal da coluna), micrognatia (queixo pequeno), epicanto (prega de pele no canto interno dos olhos), morfologia anormal da orelha externa, deficiência auditiva, síndrome da Prune Belly (ausência parcial de músculos abdominais), defeito do septo atrial (comunicação entre as câmaras superiores do coração), esplenomegalia (baço aumentado), linfangiectasia intestinal (dilatação dos vasos linfáticos do intestino), refluxo gastroesofágico, polidrâmnio (excesso de líquido amniótico), baixa estatura, atraso global do desenvolvimento e celulite (infecção da pele).[1][4]

Causas genéticas

A doença é causada por alterações (variantes patogênicas) no gene PIEZO1, que fornece instruções para a produção de uma proteína chamada Piezo-type mechanosensitive ion channel component 1. Essa proteína atua como um canal iônico mecanossensível, ou seja, responde a estímulos mecânicos nas células, sendo essencial para o desenvolvimento e funcionamento adequado do sistema linfático. Mutações nesse gene prejudicam a formação dos vasos linfáticos, levando ao acúmulo de líquido e aos sintomas descritos.[1][2][5]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sinais e sintomas, especialmente a hidropsia fetal não-imune e o linfedema generalizado, e é confirmado por testes genéticos. Os exames disponíveis incluem: cariótipo com bandas G, Q ou R, pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, sequenciamento completo do exoma (WES) e dosagem de alfa-fetoproteína. Atualmente, há 13 testes genéticos disponíveis e mais de 340 variantes descritas no ClinVar para o gene PIEZO1. O diagnóstico diferencial deve excluir outras causas de hidropsia fetal e linfedema.[1][2][5]

Tratamento e manejo

O tratamento é multidisciplinar e focado no manejo dos sintomas. Não há cura específica, mas as abordagens incluem: drenagem de líquidos (como paracentese para ascite ou toracocentese para quilotórax), fisioterapia e uso de meias de compressão para linfedema, acompanhamento cardiológico para defeitos do septo atrial, tratamento de infecções de pele (celulite) com antibióticos, suporte nutricional para linfangiectasia intestinal e refluxo gastroesofágico, e acompanhamento do desenvolvimento neuropsicomotor. O atendimento em reabilitação para doenças raras está disponível no SUS. A cobertura pelo SUS é considerada mínima para os procedimentos diagnósticos e de reabilitação.[1][2]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico varia amplamente dependendo da gravidade dos sintomas, especialmente da hidropsia fetal e do envolvimento de órgãos como coração e pulmões. Casos graves podem levar ao óbito ainda no período fetal ou neonatal. Com manejo adequado, muitas crianças podem sobreviver e ter qualidade de vida razoável, embora possam necessitar de acompanhamento médico contínuo para linfedema, escoliose, deficiência auditiva e atraso do desenvolvimento. O suporte de uma equipe multidisciplinar é essencial.[1][4]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Doença rara autossômica recessiva causada por mutações no gene PIEZO1, caracterizada por hidropsia fetal não-imune e displasia linfática generalizada. Apresenta-se com edema, polidrâmnio, derrame pleural e outros sintomas de comprometimento linfático.

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
<1 / 1 000 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Casos conhecidos
10
pacientes catalogados
Início
Antenatal
+ childhood, infancy, neonatal
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
CID-10: Q82.0
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
PROCEDIMENTOS SIGTAP (5)
0202010503
Cariótipo — bandas G, Q ou Rgenetic_test
0202010600
Pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISHlab_test
0202010694
Sequenciamento completo do exoma (WES)rehabilitation
0202010260
Dosagem de alfa-fetoproteína
0301070040
Atendimento em reabilitação — doenças raras
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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 15/06/2026
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Visão geral

A hidropsia fetal não-imune com displasia linfática generalizada PIEZO1-relacionada é uma doença genética rara que afeta o desenvolvimento do sistema linfático, causando acúmulo anormal de líquido nos tecidos do corpo (linfedema) e, frequentemente, hidropsia fetal — um inchaço generalizado do feto que não é causado por incompatibilidade sanguínea entre mãe e bebê. A condição é herdada de forma autossômica recessiva, ou seja, é necessário herdar uma cópia do gene alterado de cada um dos pais para manifestar a doença. A prevalência estimada é de menos de 1 caso a cada 1.000.000 de pessoas. Os sintomas podem aparecer ainda antes do nascimento (período antenatal), no recém-nascido, na primeira infância ou na infância.[1][4]

Sinais e sintomas

Os sinais e sintomas mais comuns incluem: hidropsia fetal não-imune (acúmulo de líquido em todo o corpo do feto), ascite (líquido na barriga), quilotórax (líquido linfático no peito), linfedema (inchaço por acúmulo de linfa), edema facial e periorbital (inchaço ao redor dos olhos), edema genital, hidrocele testicular (acúmulo de líquido nos testículos), pescoço alado (prega de pele no pescoço), pectus excavatum (peito escavado), escoliose (curvatura anormal da coluna), micrognatia (queixo pequeno), epicanto (prega de pele no canto interno dos olhos), morfologia anormal da orelha externa, deficiência auditiva, síndrome da Prune Belly (ausência parcial de músculos abdominais), defeito do septo atrial (comunicação entre as câmaras superiores do coração), esplenomegalia (baço aumentado), linfangiectasia intestinal (dilatação dos vasos linfáticos do intestino), refluxo gastroesofágico, polidrâmnio (excesso de líquido amniótico), baixa estatura, atraso global do desenvolvimento e celulite (infecção da pele).[1][4]

Causas genéticas

A doença é causada por alterações (variantes patogênicas) no gene PIEZO1, que fornece instruções para a produção de uma proteína chamada Piezo-type mechanosensitive ion channel component 1. Essa proteína atua como um canal iônico mecanossensível, ou seja, responde a estímulos mecânicos nas células, sendo essencial para o desenvolvimento e funcionamento adequado do sistema linfático. Mutações nesse gene prejudicam a formação dos vasos linfáticos, levando ao acúmulo de líquido e aos sintomas descritos.[1][2][5]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sinais e sintomas, especialmente a hidropsia fetal não-imune e o linfedema generalizado, e é confirmado por testes genéticos. Os exames disponíveis incluem: cariótipo com bandas G, Q ou R, pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, sequenciamento completo do exoma (WES) e dosagem de alfa-fetoproteína. Atualmente, há 13 testes genéticos disponíveis e mais de 340 variantes descritas no ClinVar para o gene PIEZO1. O diagnóstico diferencial deve excluir outras causas de hidropsia fetal e linfedema.[1][2][5]

Tratamento e manejo

O tratamento é multidisciplinar e focado no manejo dos sintomas. Não há cura específica, mas as abordagens incluem: drenagem de líquidos (como paracentese para ascite ou toracocentese para quilotórax), fisioterapia e uso de meias de compressão para linfedema, acompanhamento cardiológico para defeitos do septo atrial, tratamento de infecções de pele (celulite) com antibióticos, suporte nutricional para linfangiectasia intestinal e refluxo gastroesofágico, e acompanhamento do desenvolvimento neuropsicomotor. O atendimento em reabilitação para doenças raras está disponível no SUS. A cobertura pelo SUS é considerada mínima para os procedimentos diagnósticos e de reabilitação.[1][2]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico varia amplamente dependendo da gravidade dos sintomas, especialmente da hidropsia fetal e do envolvimento de órgãos como coração e pulmões. Casos graves podem levar ao óbito ainda no período fetal ou neonatal. Com manejo adequado, muitas crianças podem sobreviver e ter qualidade de vida razoável, embora possam necessitar de acompanhamento médico contínuo para linfedema, escoliose, deficiência auditiva e atraso do desenvolvimento. O suporte de uma equipe multidisciplinar é essencial.[1][4]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Partes do corpo afetadas

🦴
Ossos e articulações
4 sintomas
😀
Face
3 sintomas
🫃
Digestivo
3 sintomas
👂
Ouvidos
2 sintomas
🩸
Sangue
2 sintomas
❤️
Coração
1 sintomas

+ 14 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

55%prev.
Esplenomegalia
Frequência: 11/20
40%prev.
Celulite
Frequência: 4/10
30%prev.
Epicanto
Frequência: 3/10
20%prev.
Quilotórax
Frequência: 2/10
10%prev.
Síndrome da Prune Belly
Raro (~10%)
10%prev.
Defeito do septo atrial
Raro (~10%)
32sintomas
Frequente (3)
Ocasional (8)
Sem dados (21)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 32 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

EsplenomegaliaSplenomegaly
Frequência: 11/2055%
CeluliteCellulitis
Frequência: 4/1040%
EpicantoEpicanthus
Frequência: 3/1030%
QuilotóraxChylothorax
Frequência: 2/1020%
Síndrome da Prune BellyPrune belly
Raro (~10%)10%

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa5desde 2021
Últimos 10 anos1publicações
Pico20211 papers
Linha do tempo
2021Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

Genes associados

1 gene identificado com associação a esta condição. Padrão de herança: Autosomal recessive.

Curadoria gene-doença

fontes oficiais
PIEZO1
PIEZO1Piezo-type mechanosensitive ion channel component 1Disease-causing germline mutation(s) inTolerante
FUNÇÃO

Pore-forming subunit of the mechanosensitive non-specific cation Piezo channel required for rapidly adapting mechanically activated (MA) currents and has a key role in sensing touch and tactile pain (PubMed:23479567, PubMed:23695678, PubMed:25955826, PubMed:37590348). Piezo channels are homotrimeric three-blade propeller-shaped structures that utilize a cap-motion and plug-and-latch mechanism to gate their ion-conducting pathways (PubMed:37590348). Generates currents characterized by a linear cu

LOCALIZAÇÃO

Endoplasmic reticulum membraneEndoplasmic reticulum-Golgi intermediate compartment membraneCell membraneCell projection, lamellipodium membrane

VIAS BIOLÓGICAS (3)
Turbulent (oscillatory, disturbed) flow shear stress activates signaling by PIEZO1 and integrins in endothelial cellsHigh laminar flow shear stress activates signaling by PIEZO1 and PECAM1:CDH5:KDR in endothelial cellsMechanical load activates signaling by PIEZO1 and integrins in osteocytes
MECANISMO DE DOENÇA

Dehydrated hereditary stomatocytosis 1 with or without pseudohyperkalemia and/or perinatal edema

An autosomal dominant hemolytic anemia characterized by primary erythrocyte dehydration. DHS erythrocytes exhibit decreased total cation and potassium content that are not accompanied by a proportional net gain of sodium and water. DHS patients typically exhibit mild to moderate compensated hemolytic anemia, with an increased erythrocyte mean corpuscular hemoglobin concentration and a decreased osmotic fragility, both of which reflect cellular dehydration. Patients may also show perinatal edema and pseudohyperkalemia due to loss of potassium from red cells stored at room temperature. A minor proportion of red cells appear as stomatocytes on blood films. Complications such as splenomegaly and cholelithiasis, resulting from increased red cell trapping in the spleen and elevated bilirubin levels, respectively, may occur. The course of DHS is frequently associated with iron overload, which may lead to hepatosiderosis.

EXPRESSÃO TECIDUAL(Ubíquo)
Cólon sigmoide
119.2 TPM
Pulmão
101.5 TPM
Fibroblastos
94.8 TPM
Bladder
86.0 TPM
Útero
82.6 TPM
OUTRAS DOENÇAS (3)
dehydrated hereditary stomatocytosis with or without pseudohyperkalemia and/or perinatal edemalymphatic malformation 6dehydrated hereditary stomatocytosis
HGNC:28993UniProt:Q92508

Variantes genéticas (ClinVar)

340 variantes patogênicas registradas no ClinVar.

🧬 PIEZO1: NM_001142864.4(PIEZO1):c.5242C>T (p.Gln1748Ter) ()
🧬 PIEZO1: NM_001142864.4(PIEZO1):c.4285dup (p.Glu1429fs) ()
🧬 PIEZO1: NM_001142864.4(PIEZO1):c.4493_4495+8del ()
🧬 PIEZO1: NM_001142864.4(PIEZO1):c.4328C>T (p.Ala1443Val) ()
🧬 PIEZO1: GRCh37/hg19 16q24.2-24.3(chr16:87640702-89570635)x1 ()
Ver todas no ClinVar

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Hidropsia fetal não-imune com displasia linfática generalizada PIEZO1-relacionada

🗺️

Selecione um estado ou use sua localização para ver resultados.

Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.

Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.

🧪 Está conduzindo uma pesquisa?
Divulgue para pacientes e familiares que acompanham esta doença.
Divulgar pesquisa →

Associações

Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação

Ainda não temos associações cadastradas para Hidropsia fetal não-imune com displasia linfática generalizada PIEZO1-relacionada.

É de uma associação que acompanha esta doença? Fale com a gente →

Comunidades

Grupos ativos de quem convive com esta doença aqui no Raras

Ainda não existe comunidade no Raras para Hidropsia fetal não-imune com displasia linfática generalizada PIEZO1-relacionada

Pacientes, familiares e cuidadores se organizam em comunidades pra compartilhar experiências, fazer perguntas e se apoiar. Você pode ser o primeiro.

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Doenças relacionadas

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Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. Recurrent prenatal PIEZO1-related lymphatic dysplasia: Expanding molecular and ultrasound findings.
    European journal of medical genetics· 2021· PMID 33227434mais citado

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:568062(Orphanet)
  2. OMIM OMIM:616843(OMIM)
  3. MONDO:0014797(MONDO)
  4. Variantes catalogadas(ClinVar)
  5. Busca completa no PubMed(PubMed)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Compêndio · Raras BR

Hidropsia fetal não-imune com displasia linfática generalizada PIEZO1-relacionada

ORPHA:568062 · MONDO:0014797
Prevalência
<1 / 1 000 000
Casos
10 casos conhecidos
Herança
Autosomal recessive
CID-10
Q82.0 · Linfedema hereditário
Início
Antenatal, Childhood, Infancy, Neonatal
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C4225184
DiscussaoAtiva

Nenhuma novidade ainda. O agente esta monitorando.

0membros
0novidades

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Genética mendeliana
fonte: OMIM