A hipoplasia condilar é conhecida como o subdesenvolvimento do côndilo mandibular. A hipoplasia condilar causada congenitamente (primária) resulta em um côndilo subdesenvolvido ao nascimento. A hipoplasia da mandíbula pode ser diagnosticada ao nascimento, em comparação com a hiperplasia, que só é diagnosticada posteriormente durante o crescimento do indivíduo.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
Sinais e sintomas
As características clínicas e fenotípicas observadas na hiperplasia condilar primária incluem assimetria facial, morfologia anormal do processo condilar da mandíbula e anormalidade da articulação temporomandibular. Além disso, podem estar presentes má oclusão de mordida aberta anterior, anormalidade do queixo e macrodontia.[1][2]
Causas genéticas
Diagnóstico
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
A hiperplasia condilar primária é uma alteração rara na articulação da mandíbula que pode ter início em qualquer idade. Ela costuma causar assimetria facial (diferença no formato do rosto), além de queixo desalinhado e mordida aberta anterior (quando os dentes não se encaixam na frente). A literatura científica descreve abordagens cirúrgicas na articulação mandibular para restabelecer a função da mastigação. No Brasil, a condição não consta na lista oficial de PCDTs de doenças raras do Ministério da Saúde, e o SUS não possui medicamentos dispensados para tratá-la.
A hipoplasia condilar é conhecida como o subdesenvolvimento do côndilo mandibular. A hipoplasia condilar causada congenitamente (primária) resulta em um côndilo subdesenvolvido ao nascimento. A hipoplasia da mandíbula pode ser diagnosticada ao nascimento, em comparação com a hiperplasia, que só é diagnosticada posteriormente durante o crescimento do indivíduo.
Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
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Entender a doença
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Partes do corpo afetadas
+ 1 sintomas em outras categorias
Características mais comuns
Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 6 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.
Linha do tempo da pesquisa
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Nenhum gene associado encontrado
Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Hiperplasia condilar primária
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Pesquisa ativa
Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes
Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
Publicações mais relevantes
Reproducibility of 2D and 3D Ramus Height Measurements in Facial Asymmetry.
In our clinic, the current preferred primary treatment regime for unilateral condylar hyperactivity is a proportional condylectomy in order to prevent secondary orthognathic surgery. Until recently, to determine the indicated size of reduction during surgery, we used a ‘panorex-free-hand’ method to measure the difference between left and right ramus heights. The problem encountered with this method was that our TMJ surgeons measured differences in the amount to resect during surgery. Other 2D and 3D method comparisons were unavailable. The aim of this study was to determine the most reproducible ramus height measuring method. Differences in left/right ramus height were measured in 32 patients using three methods: one 3D and two 2D. The inter- and intra-observer reliabilities were determined for each method. All methods showed excellent intra-observer reliability (ICC > 0.9). Excellent inter-observer reliability was also attained with the panorex-bisection method (ICC > 0.9), while the CBCT and panorex-free-hand gave good results (0.75 < ICC < 0.9). However, the lower boundary of the 95% CI (0.06−0.97) of the inter-observer reliability regarding the panorex-free-hand was poor. Therefore, we discourage the use of the panorex-free-hand method to measure ramus height differences in clinical practice. The panorex-bisection method was the most reproducible method. When planning a proportional condylectomy, we advise applying the panorex-bisection method or using an optimized 3D-measuring method.
[Mandibular function after a condylectomy for unilateral condylar hyperplasia].
Unilateral condylar hyperplasia is a rare growth disorder originating in the growth centre of the mandibular condyles and resulting in facial asymmetry. Primary treatment consists of condylectomy. In this cross-sectional research, limitations in mandibular function and oral health related quality of life were measured with the Mandibular Function Impairment Questionnaire and the Oral Health Impact Profile (NL49). The study included 17 patients who underwent treatment for unilateral condylar hyperplasia with a condylectomy in the University Medical Center Groningen between 1997 and 2012. The median (IQR) scores of the Mandibular Function Impairment Questionnaire (8,0 [1,0; 15,0]) and the Oral Health Impact Profile (25,0 [3,0; 53,0] were low compared to other conditions involving the mandible. A higher age was associated with increased limitations in mandibular function (rs = 0,588 (p = 0,013)). After a condylectomy for unilateral condylar hyperplasia the functional impairment of the mandible and the decrease in oral health related quality of life are low. Unilaterale condylaire hyperplasie is een zeldzame groeistoornis die uitgaat van het groeicentrum van de processus condylaris met asymmetrie van het aangezicht tot gevolg. De primaire behandeling bestaat uit een condylectomie. In dit cross-sectionele onderzoek werden beperkingen in mandibulaire functie en de mondgezondheidgerelateerde levenskwaliteit gemeten met de Mandibulair Function Impairment Questionnaire en de Oral Health Impact Profile (NL49). Er werden 17 patiënten geïncludeerd die tussen 1997 en 2012 in het Universitair Medisch Centrum Groningen werden behandeld met een condylectomie vanwege een unilaterale condylaire hyperplasie. De mediane (IQR) score op de Mandibulair Function Impairment Questionnaire (8,0 [1,0; 15,0]) en de Oral Health Impact Profile (25,0 [3,0; 53,0]) waren laag in vergelijking met scores bij andere aandoeningen. Een hogere leeftijd werd geassocieerd met meer beperkingen in mandibulaire functie (rs = 0,588 (p = 0,013)). Na een condylectomie bij unilaterale condylaire hyperplasie blijken de functiebeperkingen en de afname van de mondgezondheidgerelateerde levenskwaliteit gering.
Unilateral condylar hyperplasia: diagnosis, clinical aspects and operative treatment. A case report.
Condylar hyperplasia of the mandible is an uncommon idiopathic disorder of the jaw characterised by increased volume of the condyle, unilaterally or bilaterally, leading to facial asymmetry, mandibular deviation, malocclusion and articular dysfunction. The authors present one case of unilateral condylar hyperplasia of a 16-year-old patient affected by severe facial asymmetry. Conventional X-rays examinations, multislice spiral CT and bone SPECT were used for the final diagnosis of primary condyle hyperplasia. The patient was treated with a combined orthodontic and surgical approach. Treatment of condylar hyperplasia with a combined orthodontic and surgical approach including condylectomy yield good aesthetic and functional outcomes.
Publicações recentes
Necrostatin-1 alleviates temporomandibular joint osteoarthritis and inhibits chondrocyte senescence and necroptosis possibly via p53/ MAPK downregulation.
Matrix Stiffening-Induced SLIT3 Activation in Chondrocytes Drives Cartilage Degradation and Angiogenesis in Temporomandibular Joint Osteoarthritis.
🥉 Relato de casoS-propargyl-cysteine attenuates temporomandibular joint osteoarthritis by regulating macrophage polarization via Inhibition of JAK/STAT signaling.
DDIT3 aggravates TMJOA cartilage degradation via Nrf2/HO-1/NLRP3-mediated autophagy.
Decreased expression of ATP-binding cassette protein G1 promotes abnormal adipogenesis of condylar chondrocytes in temporomandibular joint osteoarthritis.
📚 EuropePMCmostrando 3
Reproducibility of 2D and 3D Ramus Height Measurements in Facial Asymmetry.
Journal of personalized medicine[Mandibular function after a condylectomy for unilateral condylar hyperplasia].
Nederlands tijdschrift voor tandheelkundeUnilateral condylar hyperplasia: diagnosis, clinical aspects and operative treatment. A case report.
European journal of paediatric dentistryAssociações
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Perguntas frequentes
O que as famílias mais perguntam sobre esta doença — cada resposta com a fonte de onde saiu
É uma doença rara que afeta a estrutura do processo condilar da mandíbula e a articulação temporomandibular. Ela está catalogada no código ORPHA:477781 e no CID-10 K07.6.
Referências
Fontes citadas no texto, publicações do grafo e bases de dados usadas neste verbete
4 fontes citadas no texto · 8 publicações do grafo RarasNet (PubMed) · 4 bases de dados. Títulos, periódicos e PMIDs vêm direto da fonte, sem intermediação de IA.
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
Citar este verbete
Raras. (2026). Hiperplasia condilar primária. Em Raras — Enciclopédia de Doenças Raras do Brasil. https://raras.org/doenca/hiperplasia-condilar-primaria
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Hiperplasia condilar primária
📋 Origem dos dados
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- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata