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Imunodeficiência combinada por deficiência CARMIL2
ORPHA:542301CID-10 · D82.3OMIM 618131DOENÇA RARA
lungInício infantilHerança AR
Também conhecida comoRLTPREBV
Sinônimos clínicos: Imunodeficiência combinada por deficiência RLTPR

Imunodeficiência combinada grave com início neonatal, herança autossômica recessiva, associada a infecções respiratórias recorrentes, bronquite crônica e dermatite eczematoide, devido à deficiência do gene CARMIL2.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 15/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A Imunodeficiência combinada por deficiência CARMIL2 é uma doença genética rara que afeta o sistema imunológico, tornando o corpo mais vulnerável a infecções. Estima-se que sua prevalência seja inferior a 1 caso a cada 1.000.000 de pessoas. A condição geralmente se manifesta na infância e é herdada de forma autossômica recessiva, ou seja, é necessário herdar uma cópia do gene alterado de cada um dos pais para desenvolver a doença.[1][4]

Sinais e sintomas

Os sinais e sintomas da Imunodeficiência combinada por deficiência CARMIL2 são variados e podem incluir infecções recorrentes, como pneumonia, e problemas respiratórios, como asma, bronquiectasia e obstrução pulmonar crônica. Também são comuns manifestações na pele, como abscessos cutâneos, verrugas, molusco contagioso, dermatite seborreica, fotossensibilidade, urticária ao frio e cicatrizes atróficas. No sistema digestivo, podem ocorrer colite, diarreia crônica, disfagia e infecção por Helicobacter pylori. Outros sintomas incluem rinite alérgica, congestão nasal, onicomicose (infecção fúngica nas unhas), fadiga, baixa estatura, déficit de crescimento e espasmos musculares. Exames laboratoriais podem mostrar nível diminuído de anticorpos circulantes e resposta diminuída de anticorpos específicos à vacinação, além de ativação diminuída das células T.[1][4]

Causas genéticas

A doença é causada por alterações (mutações) no gene CARMIL2 (Capping protein, Arp2/3 and myosin-I linker protein 2). Este gene fornece instruções para a produção de uma proteína importante para o funcionamento adequado das células do sistema imunológico, especialmente os linfócitos T. As mutações hereditárias, herdadas de forma autossômica recessiva, levam à deficiência dessa proteína, comprometendo a defesa do organismo contra infecções.[1][2][5]

Diagnóstico

O diagnóstico da Imunodeficiência combinada por deficiência CARMIL2 é baseado na avaliação clínica dos sintomas e na história familiar. Exames laboratoriais podem mostrar níveis baixos de anticorpos e resposta vacinal diminuída. A confirmação diagnóstica é feita por meio de teste genético, que identifica mutações no gene CARMIL2. Atualmente, existem 133 variantes descritas no ClinVar, um banco de dados internacional de variações genéticas, e o teste genético está disponível para auxiliar no diagnóstico.[1][2][5]

Tratamento e manejo

O tratamento da Imunodeficiência combinada por deficiência CARMIL2 é focado no manejo dos sintomas e na prevenção de infecções. Isso pode incluir o uso de antibióticos para tratar infecções bacterianas, antifúngicos para infecções fúngicas (como onicomicose) e medicamentos para controlar condições como asma, rinite alérgica e colite. A reposição de anticorpos (imunoglobulina) pode ser considerada para pacientes com níveis baixos de anticorpos. É importante que o tratamento seja individualizado e acompanhado por uma equipe médica especializada em imunodeficiências. Não há medicamentos específicos aprovados para esta condição no Brasil, e o tratamento não é coberto pelo Sistema Único de Saúde (SUS).[1][2]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico para pessoas com Imunodeficiência combinada por deficiência CARMIL2 pode variar dependendo da gravidade dos sintomas e da resposta ao tratamento. O manejo adequado das infecções e das complicações associadas é fundamental para melhorar a qualidade de vida. O acompanhamento regular com uma equipe multidisciplinar, incluindo imunologistas, pneumologistas, gastroenterologistas e dermatologistas, é essencial para monitorar a evolução da doença e ajustar o tratamento conforme necessário.[1][2]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

📋
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Imunodeficiência combinada grave com início neonatal, herança autossômica recessiva, associada a infecções respiratórias recorrentes, bronquite crônica e dermatite eczematoide, devido à deficiência do gene CARMIL2.

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
<1 / 1 000 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Casos conhecidos
21
pacientes catalogados
Início
Childhood
🏥
SUS: Sem cobertura SUSScore: 0%
CID-10: D82.3
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Entender a doença

Do básico ao detalhe, leia no seu ritmo

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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 15/06/2026
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Visão geral

A Imunodeficiência combinada por deficiência CARMIL2 é uma doença genética rara que afeta o sistema imunológico, tornando o corpo mais vulnerável a infecções. Estima-se que sua prevalência seja inferior a 1 caso a cada 1.000.000 de pessoas. A condição geralmente se manifesta na infância e é herdada de forma autossômica recessiva, ou seja, é necessário herdar uma cópia do gene alterado de cada um dos pais para desenvolver a doença.[1][4]

Sinais e sintomas

Os sinais e sintomas da Imunodeficiência combinada por deficiência CARMIL2 são variados e podem incluir infecções recorrentes, como pneumonia, e problemas respiratórios, como asma, bronquiectasia e obstrução pulmonar crônica. Também são comuns manifestações na pele, como abscessos cutâneos, verrugas, molusco contagioso, dermatite seborreica, fotossensibilidade, urticária ao frio e cicatrizes atróficas. No sistema digestivo, podem ocorrer colite, diarreia crônica, disfagia e infecção por Helicobacter pylori. Outros sintomas incluem rinite alérgica, congestão nasal, onicomicose (infecção fúngica nas unhas), fadiga, baixa estatura, déficit de crescimento e espasmos musculares. Exames laboratoriais podem mostrar nível diminuído de anticorpos circulantes e resposta diminuída de anticorpos específicos à vacinação, além de ativação diminuída das células T.[1][4]

Causas genéticas

A doença é causada por alterações (mutações) no gene CARMIL2 (Capping protein, Arp2/3 and myosin-I linker protein 2). Este gene fornece instruções para a produção de uma proteína importante para o funcionamento adequado das células do sistema imunológico, especialmente os linfócitos T. As mutações hereditárias, herdadas de forma autossômica recessiva, levam à deficiência dessa proteína, comprometendo a defesa do organismo contra infecções.[1][2][5]

Diagnóstico

O diagnóstico da Imunodeficiência combinada por deficiência CARMIL2 é baseado na avaliação clínica dos sintomas e na história familiar. Exames laboratoriais podem mostrar níveis baixos de anticorpos e resposta vacinal diminuída. A confirmação diagnóstica é feita por meio de teste genético, que identifica mutações no gene CARMIL2. Atualmente, existem 133 variantes descritas no ClinVar, um banco de dados internacional de variações genéticas, e o teste genético está disponível para auxiliar no diagnóstico.[1][2][5]

Tratamento e manejo

O tratamento da Imunodeficiência combinada por deficiência CARMIL2 é focado no manejo dos sintomas e na prevenção de infecções. Isso pode incluir o uso de antibióticos para tratar infecções bacterianas, antifúngicos para infecções fúngicas (como onicomicose) e medicamentos para controlar condições como asma, rinite alérgica e colite. A reposição de anticorpos (imunoglobulina) pode ser considerada para pacientes com níveis baixos de anticorpos. É importante que o tratamento seja individualizado e acompanhado por uma equipe médica especializada em imunodeficiências. Não há medicamentos específicos aprovados para esta condição no Brasil, e o tratamento não é coberto pelo Sistema Único de Saúde (SUS).[1][2]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico para pessoas com Imunodeficiência combinada por deficiência CARMIL2 pode variar dependendo da gravidade dos sintomas e da resposta ao tratamento. O manejo adequado das infecções e das complicações associadas é fundamental para melhorar a qualidade de vida. O acompanhamento regular com uma equipe multidisciplinar, incluindo imunologistas, pneumologistas, gastroenterologistas e dermatologistas, é essencial para monitorar a evolução da doença e ajustar o tratamento conforme necessário.[1][2]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Partes do corpo afetadas

🧬
Pele e cabelo
8 sintomas
🫁
Pulmão
7 sintomas
🫃
Digestivo
3 sintomas
😀
Face
1 sintomas
🦴
Ossos e articulações
1 sintomas
💪
Músculos
1 sintomas

+ 19 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

100%prev.
Déficit de crescimento
Frequência: 4/4
100%prev.
Lesão psoriasiforme
Frequência: 4/4
100%prev.
Formação recorrente de abscesso cutâneo
Frequência: 7/7
75%prev.
Congestão nasal
Frequência: 3/4
75%prev.
Espasmo muscular
Frequência: 3/4
75%prev.
Estomatite aftosa recorrente
Frequência: 3/4
42sintomas
Muito frequente (3)
Frequente (20)
Ocasional (15)
Sem dados (4)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 42 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

Déficit de crescimentoFailure to thrive
Frequência: 4/4100%
Lesão psoriasiformePsoriasiform lesion
Frequência: 4/4100%
Formação recorrente de abscesso cutâneoRecurrent cutaneous abscess formation
Frequência: 7/7100%
Congestão nasalNasal congestion
Frequência: 3/475%
Espasmo muscularMuscle spasm
Frequência: 3/475%

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

Genes associados

1 gene identificado com associação a esta condição. Padrão de herança: Autosomal recessive.

Curadoria gene-doença

fontes oficiais
CARMIL2
CARMIL2
CARMIL2Capping protein, Arp2/3 and myosin-I linker protein 2Disease-causing germline mutation(s) inTolerante
FUNÇÃO

Cell membrane-cytoskeleton-associated protein that plays a role in the regulation of actin polymerization at the barbed end of actin filaments. Prevents F-actin heterodimeric capping protein (CP) activity at the leading edges of migrating cells, and hence generates uncapped barbed ends and enhances actin polymerization (PubMed:26466680). Plays a role in cell protrusion formations; involved in cell polarity, lamellipodial assembly, membrane ruffling and macropinosome formations (PubMed:19846667,

LOCALIZAÇÃO

CytoplasmCytoplasm, cytoskeletonCell membraneCell projection, lamellipodiumCell projection, ruffle

MECANISMO DE DOENÇA

Immunodeficiency 58

An autosomal recessive primary immunodeficiency characterized by a variety of infectious diseases, including mycobacterial diseases, mucocutaneous candidiasis, silent but detectable EBV viremia, and staphylococcal diseases. Patients suffer from dermatitis, esophagitis, recurrent skin abscesses and chest infections. Immunologic analysis shows defective T-cell function and deficient CD3/CD28 stimulation responses in both CD4+ and CD8+ T cells. B-cell function may also be impaired.

OUTRAS DOENÇAS (1)
severe combined immunodeficiency due to CARMIL2 deficiency
HGNC:27089UniProt:Q6F5E8

Variantes genéticas (ClinVar)

133 variantes patogênicas registradas no ClinVar.

🧬 CARMIL2: NM_001013838.3(CARMIL2):c.4037-1G>A ()
🧬 CARMIL2: NM_001013838.3(CARMIL2):c.1334dup (p.Lys446fs) ()
🧬 CARMIL2: NM_001013838.3(CARMIL2):c.1253del (p.Pro418fs) ()
🧬 CARMIL2: NM_001013838.3(CARMIL2):c.2873_2874dup (p.Phe959fs) ()
🧬 CARMIL2: NM_001013838.3(CARMIL2):c.114_118del (p.Val39fs) ()
Ver todas no ClinVar

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Imunodeficiência combinada por deficiência CARMIL2

🗺️

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Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.

Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.

🧪 Está conduzindo uma pesquisa?
Divulgue para pacientes e familiares que acompanham esta doença.
Divulgar pesquisa →

Associações

Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação

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É de uma associação que acompanha esta doença? Fale com a gente →

Comunidades

Grupos ativos de quem convive com esta doença aqui no Raras

Ainda não existe comunidade no Raras para Imunodeficiência combinada por deficiência CARMIL2

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Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:542301(Orphanet)
  2. OMIM OMIM:618131(OMIM)
  3. MONDO:0029134(MONDO)
  4. GARD:17981(GARD (NIH))
  5. Variantes catalogadas(ClinVar)
  6. Q102293235(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Compêndio · Raras BR

Imunodeficiência combinada por deficiência CARMIL2

ORPHA:542301 · MONDO:0029134
Prevalência
<1 / 1 000 000
Casos
21 casos conhecidos
Herança
Autosomal recessive
CID-10
D82.3 · Imunodeficiência que se segue à resposta hereditária defeituosa ao vírus de Epstein-Barr (EB)
Início
Childhood
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C4748304
Wikidata
DiscussaoAtiva

Nenhuma novidade ainda. O agente esta monitorando.

0membros
0novidades

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Genética mendeliana
fonte: OMIM
Dado público estruturado
fonte: Wikidata