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Miopatia de armazenamento da miosina autossômica dominante
ORPHA:636965CID-10 · G72.8CID-11 · 8C72.0YOMIM 181430DOENÇA RARA
Esta doença tem causa genética. Recomendamos procurar um médico geneticista para diagnóstico, exames genéticos e aconselhamento familiar.
MuscularHerança AD
Também conhecida comoMSMA
Sinônimos clínicos: MSMA

Miopatias mitocondriais são tipos de miopatias associadas a doenças mitocondriais. O trifosfato de adenosina (ATP), o composto químico usado para fornecer energia à célula, não pode ser produzido suficientemente pela fosforilação oxidativa quando a mitocôndria está danificada ou lhe faltam as enzimas ou proteínas de transporte necessárias. Com a produção de ATP deficiente nas mitocôndrias, há uma dependência excessiva da glicólise anaeróbica, o que leva à acidose láctica, seja em repouso ou induzida por exercício.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

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Visão geral

A Miopatia de armazenamento da miosina autossômica dominante é uma doença neuromuscular rara caracterizada por fraqueza muscular progressiva. O termo "armazenamento da miosina" refere-se ao acúmulo anormal da proteína miosina dentro das fibras musculares, visível ao microscópio como "corpos hialinos". A condição é causada por alterações (mutações) no gene MYH7, que fornece instruções para a produção da miosina-7, uma proteína essencial para a contração muscular. O padrão de herança é autossômico dominante, o que significa que uma cópia alterada do gene já é suficiente para causar a doença.[1][2][3]

Sinais e sintomas

Os sintomas geralmente incluem fraqueza muscular que pode afetar diferentes grupos musculares. Entre os sinais mais comuns estão: fraqueza dos flexores do pescoço, fraqueza muscular da cintura pélvica e escapular, dificuldade para subir escadas, correr e quedas frequentes. A fraqueza pode ter um padrão escapuloperoneal (afetando a escápula e a parte inferior das pernas). Muitas pessoas apresentam marcha anserina (andar com inclinação do tronco) e escápula alada (omoplata proeminente). Em alguns casos, pode ocorrer cardiomiopatia hipertrófica (aumento do músculo cardíaco) e redução da capacidade vital (volume de ar dos pulmões). Exames laboratoriais podem mostrar creatina quinase levemente elevada, e a eletromiografia (EMG) geralmente revela padrões miopáticos. A biópsia muscular frequentemente mostra predominância de fibras tipo 1, fibras com núcleo central e a presença de corpos hialinos.[1][3]

Causas genéticas

A doença é causada por mutações no gene MYH7 (símbolo do gene), que codifica a proteína miosina-7 (cadeia pesada da miosina cardíaca beta). A miosina-7 é um componente fundamental das fibras musculares, responsável pela geração de força durante a contração. Mutações nesse gene levam à produção de uma proteína anormal que se acumula dentro das células musculares, formando os chamados "corpos hialinos" e comprometendo a função muscular. O padrão de herança é autossômico dominante: se uma pessoa herda uma cópia alterada do gene de um dos pais, ela desenvolverá a doença.[1][2][4]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica, nos achados de exames complementares e na confirmação genética. Exames como dosagem de creatina quinase (CK), eletromiografia (EMG) e biópsia muscular podem fornecer indícios importantes. O padrão-ouro para confirmação é o teste genético, que pode ser feito por sequenciamento completo do exoma (WES) ou painel de genes. Atualmente, há 135 testes genéticos disponíveis para a doença e 1.439 variantes descritas no ClinVar (banco de dados de variantes genéticas). O código CID-10 associado é G72.8 (outras miopatias especificadas).[1][2][4][5]

Tratamento e manejo

Não há cura específica para a Miopatia de armazenamento da miosina autossômica dominante. O manejo é multidisciplinar e foca no alívio dos sintomas, na manutenção da função muscular e na prevenção de complicações. O acompanhamento com fisioterapia e reabilitação é fundamental para preservar a mobilidade e a força muscular. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para a doença, incluindo o sequenciamento completo do exoma (WES) e atendimento em reabilitação para doenças raras. É importante que o paciente seja monitorado regularmente por uma equipe que inclua neurologista, cardiologista (devido ao risco de cardiomiopatia) e fisioterapeuta.[1][2][5]

Tratamentos citados na literatura

A literatura científica, por meio de mineração de textos (PubTator3), identificou associações entre a doença e algumas substâncias estudadas em contexto experimental. Estas NÃO são recomendações de tratamento, mas sim compostos que aparecem em publicações científicas relacionadas à doença. São eles: Adenosine Diphosphate (2 publicações), Ethylmaleimide (2 publicações), Sulfhydryl Compounds (2 publicações), Acid Red 87 (1 publicação), Adenosine Triphosphate (1 publicação), Calcium (1 publicação), Chitin (1 publicação), DEAE Cellulose (1 publicação), Dinitrofluorobenzene (1 publicação) e Fluorine 18 (1 publicação). Consulte sempre seu médico antes de considerar qualquer intervenção.[5]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico varia de pessoa para pessoa, dependendo da gravidade dos sintomas e do envolvimento cardíaco. A progressão da fraqueza muscular pode levar a dificuldades de locomoção e necessidade de auxílio para atividades diárias. O acompanhamento regular com cardiologista é essencial, pois a cardiomiopatia hipertrófica pode ser uma complicação grave. Com suporte adequado de reabilitação e monitoramento clínico, muitas pessoas conseguem manter uma qualidade de vida satisfatória por muitos anos.[1][3]

Fontes numeradas em Referências.

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

💬
EM LINGUAGEM SIMPLES

A miopatia de armazenamento da miosina autossômica dominante é uma condição genética rara que afeta a força e o funcionamento dos músculos do corpo. Ela costuma provocar fraqueza nos ombros, nos quadris e no pescoço, podendo causar tropeços, quedas e um jeito de caminhar oscilante. A doença está ligada a mutações no gene MYH7 e acúmulos de proteína no interior do músculo. Ela não possui remédios específicos ou PCDT oficial no Ministério da Saúde, mas o SUS disponibiliza procedimentos de reabilitação e exames genéticos.

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Miopatias mitocondriais são tipos de miopatias associadas a doenças mitocondriais. O trifosfato de adenosina (ATP), o composto químico usado para fornecer energia à célula, não pode ser produzido suficientemente pela fosforilação oxidativa quando a mitocôndria está danificada ou lhe faltam as enzimas ou proteínas de transporte necessárias. Com a produção de ATP deficiente nas mitocôndrias, há uma dependência excessiva da glicólise anaeróbica, o que leva à acidose láctica, seja em repouso ou induzida por exercício.

Medicamentos
1 com registro
Jynarque (TOLVAPTAN)

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JYNARQUE (TOLVAPTAN)
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 20%
2 procedimentos SIGTAPCID-10: G72.8
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
EXAMES E PROCEDIMENTOS RELACIONADOS (2)
•
Sequenciamento completo do exoma (WES)
•
Atendimento em reabilitação — doenças raras
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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Partes do corpo afetadas

💪
Músculos
14 sintomas
🦴
Ossos e articulações
1 sintomas
❤️
Coração
1 sintomas

+ 8 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

—
Fraqueza dos flexores do pescoço
—
Fraqueza muscular da cintura pélvica
—
Amiotrofia escapuloperoneal
—
Miopatia
—
Predominância de fibras musculares tipo 1
—
Fraqueza escapuloperoneal
24sintomas
Sem dados (24)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 24 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

Fraqueza muscular da cintura pélvicaPelvic girdle muscle weakness
Amiotrofia escapuloperonealScapuloperoneal amyotrophy
MiopatiaMyopathy
Predominância de fibras musculares tipo 1Type 1 muscle fiber predominance

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

Genes associados

1 gene identificado com associação a esta condição.

Autosomal dominant
MYH7Myosin-7Disease-causing germline mutation(s) inTolerante
MECANISMO DE DOENÇA

Cardiomyopathy, familial hypertrophic, 1

A hereditary heart disorder characterized by ventricular hypertrophy, which is usually asymmetric and often involves the interventricular septum. The symptoms include dyspnea, syncope, collapse, palpitations, and chest pain. They can be readily provoked by exercise. The disorder has inter- and intrafamilial variability ranging from benign to malignant forms with high risk of cardiac failure and sudden cardiac death.

EXPRESSÃO TECIDUAL(Ubíquo)
Coração - Ventrículo esquerdo
4513.7 TPM
Músculo esquelético
3692.8 TPM
Coração - Átrio
592.2 TPM
Pâncreas
5.3 TPM
Hipotálamo
4.9 TPM
OUTRAS DOENÇAS (12)
MYH7-related skeletal myopathymyopathy, myosin storage, autosomal recessivedilated cardiomyopathy 1Scongenital myopathy 7A, myosin storage, autosomal dominant
HGNC:7577UniProt:P12883

Medicamentos aprovados (FDA)

1 medicamento encontrado nos registros da FDA americana.

💊 Jynarque (TOLVAPTAN)
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Variantes genéticas (ClinVar)

1.439 variantes patogênicas registradas no ClinVar.

🧬 MYH7: NM_000257.4(MYH7):c.1369A>G (p.Ile457Val) ()
🧬 MYH7: NM_000257.4(MYH7):c.1712G>A (p.Gly571Glu) ()
🧬 MYH7: NM_000257.4(MYH7):c.2070G>A (p.Met690Ile) ()
🧬 MYH7: NM_000257.4(MYH7):c.2168G>C (p.Arg723Pro) ()
🧬 MYH7: NM_000257.4(MYH7):c.2629A>G (p.Met877Val) ()
Ver todas no ClinVar

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

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Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

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Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Miopatia de armazenamento da miosina autossômica dominante

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Pesquisa e ensaios clínicos

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Publicações mais relevantes

Timeline de publicações
0 papers (10 anos)
#1

Lessons learned from a muscle study in nail-patella syndrome.

Orphanet journal of rare diseases2025 Jul 28

Nail-patella (NPS) syndrome is an autosomal dominant disorder caused by mutations in the LMX1B gene and manifests with involvement of kidneys, nails, eyes as well as skeletal musculature. NPS shows some clinical similarities with Emery-Dreifuss muscular dystrophy. However, thus far human muscle tissue has not been analysed in the context of NPS to precisely clarify the muscular involvement in this multi-systemic disease. To study the effects of a missense variant in LMX1B on human skeletal muscle, histological, immunofluorescence and ultra-structural studies were performed on a deltoid muscle biopsy performed at the age of 2 aiming to analyse potential pathologies in muscle fibres in addition to unbiased proteomic profiling to identify dysregulated proteins. Microscopic work-up of the muscle biopsy revealed no striking pathologies, except for some atrophic fibres. The proteomic analyses unveiled a clustered number of dysregulated keratin proteins among the downregulated proteins. Although NPS can also present with a muscular phenotype indicated by muscular weakness of the upper extremities, elevated CK levels and contractures of the elbow joint, there is no evidence of primary muscular involvement due to expression of mutant LMX1B. The examination of human skeletal muscle tissue confirmed the findings from the animal models showing that the skeletal muscle symptoms of NPS may be the result of a developmental disorder of the extremities that leads to impaired muscle mobilisation.

#2

Natural history of skeletal muscle laminopathies: a 2-year prospective study.

Neuromuscular disorders : NMD2025 Feb

Skeletal muscle laminopathies (SMLs) are rare disorders characterized by skeletal muscle involvement caused by mutations in LMNA gene. To date, the natural history of SMLs has not been clearly elucidated. Through a 2-year prospective study, we aimed to describe the natural history of SMLs. We enrolled 26 SMLs patients, assessed with: North Star Ambulatory Assessment scale (NSAA), timed tests, manual muscle testing, joint range of motion, six-minutes walking test (6MWT); respiratory evaluation including forced vital capacity (FVC) and forced expiratory volume at 1 second (FEV1); individualized neuromuscular quality of life (INQoL). Muscular performance with the aforementioned tools significantly correlated with phenotypes at the baseline, showing the worse outcome in those with autosomal dominant Emery-Dreifuss muscular dystrophy as compared to limb girdle phenotype. NSAA score significantly (p = 0.0005) worsened during the 2-year follow-up. Moreover, the respiratory function through FVC and FEV1 significantly (p = 0.0086 and p = 0.0290, respectively) deteriorated over the follow-up period. 6MWT, INQoL and timed tests did not significantly change, as well as ankle, knee, and elbow contractures. This study showed a slow progression of motor and respiratory function in SMLs patients over a period of 2 years.

#3

Much More Than a Stroke: Emery-Dreifuss Muscular Dystrophy Type 2 Revealed by Ischemic Stroke.

Cureus2024 Nov

Emery-Dreifuss muscular dystrophy type 2 (EDMD2) is a rare autosomal dominant neuromuscular disorder caused by LMNA gene mutations and characterized by progressive skeletal muscle weakness and significant cardiac involvement. We report the case of a 45-year-old woman who presented with sudden-onset, left-sided hemiparesis and dysarthria. Initial imaging was unremarkable, and symptoms transiently improved, suggesting a transient ischemic attack. However recurrent deficits led to the identification of right middle cerebral artery occlusion and new-onset atrial fibrillation. Mechanical thrombectomy was successfully performed. Subsequent cardiac evaluation revealed dilated cardiomyopathy with moderately depressed systolic function and segmental wall motion abnormalities, although coronary arteries were normal. Cardiac magnetic resonance imaging demonstrated myocardial fibrosis with late gadolinium enhancement in the subendocardial and mid-wall regions, suggestive of genetic cardiomyopathy. A neurological examination noted lordotic posture, waddling gait, positive Gowers' sign, generalized proximal muscle atrophy, and flaccid hyporeflexic tetraparesis. Electromyography confirmed a proximal myopathy. The patient reported limb weakness since her twenties. Family history was significant for similar neuromuscular and cardiac symptoms. Genetic testing identified a heterozygous LMNA missense variant (ClinVar ID: 804298), confirming the diagnosis of EDMD2. Despite the implantation of a cardiac resynchronization therapy defibrillator and optimal medical management, she experienced recurrent ventricular tachyarrhythmias, necessitating listing for heart transplantation. This case highlights the diagnostic challenges of EDMD2, particularly when the initial presentation is ischemic stroke, a rare manifestation of this genetic myopathy. It underscores the importance of a multidisciplinary approach for early diagnosis and management to improve the outcomes of this rare but impactful disorder.

#4

Case Report: Concurrent de novo pathogenic variants in the LMNA gene as a cause of sporadic partial lipodystrophy.

Frontiers in genetics2024

Inherited lipodystrophies are a group of rare diseases defined by severe reduction in adipose tissue mass and classified as generalized or partial. We report a non-familial (sporadic) case of partial lipodystrophy caused by a novel genetic mechanism involving closely linked de novo pathogenic variants in the LMNA gene. A female adult with partial lipodystrophy and her parents were evaluated for gene variants across the exome under different mendelian inheritance models (autosomal dominant, recessive, compound heterozygous, and X-linked) to find pathogenic variants. Body composition was assessed via dual-energy X-ray absorptiometry (DXA). The patient showed absence of adipose tissue in the limbs; preservation of adiposity in the face, neck, and trunk; muscular hypertrophy, hypertriglyceridemia and insulin resistance. DXA revealed a fat mass of 15.4%, with android-to-gynoid ratio, trunk/limb, and trunk/leg ratios exceeding the published upper limits of 90% reference intervals. Two heterozygous missense de novo pathogenic variants in cis within the LMNA gene were found in the proband: p.Y481H and p.K486N (NP_733821.1). These variants have functional effects and were reported in inherited Emery-Dreifuss muscular dystrophy 2 (p.Y481H) and familial partial lipodystrophy type 2 (p.K486N). Molecular modeling analyses provided additional insights into the protein instability conferred by these variants in the lamin A/C Ig-like domain. In a case of sporadic partial lipodystrophy, we describe two concurrent de novo pathogenic variants within the same gene (LMNA) as a novel pathogenic mechanism. This finding expands the genetic and phenotypic spectrum of partial lipodystrophy and laminopathy syndromes.

#5

A Review of Muscular Dystrophies.

Anesthesia progress2024 May 03

Muscular dystrophy encompasses a group of genetic conditions with progressive muscle damage and weakness. Duchenne muscular dystrophy (DMD) and Becker muscular dystrophy (BMD) are X-linked recessive disorders that affect the production of the protein dystrophin. Emery-Dreifuss muscular dystrophy (EDMD) is typically an X-linked-recessive disorder involving the gene that codes for emerin. Facioscapulohumeral muscular dystrophy and oculopharyngeal muscular dystrophy (OPMD) are both autosomal dominant disorders. Although commonly mistaken as a condition in which patients are susceptible to malignant hyperthermia with volatile inhalational anesthetics, muscular dystrophy is more closely associated with rhabdomyolysis. Providers developing an anesthetic plan for dental patients with muscular dystrophy must take into consideration the patient's baseline cardiac and pulmonary function as well as the potential for abnormalities. Nondepolarizing neuromuscular blocker use is safe but likely to result in prolonged skeletal muscle relaxation. Succinylcholine and volatile anesthetics are generally contraindicated due to the risks of rhabdomyolysis and hyperkalemia with subsequent ventricular fibrillation, cardiac arrest, and death if left untreated. In-depth understanding of the more commonly encountered forms of muscular dystrophy is vital to providing safe and effective ambulatory anesthesia care for patients undergoing dental treatment outside the traditional hospital operating room setting.

Publicações recentes

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📚 EuropePMCmostrando 33

2025

Lessons learned from a muscle study in nail-patella syndrome.

Orphanet journal of rare diseases
2024

Much More Than a Stroke: Emery-Dreifuss Muscular Dystrophy Type 2 Revealed by Ischemic Stroke.

Cureus
2024

Case Report: Concurrent de novo pathogenic variants in the LMNA gene as a cause of sporadic partial lipodystrophy.

Frontiers in genetics
2025

Natural history of skeletal muscle laminopathies: a 2-year prospective study.

Neuromuscular disorders : NMD
2024

A Review of Muscular Dystrophies.

Anesthesia progress
2023

A novel heterozygous missense MYH7 mutation potentially causes an autosomal dominant form of myosin storage myopathy with dilated cardiomyopathy.

BMC cardiovascular disorders
2023

Identification of mutations on the EMD and EYA4 genes associated with Emery-Dreifuss muscular dystrophy and deafness: a case report.

Frontiers in neurology
2023

Detection of gonosomal mosaicism by ultra-deep sequencing and droplet digital PCR in patients with Emery-Dreifuss muscular dystrophy.

Molecular genetics & genomic medicine
2022

Autosomal dominant Emery-Dreifuss muscular dystrophy caused by a mutation in the lamin A/C gene identified by exome sequencing: a case report.

BMC pediatrics
2022

Involvement of muscle satellite cell dysfunction in neuromuscular disorders: Expanding the portfolio of satellite cell-opathies.

European journal of translational myology
2021

Case Reports: Emery-Dreifuss Muscular Dystrophy Presenting as a Heart Rhythm Disorders in Children.

Frontiers in cardiovascular medicine
2020

Lamin-Related Congenital Muscular Dystrophy Alters Mechanical Signaling and Skeletal Muscle Growth.

International journal of molecular sciences
2020

Familial dilated cardiomyopathy caused by a novel variant in the Lamin A/C gene: a case report.

BMC cardiovascular disorders
2020

Laing Myopathy: Report of 4 New Families With Novel MYH7 Mutations, Double Mutations, and Severe Phenotype.

Journal of clinical neuromuscular disease
2020

Single Myofiber Isolation and Culture from a Murine Model of Emery-Dreifuss Muscular Dystrophy in Early Post-Natal Development.

Journal of visualized experiments : JoVE
2019

LMNA-Related Muscular Dystrophy with Clinical Intrafamilial Variability.

Journal of molecular neuroscience : MN
2019

Effect of genetic background on the cardiac phenotype in a mouse model of Emery-Dreifuss muscular dystrophy.

Biochemistry and biophysics reports
2019

Cardiac diseases as a predictor warning of hereditary muscle diseases. The case of laminopathies.

Acta myologica : myopathies and cardiomyopathies : official journal of the Mediterranean Society of Myology
2019

Emery-Dreifuss muscular dystrophy-related myopathy with TMEM43 mutations.

Muscle & nerve
2018

Mouse models of nesprin-related diseases.

Biochemical Society transactions
2017

Three new cases of dilated cardiomyopathy caused by mutations in LMNA gene.

Acta myologica : myopathies and cardiomyopathies : official journal of the Mediterranean Society of Myology
2018

Invertebrate models of lamin diseases.

Nucleus (Austin, Tex.)
2018

Nesprin-1/2: roles in nuclear envelope organisation, myogenesis and muscle disease.

Biochemical Society transactions
2017

Dysfunctional lamins as mediators of oxidative stress in Emery-Dreifuss muscular dystrophy.

Folia neuropathologica
2017

Novel nesprin-1 mutations associated with dilated cardiomyopathy cause nuclear envelope disruption and defects in myogenesis.

Human molecular genetics
2017

Immunohistochemistry on a panel of Emery-Dreifuss muscular dystrophy samples reveals nuclear envelope proteins as inconsistent markers for pathology.

Neuromuscular disorders : NMD
2016

Increasing Role of Titin Mutations in Neuromuscular Disorders.

Journal of neuromuscular diseases
2017

Global transcriptional changes caused by an EDMD mutation correlate to tissue specific disease phenotypes in C. elegans.

Nucleus (Austin, Tex.)
2016

Emery-Dreifuss muscular dystrophy: the most recognizable laminopathy.

Folia neuropathologica
2016

Perinatal Management of Pregnancy Complicated by Autosomal Dominant Emery-Dreifuss Muscular Dystrophy.

AJP reports
2016

Impaired mechanical response of an EDMD mutation leads to motility phenotypes that are repaired by loss of prenylation.

Journal of cell science
2015

Cardiac effects of the c.1583 C→G LMNA mutation in two families with Emery-Dreifuss muscular dystrophy.

Molecular medicine reports
2015

Association of a Novel ACTA1 Mutation With a Dominant Progressive Scapuloperoneal Myopathy in an Extended Family.

JAMA neurology

Associações

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Doenças com sintomas parecidos — ajudam quem ainda está buscando diagnóstico

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Perguntas frequentes

O que as famílias mais perguntam sobre esta doença — cada resposta com a fonte de onde saiu

Respostas geradas por IA a partir das fontes citadas

A doença é causada por alterações genéticas no gene MYH7, responsável por produzir a proteína Myosin-7. Essas alterações levam ao acúmulo anormal de miosina e presença de corpos hialinos nas fibras dos músculos.

Referências

Fontes citadas no texto, publicações do grafo e bases de dados usadas neste verbete

6 fontes citadas no texto · 9 publicações do grafo RarasNet (PubMed) · 4 bases de dados. Títulos, periódicos e PMIDs vêm direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. MONDO
    purl.obolibrary.org
  2. GARD:15429
    GARD (NIH)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Citar este verbete

Raras. (2026). Miopatia de armazenamento da miosina autossômica dominante. Em Raras — Enciclopédia de Doenças Raras do Brasil. https://raras.org/doenca/miopatia-de-armazenamento-da-miosina-autossomica-dominante

Formato APA. Conteúdo sob CC BY 4.0 — reuso livre com atribuição.

Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Compêndio · Raras BR

Miopatia de armazenamento da miosina autossômica dominante

ORPHA:636965 · MONDO:0008409
🇧🇷 Brasil SUS
SIGTAP
2 procedimentos
Geral
CID-10
G72.8 · Outras miopatias especificadas
CID-11
MedGen
UMLS
C5848107

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Genética mendeliana
fonte: OMIM
Indexação biomédica
fonte: MeSH (NLM)
Medicamentos aprovados FDA
fonte: FDA OpenFDA
Rara