Paraplegia espástica autossômica dominante tipo 9A é uma doença neurológica rara com início juvenil, caracterizada por paraplegia espástica, ataxia da marcha e disartria. Pode apresentar vômitos, sinal de Hoffmann e anomalias no desenvolvimento do giro frontal inferior e na pelve. É herdada de forma autossômica dominante e associada ao gene ALDH18A1.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A Paraplegia espástica autossômica dominante tipo 9A (também identificada por OMIM:601162, MONDO:0011006 e CID-10 G11.4) é uma condição neurológica genética extremamente rara, com prevalência estimada em menos de 1 caso por 1.000.000 de indivíduos.[1][2]
Esta doença segue um padrão de herança autossômica dominante e pode manifestar seus primeiros sinais em diferentes etapas da vida, com idade de início descrita na infância, na adolescência ou na fase adulta.[1][2]
Sinais e sintomas
As manifestações neurológicas e motoras incluem paraplegia espástica, distúrbio da marcha, ataxia da marcha, hipertonia e hiperreflexia dos membros inferiores, hiperreflexia em membros superiores, sinal de Hoffmann, sinal piramidal anormal, amiotrofia generalizada, tremor e disartria.[1][2]
Além disso, podem ocorrer alterações esfincterianas e sensoriais, como urgência urinária, incontinência urinária e anormalidade da sensação de dor. No aspecto cognitivo e neuropsiquiátrico, são relatados comprometimento da memória e psicose.[1][2]
Exames de imagem e avaliações esqueléticas podem evidenciar atrofia do corpo caloso, morfologia anormal da substância branca cerebral, anomalia do desenvolvimento do giro frontal inferior, além de atraso na maturação esquelética e anormalidade da morfologia óssea da cintura pélvica. Episódios de vômitos também foram descritos.[1][2]
Causas genéticas
Diagnóstico
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
A paraplegia espástica autossômica dominante tipo 9A é uma doença genética muito rara que afeta o funcionamento das vias motoras do sistema nervoso. Ela costuma causar rigidez muscular e reflexos aumentados nas pernas, além de alterações na forma de caminhar e dificuldades na fala. A condição não consta na lista oficial de PCDT de doenças raras do Ministério da Saúde e não possui remédios específicos dispensados pelo SUS. O acompanhamento se dá por meio dos serviços de saúde pública, com previsão de atendimento em reabilitação e exames de sequenciamento genético para o diagnóstico.
Paraplegia espástica autossômica dominante tipo 9A é uma doença neurológica rara com início juvenil, caracterizada por paraplegia espástica, ataxia da marcha e disartria. Pode apresentar vômitos, sinal de Hoffmann e anomalias no desenvolvimento do giro frontal inferior e na pelve. É herdada de forma autossômica dominante e associada ao gene ALDH18A1.
Tem tratamento?
Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
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Entender a doença
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Partes do corpo afetadas
+ 23 sintomas em outras categorias
Características mais comuns
Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 62 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.
Linha do tempo da pesquisa
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Genes associados
1 gene identificado com associação a esta condição. Padrão de herança: Autosomal dominant.
Cutis laxa, autosomal recessive, 3A
A syndrome characterized by facial dysmorphism with a progeroid appearance, large and late-closing fontanel, cutis laxa, joint hyperlaxity, athetoid movements and hyperreflexia, pre- and postnatal growth retardation, intellectual deficit, developmental delay, and ophthalmologic abnormalities.
Medicamentos aprovados (FDA)
1 medicamento encontrado nos registros da FDA americana.
Variantes genéticas (ClinVar)
219 variantes patogênicas registradas no ClinVar.
Classificação de variantes (ClinVar)
Distribuição de 620 variantes classificadas pelo ClinVar.
Vias biológicas (Reactome)
2 vias biológicas associadas aos genes desta condição.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Paraplegia espástica autossômica dominante tipo 9A
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Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.
Pesquisa ativa
Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes
Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
Publicações mais relevantes
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Publicações recentes
A mouse model of autosomal dominant spastic ataxia and myopathy caused by a mutation in Tuba4a.
Novel missense ALDH18A1 variant in a family with autosomal dominant spastic paraplegia.
Mild cognitive dysfunction in hereditary spastic paraplegia 4 disease related to fluorodesoxyglucose cerebral positron emission tomography.
Establishment of an induced pluripotent stem cell (iPSC) line (INNDSUi011-A) from a patient with autosomal dominant spastic paraplegia 9A due to ALDH18A1 mutation.
Autosomal Dominant Spastic Paraplegia With Dysregulation of Bowel Function Associated With Heterozygous AP4S1 Gene Mutation: Case Report.
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Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação
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Doença com base genética
Um médico geneticista pode ajudar no diagnóstico de Paraplegia espástica autossômica dominante tipo 9A e no aconselhamento genético da família.
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Perguntas frequentes
O que as famílias mais perguntam sobre esta doença — cada resposta com a fonte de onde saiu
A condição é causada por variantes genéticas no gene ALDH18A1, responsável por sintetizar a proteína Delta-1-pyrroline-5-carboxylate synthase. O distúrbio segue um modelo de herança autossômica dominante.
Referências
Fontes citadas no texto, publicações do grafo e bases de dados usadas neste verbete
5 fontes citadas no texto · 5 publicações do grafo RarasNet (PubMed) · 5 bases de dados. Títulos, periódicos e PMIDs vêm direto da fonte, sem intermediação de IA.
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
Citar este verbete
Raras. (2026). Paraplegia espástica autossômica dominante tipo 9A. Em Raras — Enciclopédia de Doenças Raras do Brasil. https://raras.org/doenca/paraplegia-espastica-autossomica-dominante-tipo-9a
Formato APA. Conteúdo sob CC BY 4.0 — reuso livre com atribuição.
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Paraplegia espástica autossômica dominante tipo 9A
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Genética mendeliana
- fonte: OMIM
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- CID-11 (futuro)
- fonte: WHO ICD-11
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Indexação biomédica
- fonte: MeSH (NLM)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata
- Medicamentos aprovados FDA
- fonte: FDA OpenFDA