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Paraplegia espástica autossômica dominante tipo 9A
ORPHA:447753CID-10 · G11.4CID-11 · 8B44.00OMIM 601162DOENÇA RARA
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Sistema ósseoInício infânciaHerança AD
Sinônimos clínicos: AD-SPG9A

Paraplegia espástica autossômica dominante tipo 9A é uma doença neurológica rara com início juvenil, caracterizada por paraplegia espástica, ataxia da marcha e disartria. Pode apresentar vômitos, sinal de Hoffmann e anomalias no desenvolvimento do giro frontal inferior e na pelve. É herdada de forma autossômica dominante e associada ao gene ALDH18A1.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · atualizado 28/09/2026Revisão médica pendente
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Visão geral

A Paraplegia espástica autossômica dominante tipo 9A (também identificada por OMIM:601162, MONDO:0011006 e CID-10 G11.4) é uma condição neurológica genética extremamente rara, com prevalência estimada em menos de 1 caso por 1.000.000 de indivíduos.[1][2]

Esta doença segue um padrão de herança autossômica dominante e pode manifestar seus primeiros sinais em diferentes etapas da vida, com idade de início descrita na infância, na adolescência ou na fase adulta.[1][2]

Sinais e sintomas

As manifestações neurológicas e motoras incluem paraplegia espástica, distúrbio da marcha, ataxia da marcha, hipertonia e hiperreflexia dos membros inferiores, hiperreflexia em membros superiores, sinal de Hoffmann, sinal piramidal anormal, amiotrofia generalizada, tremor e disartria.[1][2]

Além disso, podem ocorrer alterações esfincterianas e sensoriais, como urgência urinária, incontinência urinária e anormalidade da sensação de dor. No aspecto cognitivo e neuropsiquiátrico, são relatados comprometimento da memória e psicose.[1][2]

Exames de imagem e avaliações esqueléticas podem evidenciar atrofia do corpo caloso, morfologia anormal da substância branca cerebral, anomalia do desenvolvimento do giro frontal inferior, além de atraso na maturação esquelética e anormalidade da morfologia óssea da cintura pélvica. Episódios de vômitos também foram descritos.[1][2]

Causas genéticas

A paraplegia espástica tipo 9A é causada por variantes no gene ALDH18A1, que codifica a enzima delta-1-pirrolina-5-carboxilato sintase (Delta-1-pyrroline-5-carboxylate synthase), transmitida com padrão de herança autossômica dominante.[1][3][4]

Diagnóstico

A investigação diagnóstica envolve a avaliação clínica e exames de genética molecular. Estão catalogados 21 testes genéticos para a identificação da condição, contando a base ClinVar com 219 variantes documentadas associadas ao gene ALDH18A1.[1][3][4]

Fontes numeradas em Referências.

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

💬
EM LINGUAGEM SIMPLES

A paraplegia espástica autossômica dominante tipo 9A é uma doença genética muito rara que afeta o funcionamento das vias motoras do sistema nervoso. Ela costuma causar rigidez muscular e reflexos aumentados nas pernas, além de alterações na forma de caminhar e dificuldades na fala. A condição não consta na lista oficial de PCDT de doenças raras do Ministério da Saúde e não possui remédios específicos dispensados pelo SUS. O acompanhamento se dá por meio dos serviços de saúde pública, com previsão de atendimento em reabilitação e exames de sequenciamento genético para o diagnóstico.

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Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Paraplegia espástica autossômica dominante tipo 9A é uma doença neurológica rara com início juvenil, caracterizada por paraplegia espástica, ataxia da marcha e disartria. Pode apresentar vômitos, sinal de Hoffmann e anomalias no desenvolvimento do giro frontal inferior e na pelve. É herdada de forma autossômica dominante e associada ao gene ALDH18A1.

Publicações científicas
66 artigos
Último publicado: 2026 Mar 9
Medicamentos
1 com registro
Jynarque (TOLVAPTAN)

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JYNARQUE (TOLVAPTAN)

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
<1 / 1 000 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Casos conhecidos
2
pacientes catalogados
Início
Adolescent
+ adult, infancy
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
2 procedimentos SIGTAPCID-10: G11.4
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
EXAMES E PROCEDIMENTOS RELACIONADOS (2)
•
Sequenciamento completo do exoma (WES)
•
Atendimento em reabilitação — doenças raras
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Entender a doença

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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Partes do corpo afetadas

🧠
Neurológico
17 sintomas
🦴
Ossos e articulações
8 sintomas
🫃
Digestivo
3 sintomas
💪
Músculos
3 sintomas
👁️
Olhos
3 sintomas
🫘
Rins
2 sintomas

+ 23 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

100%prev.
Hiperreflexia do membro inferior
Muito frequente (99-80%)
94%prev.
Fraqueza muscular distal
Frequência: 15/16
93%prev.
Marcha espástica
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Hiperreflexia em membros superiores
Muito frequente (99-80%)
89%prev.
Sinal de Hoffmann
Frequência: 8/9
75%prev.
Sinal de Babinski
Frequente (79-30%)
62sintomas
Muito frequente (5)
Frequente (7)
Ocasional (31)
Sem dados (19)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 62 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

Hiperreflexia do membro inferiorLower limb hyperreflexia
Muito frequente (99-80%)100%
Fraqueza muscular distalDistal muscle weakness
Frequência: 15/1694%
Marcha espásticaSpastic gait
Muito frequente (99-80%)93%
Hiperreflexia em membros superioresHyperreflexia in upper limbs
Muito frequente (99-80%)90%
Sinal de HoffmannHoffmann sign
Frequência: 8/989%

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa2
Total histórico66PubMed
Últimos 10 anos5publicações
Pico20253 papers
Linha do tempo
2024Hoje · 2026📈 2025Ano de pico
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

Genes associados

1 gene identificado com associação a esta condição. Padrão de herança: Autosomal dominant.

ALDH18A1Delta-1-pyrroline-5-carboxylate synthaseDisease-causing germline mutation(s) (loss of function) inTolerante
VIAS BIOLÓGICAS (1)
Mitochondrial protein degradation
MECANISMO DE DOENÇA

Cutis laxa, autosomal recessive, 3A

A syndrome characterized by facial dysmorphism with a progeroid appearance, large and late-closing fontanel, cutis laxa, joint hyperlaxity, athetoid movements and hyperreflexia, pre- and postnatal growth retardation, intellectual deficit, developmental delay, and ophthalmologic abnormalities.

OUTRAS DOENÇAS (6)
hereditary spastic paraplegia 9Aautosomal recessive complex spastic paraplegia type 9Bcutis laxa, autosomal dominant 3ALDH18A1-related de Barsy syndrome
HGNC:9722UniProt:P54886

Medicamentos aprovados (FDA)

1 medicamento encontrado nos registros da FDA americana.

💊 Jynarque (TOLVAPTAN)
Ver no DailyMed/FDA

Variantes genéticas (ClinVar)

219 variantes patogênicas registradas no ClinVar.

🧬 ALDH18A1: NM_002860.4(ALDH18A1):c.1702C>T (p.Gln568Ter) ()
🧬 ALDH18A1: NM_002860.4(ALDH18A1):c.2110+1G>T ()
🧬 ALDH18A1: NM_002860.4(ALDH18A1):c.358G>A (p.Val120Ile) ()
🧬 ALDH18A1: NM_002860.4(ALDH18A1):c.1274G>A (p.Arg425His) ()
🧬 ALDH18A1: NM_002860.4(ALDH18A1):c.1895A>G (p.Gln632Arg) ()
Ver todas no ClinVar

Classificação de variantes (ClinVar)

Distribuição de 620 variantes classificadas pelo ClinVar.

62
217
341
Patogênica (10.0%)
VUS (35.0%)
Benigna (55.0%)
VARIANTES MAIS SIGNIFICATIVAS
ALDH18A1: NM_002860.4(ALDH18A1):c.1702C>T (p.Gln568Ter) [Pathogenic]
ALDH18A1: NM_002860.4(ALDH18A1):c.2110+1G>T [Likely pathogenic]
ALDH18A1: NM_002860.4(ALDH18A1):c.1234G>C (p.Glu412Gln) [Uncertain significance]
ALDH18A1: NM_002860.4(ALDH18A1):c.2286G>A (p.Trp762Ter) [Uncertain significance]
ALDH18A1: NM_002860.4(ALDH18A1):c.679C>T (p.Pro227Ser) [Uncertain significance]

Vias biológicas (Reactome)

2 vias biológicas associadas aos genes desta condição.

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Paraplegia espástica autossômica dominante tipo 9A

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Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.

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Associações

Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação

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Conselhos e sociedades

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Perguntas frequentes

O que as famílias mais perguntam sobre esta doença — cada resposta com a fonte de onde saiu

Respostas geradas por IA a partir das fontes citadas

A condição é causada por variantes genéticas no gene ALDH18A1, responsável por sintetizar a proteína Delta-1-pyrroline-5-carboxylate synthase. O distúrbio segue um modelo de herança autossômica dominante.

Referências

Fontes citadas no texto, publicações do grafo e bases de dados usadas neste verbete

Citar este verbete

Raras. (2026). Paraplegia espástica autossômica dominante tipo 9A. Em Raras — Enciclopédia de Doenças Raras do Brasil. https://raras.org/doenca/paraplegia-espastica-autossomica-dominante-tipo-9a

Formato APA. Conteúdo sob CC BY 4.0 — reuso livre com atribuição.

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Compêndio · Raras BR

Paraplegia espástica autossômica dominante tipo 9A

ORPHA:447753 · MONDO:0011006
🇧🇷 Brasil SUS
SIGTAP
2 procedimentos
Geral
Prevalência
<1 / 1 000 000
Casos
2 casos conhecidos
Herança
Autosomal dominant
CID-10
G11.4 · Paraplegia espástica hereditária
CID-11
Início
Adolescent, Adult, Infancy
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C1832669
EuropePMC
Wikidata
Papers 10a

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Genética mendeliana
fonte: OMIM
Indexação biomédica
fonte: MeSH (NLM)
Dado público estruturado
fonte: Wikidata
Medicamentos aprovados FDA
fonte: FDA OpenFDA
Rara