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Paraplegia espástica autossômica dominante tipo 9A
ORPHA:447753CID-10 · G11.4CID-11 · 8B44.00OMIM 601162DOENÇA RARA
Sistema ósseoInício infânciaHerança AD
Sinônimos clínicos: AD-SPG9A

Paraplegia espástica autossômica dominante tipo 9A é uma doença neurológica rara com início juvenil, caracterizada por paraplegia espástica, ataxia da marcha e disartria. Pode apresentar vômitos, sinal de Hoffmann e anomalias no desenvolvimento do giro frontal inferior e na pelve. É herdada de forma autossômica dominante e associada ao gene ALDH18A1.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 27/05/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A Paraplegia espástica autossômica dominante tipo 9A é uma doença genética rara que afeta principalmente o sistema nervoso, caracterizada por fraqueza e rigidez progressivas nas pernas (paraplegia espástica). A condição tem prevalência estimada em menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas na população geral.[1][4]

A doença pode se manifestar em diferentes fases da vida: na infância, na adolescência ou na idade adulta. O padrão de herança é autossômico dominante, o que significa que uma cópia alterada do gene responsável já é suficiente para causar a condição.[1][4]

Sinais e sintomas

Os principais sintomas incluem paraplegia espástica (rigidez e fraqueza nas pernas), distúrbio da marcha, ataxia da marcha (falta de coordenação ao andar), hipertonia do membro inferior (aumento do tônus muscular nas pernas) e hiperreflexia do membro inferior (reflexos exagerados). Também podem ocorrer hiperreflexia em membros superiores, sinal de Hoffmann (reflexo anormal nos dedos) e sinal piramidal anormal.[1][4]

Outros sintomas neurológicos possíveis incluem disartria (dificuldade na fala), tremor, comprometimento da memória, anormalidade da sensação de dor, amiotrofia generalizada (perda de massa muscular), atrofia do corpo caloso e morfologia anormal da substância branca cerebral. Manifestações não neurológicas podem incluir anomalia do desenvolvimento do giro frontal inferior, anormalidade da morfologia óssea da cintura pélvica e maturação esquelética atrasada.[1][4]

Sintomas urinários como urgência urinária e incontinência urinária são frequentes. Em alguns casos, podem ocorrer vômitos e psicose. O início dos sintomas pode ser juvenil.[1][4]

Causas genéticas

A Paraplegia espástica autossômica dominante tipo 9A é causada por variantes (mutações) no gene ALDH18A1. Este gene fornece instruções para a produção da enzima delta-1-pirrolina-5-carboxilato sintase, que participa da síntese do aminoácido prolina, importante para a estrutura de proteínas e para a função celular.[1][2][5]

A herança é autossômica dominante: se uma pessoa herda uma cópia do gene ALDH18A1 com a mutação, ela tem 50% de chance de desenvolver a doença. No entanto, a penetrância pode ser incompleta, ou seja, nem todas as pessoas com a mutação apresentarão sintomas.[1][2][5]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sintomas neurológicos e no histórico familiar. Exames de imagem como ressonância magnética do cérebro podem mostrar alterações como atrofia do corpo caloso ou anormalidades da substância branca.[1][4]

A confirmação diagnóstica é feita por teste genético. O sequenciamento completo do exoma (WES) é o método mais abrangente, capaz de identificar variantes no gene ALDH18A1. Atualmente, existem 21 testes genéticos disponíveis para esta condição e 219 variantes registradas no ClinVar, um banco de dados internacional de variantes genéticas.[1][2][5]

No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para o diagnóstico, incluindo o sequenciamento completo do exoma (WES) e atendimento em reabilitação para doenças raras.[1]

Tratamento e manejo

Atualmente, não há cura para a Paraplegia espástica autossômica dominante tipo 9A. O tratamento é sintomático e de suporte, focado em aliviar os sintomas e melhorar a qualidade de vida. Não há medicamentos específicos aprovados para esta condição.[1][2]

O manejo multidisciplinar pode incluir fisioterapia para manter a mobilidade e reduzir a espasticidade, terapia ocupacional para adaptações diárias, e acompanhamento com neurologista. Para sintomas urinários, pode ser necessário avaliação urológica. O suporte psicológico é importante para lidar com o impacto emocional da doença.[1][2]

No Brasil, o SUS oferece atendimento em reabilitação para doenças raras, que pode incluir fisioterapia, terapia ocupacional e fonoaudiologia, conforme a necessidade de cada paciente.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico varia amplamente entre os pacientes. A progressão dos sintomas é geralmente lenta, mas pode levar à perda gradual da capacidade de deambulação. A expectativa de vida pode ser normal ou ligeiramente reduzida, dependendo da gravidade dos sintomas e da presença de complicações.[1][4]

A qualidade de vida pode ser significativamente impactada pelos sintomas motores, pela fadiga e pelos problemas urinários. O acompanhamento regular com uma equipe multidisciplinar e o suporte social são fundamentais para ajudar os pacientes a manterem sua independência e bem-estar.[1][4]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Paraplegia espástica autossômica dominante tipo 9A é uma doença neurológica rara com início juvenil, caracterizada por paraplegia espástica, ataxia da marcha e disartria. Pode apresentar vômitos, sinal de Hoffmann e anomalias no desenvolvimento do giro frontal inferior e na pelve. É herdada de forma autossômica dominante e associada ao gene ALDH18A1.

Publicações científicas
66 artigos
Último publicado: 2026 Mar 9

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
<1 / 1 000 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Casos conhecidos
2
pacientes catalogados
Início
Adolescent
+ adult, infancy
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
CID-10: G11.4
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
PROCEDIMENTOS SIGTAP (2)
0202010694
Sequenciamento completo do exoma (WES)genetic_test
0301070040
Atendimento em reabilitação — doenças rarasrehabilitation
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Entender a doença

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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 27/05/2026
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Visão geral

A Paraplegia espástica autossômica dominante tipo 9A é uma doença genética rara que afeta principalmente o sistema nervoso, caracterizada por fraqueza e rigidez progressivas nas pernas (paraplegia espástica). A condição tem prevalência estimada em menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas na população geral.[1][4]

A doença pode se manifestar em diferentes fases da vida: na infância, na adolescência ou na idade adulta. O padrão de herança é autossômico dominante, o que significa que uma cópia alterada do gene responsável já é suficiente para causar a condição.[1][4]

Sinais e sintomas

Os principais sintomas incluem paraplegia espástica (rigidez e fraqueza nas pernas), distúrbio da marcha, ataxia da marcha (falta de coordenação ao andar), hipertonia do membro inferior (aumento do tônus muscular nas pernas) e hiperreflexia do membro inferior (reflexos exagerados). Também podem ocorrer hiperreflexia em membros superiores, sinal de Hoffmann (reflexo anormal nos dedos) e sinal piramidal anormal.[1][4]

Outros sintomas neurológicos possíveis incluem disartria (dificuldade na fala), tremor, comprometimento da memória, anormalidade da sensação de dor, amiotrofia generalizada (perda de massa muscular), atrofia do corpo caloso e morfologia anormal da substância branca cerebral. Manifestações não neurológicas podem incluir anomalia do desenvolvimento do giro frontal inferior, anormalidade da morfologia óssea da cintura pélvica e maturação esquelética atrasada.[1][4]

Sintomas urinários como urgência urinária e incontinência urinária são frequentes. Em alguns casos, podem ocorrer vômitos e psicose. O início dos sintomas pode ser juvenil.[1][4]

Causas genéticas

A Paraplegia espástica autossômica dominante tipo 9A é causada por variantes (mutações) no gene ALDH18A1. Este gene fornece instruções para a produção da enzima delta-1-pirrolina-5-carboxilato sintase, que participa da síntese do aminoácido prolina, importante para a estrutura de proteínas e para a função celular.[1][2][5]

A herança é autossômica dominante: se uma pessoa herda uma cópia do gene ALDH18A1 com a mutação, ela tem 50% de chance de desenvolver a doença. No entanto, a penetrância pode ser incompleta, ou seja, nem todas as pessoas com a mutação apresentarão sintomas.[1][2][5]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sintomas neurológicos e no histórico familiar. Exames de imagem como ressonância magnética do cérebro podem mostrar alterações como atrofia do corpo caloso ou anormalidades da substância branca.[1][4]

A confirmação diagnóstica é feita por teste genético. O sequenciamento completo do exoma (WES) é o método mais abrangente, capaz de identificar variantes no gene ALDH18A1. Atualmente, existem 21 testes genéticos disponíveis para esta condição e 219 variantes registradas no ClinVar, um banco de dados internacional de variantes genéticas.[1][2][5]

No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para o diagnóstico, incluindo o sequenciamento completo do exoma (WES) e atendimento em reabilitação para doenças raras.[1]

Tratamento e manejo

Atualmente, não há cura para a Paraplegia espástica autossômica dominante tipo 9A. O tratamento é sintomático e de suporte, focado em aliviar os sintomas e melhorar a qualidade de vida. Não há medicamentos específicos aprovados para esta condição.[1][2]

O manejo multidisciplinar pode incluir fisioterapia para manter a mobilidade e reduzir a espasticidade, terapia ocupacional para adaptações diárias, e acompanhamento com neurologista. Para sintomas urinários, pode ser necessário avaliação urológica. O suporte psicológico é importante para lidar com o impacto emocional da doença.[1][2]

No Brasil, o SUS oferece atendimento em reabilitação para doenças raras, que pode incluir fisioterapia, terapia ocupacional e fonoaudiologia, conforme a necessidade de cada paciente.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico varia amplamente entre os pacientes. A progressão dos sintomas é geralmente lenta, mas pode levar à perda gradual da capacidade de deambulação. A expectativa de vida pode ser normal ou ligeiramente reduzida, dependendo da gravidade dos sintomas e da presença de complicações.[1][4]

A qualidade de vida pode ser significativamente impactada pelos sintomas motores, pela fadiga e pelos problemas urinários. O acompanhamento regular com uma equipe multidisciplinar e o suporte social são fundamentais para ajudar os pacientes a manterem sua independência e bem-estar.[1][4]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Partes do corpo afetadas

🧠
Neurológico
17 sintomas
🦴
Ossos e articulações
8 sintomas
🫃
Digestivo
3 sintomas
💪
Músculos
3 sintomas
👁️
Olhos
3 sintomas
🫘
Rins
2 sintomas

+ 23 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

100%prev.
Hiperreflexia do membro inferior
Muito frequente (99-80%)
94%prev.
Fraqueza muscular distal
Frequência: 15/16
93%prev.
Marcha espástica
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Hiperreflexia em membros superiores
Muito frequente (99-80%)
89%prev.
Sinal de Hoffmann
Frequência: 8/9
75%prev.
Sinal de Babinski
Frequente (79-30%)
62sintomas
Muito frequente (5)
Frequente (7)
Ocasional (31)
Sem dados (19)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 62 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

Hiperreflexia do membro inferiorLower limb hyperreflexia
Muito frequente (99-80%)100%
Fraqueza muscular distalDistal muscle weakness
Frequência: 15/1694%
Marcha espásticaSpastic gait
Muito frequente (99-80%)93%
Hiperreflexia em membros superioresHyperreflexia in upper limbs
Muito frequente (99-80%)90%
Sinal de HoffmannHoffmann sign
Frequência: 8/989%

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa2
Total histórico66PubMed
Últimos 10 anos5publicações
Pico20253 papers
Linha do tempo
2024Hoje · 2026📈 2025Ano de pico
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

Genes associados

1 gene identificado com associação a esta condição. Padrão de herança: Autosomal dominant.

ALDH18A1Delta-1-pyrroline-5-carboxylate synthaseDisease-causing germline mutation(s) (loss of function) inTolerante
FUNÇÃO

Bifunctional enzyme that converts glutamate to glutamate 5-semialdehyde, an intermediate in the biosynthesis of proline, ornithine and arginine

LOCALIZAÇÃO

MitochondrionMitochondrion matrix

VIAS BIOLÓGICAS (1)
Mitochondrial protein degradation
MECANISMO DE DOENÇA

Cutis laxa, autosomal recessive, 3A

A syndrome characterized by facial dysmorphism with a progeroid appearance, large and late-closing fontanel, cutis laxa, joint hyperlaxity, athetoid movements and hyperreflexia, pre- and postnatal growth retardation, intellectual deficit, developmental delay, and ophthalmologic abnormalities.

OUTRAS DOENÇAS (6)
hereditary spastic paraplegia 9Aautosomal recessive complex spastic paraplegia type 9Bcutis laxa, autosomal dominant 3ALDH18A1-related de Barsy syndrome
HGNC:9722UniProt:P54886

Medicamentos aprovados (FDA)

1 medicamento encontrado nos registros da FDA americana.

💊 Jynarque (TOLVAPTAN)
Ver no DailyMed/FDA

Variantes genéticas (ClinVar)

219 variantes patogênicas registradas no ClinVar.

🧬 ALDH18A1: NM_002860.4(ALDH18A1):c.1702C>T (p.Gln568Ter) ()
🧬 ALDH18A1: NM_002860.4(ALDH18A1):c.2110+1G>T ()
🧬 ALDH18A1: NM_002860.4(ALDH18A1):c.358G>A (p.Val120Ile) ()
🧬 ALDH18A1: NM_002860.4(ALDH18A1):c.1274G>A (p.Arg425His) ()
🧬 ALDH18A1: NM_002860.4(ALDH18A1):c.1895A>G (p.Gln632Arg) ()
Ver todas no ClinVar

Classificação de variantes (ClinVar)

Distribuição de 620 variantes classificadas pelo ClinVar.

62
217
341
Patogênica (10.0%)
VUS (35.0%)
Benigna (55.0%)
VARIANTES MAIS SIGNIFICATIVAS
ALDH18A1: NM_002860.4(ALDH18A1):c.1702C>T (p.Gln568Ter) [Pathogenic]
ALDH18A1: NM_002860.4(ALDH18A1):c.2110+1G>T [Likely pathogenic]
ALDH18A1: NM_002860.4(ALDH18A1):c.1234G>C (p.Glu412Gln) [Uncertain significance]
ALDH18A1: NM_002860.4(ALDH18A1):c.2286G>A (p.Trp762Ter) [Uncertain significance]
ALDH18A1: NM_002860.4(ALDH18A1):c.679C>T (p.Pro227Ser) [Uncertain significance]

Vias biológicas (Reactome)

2 vias biológicas associadas aos genes desta condição.

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Paraplegia espástica autossômica dominante tipo 9A

🗺️

Selecione um estado ou use sua localização para ver resultados.

Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.

Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.

🧪 Está conduzindo uma pesquisa?
Divulgue para pacientes e familiares que acompanham esta doença.
Divulgar pesquisa →

Associações

Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação

Ainda não temos associações cadastradas para Paraplegia espástica autossômica dominante tipo 9A.

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Comunidades

Grupos ativos de quem convive com esta doença aqui no Raras

Ainda não existe comunidade no Raras para Paraplegia espástica autossômica dominante tipo 9A

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Doenças relacionadas

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Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. A mouse model of autosomal dominant spastic ataxia and myopathy caused by a mutation in Tuba4a.
    bioRxiv· 2026· PMID 41889878recente
  2. Novel missense ALDH18A1 variant in a family with autosomal dominant spastic paraplegia.
    J Neurol· 2025· PMID 41342951recente
  3. Mild cognitive dysfunction in hereditary spastic paraplegia 4 disease related to fluorodesoxyglucose cerebral positron emission tomography.
    Brain Commun· 2025· PMID 41180955recente
  4. Establishment of an induced pluripotent stem cell (iPSC) line (INNDSUi011-A) from a patient with autosomal dominant spastic paraplegia 9A due to ALDH18A1 mutation.
    Stem Cell Res· 2025· PMID 40845627recente
  5. Autosomal Dominant Spastic Paraplegia With Dysregulation of Bowel Function Associated With Heterozygous AP4S1 Gene Mutation: Case Report.
    Neurol Genet· 2024· PMID 38715653recente

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:447753(Orphanet)
  2. OMIM OMIM:601162(OMIM)
  3. MONDO:0011006(MONDO)
  4. GARD:9583(GARD (NIH))
  5. Variantes catalogadas(ClinVar)
  6. Busca completa no PubMed(PubMed)
  7. Q32143434(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Compêndio · Raras BR

Paraplegia espástica autossômica dominante tipo 9A

ORPHA:447753 · MONDO:0011006
Prevalência
<1 / 1 000 000
Casos
2 casos conhecidos
Herança
Autosomal dominant
CID-10
G11.4 · Paraplegia espástica hereditária
CID-11
Início
Adolescent, Adult, Infancy
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C1832669
EuropePMC
Wikidata
Papers 10a
DiscussaoAtiva

Nenhuma novidade ainda. O agente esta monitorando.

0membros
0novidades

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Genética mendeliana
fonte: OMIM
Indexação biomédica
fonte: MeSH (NLM)
Dado público estruturado
fonte: Wikidata
Medicamentos aprovados FDA
fonte: FDA OpenFDA