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Paraplegia espástica autossômica dominante tipo 9B
ORPHA:447757CID-10 · G11.4CID-11 · 8B44.00DOENÇA RARA
neuroInício infânciaHerança AD
Sinônimos clínicos: AD-SPG9B

Doença rara com herança autossômica dominante, caracterizada por deterioração neurológica progressiva, marcha espástica e perda da deambulação. Manifesta-se com hiperreflexia, reflexos patelares hiperativos e refluxo gastroesofágico, associada a mutações no gene ALDH1A1.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 27/05/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A Paraplegia espástica autossômica dominante tipo 9B é uma doença neurológica rara, caracterizada por fraqueza progressiva e rigidez dos membros inferiores (paraplegia espástica). A condição é herdada de forma autossômica dominante, o que significa que uma única cópia do gene alterado é suficiente para causar a doença. A prevalência estimada é de menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas, sendo considerada uma doença ultrarrara.[1][3]

Sinais e sintomas

Os sintomas podem começar na infância, adolescência ou idade adulta. Os principais sinais incluem disfunção do neurônio motor superior (como fraqueza e espasticidade), marcha espástica (andar rígido e com dificuldade), sinal de Babinski (reflexo anormal do pé), hiperreflexia (reflexos exagerados) nos membros superiores e reflexo patelar hiperativo. Muitas pessoas desenvolvem pé cavo (arco do pé muito alto) e contratura em flexão do cotovelo.[1][3]

Outros sintomas frequentes incluem disartria espástica (dificuldade para falar devido à rigidez dos músculos da fala), ataxia da marcha progressiva (perda de coordenação ao andar), distonia focal (contrações musculares involuntárias), tremor postural, hipotonia (tônus muscular reduzido) em alguns casos, e reflexo aquileu ausente. A doença também pode causar neuropatia axonal periférica e polineuropatia motora, afetando os nervos dos braços e pernas.[1][3]

Com a progressão, pode ocorrer perda da deambulação (dificuldade ou incapacidade de andar), demência, catarata do desenvolvimento (opacificação do cristalino desde cedo), refluxo gastroesofágico e atrofia da medula espinhal. A deterioração neurológica é progressiva, mas a velocidade e a gravidade variam muito entre as pessoas.[1][3]

Causas genéticas

A doença é causada por variantes (mutações) no gene ALDH18A1, que fornece instruções para a produção da enzima delta-1-pirrolina-5-carboxilato sintase. Essa enzima é essencial para a produção do aminoácido prolina, importante para a estrutura das proteínas e para a proteção das células nervosas. A herança é autossômica dominante: se um dos pais tem a mutação, cada filho tem 50% de chance de herdar a doença.[1][4]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sintomas neurológicos e confirmado por teste genético. O sequenciamento completo do exoma (WES) é o principal exame disponível, capaz de identificar variantes no gene ALDH18A1. Atualmente, existem 219 variantes descritas no ClinVar (banco de dados de variantes genéticas) e 46 testes genéticos disponíveis comercialmente para essa condição.[1][4]

No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para o diagnóstico, incluindo o sequenciamento completo do exoma (WES) e atendimento em reabilitação para doenças raras. O código CID-10 associado é G11.4 (Paraplegia espástica hereditária).[1]

Tratamento e manejo

Atualmente, não há cura para a Paraplegia espástica autossômica dominante tipo 9B. O tratamento é focado no manejo dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. Isso pode incluir fisioterapia para manter a mobilidade e reduzir a espasticidade, terapia ocupacional para adaptações diárias, e acompanhamento com neurologista e geneticista. O refluxo gastroesofágico e a catarata, quando presentes, devem ser tratados conforme as diretrizes padrão.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico é variável. A doença é progressiva, e muitas pessoas podem perder a capacidade de andar com o tempo. No entanto, com reabilitação adequada e suporte multidisciplinar, é possível manter uma boa qualidade de vida por muitos anos. O acompanhamento regular com especialistas é fundamental para adaptar o tratamento às necessidades que surgem com a progressão da doença.[1][3]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

📋
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Doença rara com herança autossômica dominante, caracterizada por deterioração neurológica progressiva, marcha espástica e perda da deambulação. Manifesta-se com hiperreflexia, reflexos patelares hiperativos e refluxo gastroesofágico, associada a mutações no gene ALDH1A1.

Publicações científicas
66 artigos
Último publicado: 2026 Mar 9

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
<1 / 1 000 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Casos conhecidos
3
pacientes catalogados
Início
Adolescent
+ adult, infancy
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
CID-10: G11.4
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
PROCEDIMENTOS SIGTAP (2)
0202010694
Sequenciamento completo do exoma (WES)genetic_test
0301070040
Atendimento em reabilitação — doenças rarasrehabilitation
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Entender a doença

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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

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Visão geral

A Paraplegia espástica autossômica dominante tipo 9B é uma doença neurológica rara, caracterizada por fraqueza progressiva e rigidez dos membros inferiores (paraplegia espástica). A condição é herdada de forma autossômica dominante, o que significa que uma única cópia do gene alterado é suficiente para causar a doença. A prevalência estimada é de menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas, sendo considerada uma doença ultrarrara.[1][3]

Sinais e sintomas

Os sintomas podem começar na infância, adolescência ou idade adulta. Os principais sinais incluem disfunção do neurônio motor superior (como fraqueza e espasticidade), marcha espástica (andar rígido e com dificuldade), sinal de Babinski (reflexo anormal do pé), hiperreflexia (reflexos exagerados) nos membros superiores e reflexo patelar hiperativo. Muitas pessoas desenvolvem pé cavo (arco do pé muito alto) e contratura em flexão do cotovelo.[1][3]

Outros sintomas frequentes incluem disartria espástica (dificuldade para falar devido à rigidez dos músculos da fala), ataxia da marcha progressiva (perda de coordenação ao andar), distonia focal (contrações musculares involuntárias), tremor postural, hipotonia (tônus muscular reduzido) em alguns casos, e reflexo aquileu ausente. A doença também pode causar neuropatia axonal periférica e polineuropatia motora, afetando os nervos dos braços e pernas.[1][3]

Com a progressão, pode ocorrer perda da deambulação (dificuldade ou incapacidade de andar), demência, catarata do desenvolvimento (opacificação do cristalino desde cedo), refluxo gastroesofágico e atrofia da medula espinhal. A deterioração neurológica é progressiva, mas a velocidade e a gravidade variam muito entre as pessoas.[1][3]

Causas genéticas

A doença é causada por variantes (mutações) no gene ALDH18A1, que fornece instruções para a produção da enzima delta-1-pirrolina-5-carboxilato sintase. Essa enzima é essencial para a produção do aminoácido prolina, importante para a estrutura das proteínas e para a proteção das células nervosas. A herança é autossômica dominante: se um dos pais tem a mutação, cada filho tem 50% de chance de herdar a doença.[1][4]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sintomas neurológicos e confirmado por teste genético. O sequenciamento completo do exoma (WES) é o principal exame disponível, capaz de identificar variantes no gene ALDH18A1. Atualmente, existem 219 variantes descritas no ClinVar (banco de dados de variantes genéticas) e 46 testes genéticos disponíveis comercialmente para essa condição.[1][4]

No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para o diagnóstico, incluindo o sequenciamento completo do exoma (WES) e atendimento em reabilitação para doenças raras. O código CID-10 associado é G11.4 (Paraplegia espástica hereditária).[1]

Tratamento e manejo

Atualmente, não há cura para a Paraplegia espástica autossômica dominante tipo 9B. O tratamento é focado no manejo dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. Isso pode incluir fisioterapia para manter a mobilidade e reduzir a espasticidade, terapia ocupacional para adaptações diárias, e acompanhamento com neurologista e geneticista. O refluxo gastroesofágico e a catarata, quando presentes, devem ser tratados conforme as diretrizes padrão.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico é variável. A doença é progressiva, e muitas pessoas podem perder a capacidade de andar com o tempo. No entanto, com reabilitação adequada e suporte multidisciplinar, é possível manter uma boa qualidade de vida por muitos anos. O acompanhamento regular com especialistas é fundamental para adaptar o tratamento às necessidades que surgem com a progressão da doença.[1][3]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Partes do corpo afetadas

🧠
Neurológico
11 sintomas
💪
Músculos
2 sintomas
🦴
Ossos e articulações
2 sintomas
🫃
Digestivo
1 sintomas

+ 5 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

55%prev.
Disfunção do neurônio motor superior
Frequente (79-30%)
55%prev.
Polineuropatia motora
Frequente (79-30%)
55%prev.
Sinal de Babinski
Frequente (79-30%)
55%prev.
Disartria espástica
Frequente (79-30%)
55%prev.
Pé cavo
Frequente (79-30%)
55%prev.
Ataxia da marcha progressiva
Frequente (79-30%)
21sintomas
Frequente (12)
Ocasional (9)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 21 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

Disfunção do neurônio motor superiorUpper motor neuron dysfunction
Frequente (79-30%)55%
Polineuropatia motoraMotor polyneuropathy
Frequente (79-30%)55%
Sinal de BabinskiBabinski sign
Frequente (79-30%)55%
Disartria espásticaSpastic dysarthria
Frequente (79-30%)55%
Pé cavoPes cavus
Frequente (79-30%)55%

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa2
Total histórico66PubMed
Últimos 10 anos5publicações
Pico20253 papers
Linha do tempo
2024Hoje · 2026📈 2025Ano de pico
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

Genes associados

1 gene identificado com associação a esta condição. Padrão de herança: Autosomal dominant.

ALDH18A1Delta-1-pyrroline-5-carboxylate synthaseDisease-causing germline mutation(s) (loss of function) inTolerante
FUNÇÃO

Bifunctional enzyme that converts glutamate to glutamate 5-semialdehyde, an intermediate in the biosynthesis of proline, ornithine and arginine

LOCALIZAÇÃO

MitochondrionMitochondrion matrix

VIAS BIOLÓGICAS (1)
Mitochondrial protein degradation
MECANISMO DE DOENÇA

Cutis laxa, autosomal recessive, 3A

A syndrome characterized by facial dysmorphism with a progeroid appearance, large and late-closing fontanel, cutis laxa, joint hyperlaxity, athetoid movements and hyperreflexia, pre- and postnatal growth retardation, intellectual deficit, developmental delay, and ophthalmologic abnormalities.

OUTRAS DOENÇAS (6)
hereditary spastic paraplegia 9Aautosomal recessive complex spastic paraplegia type 9Bcutis laxa, autosomal dominant 3ALDH18A1-related de Barsy syndrome
HGNC:9722UniProt:P54886

Medicamentos aprovados (FDA)

1 medicamento encontrado nos registros da FDA americana.

💊 Jynarque (TOLVAPTAN)
Ver no DailyMed/FDA

Variantes genéticas (ClinVar)

219 variantes patogênicas registradas no ClinVar.

🧬 ALDH18A1: NM_002860.4(ALDH18A1):c.1702C>T (p.Gln568Ter) ()
🧬 ALDH18A1: NM_002860.4(ALDH18A1):c.2110+1G>T ()
🧬 ALDH18A1: NM_002860.4(ALDH18A1):c.358G>A (p.Val120Ile) ()
🧬 ALDH18A1: NM_002860.4(ALDH18A1):c.1274G>A (p.Arg425His) ()
🧬 ALDH18A1: NM_002860.4(ALDH18A1):c.1895A>G (p.Gln632Arg) ()
Ver todas no ClinVar

Classificação de variantes (ClinVar)

Distribuição de 620 variantes classificadas pelo ClinVar.

62
217
341
Patogênica (10.0%)
VUS (35.0%)
Benigna (55.0%)
VARIANTES MAIS SIGNIFICATIVAS
ALDH18A1: NM_002860.4(ALDH18A1):c.1702C>T (p.Gln568Ter) [Pathogenic]
ALDH18A1: NM_002860.4(ALDH18A1):c.2110+1G>T [Likely pathogenic]
ALDH18A1: NM_002860.4(ALDH18A1):c.1234G>C (p.Glu412Gln) [Uncertain significance]
ALDH18A1: NM_002860.4(ALDH18A1):c.2286G>A (p.Trp762Ter) [Uncertain significance]
ALDH18A1: NM_002860.4(ALDH18A1):c.679C>T (p.Pro227Ser) [Uncertain significance]

Vias biológicas (Reactome)

2 vias biológicas associadas aos genes desta condição.

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Paraplegia espástica autossômica dominante tipo 9B

🗺️

Selecione um estado ou use sua localização para ver resultados.

Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.

Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.

🧪 Está conduzindo uma pesquisa?
Divulgue para pacientes e familiares que acompanham esta doença.
Divulgar pesquisa →

Associações

Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação

Ainda não temos associações cadastradas para Paraplegia espástica autossômica dominante tipo 9B.

É de uma associação que acompanha esta doença? Fale com a gente →

Comunidades

Grupos ativos de quem convive com esta doença aqui no Raras

Ainda não existe comunidade no Raras para Paraplegia espástica autossômica dominante tipo 9B

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Ordenadas pelo número de sintomas em comum.

Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. A mouse model of autosomal dominant spastic ataxia and myopathy caused by a mutation in Tuba4a.
    bioRxiv· 2026· PMID 41889878recente
  2. Novel missense ALDH18A1 variant in a family with autosomal dominant spastic paraplegia.
    J Neurol· 2025· PMID 41342951recente
  3. Mild cognitive dysfunction in hereditary spastic paraplegia 4 disease related to fluorodesoxyglucose cerebral positron emission tomography.
    Brain Commun· 2025· PMID 41180955recente
  4. Establishment of an induced pluripotent stem cell (iPSC) line (INNDSUi011-A) from a patient with autosomal dominant spastic paraplegia 9A due to ALDH18A1 mutation.
    Stem Cell Res· 2025· PMID 40845627recente
  5. Autosomal Dominant Spastic Paraplegia With Dysregulation of Bowel Function Associated With Heterozygous AP4S1 Gene Mutation: Case Report.
    Neurol Genet· 2024· PMID 38715653recente

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:447757(Orphanet)
  2. MONDO:0018644(MONDO)
  3. GARD:21866(GARD (NIH))
  4. Variantes catalogadas(ClinVar)
  5. Busca completa no PubMed(PubMed)
  6. Q55346055(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

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Compêndio · Raras BR

Paraplegia espástica autossômica dominante tipo 9B

ORPHA:447757 · MONDO:0018644
Prevalência
<1 / 1 000 000
Casos
3 casos conhecidos
Herança
Autosomal dominant
CID-10
G11.4 · Paraplegia espástica hereditária
CID-11
Início
Adolescent, Adult, Infancy
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C5568979
EuropePMC
Wikidata
Papers 10a
DiscussaoAtiva

Nenhuma novidade ainda. O agente esta monitorando.

0membros
0novidades

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Dado público estruturado
fonte: Wikidata
Medicamentos aprovados FDA
fonte: FDA OpenFDA