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Síndrome JMP
ORPHA:324999DOENÇA RARA
Crescimento

Síndrome JMP é uma doença rara caracterizada por elevação de transaminases, atraso de crescimento, abdome protuberante e constipação crônica. Pode apresentar dor óssea, sinusite recorrente e anormalidades como hálux valgo e arritmias.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 02/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A Síndrome JMP é uma condição genética rara que afeta múltiplos sistemas do corpo. As pessoas com essa síndrome podem apresentar uma combinação de características que incluem alterações na pele, nos ossos, no sistema imunológico e no crescimento. O nome 'JMP' é uma abreviação que se refere a algumas das principais características observadas, mas é importante lembrar que cada pessoa é única e pode ter um conjunto diferente de sinais e sintomas.[1][3]

Sinais e sintomas

Os sinais e sintomas da Síndrome JMP podem variar amplamente entre os indivíduos. Entre as manifestações descritas na literatura, estão: alterações no crescimento, como atraso no crescimento e abdome protuberante; problemas ósseos e articulares, como dor óssea, contratura em flexão do cotovelo, hálux valgo e dedos longos; características faciais, como aparência facial progeroide (que lembra envelhecimento precoce), nariz proeminente e proptose (olhos saltados); alterações na pele e cabelos, como pele rígida, hiperpigmentação da pele e envelhecimento prematuro dos cabelos; problemas imunológicos e inflamatórios, como sinusite recorrente, parotidite, epididimite e epiesclerite; alterações metabólicas e laboratoriais, como concentração elevada de transaminase hepática, aumento da interleucina 8, elevação do hormônio tireoestimulante (TSH) e diminuição do colesterol HDL; além de constipação crônica, arritmia, opacificação puntiforme da córnea e deficiência intelectual.[1][3]

Causas genéticas

A Síndrome JMP é causada por alterações (mutações) em genes que fazem parte do sistema do proteassoma, uma estrutura celular responsável por degradar proteínas. Os genes associados a esta condição incluem: PSMB8, PSMB4, PSMB10, PSMB9, PSMG2 e POMP. Esses genes fornecem instruções para a produção de subunidades do proteassoma ou de proteínas auxiliares em sua montagem. Mutações nesses genes podem prejudicar a função do proteassoma, levando ao acúmulo de proteínas anormais e aos sintomas observados na síndrome.[1][4]

Diagnóstico

O diagnóstico da Síndrome JMP é baseado na avaliação clínica dos sinais e sintomas característicos e pode ser confirmado por meio de testes genéticos. Atualmente, existem 336 testes genéticos disponíveis para investigar alterações nos genes associados à síndrome. Além disso, há 170 variantes genéticas registradas no ClinVar, um banco de dados público que relaciona variantes genéticas a fenótipos clínicos. O diagnóstico genético é fundamental para confirmar a suspeita clínica e orientar o aconselhamento genético da família.[1][4]

Tratamento e manejo

Até o momento, não há um tratamento específico ou medicamento aprovado para a Síndrome JMP. O manejo é focado no alívio dos sintomas e no suporte às necessidades individuais de cada paciente. Uma equipe multidisciplinar de especialistas (como geneticistas, pediatras, reumatologistas, dermatologistas, endocrinologistas e outros) pode ajudar a coordenar o cuidado. É importante que o tratamento seja individualizado, baseado nos sintomas apresentados, e que o paciente e sua família recebam suporte contínuo. No Brasil, a síndrome não possui cobertura específica pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para procedimentos ou medicamentos relacionados.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico para pessoas com Síndrome JMP pode variar dependendo da gravidade dos sintomas e do envolvimento de órgãos vitais. O acompanhamento médico regular e o manejo adequado das complicações podem melhorar a qualidade de vida. O suporte psicológico e a participação em grupos de apoio para doenças raras também são recomendados para auxiliar a família e o paciente a lidar com os desafios da condição.[1]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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Síndrome JMP é uma doença rara caracterizada por elevação de transaminases, atraso de crescimento, abdome protuberante e constipação crônica. Pode apresentar dor óssea, sinusite recorrente e anormalidades como hálux valgo e arritmias.

Publicações científicas
5 artigos
Último publicado: 2019
🏥
SUS: Sem cobertura SUSScore: 0%
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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 02/06/2026
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Visão geral

A Síndrome JMP é uma condição genética rara que afeta múltiplos sistemas do corpo. As pessoas com essa síndrome podem apresentar uma combinação de características que incluem alterações na pele, nos ossos, no sistema imunológico e no crescimento. O nome 'JMP' é uma abreviação que se refere a algumas das principais características observadas, mas é importante lembrar que cada pessoa é única e pode ter um conjunto diferente de sinais e sintomas.[1][3]

Sinais e sintomas

Os sinais e sintomas da Síndrome JMP podem variar amplamente entre os indivíduos. Entre as manifestações descritas na literatura, estão: alterações no crescimento, como atraso no crescimento e abdome protuberante; problemas ósseos e articulares, como dor óssea, contratura em flexão do cotovelo, hálux valgo e dedos longos; características faciais, como aparência facial progeroide (que lembra envelhecimento precoce), nariz proeminente e proptose (olhos saltados); alterações na pele e cabelos, como pele rígida, hiperpigmentação da pele e envelhecimento prematuro dos cabelos; problemas imunológicos e inflamatórios, como sinusite recorrente, parotidite, epididimite e epiesclerite; alterações metabólicas e laboratoriais, como concentração elevada de transaminase hepática, aumento da interleucina 8, elevação do hormônio tireoestimulante (TSH) e diminuição do colesterol HDL; além de constipação crônica, arritmia, opacificação puntiforme da córnea e deficiência intelectual.[1][3]

Causas genéticas

A Síndrome JMP é causada por alterações (mutações) em genes que fazem parte do sistema do proteassoma, uma estrutura celular responsável por degradar proteínas. Os genes associados a esta condição incluem: PSMB8, PSMB4, PSMB10, PSMB9, PSMG2 e POMP. Esses genes fornecem instruções para a produção de subunidades do proteassoma ou de proteínas auxiliares em sua montagem. Mutações nesses genes podem prejudicar a função do proteassoma, levando ao acúmulo de proteínas anormais e aos sintomas observados na síndrome.[1][4]

Diagnóstico

O diagnóstico da Síndrome JMP é baseado na avaliação clínica dos sinais e sintomas característicos e pode ser confirmado por meio de testes genéticos. Atualmente, existem 336 testes genéticos disponíveis para investigar alterações nos genes associados à síndrome. Além disso, há 170 variantes genéticas registradas no ClinVar, um banco de dados público que relaciona variantes genéticas a fenótipos clínicos. O diagnóstico genético é fundamental para confirmar a suspeita clínica e orientar o aconselhamento genético da família.[1][4]

Tratamento e manejo

Até o momento, não há um tratamento específico ou medicamento aprovado para a Síndrome JMP. O manejo é focado no alívio dos sintomas e no suporte às necessidades individuais de cada paciente. Uma equipe multidisciplinar de especialistas (como geneticistas, pediatras, reumatologistas, dermatologistas, endocrinologistas e outros) pode ajudar a coordenar o cuidado. É importante que o tratamento seja individualizado, baseado nos sintomas apresentados, e que o paciente e sua família recebam suporte contínuo. No Brasil, a síndrome não possui cobertura específica pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para procedimentos ou medicamentos relacionados.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico para pessoas com Síndrome JMP pode variar dependendo da gravidade dos sintomas e do envolvimento de órgãos vitais. O acompanhamento médico regular e o manejo adequado das complicações podem melhorar a qualidade de vida. O suporte psicológico e a participação em grupos de apoio para doenças raras também são recomendados para auxiliar a família e o paciente a lidar com os desafios da condição.[1]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Partes do corpo afetadas

🩸
Sangue
10 sintomas
🦴
Ossos e articulações
9 sintomas
💪
Músculos
9 sintomas
🧬
Pele e cabelo
9 sintomas
📏
Crescimento
7 sintomas
🫃
Digestivo
6 sintomas

+ 66 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

Concentração elevada de transaminase hepática circulante
Atraso de crescimento
Constipação crônica
Anormalidade de crescimento
Abdome protuberante
Sinusite recorrente
137sintomas
Sem dados (137)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 137 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

Concentração elevada de transaminase hepática circulanteElevated circulating hepatic transaminase concentration
Atraso de crescimentoGrowth delay
Constipação crônicaChronic constipation
Anormalidade de crescimentoGrowth abnormality
Abdome protuberanteProtuberant abdomen

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa7desde 2019
Total histórico5PubMed
Últimos 10 anos2publicações
Pico20151 papers
Linha do tempo
20202019Hoje · 2026🧪 2020Primeiro ensaio clínico
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

Genes associados

6 genes identificados com associação a esta condição.

PSMB8Proteasome subunit beta type-8Disease-causing germline mutation(s) inTolerante
FUNÇÃO

The proteasome is a multicatalytic proteinase complex which is characterized by its ability to cleave peptides with Arg, Phe, Tyr, Leu, and Glu adjacent to the leaving group at neutral or slightly basic pH. The proteasome has an ATP-dependent proteolytic activity. This subunit is involved in antigen processing to generate class I binding peptides. Replacement of PSMB5 by PSMB8 increases the capacity of the immunoproteasome to cleave model peptides after hydrophobic and basic residues. Involved i

LOCALIZAÇÃO

CytoplasmNucleus

VIAS BIOLÓGICAS (4)
Antigen processing: Ub, ATP-independent proteasomal degradationCross-presentation of soluble exogenous antigens (endosomes)ER-Phagosome pathwayProteasome assembly
MECANISMO DE DOENÇA

Proteasome-associated autoinflammatory syndrome 1

An autosomal recessive autoinflammatory disorder characterized by early childhood onset of recurrent fever, joint stiffness and severe contractures of the hands and feet, and erythematous skin lesions with subsequent development of lipodystrophy and laboratory evidence of immune dysregulation. Accompanying features may include muscle weakness and atrophy, hepatosplenomegaly, and microcytic anemia.

EXPRESSÃO TECIDUAL(Ubíquo)
Linfócitos
416.8 TPM
Baço
277.5 TPM
Pulmão
166.8 TPM
Intestino delgado
160.6 TPM
Sangue
155.0 TPM
OUTRAS DOENÇAS (2)
proteasome-associated autoinflammatory syndrome 1proteosome-associated autoinflammatory syndrome
HGNC:9545UniProt:P28062
PSMG2Proteasome assembly chaperone 2Disease-causing germline mutation(s) inTolerante
FUNÇÃO

Chaperone protein which promotes assembly of the 20S proteasome as part of a heterodimer with PSMG1. The PSMG1-PSMG2 heterodimer binds to the PSMA5 and PSMA7 proteasome subunits, promotes assembly of the proteasome alpha subunits into the heteroheptameric alpha ring and prevents alpha ring dimerization

LOCALIZAÇÃO

Nucleus

VIAS BIOLÓGICAS (1)
Proteasome assembly
MECANISMO DE DOENÇA

Proteasome-associated autoinflammatory syndrome 4

An autosomal recessive, autoinflammatory disorder characterized by panniculitis and erythematous skin lesions apparent in early infancy. Additional features include hepatosplenomegaly, lymphadenopathy, autoimmune hemolytic anemia, fever, generalized lipodystrophy, myositis, joint contractures, and mild motor and speech delay.

VIAS REACTOME (1)
EXPRESSÃO TECIDUAL(Ubíquo)
Testículo
68.7 TPM
Linfócitos
63.5 TPM
Artéria tibial
57.5 TPM
Cervix Ectocervix
54.2 TPM
Aorta
54.0 TPM
OUTRAS DOENÇAS (1)
proteasome-associated autoinflammatory syndrome 4
HGNC:HGNC:24929UniProt:Q969U7
PSMB4Proteasome subunit beta type-4Disease-causing germline mutation(s) inTolerante
FUNÇÃO

Non-catalytic component of the 20S core proteasome complex involved in the proteolytic degradation of most intracellular proteins. This complex plays numerous essential roles within the cell by associating with different regulatory particles. Associated with two 19S regulatory particles, forms the 26S proteasome and thus participates in the ATP-dependent degradation of ubiquitinated proteins. The 26S proteasome plays a key role in the maintenance of protein homeostasis by removing misfolded or d

LOCALIZAÇÃO

CytoplasmNucleus

VIAS BIOLÓGICAS (10)
Vif-mediated degradation of APOBEC3GVpu mediated degradation of CD4Degradation of GLI2 by the proteasomeDegradation of GLI1 by the proteasomeHedgehog 'on' state
MECANISMO DE DOENÇA

Proteasome-associated autoinflammatory syndrome 3

An autoinflammatory disorder characterized by onset in early infancy and recurrent fever, nodular dermatitis, myositis, panniculitis-induced lipodystrophy, lymphadenopathy, and immune dysregulation. Variable accompanying features may include joint contractures, hepatosplenomegaly, anemia, thrombocytopenia, recurrent infections, autoantibodies, and hypergammaglobulinemia. Some patients may have intracranial calcifications. PRAAS3 inheritance is autosomal recessive or digenic.

EXPRESSÃO TECIDUAL(Ubíquo)
Linfócitos
509.3 TPM
Fibroblastos
468.9 TPM
Útero
432.8 TPM
Aorta
427.2 TPM
Cervix Ectocervix
417.9 TPM
OUTRAS DOENÇAS (1)
proteasome-associated autoinflammatory syndrome 3
HGNC:HGNC:9541UniProt:P28070
PSMB10Proteasome subunit beta type-10Disease-causing germline mutation(s) inTolerante
FUNÇÃO

The proteasome is a multicatalytic proteinase complex which is characterized by its ability to cleave peptides with Arg, Phe, Tyr, Leu, and Glu adjacent to the leaving group at neutral or slightly basic pH. The proteasome has an ATP-dependent proteolytic activity. This subunit is involved in antigen processing to generate class I binding peptides

LOCALIZAÇÃO

CytoplasmNucleus

VIAS BIOLÓGICAS (4)
Antigen processing: Ub, ATP-independent proteasomal degradationCross-presentation of soluble exogenous antigens (endosomes)ER-Phagosome pathwayProteasome assembly
MECANISMO DE DOENÇA

Proteasome-associated autoinflammatory syndrome 5

An autosomal recessive, autoinflammatory disorder characterized by recurrent, polymorphic disseminated cutaneous rash with annular lesions, non-specific lymphocytic infiltration in the skin, fever, failure to thrive, and persistent hepatosplenomegaly. Disease onset is in early infancy.

EXPRESSÃO TECIDUAL(Ubíquo)
Linfócitos
302.5 TPM
Baço
186.4 TPM
Sangue
148.5 TPM
Intestino delgado
126.3 TPM
Pulmão
94.2 TPM
OUTRAS DOENÇAS (3)
immunodeficiency 121 with autoinflammationproteasome-associated autoinflammatory syndrome 5Omenn syndrome
HGNC:9538UniProt:P40306
PSMB9Proteasome subunit beta type-9Disease-causing germline mutation(s) inTolerante
FUNÇÃO

The proteasome is a multicatalytic proteinase complex which is characterized by its ability to cleave peptides with Arg, Phe, Tyr, Leu, and Glu adjacent to the leaving group at neutral or slightly basic pH (PubMed:33727065, PubMed:34819510). The proteasome has an ATP-dependent proteolytic activity. This subunit is involved in antigen processing to generate class I binding peptides. Replacement of PSMB6 by PSMB9 increases the capacity of the immunoproteasome to cleave model peptides after hydroph

LOCALIZAÇÃO

CytoplasmNucleus

VIAS BIOLÓGICAS (4)
Antigen processing: Ub, ATP-independent proteasomal degradationCross-presentation of soluble exogenous antigens (endosomes)ER-Phagosome pathwayProteasome assembly
MECANISMO DE DOENÇA

Proteasome-associated autoinflammatory syndrome 3

An autoinflammatory disorder characterized by onset in early infancy and recurrent fever, nodular dermatitis, myositis, panniculitis-induced lipodystrophy, lymphadenopathy, and immune dysregulation. Variable accompanying features may include joint contractures, hepatosplenomegaly, anemia, thrombocytopenia, recurrent infections, autoantibodies, and hypergammaglobulinemia. Some patients may have intracranial calcifications. PRAAS3 inheritance is autosomal recessive or digenic.

EXPRESSÃO TECIDUAL(Ubíquo)
Linfócitos
537.0 TPM
Baço
236.5 TPM
Sangue
182.6 TPM
Intestino delgado
116.3 TPM
Pulmão
105.2 TPM
OUTRAS DOENÇAS (1)
proteasome-associated autoinflammatory syndrome 6
HGNC:HGNC:9546UniProt:P28065
POMPProteasome maturation proteinDisease-causing germline mutation(s) inTolerante
FUNÇÃO

Molecular chaperone essential for the assembly of standard proteasomes and immunoproteasomes. Degraded after completion of proteasome maturation. Mediates the association of 20S preproteasome with the endoplasmic reticulum

LOCALIZAÇÃO

Cytoplasm, cytosolNucleusMicrosome membrane

VIAS BIOLÓGICAS (1)
Proteasome assembly
MECANISMO DE DOENÇA

Keratosis linearis with ichthyosis congenita and sclerosing keratoderma

A keratinizing disorder characterized by ichthyosis, palmoplantar keratoderma with constricting bands around fingers, flexural deformities of fingers and keratotic papules in a linear distribution on the flexural side of large joints. Histological examination of the skin of affected individuals shows hypertrophy and hyperplasia of the spinous, granular and horny epidermal layer.

VIAS REACTOME (1)
EXPRESSÃO TECIDUAL(Ubíquo)
Linfócitos
254.5 TPM
Fibroblastos
199.6 TPM
Testículo
152.9 TPM
Artéria tibial
132.7 TPM
Artéria coronária
128.2 TPM
OUTRAS DOENÇAS (2)
proteasome-associated autoinflammatory syndrome 2keratosis linearis-ichthyosis congenita-sclerosing keratoderma syndrome
HGNC:20330UniProt:Q9Y244

Variantes genéticas (ClinVar)

170 variantes patogênicas registradas no ClinVar.

🧬 PSMB8: NM_148919.4(PSMB8):c.147+1G>T ()
🧬 PSMB8: NM_148919.4(PSMB8):c.742+45G>A ()
🧬 PSMB8: NM_148919.4(PSMB8):c.434del (p.Arg145fs) ()
🧬 PSMB8: NM_148919.4(PSMB8):c.31C>T (p.Arg11Ter) ()
🧬 PSMB8: NM_148919.4(PSMB8):c.636_643del (p.Asp212fs) ()
Ver todas no ClinVar

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Pipeline de tratamentos
Pipeline regulatório — de medicamentos já aprovados a drogas em pesquisa exploratória.
3Fase 31
Medicamentos catalogadosEnsaios clínicos· 0 medicamentos · 1 ensaio
Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Síndrome JMP

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Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

1 ensaios clínicos encontrados.

Distribuição por fase
Ver todos no ClinicalTrials.gov
🧪 Está conduzindo uma pesquisa?
Divulgue para pacientes e familiares que acompanham esta doença.
Divulgar pesquisa →

Publicações mais relevantes

🥉Melhor nível de evidência: Relato de caso
Timeline de publicações
2 papers (10 anos)
#1

Nakajo-Nishimura syndrome and related proteasome-associated autoinflammatory syndromes.

Journal of inflammation research2019

Nakajo-Nishimura syndrome (NNS) is a rare hereditary autoinflammatory disorder with lipodystrophy. This disease is caused by a homozygous mutation of PSMB8 gene, which encodes immunoproteasome subunit β5i. Phenotypes of NNS patients are periodic fever, pernio-like rash, nodular erythema-like eruptions, and lipomuscular dystrophy, especially in the upper body, leading to the characteristic long, clubbed fingers. NNS was considered to be endemic to the Kansai area of Japan, but patients with similar phenotypes and the mutation of PSMB8 gene were reported in other countries, and named Chronic atypical neutrophilic dermatosis with lipodystrophy and elevated temperature (CANDLE) syndrome and joint contractures, muscular atrophy, microcytic anemia, and panniculitis-associated lipodystrophy (JMP) syndrome. These syndromes are now called proteasome-associated autoinflammatory syndromes (PRAASs), and their main pathophysiological mechanism seems to be interferonopathy. In this review, the history, characteristics, and the pathophysiological mechanism of PRAASs will be discussed, focusing mainly on NNS.

#2

[Type I interferonopathies].

Annales de dermatologie et de venereologie2015 Nov

Type I interferonopathies are a group of Mendelian disorders characterized by a common physiopathology: the up-regulation of type I interferons. To date, interferonopathies include Aicardi-Goutières syndrome, familial chilblain lupus, spondyenchondromatosis, PRoteasome-associated auto-inflammatory syndrome (PRAAS) and Singleton-Merten syndrome. These diseases present phenotypic overlap including cutaneous features like chilblain lupus, that can be inaugural or present within the first months of life. This novel set of inborn errors of immunity is evolving rapidly, with recognition of new diseases and genes. Recent and improved understanding of the physiopathology of overexpression of type I interferons has allowed the development of targeted therapies, currently being evaluated, like Janus-kinases or reverse transcriptase inhibitors.

Publicações recentes

Ver todas no PubMed

Associações

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Doenças relacionadas

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Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. Nakajo-Nishimura syndrome and related proteasome-associated autoinflammatory syndromes.
    Journal of inflammation research· 2019· PMID 31576159mais citado
  2. [Type I interferonopathies].
    Annales de dermatologie et de venereologie· 2015· PMID 26363997mais citado
  3. Proteasome-associated autoinflammatory syndromes: advances in pathogeneses, clinical presentations, diagnosis, and management.
    Int J Dermatol· 2015· PMID 25521013recente
  4. Mutations in proteasome subunit β type 8 cause chronic atypical neutrophilic dermatosis with lipodystrophy and elevated temperature with evidence of genetic and phenotypic heterogeneity.
    Arthritis Rheum· 2012· PMID 21953331recente
  5. PSMB8 encoding the β5i proteasome subunit is mutated in joint contractures, muscle atrophy, microcytic anemia, and panniculitis-induced lipodystrophy syndrome.
    Am J Hum Genet· 2010· PMID 21129723recente

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:324999(Orphanet)
  2. MONDO:0009726(MONDO)
  3. GARD:13824(GARD (NIH))
  4. Variantes catalogadas(ClinVar)
  5. Busca completa no PubMed(PubMed)
  6. Q18553304(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

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Síndrome JMP
Compêndio · Raras BR

Síndrome JMP

ORPHA:324999 · MONDO:0009726
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Evidência
🥉 Relato de caso
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📋 Origem dos dados

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Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Indexação biomédica
fonte: MeSH (NLM)
Dado público estruturado
fonte: Wikidata