Doença rara autossômica recessiva caracterizada por displasia dentinária atípica, associada a mutações no gene SMOC2. Manifesta-se com alterações na estrutura e cor dos dentes, podendo afetar a formação da dentina.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
Sinais e sintomas
Os principais sinais e sintomas incluem: ausência de vários dentes (oligodontia), dentes menores que o normal (microdontia), esmalte dental subdesenvolvido (hipoplasia do esmalte), dentes com câmara pulpar aumentada e raízes curtas (taurodontia), raízes dentárias curtas, obliteração (fechamento) da câmara pulpar e perda óssea ao redor da ponta da raiz (perda óssea periapical).[1][3]
Causas genéticas
A doença é causada por alterações (mutações) no gene SMOC2, que fornece instruções para a produção de uma proteína chamada SPARC-related modular calcium-binding protein 2. Essa proteína participa do desenvolvimento normal dos dentes. A herança é autossômica recessiva, ou seja, é necessário herdar uma cópia do gene alterado de cada um dos pais para manifestar a doença.[1][4]
Diagnóstico
Tratamento e manejo
Não há medicamentos específicos aprovados para tratar a displasia da dentina atípica por deficiência de SMOC2. O manejo é focado no cuidado odontológico individualizado, incluindo acompanhamento com dentista especializado, tratamento das alterações dentárias (como restaurações, próteses ou extrações quando necessário) e suporte para a saúde bucal geral. Não há cobertura específica pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para esta doença.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico é variável e depende da gravidade das alterações dentárias. Com acompanhamento odontológico adequado, é possível manter a função mastigatória e a estética, contribuindo para a qualidade de vida. Não há informações sobre redução da expectativa de vida associada a esta condição.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Doença rara autossômica recessiva caracterizada por displasia dentinária atípica, associada a mutações no gene SMOC2. Manifesta-se com alterações na estrutura e cor dos dentes, podendo afetar a formação da dentina.
Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
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Entender a doença
Do básico ao detalhe, leia no seu ritmo
Preparando trilha educativa...
Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
Sinais e sintomas
Os principais sinais e sintomas incluem: ausência de vários dentes (oligodontia), dentes menores que o normal (microdontia), esmalte dental subdesenvolvido (hipoplasia do esmalte), dentes com câmara pulpar aumentada e raízes curtas (taurodontia), raízes dentárias curtas, obliteração (fechamento) da câmara pulpar e perda óssea ao redor da ponta da raiz (perda óssea periapical).[1][3]
Causas genéticas
A doença é causada por alterações (mutações) no gene SMOC2, que fornece instruções para a produção de uma proteína chamada SPARC-related modular calcium-binding protein 2. Essa proteína participa do desenvolvimento normal dos dentes. A herança é autossômica recessiva, ou seja, é necessário herdar uma cópia do gene alterado de cada um dos pais para manifestar a doença.[1][4]
Diagnóstico
Tratamento e manejo
Não há medicamentos específicos aprovados para tratar a displasia da dentina atípica por deficiência de SMOC2. O manejo é focado no cuidado odontológico individualizado, incluindo acompanhamento com dentista especializado, tratamento das alterações dentárias (como restaurações, próteses ou extrações quando necessário) e suporte para a saúde bucal geral. Não há cobertura específica pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para esta doença.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico é variável e depende da gravidade das alterações dentárias. Com acompanhamento odontológico adequado, é possível manter a função mastigatória e a estética, contribuindo para a qualidade de vida. Não há informações sobre redução da expectativa de vida associada a esta condição.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Partes do corpo afetadas
+ 3 sintomas em outras categorias
Características mais comuns
Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 7 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Genes associados
1 gene identificado com associação a esta condição. Padrão de herança: Autosomal recessive.
Curadoria gene-doença
fontes oficiaisPromotes matrix assembly and cell adhesiveness (By similarity). Can stimulate endothelial cell proliferation, migration, as well as angiogenesis
Secreted, extracellular space, extracellular matrix, basement membrane
Dentin dysplasia 1
A dental defect in which both primary and secondary dentitions are affected. The clinical crowns of both permanent and deciduous teeth are of normal shape, form and color in most cases, although they may be slightly opalescent and blue or brown. Teeth may be very mobile and exfoliate spontaneously because of inadequate root formation. On radiographs, the roots are short and may be more pointed than normal. Pulp chambers are usually absent except for a chevron-shaped remnant in the crown. Root canals are usually absent.
Variantes genéticas (ClinVar)
77 variantes patogênicas registradas no ClinVar.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Displasia da dentina, atípica, devido à deficiência de SMOC2
Selecione um estado ou use sua localização para ver resultados.
Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.
Pesquisa ativa
Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes
Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
Associações
Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação
Ainda não temos associações cadastradas para Displasia da dentina, atípica, devido à deficiência de SMOC2.
É de uma associação que acompanha esta doença? Fale com a gente →
Comunidades
Grupos ativos de quem convive com esta doença aqui no Raras
Ainda não existe comunidade no Raras para Displasia da dentina, atípica, devido à deficiência de SMOC2
Pacientes, familiares e cuidadores se organizam em comunidades pra compartilhar experiências, fazer perguntas e se apoiar. Você pode ser o primeiro.
Tire suas dúvidas
Perguntas, dicas e experiências compartilhadas aqui na página
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Fazer loginDoenças relacionadas
Doenças com sintomas parecidos — ajudam quem ainda está buscando diagnóstico
Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:314721(Orphanet)
- MONDO:0017819(MONDO)
- GARD:17433(GARD (NIH))
- Variantes catalogadas(ClinVar)
- Q56014042(Wikidata)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar
Displasia da dentina, atípica, devido à deficiência de SMOC2
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata