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Amiotrofia escapuloperonial
ORPHA:85146CID-10 · G12.1OMIM 181400DOENÇA RARA
MuscularInício adultaHerança AD

Síndrome neurogênica escapuloperonial tipo Kaeser, autossômica dominante, caracterizada por atrofia e fraqueza muscular progressiva dos membros superiores e inferiores, com comprometimento facial e disfagia. Pode apresentar pé torto equinovaro e ginecomastia.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 02/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A amiotrofia escapuloperonial (também conhecida como síndrome escapuloperoneal neurogênica, tipo Kaeser) é uma doença neuromuscular rara, caracterizada por fraqueza e atrofia muscular que afeta principalmente a cintura escapular (ombros) e a região peroneal (parte inferior das pernas e pés). A prevalência estimada é de menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas, sendo considerada uma condição ultrarrara. A herança é autossômica dominante, o que significa que uma cópia alterada do gene responsável já é suficiente para causar a doença. Os sintomas geralmente começam na idade adulta.[1][4]

Sinais e sintomas

Os principais sinais e sintomas incluem fraqueza escapuloperoneal (afetando ombros e parte inferior das pernas), atrofia muscular da cintura escapular, atrofia do músculo fibular (na perna), fraqueza dos dorsiflexores do pé (dificuldade para levantar a ponta do pé), pé torto equinovaro (deformidade do pé), fraqueza da musculatura facial, disfagia (dificuldade para engolir) e ginecomastia (aumento das mamas em homens). Em exames de microscopia muscular, podem ser observados vacúolos com bordas e estriamento da banda Z. Também pode haver anomalia do desenvolvimento do giro frontal inferior (uma região do cérebro).[1][4]

Causas genéticas

A amiotrofia escapuloperonial é causada por variantes (mutações) no gene DES, que fornece instruções para a produção da proteína desmina. A desmina é uma proteína essencial para a estrutura e função das células musculares. A herança é autossômica dominante, ou seja, basta herdar uma cópia do gene alterado de um dos pais para desenvolver a doença. O gene DES está associado a esta condição em bases de dados genéticas como OMIM e GenCC.[1][2][5]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sintomas característicos e confirmado por testes genéticos. O sequenciamento completo do exoma (WES) é um dos procedimentos disponíveis para identificar variantes no gene DES. Atualmente, há 361 variantes associadas a esta condição registradas no ClinVar, um banco de dados público de variantes genéticas. O teste genético está disponível no Brasil com cobertura mínima pelo SUS.[1][2][5][6]

Tratamento e manejo

Não há cura conhecida para a amiotrofia escapuloperonial. O manejo é focado no alívio dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. O atendimento em reabilitação para doenças raras é um dos procedimentos disponíveis no SUS. Embora medicamentos como nusinersena (Spinraza) e risdiplam (Evrysdi) estejam listados em procedimentos SUS, eles são aprovados para Atrofia Muscular Espinhal (AME), e não especificamente para esta condição. Não há medicamentos aprovados especificamente para a amiotrofia escapuloperonial.[1][2][6]

Tratamentos citados na literatura

Na literatura científica, há uma associação minerada com o fármaco Curium (1 publicação). É importante destacar que esta é uma informação proveniente de mineração de textos científicos (PubTator3) e não representa uma recomendação de tratamento. Consulte sempre seu médico para decisões sobre terapias.[6]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico varia de pessoa para pessoa. Por ser uma condição de início na idade adulta e progressão lenta, muitas pessoas mantêm qualidade de vida com acompanhamento multidisciplinar e reabilitação. O suporte de fisioterapia, terapia ocupacional e fonoaudiologia pode ajudar a gerenciar os sintomas. O aconselhamento genético é recomendado para pacientes e familiares.[1][4]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

📋
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Síndrome neurogênica escapuloperonial tipo Kaeser, autossômica dominante, caracterizada por atrofia e fraqueza muscular progressiva dos membros superiores e inferiores, com comprometimento facial e disfagia. Pode apresentar pé torto equinovaro e ginecomastia.

Publicações científicas
5 artigos
Último publicado: 2024 Jul

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
<1 / 1 000 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Casos conhecidos
15
pacientes catalogados
Início
Adult
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
CID-10: G12.1
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
PROCEDIMENTOS SIGTAP (4)
0202010694
Sequenciamento completo do exoma (WES)genetic_test
0604020011
Nusinersena (AME — Spinraza)biologic
0604380011
Risdiplam (AME — Evrysdi)rehabilitation
0301070040
Atendimento em reabilitação — doenças raras
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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

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Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A amiotrofia escapuloperonial (também conhecida como síndrome escapuloperoneal neurogênica, tipo Kaeser) é uma doença neuromuscular rara, caracterizada por fraqueza e atrofia muscular que afeta principalmente a cintura escapular (ombros) e a região peroneal (parte inferior das pernas e pés). A prevalência estimada é de menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas, sendo considerada uma condição ultrarrara. A herança é autossômica dominante, o que significa que uma cópia alterada do gene responsável já é suficiente para causar a doença. Os sintomas geralmente começam na idade adulta.[1][4]

Sinais e sintomas

Os principais sinais e sintomas incluem fraqueza escapuloperoneal (afetando ombros e parte inferior das pernas), atrofia muscular da cintura escapular, atrofia do músculo fibular (na perna), fraqueza dos dorsiflexores do pé (dificuldade para levantar a ponta do pé), pé torto equinovaro (deformidade do pé), fraqueza da musculatura facial, disfagia (dificuldade para engolir) e ginecomastia (aumento das mamas em homens). Em exames de microscopia muscular, podem ser observados vacúolos com bordas e estriamento da banda Z. Também pode haver anomalia do desenvolvimento do giro frontal inferior (uma região do cérebro).[1][4]

Causas genéticas

A amiotrofia escapuloperonial é causada por variantes (mutações) no gene DES, que fornece instruções para a produção da proteína desmina. A desmina é uma proteína essencial para a estrutura e função das células musculares. A herança é autossômica dominante, ou seja, basta herdar uma cópia do gene alterado de um dos pais para desenvolver a doença. O gene DES está associado a esta condição em bases de dados genéticas como OMIM e GenCC.[1][2][5]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sintomas característicos e confirmado por testes genéticos. O sequenciamento completo do exoma (WES) é um dos procedimentos disponíveis para identificar variantes no gene DES. Atualmente, há 361 variantes associadas a esta condição registradas no ClinVar, um banco de dados público de variantes genéticas. O teste genético está disponível no Brasil com cobertura mínima pelo SUS.[1][2][5][6]

Tratamento e manejo

Não há cura conhecida para a amiotrofia escapuloperonial. O manejo é focado no alívio dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. O atendimento em reabilitação para doenças raras é um dos procedimentos disponíveis no SUS. Embora medicamentos como nusinersena (Spinraza) e risdiplam (Evrysdi) estejam listados em procedimentos SUS, eles são aprovados para Atrofia Muscular Espinhal (AME), e não especificamente para esta condição. Não há medicamentos aprovados especificamente para a amiotrofia escapuloperonial.[1][2][6]

Tratamentos citados na literatura

Na literatura científica, há uma associação minerada com o fármaco Curium (1 publicação). É importante destacar que esta é uma informação proveniente de mineração de textos científicos (PubTator3) e não representa uma recomendação de tratamento. Consulte sempre seu médico para decisões sobre terapias.[6]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico varia de pessoa para pessoa. Por ser uma condição de início na idade adulta e progressão lenta, muitas pessoas mantêm qualidade de vida com acompanhamento multidisciplinar e reabilitação. O suporte de fisioterapia, terapia ocupacional e fonoaudiologia pode ajudar a gerenciar os sintomas. O aconselhamento genético é recomendado para pacientes e familiares.[1][4]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Partes do corpo afetadas

💪
Músculos
5 sintomas
🫃
Digestivo
1 sintomas
📏
Crescimento
1 sintomas
🫘
Rins
1 sintomas
😀
Face
1 sintomas

+ 4 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

87%prev.
Atrofia muscular da cintura escapular
Frequência: 13/15
87%prev.
Fraqueza escapuloperoneal
Frequência: 13/15
75%prev.
Vacúolos com bordas
Frequência: 6/8
62%prev.
Anomalia do desenvolvimento do giro frontal inferior
Frequência: 8/13
38%prev.
HP:0003596
Frequência: 5/13
33%prev.
Ginecomastia
Frequência: 3/9
13sintomas
Muito frequente (2)
Frequente (5)
Ocasional (3)
Sem dados (3)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 13 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

Atrofia muscular da cintura escapularShoulder girdle muscle atrophy
Frequência: 13/1587%
Fraqueza escapuloperonealScapuloperoneal weakness
Frequência: 13/1587%
Vacúolos com bordasRimmed vacuoles
Frequência: 6/875%
Anomalia do desenvolvimento do giro frontal inferiorHP:0011462
Frequência: 8/1362%
HP:0003596
Frequência: 5/1338%

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa11desde 2015
Total histórico5PubMed
Últimos 10 anos1publicações
Pico20151 papers
Linha do tempo
20202015Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

Genes associados

1 gene identificado com associação a esta condição. Padrão de herança: Autosomal dominant.

DESDesminDisease-causing germline mutation(s) inTolerante
FUNÇÃO

Muscle-specific type III intermediate filament essential for proper muscular structure and function. Plays a crucial role in maintaining the structure of sarcomeres, inter-connecting the Z-disks and forming the myofibrils, linking them not only to the sarcolemmal cytoskeleton, but also to the nucleus and mitochondria, thus providing strength for the muscle fiber during activity (PubMed:25358400). In adult striated muscle they form a fibrous network connecting myofibrils to each other and to the

LOCALIZAÇÃO

Cytoplasm, myofibril, sarcomere, Z lineCytoplasmCell membrane, sarcolemmaNucleusCell tipNucleus envelope

VIAS BIOLÓGICAS (1)
Striated Muscle Contraction
MECANISMO DE DOENÇA

Myopathy, myofibrillar, 1

A form of myofibrillar myopathy, a group of chronic neuromuscular disorders characterized at ultrastructural level by disintegration of the sarcomeric Z disk and myofibrils, and replacement of the normal myofibrillar markings by small dense granules, or larger hyaline masses, or amorphous material. MFM1 is characterized by skeletal muscle weakness associated with cardiac conduction blocks, arrhythmias, restrictive heart failure, and accumulation of desmin-reactive deposits in cardiac and skeletal muscle cells.

EXPRESSÃO TECIDUAL(Ubíquo)
Esôfago - Muscular
14058.1 TPM
Cólon sigmoide
13011.1 TPM
Músculo esquelético
12069.4 TPM
Esôfago - Junção
10253.3 TPM
Coração - Ventrículo esquerdo
8346.0 TPM
OUTRAS DOENÇAS (4)
myofibrillar myopathy 1neurogenic scapuloperoneal syndrome, Kaeser typedilated cardiomyopathy 1Ifamilial isolated dilated cardiomyopathy
HGNC:2770UniProt:P17661

Variantes genéticas (ClinVar)

361 variantes patogênicas registradas no ClinVar.

🧬 DES: NM_001927.4(DES):c.720G>T (p.Lys240Asn) ()
🧬 DES: NM_001927.4(DES):c.1000G>T (p.Glu334Ter) ()
🧬 DES: NM_001927.4(DES):c.197dup (p.Ser68fs) ()
🧬 DES: NM_001927.4(DES):c.5G>A (p.Ser2Asn) ()
🧬 DES: NM_001927.4(DES):c.1257del (p.Ile420fs) ()
Ver todas no ClinVar

Classificação de variantes (ClinVar)

Distribuição de 108 variantes classificadas pelo ClinVar.

27
76
5
Patogênica (25.0%)
VUS (70.4%)
Benigna (4.6%)
VARIANTES MAIS SIGNIFICATIVAS
DES: NM_001927.4(DES):c.1237del (p.Glu413fs) [Likely pathogenic]
DES: NM_001927.4(DES):c.322del (p.Glu108fs) [Likely pathogenic]
DES: NM_001927.4(DES):c.944dup (p.Gln316fs) [Likely pathogenic]
DES: NM_001927.4(DES):c.1130T>C (p.Leu377Pro) [Likely pathogenic]
DES: NM_001927.4(DES):c.885G>A (p.Trp295Ter) [Conflicting classifications of pathogenicity]

Vias biológicas (Reactome)

1 via biológica associada aos genes desta condição.

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Amiotrofia escapuloperonial

🗺️

Selecione um estado ou use sua localização para ver resultados.

Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.

Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.

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Divulgue para pacientes e familiares que acompanham esta doença.
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Publicações mais relevantes

Timeline de publicações
0 papers (10 anos)

Publicações recentes

Ver todas no PubMed

Associações

Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação

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Comunidades

Grupos ativos de quem convive com esta doença aqui no Raras

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Ordenadas pelo número de sintomas em comum.

Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. Long-Term Observations in an Affected Family with Neurogenic Scapuloperoneal Syndrome Caused by Mutation R269C in the TRPV4 Gene.
    Neuropediatrics· 2015· PMID 26110311mais citado
  2. The various forms of hereditary motor neuron disorders and their historical descriptions.
    J Neurol· 2024· PMID 38816479recente
  3. Tomaculous neuropathy with unusual clinical aspects.
    Rom J Neurol Psychiatry· 1995· PMID 8729178recente
  4. Adult-onset autosomal recessive neurogenic scapuloperoneal syndrome.
    J Neurol Sci· 1989· PMID 2614468recente
  5. Neurogenic scapuloperoneal syndrome in childhood.
    J Neurol Neurosurg Psychiatry· 1980· PMID 7441268recente

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:85146(Orphanet)
  2. OMIM OMIM:181400(OMIM)
  3. MONDO:0008407(MONDO)
  4. GARD:10312(GARD (NIH))
  5. Variantes catalogadas(ClinVar)
  6. Busca completa no PubMed(PubMed)
  7. Q17538998(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

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Compêndio · Raras BR

Amiotrofia escapuloperonial

ORPHA:85146 · MONDO:0008407
Prevalência
<1 / 1 000 000
Casos
15 casos conhecidos
Herança
Autosomal dominant
CID-10
G12.1 · Outras atrofias musculares espinais hereditárias
Início
Adult
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C1867005
Wikidata
DiscussaoAtiva

Nenhuma novidade ainda. O agente esta monitorando.

0membros
0novidades

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Genética mendeliana
fonte: OMIM
Indexação biomédica
fonte: MeSH (NLM)
Dado público estruturado
fonte: Wikidata