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Atrofia coriorretiniana bifocal progressiva
ORPHA:75373CID-10 · H35.5CID-11 · 9B70OMIM 600790DOENÇA RARA
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Visão / ocularInício neonatalHerança AD
Também conhecida comoCRAPBPBCRA
Sinônimos clínicos: CRAPB · Atrofia coriorretiniana bifocal progressiva

A Atrofia Coriorretiniana Bifocal Progressiva (PBCRA) é uma doença ocular que começa cedo na vida e causa um desgaste progressivo da coroide e da retina. Ela se caracteriza por grandes áreas de degeneração na mácula (a parte central da retina) e na retina nasal (a parte mais próxima do nariz), movimentos involuntários dos olhos (nistagmo), miopia (dificuldade para enxergar de longe), visão reduzida e um avanço lento da condição.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

💬
EM LINGUAGEM SIMPLES

A atrofia coriorretiniana bifocal progressiva é uma alteração genética rara que atinge os olhos e surge nos primeiros meses de vida. Ela provoca um desgaste lento na retina e na coroide, causando dificuldade para enxergar de longe, movimentos involuntários dos olhos e visão reduzida. Não há medicamentos específicos que curem a condição, e ela não consta na lista oficial de protocolos clínicos (PCDT) de doenças raras do Ministério da Saúde.

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A Atrofia Coriorretiniana Bifocal Progressiva (PBCRA) é uma doença ocular que começa cedo na vida e causa um desgaste progressivo da coroide e da retina. Ela se caracteriza por grandes áreas de degeneração na mácula (a parte central da retina) e na retina nasal (a parte mais próxima do nariz), movimentos involuntários dos olhos (nistagmo), miopia (dificuldade para enxergar de longe), visão reduzida e um avanço lento da condição.

Publicações científicas
9 artigos
Último publicado: 2024

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
<1 / 1 000 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Casos conhecidos
2
pacientes catalogados
Início
Infancy
+ neonatal
🏥
SUS: Sem cobertura SUSScore: 0%
CID-10: H35.5
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Entender a doença

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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Características mais comuns

90%prev.
Miopia
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Nistagmo
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Esotropia
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Deficiência visual
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Distrofia corioretiniana
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Atrofia macular
Muito frequente (99-80%)
10sintomas
Muito frequente (6)
Ocasional (1)
Sem dados (3)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 10 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

MiopiaMyopia
Muito frequente (99-80%)90%
NistagmoNystagmus
Muito frequente (99-80%)90%
Muito frequente (99-80%)90%
Deficiência visualVisual impairment
Muito frequente (99-80%)90%
Distrofia corioretinianaChorioretinal dystrophy
Muito frequente (99-80%)90%

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa2desde 2024
Total histórico9PubMed
Últimos 10 anos3publicações
Pico20191 papers
Linha do tempo
2024Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

Genes associados

1 gene identificado com associação a esta condição. Padrão de herança: Autosomal dominant.

Curadoria gene-doença

fontes oficiais
PRDM13
DHS6S1Disease-causing germline mutation(s) inDesconhecido

Classificação de variantes (ClinVar)

Distribuição de 2 variantes classificadas pelo ClinVar.

2
Patogênica (100.0%)
VARIANTES MAIS SIGNIFICATIVAS
LOC111365204: NC_000006.12:g.99598928T>C [Pathogenic]
LOC111365204: NC_000006.12:g.99598907A>C [Pathogenic]

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

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Publicações mais relevantes

Timeline de publicações
3 papers (10 anos)
#1

Two novel non-coding single nucleotide variants in the DNase1 hypersensitivity site of PRDM13 causing North Carolina macular dystrophy in Korea.

Molecular vision2024

Pathogenic variants in North Carolina macular dystrophy (NCMD) have rarely been reported in the East Asian population. Herein, we reported novel variants of NCMD in 2 Korean families. The regions associated with NCMD were analyzed with genome sequencing, and variants were filtered based on the minor allele frequency (0.5%) and heterozygosity. Non-coding variants were functionally annotated using multiple computational tools. We identified two rare novel variants, chr6:g.99,598,914T>C (hg38; V17) and chr6:g.99,598,926G>A (hg38; V18) upstream of PRDM13 in families A and B, respectively. In Family 1, Grade 2 NCMD and a best-corrected visual acuity of 20/25 and 20/200 in the right and left eyes, respectively, were observed. In Family B, all affected individuals had Grade 1 NCMD with characteristic confluent drusen at the fovea and a best-corrected visual acuity of 20/20 in both eyes. These two variants are 10-22 bp downstream of the reported V10 variant within the DNase1 hypersensitivity site. This site is associated with progressive bifocal chorioretinal atrophy and congenital posterior polar chorioretinal hypertrophy and lies in the putative enhancer site of PRDM13. We identified two novel NCMD variants in the Korean population and further validated the regulatory role of the DNase1 hypersensitivity site upstream of PRDM13.

#2

CONGENITAL POSTERIOR POLAR CHORIORETINAL HYPOPLASIA: Expansion of the Clinical Spectrum, Mutation, and Its Association With PRDM13.

Retina (Philadelphia, Pa.)2022 Dec 01

To describe a new ocular phenotype in a single Egyptian family associated with a heterozygous noncoding mutation in the North Carolina macular dystrophy (NCMD/MCDR1) locus, likely affecting the PRDM13 gene. A retrospective, clinical chart review of 11 members of a four-generation family. Comprehensive ophthalmic examinations included visual acuity, refraction, fundus imaging, spectral-domain optical coherence tomography, and full-field electroretinography. Molecular genetic analysis of the MCDR1 region was performed using whole genome and targeted sequencing. The main outcome measures were DNA sequence variants, clinical, retinal imaging, and electroretinography findings. The five affected adult family members tested carried a single heterozygous mutation in a noncoding region (Chr6:100,046,783A>C) located 7.8 kb upstream of PRDM13. Visual acuity ranged from 20/200 to 20/400. All members had extensive chorioretinal absence/thinning extending outside of the maculae with extensive posterior bowing of the choroid and sclera centered in the macula giving a large macular coloboma-like appearance. Two additional members had cystoid fluid, and one had macular detachment. Full-field electroretinography revealed reduced cone and rod responses in all affected members. The phenotype of this disease falls between the spectrum of progressive bifocal chorioretinal atrophy and NCMD. The findings are most consistent with progressive bifocal chorioretinal atrophy with the exception that there is no bifocal nature to the appearance nor is it progressive. Another view is that the phenotype seems to be an extremely severe form of NCMD. Given that this disease falls in between progressive bifocal chorioretinal atrophy and NCMD, we propose calling it congenital posterior polar chorioretinal hypoplasia.

#3

Unique noncoding variants upstream of PRDM13 are associated with a spectrum of developmental retinal dystrophies including progressive bifocal chorioretinal atrophy.

Human mutation2019 May

The autosomal dominant progressive bifocal chorioretinal atrophy (PBCRA) disease locus has been mapped to chromosome 6q14-16.2 that overlaps the North Carolina macular dystrophy (NCMD) locus MCDR1. NCMD is a nonprogressive developmental macular dystrophy, in which variants upstream of PRDM13 have been implicated. Whole genome sequencing was performed to interrogate structural variants (SVs) and single nucleotide variants (SNVs) in eight individuals, six affected individuals from two families with PBCRA, and two individuals from an additional family with a related developmental macular dystrophy. A SNV (chr6:100,046,804T>C), located 7.8 kb upstream of the PRDM13 gene, was shared by all PBCRA-affected individuals in the disease locus. Haplotype analysis suggested that the variant arose independently in the two families. The two affected individuals from Family 3 were screened for rare variants in the PBCRA and NCMD loci. This revealed a de novo variant in the proband, 21 bp from the first SNV (chr6:100,046,783A>C). This study expands the noncoding variant spectrum upstream of PRDM13 and suggests altered spatio-temporal expression of PRDM13 as a candidate disease mechanism in the phenotypically distinct but related conditions, NCMD and PBCRA.

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Atualmente, não existe cura ou tratamento medicamentoso específico catalogado para reverter a atrofia coriorretiniana bifocal progressiva. O manejo médico concentra-se em acompanhar a evolução clínica e oferecer suporte oftalmológico para os sintomas visuais.

Referências

Fontes citadas no texto, publicações do grafo e bases de dados usadas neste verbete

Citar este verbete

Raras. (s.d.). Atrofia coriorretiniana bifocal progressiva. Em Raras — Enciclopédia de Doenças Raras do Brasil. https://raras.org/doenca/atrofia-coriorretiniana-bifocal-progressiva

Formato APA. Conteúdo sob CC BY 4.0 — reuso livre com atribuição.

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Compêndio · Raras BR

Atrofia coriorretiniana bifocal progressiva

ORPHA:75373 · MONDO:0010932
Prevalência
<1 / 1 000 000
Casos
2 casos conhecidos
Herança
Autosomal dominant
CID-10
H35.5 · Distrofias hereditárias da retina
CID-11
Início
Infancy, Neonatal
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C1833321
EuropePMC
Wikidata
Papers 10a

📋 Origem dos dados

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Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Genética mendeliana
fonte: OMIM
Indexação biomédica
fonte: MeSH (NLM)
Dado público estruturado
fonte: Wikidata
Rara