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Atrofia muscular espinhal proximal de início na infância autossômica dominante DYNC1H1-relacionada
ORPHA:209341CID-10 · G12.1OMIM 158600DOENÇA RARA
MuscularInício neonatalHerança AD
Também conhecida comoSMALED1
Sinônimos clínicos: Atrofia muscular espinhal proximal autossómica dominante de início na infância

Doença rara autossômica dominante que causa fraqueza muscular proximal progressiva nos membros inferiores, com início na infância. Manifesta-se por atraso no desenvolvimento, marcha anserina e reflexos diminuídos, associada a alterações neuropáticas no EMG.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 09/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A atrofia muscular espinhal proximal de início na infância autossômica dominante DYNC1H1-relacionada é uma doença neuromuscular rara, caracterizada por fraqueza e perda muscular (atrofia) que afeta principalmente os músculos mais próximos ao centro do corpo (proximais), como os da coxa e do quadril. O termo "espinhal" refere-se à origem do problema nos neurônios motores da medula espinhal. A doença tem início na infância e é causada por alterações (variantes) no gene DYNC1H1. A herança é autossômica dominante, o que significa que uma cópia alterada do gene já é suficiente para causar a condição. A prevalência estimada é de menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas, sendo considerada uma doença ultrarrara.[1][4]

Sinais e sintomas

Os sinais e sintomas geralmente aparecem na infância, mas podem se manifestar desde o período neonatal até a idade adulta. Os principais incluem fraqueza muscular proximal nos membros inferiores, que pode levar a dificuldade para correr, marcha anserina (andar com oscilação do corpo, como um pato) e atraso na habilidade de andar. A amiotrofia (perda de massa muscular) é mais evidente na região proximal das pernas. Pode haver também morfologia anormal do pé, disfunção somatossensorial (alteração na sensibilidade), reflexo patelar diminuído e atraso global do desenvolvimento. Exames como a eletromiografia (EMG) podem mostrar alterações neuropáticas, e a biópsia muscular pode revelar predominância de fibras musculares do tipo 2.[1][4]

Causas genéticas

A doença é causada por variantes (mutações) no gene DYNC1H1 (dynein cytoplasmic 1 heavy chain 1). Este gene fornece instruções para a produção de uma proteína chamada cadeia pesada 1 da dineína citoplasmática, essencial para o transporte de materiais dentro das células nervosas (neurônios). Mutações nesse gene prejudicam a função dos neurônios motores da medula espinhal, levando à degeneração e à fraqueza muscular. A herança é autossômica dominante: basta herdar uma cópia do gene alterado de um dos pais para desenvolver a doença. Em alguns casos, a mutação pode ser nova (de novo), ou seja, ocorre pela primeira vez na pessoa afetada, sem histórico familiar.[1][2][5]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sintomas, história familiar e exames complementares. A eletromiografia (EMG) pode mostrar padrão neuropático, e a biópsia muscular pode revelar alterações sugestivas. O diagnóstico definitivo é feito por meio de teste genético molecular, que identifica variantes patogênicas no gene DYNC1H1. No Brasil, o sequenciamento completo do exoma (WES) está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS) com cobertura parcial. Atualmente, há 28 testes genéticos disponíveis e 883 variantes registradas no ClinVar para este gene.[1][2][5]

Tratamento e manejo

Até o momento, não há cura para a atrofia muscular espinhal proximal DYNC1H1-relacionada. O tratamento é focado no manejo dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. Isso inclui fisioterapia e reabilitação para manter a força muscular e a mobilidade, além de acompanhamento multidisciplinar com neurologista, geneticista, fisioterapeuta e terapeuta ocupacional. No Brasil, o SUS oferece atendimento em reabilitação para doenças raras. Medicamentos como nusinersena (Spinraza) e risdiplam (Evrysdi), aprovados para a atrofia muscular espinhal (AME) ligada ao gene SMN1, não são indicados especificamente para esta condição, pois a causa genética é diferente. Não há medicamentos específicos aprovados para esta doença.[1][2]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico varia amplamente dependendo da gravidade dos sintomas e da idade de início. Como a doença é rara e os dados são limitados, não há informações consolidadas sobre a expectativa de vida. O acompanhamento regular com uma equipe multidisciplinar é essencial para monitorar a progressão, prevenir complicações (como contraturas e quedas) e oferecer suporte psicossocial ao paciente e à família.[1][4]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Doença rara autossômica dominante que causa fraqueza muscular proximal progressiva nos membros inferiores, com início na infância. Manifesta-se por atraso no desenvolvimento, marcha anserina e reflexos diminuídos, associada a alterações neuropáticas no EMG.

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
<1 / 1 000 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Casos conhecidos
37
pacientes catalogados
Início
Adult
+ antenatal, childhood, infancy, neonatal
🏥
SUS: Cobertura parcialScore: 70%
2 medicamentos CEAFTriagem neonatal (Fase 5)CID-10: G12.1
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
PROCEDIMENTOS SIGTAP (4)
0202010694
Sequenciamento completo do exoma (WES)genetic_test
0604020011
Nusinersena (AME — Spinraza)biologic
0604380011
Risdiplam (AME — Evrysdi)rehabilitation
0301070040
Atendimento em reabilitação — doenças raras
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Entender a doença

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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

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Visão geral

A atrofia muscular espinhal proximal de início na infância autossômica dominante DYNC1H1-relacionada é uma doença neuromuscular rara, caracterizada por fraqueza e perda muscular (atrofia) que afeta principalmente os músculos mais próximos ao centro do corpo (proximais), como os da coxa e do quadril. O termo "espinhal" refere-se à origem do problema nos neurônios motores da medula espinhal. A doença tem início na infância e é causada por alterações (variantes) no gene DYNC1H1. A herança é autossômica dominante, o que significa que uma cópia alterada do gene já é suficiente para causar a condição. A prevalência estimada é de menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas, sendo considerada uma doença ultrarrara.[1][4]

Sinais e sintomas

Os sinais e sintomas geralmente aparecem na infância, mas podem se manifestar desde o período neonatal até a idade adulta. Os principais incluem fraqueza muscular proximal nos membros inferiores, que pode levar a dificuldade para correr, marcha anserina (andar com oscilação do corpo, como um pato) e atraso na habilidade de andar. A amiotrofia (perda de massa muscular) é mais evidente na região proximal das pernas. Pode haver também morfologia anormal do pé, disfunção somatossensorial (alteração na sensibilidade), reflexo patelar diminuído e atraso global do desenvolvimento. Exames como a eletromiografia (EMG) podem mostrar alterações neuropáticas, e a biópsia muscular pode revelar predominância de fibras musculares do tipo 2.[1][4]

Causas genéticas

A doença é causada por variantes (mutações) no gene DYNC1H1 (dynein cytoplasmic 1 heavy chain 1). Este gene fornece instruções para a produção de uma proteína chamada cadeia pesada 1 da dineína citoplasmática, essencial para o transporte de materiais dentro das células nervosas (neurônios). Mutações nesse gene prejudicam a função dos neurônios motores da medula espinhal, levando à degeneração e à fraqueza muscular. A herança é autossômica dominante: basta herdar uma cópia do gene alterado de um dos pais para desenvolver a doença. Em alguns casos, a mutação pode ser nova (de novo), ou seja, ocorre pela primeira vez na pessoa afetada, sem histórico familiar.[1][2][5]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sintomas, história familiar e exames complementares. A eletromiografia (EMG) pode mostrar padrão neuropático, e a biópsia muscular pode revelar alterações sugestivas. O diagnóstico definitivo é feito por meio de teste genético molecular, que identifica variantes patogênicas no gene DYNC1H1. No Brasil, o sequenciamento completo do exoma (WES) está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS) com cobertura parcial. Atualmente, há 28 testes genéticos disponíveis e 883 variantes registradas no ClinVar para este gene.[1][2][5]

Tratamento e manejo

Até o momento, não há cura para a atrofia muscular espinhal proximal DYNC1H1-relacionada. O tratamento é focado no manejo dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. Isso inclui fisioterapia e reabilitação para manter a força muscular e a mobilidade, além de acompanhamento multidisciplinar com neurologista, geneticista, fisioterapeuta e terapeuta ocupacional. No Brasil, o SUS oferece atendimento em reabilitação para doenças raras. Medicamentos como nusinersena (Spinraza) e risdiplam (Evrysdi), aprovados para a atrofia muscular espinhal (AME) ligada ao gene SMN1, não são indicados especificamente para esta condição, pois a causa genética é diferente. Não há medicamentos específicos aprovados para esta doença.[1][2]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico varia amplamente dependendo da gravidade dos sintomas e da idade de início. Como a doença é rara e os dados são limitados, não há informações consolidadas sobre a expectativa de vida. O acompanhamento regular com uma equipe multidisciplinar é essencial para monitorar a progressão, prevenir complicações (como contraturas e quedas) e oferecer suporte psicossocial ao paciente e à família.[1][4]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Partes do corpo afetadas

💪
Músculos
3 sintomas
🦴
Ossos e articulações
2 sintomas
🧠
Neurológico
2 sintomas

+ 8 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

17%prev.
Atraso global do desenvolvimento
Ocasional (29-5%)
Morfologia anormal do pé
Disfunção somatossensorial
Amiotrofia proximal dos membros inferiores
Atrofia muscular espinhal
Dificuldade para correr
15sintomas
Ocasional (1)
Sem dados (14)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 15 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

Atraso global do desenvolvimentoGlobal developmental delay
Ocasional (29-5%)17%
Morfologia anormal do péAbnormal foot morphology
Disfunção somatossensorialSomatic sensory dysfunction
Amiotrofia proximal dos membros inferioresProximal lower limb amyotrophy
Atrofia muscular espinhalSpinal muscular atrophy

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa11
Últimos 10 anos1publicações
Pico20151 papers
Linha do tempo
20202015Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

Triagem neonatal (Teste do Pezinho)

👶
Teste: qPCR para deleção de SMN1 em sangue seco
Fase 5 do PNTNstate_pilots
Incidência no Brasil: 1:10.000

A triagem neonatal permite diagnóstico precoce e início imediato do tratamento.

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

Genes associados

1 gene identificado com associação a esta condição. Padrão de herança: Autosomal dominant.

Curadoria gene-doença

fontes oficiais
DYNC1H1
DYNC1H1Cytoplasmic dynein 1 heavy chain 1Disease-causing germline mutation(s) inAltamente restrito
FUNÇÃO

Cytoplasmic dynein 1 acts as a motor for the intracellular retrograde motility of vesicles and organelles along microtubules. Dynein has ATPase activity; the force-producing power stroke is thought to occur on release of ADP. Plays a role in mitotic spindle assembly and metaphase plate congression (PubMed:27462074)

LOCALIZAÇÃO

Cytoplasm, cytoskeleton

VIAS BIOLÓGICAS (10)
AggrephagyAmplification of signal from unattached kinetochores via a MAD2 inhibitory signalRHO GTPases Activate ForminsMitotic PrometaphaseEML4 and NUDC in mitotic spindle formation
MECANISMO DE DOENÇA

Charcot-Marie-Tooth disease, axonal, type 2O

An axonal form of Charcot-Marie-Tooth disease, a disorder of the peripheral nervous system, characterized by progressive weakness and atrophy, initially of the peroneal muscles and later of the distal muscles of the arms. Charcot-Marie-Tooth disease is classified in two main groups on the basis of electrophysiologic properties and histopathology: primary peripheral demyelinating neuropathies (designated CMT1 when they are dominantly inherited) and primary peripheral axonal neuropathies (CMT2). Neuropathies of the CMT2 group are characterized by signs of axonal degeneration in the absence of obvious myelin alterations, normal or slightly reduced nerve conduction velocities, and progressive distal muscle weakness and atrophy.

EXPRESSÃO TECIDUAL(Ubíquo)
Fibroblastos
147.9 TPM
Cérebro - Hemisfério cerebelar
140.0 TPM
Cerebelo
129.1 TPM
Nervo tibial
80.3 TPM
Artéria tibial
78.4 TPM
OUTRAS DOENÇAS (4)
autosomal dominant childhood-onset proximal spinal muscular atrophy without contracturesCharcot-Marie-Tooth disease axonal type 2Ointellectual disability, autosomal dominant 13autosomal dominant non-syndromic intellectual disability
HGNC:2961UniProt:Q14204

Variantes genéticas (ClinVar)

883 variantes patogênicas registradas no ClinVar.

🧬 DYNC1H1: NM_001376.5(DYNC1H1):c.3268A>G (p.Arg1090Gly) ()
🧬 DYNC1H1: NM_001376.5(DYNC1H1):c.9293C>G (p.Ser3098Cys) ()
🧬 DYNC1H1: NM_001376.5(DYNC1H1):c.4535A>G (p.Tyr1512Cys) ()
🧬 DYNC1H1: NM_001376.5(DYNC1H1):c.2356C>T (p.Arg786Cys) ()
🧬 DYNC1H1: NM_001376.5(DYNC1H1):c.3016-11T>A ()
Ver todas no ClinVar

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Atrofia muscular espinhal proximal de início na infância autossômica dominante DYNC1H1-relacionada

🗺️

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Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.

Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.

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Publicações mais relevantes

Timeline de publicações
0 papers (10 anos)

Publicações recentes

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Associações

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Comunidades

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Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. Novel mutations expand the clinical spectrum of DYNC1H1-associated spinal muscular atrophy.
    Neurology· 2015· PMID 25609763recente

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:209341(Orphanet)
  2. OMIM OMIM:158600(OMIM)
  3. MONDO:0008026(MONDO)
  4. GARD:13519(GARD (NIH))
  5. Variantes catalogadas(ClinVar)
  6. Busca completa no PubMed(PubMed)
  7. Q7577467(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

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Compêndio · Raras BR

Atrofia muscular espinhal proximal de início na infância autossômica dominante DYNC1H1-relacionada

ORPHA:209341 · MONDO:0008026
🇧🇷 Brasil SUS
Triagem
qPCR para deleção de SMN1 em sangue seco
PNTN
Fase 5
Incidência BR
1:10.000
CEAF
1ANusinersena1ARisdiplam
Geral
Prevalência
<1 / 1 000 000
Casos
37 casos conhecidos
Herança
Autosomal dominant
CID-10
G12.1 · Outras atrofias musculares espinais hereditárias
Início
Adult, Antenatal, Childhood, Infancy, Neonatal
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C1834690
Wikidata
DiscussaoAtiva

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📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Genética mendeliana
fonte: OMIM
Indexação biomédica
fonte: MeSH (NLM)
Dado público estruturado
fonte: Wikidata