A braquiolmia autossômica dominante é uma forma relativamente grave de braquiolmia, um grupo de doenças genéticas esqueléticas raras, caracterizadas por tronco curto, baixa estatura, platispondilia e cifoescoliose. A doença articular degenerativa (osteoartropatia) na coluna vertebral, grandes articulações e articulações interfalângicas manifesta-se na idade adulta.
Introdução
O que você precisa saber de cara
A braquiolmia autossômica dominante é uma condição genética rara que afeta o desenvolvimento dos ossos, provocando baixa estatura e encurtamento do tronco. Desde a infância, as famílias costumam observar vértebras achatadas (platispondilia) e curvaturas acentuadas na coluna vertebral, como cifose e escoliose. A condição não afeta a capacidade intelectual do indivíduo, mas na idade adulta pode trazer desgastes nas articulações. No Brasil, a condição não possui um PCDT próprio nem remédios curativos, sendo o suporte garantido pelo SUS por meio de serviços de reabilitação e acompanhamento ortopédico.
A braquiolmia autossômica dominante é uma forma relativamente grave de braquiolmia, um grupo de doenças genéticas esqueléticas raras, caracterizadas por tronco curto, baixa estatura, platispondilia e cifoescoliose. A doença articular degenerativa (osteoartropatia) na coluna vertebral, grandes articulações e articulações interfalângicas manifesta-se na idade adulta.
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Entender a doença
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Partes do corpo afetadas
+ 8 sintomas em outras categorias
Características mais comuns
Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 19 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.
Linha do tempo da pesquisa
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Genes associados
1 gene identificado com associação a esta condição.
Curadoria gene-doença
fontes oficiaisBrachyolmia 3
A form of brachyolmia, a clinically and genetically heterogeneous skeletal dysplasia primarily affecting the spine and characterized by a short trunk, short stature, and platyspondyly. BCYM3 is an autosomal dominant form with severe scoliosis with or without kyphosis, and flattened irregular cervical vertebrae.
Variantes genéticas (ClinVar)
264 variantes patogênicas registradas no ClinVar.
Vias biológicas (Reactome)
2 vias biológicas associadas aos genes desta condição.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Braquiolmia autossômica dominante
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Pesquisa ativa
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Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
Publicações mais relevantes
Natural history of TRPV4-Related disorders: From skeletal dysplasia to neuromuscular phenotype.
TRPV4-related disorders constitute a broad spectrum of clinical phenotypes including several genetic skeletal and neuromuscular disorders, in which clinical variability and somewhat overlapping features are present. These disorders have previously been considered to be clinically distinct phenotypes before their molecular basis was discovered. However, with the identification of TRPV4 variants in the etiology, they are referred as TRPV4-related disorders (TRPV4-pathies), and are now mainly grouped into skeletal dysplasias and neuromuscular disorders. The skeletal dysplasia group includes metatropic dysplasia, parastremmatic dysplasia, spondyloepiphyseal dysplasia Maroteaux type, spondylometaphyseal dysplasia Kozlowski type, autosomal dominant brachyolmia, and familial digital arthropathy-brachydactyly, whereas the neuromuscular group includes congenital distal spinal muscular atrophy (SMA), scapuloperoneal SMA and Charcot-Marie-Tooth neuropathy type 2C with common manifestations of peripheral neuropathy, joint contractures, and respiratory system involvement. Apart from familial digital arthropathy-brachydactyly, skeletal dysplasia associated with TRPV4 pathogenic variants share some clinical features such as short stature with short trunk, spinal and pelvic changes with varying degrees of long bone involvement. Of note, there is considerable phenotypic overlap within and between both groups. Herein, we report on the clinical and molecular spectrum of 11 patients from six different families diagnosed with TRPV4-related disorders. This study yet represents the largest cohort of patients with TRPV4 variants from a single center in Turkey.
Autosomal dominant brachyolmia: transient metaphyseal striations.
We report transient proximal and distal femoral metaphyseal striations that have not previously been described in autosomal dominant brachyolmia. The pelvis/hip radiograph of a 13-year-old boy demonstrated bilaterally symmetrical proximal femoral metaphyseal vertical striations. Additional vertical striations were also observed at the distal femur and proximal tibia metaphysis. Radiography of the thoracolumbar spine demonstrated platyspondyly with irregular endplates and overfaced pedicles. TRPV4 mutations were confirmed in this patient. Similar proximal femoral metaphyseal vertical striations were noted in the patient's sibling. Those streaks disappeared on the follow-up radiographs, and we considered it a unique radiologic finding transiently observed in autosomal dominant brachyolmia.
Whole exome sequencing identified a novel COL2A1 mutation that causes mild Spondylo-epiphyseal dysplasia mimicking autosomal dominant brachyolmia.
Publicações recentes
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Autosomal dominant brachyolmia in a large Swedish family: phenotypic spectrum and natural course.
Mice expressing mutant Trpv4 recapitulate the human TRPV4 disorders.
📚 EuropePMC4 artigos no totalmostrando 3
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European journal of paediatric neurology : EJPN : official journal of the European Paediatric Neurology SocietyAutosomal dominant brachyolmia: transient metaphyseal striations.
Skeletal radiologyWhole exome sequencing identified a novel COL2A1 mutation that causes mild Spondylo-epiphyseal dysplasia mimicking autosomal dominant brachyolmia.
American journal of medical genetics. Part AAssociações
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Doença com base genética
Um médico geneticista pode ajudar no diagnóstico de Braquiolmia autossômica dominante e no aconselhamento genético da família.
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Perguntas frequentes
O que as famílias mais perguntam sobre esta doença — cada resposta com a fonte de onde saiu
Não há cura conhecida ou tratamento farmacológico curativo registrado para a braquiolmia autossômica dominante. O acompanhamento concentra-se no manejo das deformidades da coluna e em procedimentos de atendimento em reabilitação.
Referências
Fontes citadas no texto, publicações do grafo e bases de dados usadas neste verbete
5 publicações do grafo RarasNet (PubMed) · 6 bases de dados. Títulos, periódicos e PMIDs vêm direto da fonte, sem intermediação de IA.
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
Citar este verbete
Raras. (s.d.). Braquiolmia autossômica dominante. Em Raras — Enciclopédia de Doenças Raras do Brasil. https://raras.org/doenca/braquiolmia-autossomica-dominante
Formato APA. Conteúdo sob CC BY 4.0 — reuso livre com atribuição.
Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar
Braquiolmia autossômica dominante
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Genética mendeliana
- fonte: OMIM
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- CID-11 (futuro)
- fonte: WHO ICD-11
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Indexação biomédica
- fonte: MeSH (NLM)