Demência neurodegenerativa rara, autossômica dominante, causada por mutações no gene PRKAR1B. Caracteriza-se por comprometimento da linguagem, atrofia do neurônio motor, rigidez, bradicinesia, inércia e atrofia frontotemporal, com instabilidade postural e alterações comportamentais.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A demência neurodegenerativa com filamentos intermediários PRKAR1B-relacionada é uma doença rara do sistema nervoso, caracterizada por perda progressiva das funções cognitivas e motoras. Estima-se que sua prevalência seja inferior a 1 caso por 1.000.000 de pessoas. A doença geralmente se manifesta na idade adulta e segue um padrão de herança autossômico dominante, o que significa que uma cópia alterada do gene PRKAR1B é suficiente para causar a condição.[1][3]
Sinais e sintomas
Os sintomas mais comuns incluem comprometimento da memória, déficit de atenção, ansiedade, apatia e comportamento inapropriado. Com a progressão da doença, podem surgir demência frontotemporal, parkinsonismo (como bradicinesia, rigidez muscular e instabilidade postural), marcha arrastada com passos curtos, quedas frequentes e deterioração motora. Também são observados atrofia cerebral difusa (especialmente nas regiões frontotemporais), degeneração do trato espinocerebelar, comprometimento da linguagem e prejuízo na cognição construtiva visuoespacial.[1][3]
Causas genéticas
A doença é causada por variantes patogênicas no gene PRKAR1B, que codifica a subunidade reguladora tipo I-beta da proteína quinase dependente de cAMP. Esse gene desempenha um papel importante na sinalização celular e na manutenção da estrutura dos neurônios. A herança é autossômica dominante, ou seja, filhos de uma pessoa afetada têm 50% de chance de herdar a variante genética e desenvolver a doença.[1][4]
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sintomas neurológicos e cognitivos, associado a exames de imagem que podem mostrar atrofia cerebral difusa ou frontotemporal. A confirmação genética é feita por sequenciamento completo do exoma (WES), disponível no Sistema Único de Saúde (SUS) como parte da cobertura mínima para doenças raras. Atualmente, há 110 variantes patogênicas registradas no ClinVar e 336 testes genéticos disponíveis para a doença.[1][4]
Tratamento e manejo
Não há cura para a demência neurodegenerativa com filamentos intermediários PRKAR1B-relacionada. O manejo é multidisciplinar e foca no alívio dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. O SUS oferece atendimento em reabilitação para doenças raras, que pode incluir fisioterapia, terapia ocupacional, fonoaudiologia e suporte psicológico. Medicamentos específicos não estão listados nos dados disponíveis; portanto, o tratamento deve ser individualizado, com acompanhamento médico regular.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico é reservado, com progressão gradual dos sintomas cognitivos e motores ao longo dos anos. A qualidade de vida pode ser significativamente impactada pela perda de autonomia, quedas frequentes e comprometimento da comunicação. O suporte de uma equipe multidisciplinar e o acesso a serviços de reabilitação são fundamentais para ajudar o paciente e sua família a enfrentar os desafios da doença.[1][3]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Demência neurodegenerativa rara, autossômica dominante, causada por mutações no gene PRKAR1B. Caracteriza-se por comprometimento da linguagem, atrofia do neurônio motor, rigidez, bradicinesia, inércia e atrofia frontotemporal, com instabilidade postural e alterações comportamentais.
Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
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Entender a doença
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
A demência neurodegenerativa com filamentos intermediários PRKAR1B-relacionada é uma doença rara do sistema nervoso, caracterizada por perda progressiva das funções cognitivas e motoras. Estima-se que sua prevalência seja inferior a 1 caso por 1.000.000 de pessoas. A doença geralmente se manifesta na idade adulta e segue um padrão de herança autossômico dominante, o que significa que uma cópia alterada do gene PRKAR1B é suficiente para causar a condição.[1][3]
Sinais e sintomas
Os sintomas mais comuns incluem comprometimento da memória, déficit de atenção, ansiedade, apatia e comportamento inapropriado. Com a progressão da doença, podem surgir demência frontotemporal, parkinsonismo (como bradicinesia, rigidez muscular e instabilidade postural), marcha arrastada com passos curtos, quedas frequentes e deterioração motora. Também são observados atrofia cerebral difusa (especialmente nas regiões frontotemporais), degeneração do trato espinocerebelar, comprometimento da linguagem e prejuízo na cognição construtiva visuoespacial.[1][3]
Causas genéticas
A doença é causada por variantes patogênicas no gene PRKAR1B, que codifica a subunidade reguladora tipo I-beta da proteína quinase dependente de cAMP. Esse gene desempenha um papel importante na sinalização celular e na manutenção da estrutura dos neurônios. A herança é autossômica dominante, ou seja, filhos de uma pessoa afetada têm 50% de chance de herdar a variante genética e desenvolver a doença.[1][4]
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sintomas neurológicos e cognitivos, associado a exames de imagem que podem mostrar atrofia cerebral difusa ou frontotemporal. A confirmação genética é feita por sequenciamento completo do exoma (WES), disponível no Sistema Único de Saúde (SUS) como parte da cobertura mínima para doenças raras. Atualmente, há 110 variantes patogênicas registradas no ClinVar e 336 testes genéticos disponíveis para a doença.[1][4]
Tratamento e manejo
Não há cura para a demência neurodegenerativa com filamentos intermediários PRKAR1B-relacionada. O manejo é multidisciplinar e foca no alívio dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. O SUS oferece atendimento em reabilitação para doenças raras, que pode incluir fisioterapia, terapia ocupacional, fonoaudiologia e suporte psicológico. Medicamentos específicos não estão listados nos dados disponíveis; portanto, o tratamento deve ser individualizado, com acompanhamento médico regular.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico é reservado, com progressão gradual dos sintomas cognitivos e motores ao longo dos anos. A qualidade de vida pode ser significativamente impactada pela perda de autonomia, quedas frequentes e comprometimento da comunicação. O suporte de uma equipe multidisciplinar e o acesso a serviços de reabilitação são fundamentais para ajudar o paciente e sua família a enfrentar os desafios da doença.[1][3]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Partes do corpo afetadas
+ 12 sintomas em outras categorias
Características mais comuns
Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 23 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.
Linha do tempo da pesquisa
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Genes associados
1 gene identificado com associação a esta condição. Padrão de herança: Autosomal dominant.
Regulatory subunit of the cAMP-dependent protein kinases involved in cAMP signaling in cells
Cell membrane
Marbach-Schaaf neurodevelopmental syndrome
An autosomal dominant neurodevelopmental disorder characterized by global developmental delay, speech delay, behavioral abnormalities, hypotonia, and movement disorders including dyspraxia, apraxia, and clumsiness. More variable features include high pain tolerance, sleep disturbances, and variable non-specific dysmorphic features.
Variantes genéticas (ClinVar)
110 variantes patogênicas registradas no ClinVar.
Vias biológicas (Reactome)
12 vias biológicas associadas aos genes desta condição.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Demência neurodegenerativa com filamentos intermediários PRKAR1B-relacionada
Selecione um estado ou use sua localização para ver resultados.
Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.
Pesquisa ativa
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Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
Publicações mais relevantes
Publicações recentes
Proteolysis-Based Biomarker Repertoire of the Neurofilament Proteome.
Neurofilaments in Sporadic and Familial Amyotrophic Lateral Sclerosis: A Systematic Review and Meta-Analysis.
Cluster analysis dissecting cognitive deficits in older adults with major depressive disorder and the association with neurofilament light chain.
Neurofilaments as biomarkers in neurological disorders - towards clinical application.
Plasma glial fibrillary acidic protein and tau: predictors of neurological outcome after cardiac arrest.
Associações
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Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
Publicações científicas
Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.
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- Neurofilaments in Sporadic and Familial Amyotrophic Lateral Sclerosis: A Systematic Review and Meta-Analysis.
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- Neurofilaments as biomarkers in neurological disorders - towards clinical application.
- Plasma glial fibrillary acidic protein and tau: predictors of neurological outcome after cardiac arrest.
Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:412066(Orphanet)
- MONDO:0018475(MONDO)
- GARD:21738(GARD (NIH))
- Variantes catalogadas(ClinVar)
- Busca completa no PubMed(PubMed)
- Q55346048(Wikidata)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar
Demência neurodegenerativa com filamentos intermediários PRKAR1B-relacionada
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata