Doença multiminicore antenatal com artrogripose múltipla congênita é uma condição neuromuscular grave, caracterizada por fraqueza muscular generalizada desde o nascimento, artrogripose (rigidez articular múltipla) e insuficiência respiratória. Podem estar presentes outras anomalias como criptorquidia, cifoescoliose e características faciais distintas.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A Doença multiminicore antenatal com artrogripose múltipla congênita é uma condição rara que afeta o desenvolvimento muscular e esquelético, manifestando-se antes do nascimento (período antenatal). Ela faz parte do grupo das miopatias congênitas, caracterizadas por fraqueza muscular e alterações na estrutura das fibras musculares. O termo 'multiminicore' refere-se a pequenas áreas de alteração observadas no tecido muscular ao microscópio. A presença de 'artrogripose múltipla congênita' indica que o bebê já nasce com múltiplas contraturas articulares (juntas enrijecidas).[1][3]
Sinais e sintomas
Os sinais e sintomas são variados e podem incluir: fraqueza muscular axial (do tronco), atraso no desenvolvimento motor grosso (como sentar e andar), artrogripose múltipla congênita (contraturas em flexão de várias articulações), pescoço curto e alado, palato ogival (céu da boca alto e estreito), tórax em sino (formato do peito estreito), dolicocefalia (crânio alongado), escoliose (curvatura lateral da coluna), cifose (curvatura para trás da coluna), clinodactilia (dedos curvados), prega palmar transversa única (linha única na palma da mão), orelhas de implantação baixa, dorso nasal proeminente, morfologia anormal das fissuras palpebrais (formato dos olhos), criptorquidia (testículos não descidos) e insuficiência respiratória devido à capacidade vital reduzida (dificuldade para respirar).[1][3]
Causas genéticas
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sinais e sintomas, especialmente a presença de artrogripose múltipla congênita e fraqueza muscular desde o período antenatal. Exames complementares incluem a biópsia muscular, que pode revelar as características 'multiminicore' (pequenas áreas de alteração nas fibras). Testes genéticos, como o sequenciamento completo do exoma (WES), podem ser utilizados para investigar causas genéticas, embora o gene específico para esta condição não esteja definido. O código CID-10 associado é G71.2 (Miopatias congênitas).[1][3][4]
Tratamento e manejo
Não há cura específica para a doença. O manejo é multidisciplinar e focado em aliviar os sintomas e melhorar a qualidade de vida. Pode incluir fisioterapia e reabilitação para manter a mobilidade e prevenir contraturas, suporte respiratório (como ventilação não invasiva) para insuficiência respiratória, e acompanhamento ortopédico para escoliose e cifose. O tratamento deve ser individualizado, com base nas necessidades de cada paciente. No Brasil, o SUS oferece cobertura mínima para atendimento em reabilitação para doenças raras e para o sequenciamento completo do exoma (WES) como procedimento diagnóstico.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico varia conforme a gravidade dos sintomas, especialmente o comprometimento respiratório. A insuficiência respiratória é uma complicação grave que pode impactar a sobrevida. O acompanhamento regular com uma equipe multidisciplinar (neurologista, pneumologista, ortopedista, fisioterapeuta) é essencial para otimizar a qualidade de vida e o manejo das complicações.[1][3]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Doença multiminicore antenatal com artrogripose múltipla congênita é uma condição neuromuscular grave, caracterizada por fraqueza muscular generalizada desde o nascimento, artrogripose (rigidez articular múltipla) e insuficiência respiratória. Podem estar presentes outras anomalias como criptorquidia, cifoescoliose e características faciais distintas.
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Entender a doença
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
A Doença multiminicore antenatal com artrogripose múltipla congênita é uma condição rara que afeta o desenvolvimento muscular e esquelético, manifestando-se antes do nascimento (período antenatal). Ela faz parte do grupo das miopatias congênitas, caracterizadas por fraqueza muscular e alterações na estrutura das fibras musculares. O termo 'multiminicore' refere-se a pequenas áreas de alteração observadas no tecido muscular ao microscópio. A presença de 'artrogripose múltipla congênita' indica que o bebê já nasce com múltiplas contraturas articulares (juntas enrijecidas).[1][3]
Sinais e sintomas
Os sinais e sintomas são variados e podem incluir: fraqueza muscular axial (do tronco), atraso no desenvolvimento motor grosso (como sentar e andar), artrogripose múltipla congênita (contraturas em flexão de várias articulações), pescoço curto e alado, palato ogival (céu da boca alto e estreito), tórax em sino (formato do peito estreito), dolicocefalia (crânio alongado), escoliose (curvatura lateral da coluna), cifose (curvatura para trás da coluna), clinodactilia (dedos curvados), prega palmar transversa única (linha única na palma da mão), orelhas de implantação baixa, dorso nasal proeminente, morfologia anormal das fissuras palpebrais (formato dos olhos), criptorquidia (testículos não descidos) e insuficiência respiratória devido à capacidade vital reduzida (dificuldade para respirar).[1][3]
Causas genéticas
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sinais e sintomas, especialmente a presença de artrogripose múltipla congênita e fraqueza muscular desde o período antenatal. Exames complementares incluem a biópsia muscular, que pode revelar as características 'multiminicore' (pequenas áreas de alteração nas fibras). Testes genéticos, como o sequenciamento completo do exoma (WES), podem ser utilizados para investigar causas genéticas, embora o gene específico para esta condição não esteja definido. O código CID-10 associado é G71.2 (Miopatias congênitas).[1][3][4]
Tratamento e manejo
Não há cura específica para a doença. O manejo é multidisciplinar e focado em aliviar os sintomas e melhorar a qualidade de vida. Pode incluir fisioterapia e reabilitação para manter a mobilidade e prevenir contraturas, suporte respiratório (como ventilação não invasiva) para insuficiência respiratória, e acompanhamento ortopédico para escoliose e cifose. O tratamento deve ser individualizado, com base nas necessidades de cada paciente. No Brasil, o SUS oferece cobertura mínima para atendimento em reabilitação para doenças raras e para o sequenciamento completo do exoma (WES) como procedimento diagnóstico.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico varia conforme a gravidade dos sintomas, especialmente o comprometimento respiratório. A insuficiência respiratória é uma complicação grave que pode impactar a sobrevida. O acompanhamento regular com uma equipe multidisciplinar (neurologista, pneumologista, ortopedista, fisioterapeuta) é essencial para otimizar a qualidade de vida e o manejo das complicações.[1][3]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Partes do corpo afetadas
+ 11 sintomas em outras categorias
Características mais comuns
Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 21 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.
Linha do tempo
Do mais antigo ao mais recente
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Nenhum gene associado encontrado
Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Doença multiminicore antenatal com artrogripose múltipla congênita
Centros de Referência SUS
24 centros habilitados pelo SUS para Doença multiminicore antenatal com artrogripose múltipla congênita
Centros para Doença multiminicore antenatal com artrogripose múltipla congênita
Detalhes dos centros
Hospital Universitário Prof. Edgard Santos (HUPES)
R. Dr. Augusto Viana, s/n - Canela, Salvador - BA, 40110-060 · CNES 0003808
Serviço de Referência
Hospital Infantil Albert Sabin
R. Tertuliano Sales, 544 - Vila União, Fortaleza - CE, 60410-794 · CNES 2407876
Serviço de Referência
Hospital de Apoio de Brasília (HAB)
AENW 3 Lote A Setor Noroeste - Plano Piloto, Brasília - DF, 70684-831 · CNES 0010456
Serviço de Referência
Hospital Estadual Infantil e Maternidade Alzir Bernardino Alves (HIABA)
Av. Min. Salgado Filho, 918 - Soteco, Vila Velha - ES, 29106-010 · CNES 6631207
Serviço de Referência
Hospital das Clínicas da UFG
Rua 235 QD. 68 Lote Área, Nº 285, s/nº - Setor Leste Universitário, Goiânia - GO, 74605-050 · CNES 2338424
Serviço de Referência
Hospital Universitário da UFJF
R. Catulo Breviglieri, Bairro - s/n - Santa Catarina, Juiz de Fora - MG, 36036-110 · CNES 2297442
Atenção Especializada
Hospital das Clínicas da UFMG
Av. Prof. Alfredo Balena, 110 - Santa Efigênia, Belo Horizonte - MG, 30130-100 · CNES 2280167
Serviço de Referência
Hospital Universitário Julio Müller (HUJM)
R. Luis Philippe Pereira Leite, s/n - Alvorada, Cuiabá - MT, 78048-902 · CNES 2726092
Atenção Especializada
Hospital Universitário João de Barros Barreto
R. dos Mundurucus, 4487 - Guamá, Belém - PA, 66073-000 · CNES 2337878
Serviço de Referência
Hospital Universitário Lauro Wanderley (HULW)
R. Tabeliao Estanislau Eloy, 585 - Castelo Branco, João Pessoa - PB, 58050-585 · CNES 0002470
Atenção Especializada
Instituto de Medicina Integral Prof. Fernando Figueira (IMIP)
R. dos Coelhos, 300 - Boa Vista, Recife - PE, 50070-902 · CNES 0000647
Serviço de Referência
Hospital Pequeno Príncipe
R. Des. Motta, 1070 - Água Verde, Curitiba - PR, 80250-060 · CNES 3143805
Serviço de Referência
Hospital Universitário Regional de Maringá (HUM)
Av. Mandacaru, 1590 - Parque das Laranjeiras, Maringá - PR, 87083-240 · CNES 2216108
Atenção Especializada
Hospital de Clínicas da UFPR
R. Gen. Carneiro, 181 - Alto da Glória, Curitiba - PR, 80060-900 · CNES 2364980
Serviço de Referência
Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE-UERJ)
Blvd. 28 de Setembro, 77 - Vila Isabel, Rio de Janeiro - RJ, 20551-030 · CNES 2280221
Serviço de Referência
Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz)
Av. Rui Barbosa, 716 - Flamengo, Rio de Janeiro - RJ, 22250-020 · CNES 2269988
Serviço de Referência
Hospital São Lucas da PUCRS
Av. Ipiranga, 6690 - Jardim Botânico, Porto Alegre - RS, 90610-000 · CNES 2232928
Serviço de Referência
Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA)
Rua Ramiro Barcelos, 2350 Bloco A - Av. Protásio Alves, 211 - Bloco B e C - Santa Cecília, Porto Alegre - RS, 90035-903 · CNES 2237601
Serviço de Referência
Hospital Universitário da UFSC (HU-UFSC)
R. Profa. Maria Flora Pausewang - Trindade, Florianópolis - SC, 88036-800 · CNES 2560356
Serviço de Referência
Hospital das Clínicas da FMUSP
R. Dr. Ovídio Pires de Campos, 225 - Cerqueira César, São Paulo - SP, 05403-010 · CNES 2077485
Serviço de Referência
Hospital de Base de São José do Rio Preto
Av. Brg. Faria Lima, 5544 - Vila Sao Jose, São José do Rio Preto - SP, 15090-000 · CNES 2079798
Atenção Especializada
Hospital de Clínicas da UNICAMP
R. Vital Brasil, 251 - Cidade Universitária, Campinas - SP, 13083-888 · CNES 2748223
Serviço de Referência
Hospital de Clínicas de Ribeirão Preto (HCRP-USP)
R. Ten. Catão Roxo, 3900 - Vila Monte Alegre, Ribeirão Preto - SP, 14015-010 · CNES 2082187
Serviço de Referência
UNIFESP / Hospital São Paulo
R. Napoleão de Barros, 715 - Vila Clementino, São Paulo - SP, 04024-002 · CNES 2688689
Serviço de Referência
Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.
Pesquisa ativa
Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes
Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
Associações
Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação
Ainda não temos associações cadastradas para Doença multiminicore antenatal com artrogripose múltipla congênita.
É de uma associação que acompanha esta doença? Fale com a gente →
Comunidades
Grupos ativos de quem convive com esta doença aqui no Raras
Ainda não existe comunidade no Raras para Doença multiminicore antenatal com artrogripose múltipla congênita
Pacientes, familiares e cuidadores se organizam em comunidades pra compartilhar experiências, fazer perguntas e se apoiar. Você pode ser o primeiro.
Tire suas dúvidas
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Fazer loginDoenças relacionadas
Doenças com sintomas parecidos — ajudam quem ainda está buscando diagnóstico
Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:178148(Orphanet)
- MONDO:0015794(MONDO)
- GARD:20143(GARD (NIH))
- Q55785723(Wikidata)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar
Doença multiminicore antenatal com artrogripose múltipla congênita
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- CID-11 (futuro)
- fonte: WHO ICD-11
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Indexação biomédica
- fonte: MeSH (NLM)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata