A estenose subaórtica fixa (FSS) é uma malformação cardíaca rara caracterizada pela obstrução por tecido membranoso ou fibromuscular da via de saída do ventrículo esquerdo (VSVE) abaixo da válvula aórtica, que ocorre como uma lesão isolada ou em associação com malformações cardíacas adicionais (por exemplo, defeito do septo ventricular, persistência do canal arterial, coarctação da aorta), que se apresenta na infância com sinais de obstrução da VSVE (por exemplo, dispneia, tórax dor, síncope, palpitações) e que podem potencialmente levar a complicações potencialmente fatais (por exemplo, regurgitação aórtica, endocardite infecciosa). Compreende três subformas anatômicas: estenose subaórtica membranosa fixa discreta (tecido membranoso que circunda a VSVE), estenose subaórtica fibromuscular discreta (tecido fibromuscular que circunda a VSVE) e estenose subaórtica em túnel (estreitamento fibromuscular difuso em forma de túnel da VSVE), sendo as duas últimas formas geralmente mais graves que a forma membranosa.
Introdução
O que você precisa saber de cara
A estenose subaórtica fixa é uma malformação rara do coração em que se forma uma membrana ou tecido grosso logo abaixo da válvula aórtica, dificultando a saída do sangue. Os sintomas costumam surgir na infância e incluem cansaço aos esforços, dor no peito, desmaios e sensação de palpitações. A condição pode provocar sobrecarga no coração e levar a complicações sérias, como vazamento na válvula aórtica e infecções cardíacas. A doença não conta com um protocolo clínico (PCDT) próprio nem remédios específicos dispensados pelo SUS, sendo o cuidado realizado pelas equipes de cardiologia da rede de saúde.
A estenose subaórtica fixa (FSS) é uma malformação cardíaca rara caracterizada pela obstrução por tecido membranoso ou fibromuscular da via de saída do ventrículo esquerdo (VSVE) abaixo da válvula aórtica, que ocorre como uma lesão isolada ou em associação com malformações cardíacas adicionais (por exemplo, defeito do septo ventricular, persistência do canal arterial, coarctação da aorta), que se apresenta na infância com sinais de obstrução da VSVE (por exemplo, dispneia, tórax dor, síncope, palpitações) e que podem potencialmente levar a complicações potencialmente fatais (por exemplo, regurgitação aórtica, endocardite infecciosa). Compreende três subformas anatômicas: estenose subaórtica membranosa fixa discreta (tecido membranoso que circunda a VSVE), estenose subaórtica fibromuscular discreta (tecido fibromuscular que circunda a VSVE) e estenose subaórtica em túnel (estreitamento fibromuscular difuso em forma de túnel da VSVE), sendo as duas últimas formas geralmente mais graves que a forma membranosa.
Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
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Onde tratar no SUS
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Publicações mais relevantes
Case Report: a newly described form of fixed subaortic stenosis in a feline patient.
Fixed subaortic stenosis as a congenital heart defect has been reported in a relatively small number of cases. The classic description of feline subaortic stenosis reflects the presence of a fibrous ring just underneath the aortic valve. The present case has a unique morphological aspect, analogous with a rare human stenosis. A 15-month-old, ESH female presented with an anamnesis consisting of respiratory distress, apathy, and anorexia. The clinical examination displayed a patient with lethargy and severe dyspnea, whilst lung auscultation identified generalized bilateral pulmonary crackles. A systolic IV/VI parasternal murmur was identified on the left thorax, while the murmur intensity on the right side was III/VI. Electrocardiogram showed a sinus rhythm interrupted by ventricular ectopic beats. Two-dimensional (2D) echocardiography revealed a concentric hypertrophy of the left ventricle, with severe left atrium enlargement and mild pleural and pericardial effusion. A subaortic, hyperechoic structure was seen from the right parasternal five-chamber view, accompanied by post-stenotic aortic dilatation. The aortic peak velocity was 5.2 m/s, a feature that characterizes the severe form of aortic stenosis. The cat died shortly after presentation and necropsy was performed. Subaortic stenosis was confirmed on gross examination. The structure that induced stenosis of the left ventricle outflow tract (LVOT) had the appearance of a rudimental valve with moderator bands attached. Microscopically, it contains fibrous and smooth muscular tissue and cardiac conduction fibers. This type of subaortic stenosis resembles the cushion-like pseudovalve type described only in human cardiology. This is the first case describing clinical signs, ECG, echocardiography, and histopathological findings in a cat with cushion-like pseudovalve subaortic stenosis. Fixed subaortic stenosis is a rare congenital disease in cats, which should be taken into consideration in young cats with dyspnea and left ventricular hypertrophy.
Subvalvular Aortic Stenosis: Learning From Human and Canine Clinical Research.
Subvalvular aortic stenosis (SAS) is the most common congenital heart disease (CHD) in dogs and is also prevalent in human children. A fibrous ridge below the aortic valve narrows the left ventricular outflow tract (LVOT) and increases blood flow velocity, leading to devastating side effects in diseased patients. Due to the similarities in presentation, anatomy, pathophysiology, cardiac development, genomics, and environment between humans and dogs, canine SAS patients represent a critical translational model of human SAS. Potential adverse outcomes of SAS include arrhythmias, left-sided congestive heart failure, endocarditis, exercise intolerance, syncope, and sudden cardiac death. The greatest divergence between canine and human SAS clinical research has been the standard of care regarding treatment of these outcomes, with pharmacological intervention dominating best practices in veterinary medicine and surgical intervention comprising the standard practice for human SAS patients. Regardless of the species, the field has yet to identify a treatment option to prevent disease progression or permanently remove the fibrous ridge, but historical leaps in SAS research support a continued translational approach as the most promising method for achieving this goal.
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Fixed subaortic stenosis: a clinical dilemma for clinicians and patients.
Fixed subaortic stenosis.
Geometry of the left ventricular outflow tract in fixed subaortic stenosis and intact ventricular septum: an echocardiographic study in children and adults.
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Perguntas frequentes
O que as famílias mais perguntam sobre esta doença — cada resposta com a fonte de onde saiu
A condição surge por uma obstrução provocada por tecido membranoso ou fibromuscular na via de saída do ventrículo esquerdo. Não há genes específicos identificados nem padrão de herança familiar estabelecido nos catálogos médicos.
Referências
Fontes citadas no texto, publicações do grafo e bases de dados usadas neste verbete
5 publicações do grafo RarasNet (PubMed) · 5 bases de dados. Títulos, periódicos e PMIDs vêm direto da fonte, sem intermediação de IA.
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
Citar este verbete
Raras. (s.d.). Estenose subaórtica fixa. Em Raras — Enciclopédia de Doenças Raras do Brasil. https://raras.org/doenca/estenose-subaortica-fixa
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Estenose subaórtica fixa
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- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- CID-11 (futuro)
- fonte: WHO ICD-11
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata