É uma doença genética muito rara que se manifesta com níveis altos de ácidos biliares no sangue, coceira e dificuldade para absorver gorduras. Ela foi identificada em pessoas da comunidade Amish da Antiga Ordem.
Introdução
O que você precisa saber de cara
A hipercolanemia familiar é uma condição genética rara que causa o acúmulo excessivo de ácidos biliares na corrente sanguínea. Os primeiros sinais costumam surgir nos bebês e crianças pequenas, manifestando-se por coceira intensa, fezes com excesso de gordura e dificuldade para ganhar peso e crescer. O problema afeta a absorção adequada de gorduras da alimentação, o que pode provocar baixos níveis de vitamina K e enfraquecimento dos ossos. No Brasil, a condição não conta com um protocolo específico (PCDT) no Ministério da Saúde, devendo a criança ser acompanhada por especialistas na rede do SUS para suporte nutricional e alívio dos sintomas.
É uma doença genética muito rara que se manifesta com níveis altos de ácidos biliares no sangue, coceira e dificuldade para absorver gorduras. Ela foi identificada em pessoas da comunidade Amish da Antiga Ordem.
Tem tratamento?
Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
Encontrou um erro ou informação desatualizada? Sugira uma correção →
Entender a doença
Do básico ao detalhe, leia no seu ritmo
Preparando trilha educativa...
Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Características mais comuns
Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 8 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.
Linha do tempo da pesquisa
Encontrou um erro ou informação desatualizada? Sugira uma correção →
Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Genes associados
4 genes identificados com associação a esta condição. Padrão de herança: Autosomal recessive.
Curadoria gene-doença
fontes oficiaisHypercholanemia, familial, 1
A disorder characterized by elevated serum bile acid concentrations, itching, and fat malabsorption.
Hypercholanemia, familial 3
An autosomal recessive metabolic disorder characterized by reduced biliary secretion of conjugated bile acids, fat malabsorption, and fat-soluble vitamin deficiency. Clinical manifestations include rickets with variable growth failure due to vitamin D deficiency, and coagulopathy due to deficiency of vitamin K-dependent clotting factors. Additional variable features include pruritis, anemia, hepatomegaly, and bile duct proliferation on liver biopsy. Laboratory studies show abnormally increased levels of unconjugated bile acids.
Hypercholanemia, familial, 2
An autosomal recessive inborn error of metabolism characterized by persistently increased plasma levels of conjugated bile salts apparent from infancy, fat malabsorption and impaired absorption of fat-soluble vitamins, including D and K. Most patients are asymptomatic. Some neonates may have transient jaundice or transiently elevated liver enzymes.
Variantes genéticas (ClinVar)
112 variantes patogênicas registradas no ClinVar.
Classificação de variantes (ClinVar)
Distribuição de 3 variantes classificadas pelo ClinVar.
Vias biológicas (Reactome)
9 vias biológicas associadas aos genes desta condição.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Hipercolanemia familiar
Selecione um estado ou use sua localização para ver resultados.
Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.
Pesquisa ativa
Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes
Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
Publicações mais relevantes
Publicações recentes
Claudin-1 gene mutations in neonatal sclerosing cholangitis associated with ichthyosis: a tight junction disease.
Complex inheritance of familial hypercholanemia with associated mutations in TJP2 and BAAT.
📚 EuropePMC1 artigos no totalmostrando 0
Ver todos os 1 no EuropePMCAssociações
Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação
Ainda não temos associações cadastradas para Hipercolanemia familiar.
É de uma associação que acompanha esta doença? Fale com a gente →
Doença com base genética
Um médico geneticista pode ajudar no diagnóstico de Hipercolanemia familiar e no aconselhamento genético da família.
Doenças relacionadas
Doenças com sintomas parecidos — ajudam quem ainda está buscando diagnóstico
Perguntas frequentes
O que as famílias mais perguntam sobre esta doença — cada resposta com a fonte de onde saiu
A hipercolanemia familiar é provocada por mutações genéticas herdadas em genes como TJP2, BAAT, SLC10A1 e EPHX1. A doença é transmitida através de padrão autossômico recessivo, necessitando de cópias herdadas de ambos os pais.
Referências
Fontes citadas no texto, publicações do grafo e bases de dados usadas neste verbete
2 publicações do grafo RarasNet (PubMed) · 7 bases de dados. Títulos, periódicos e PMIDs vêm direto da fonte, sem intermediação de IA.
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
Citar este verbete
Raras. (s.d.). Hipercolanemia familiar. Em Raras — Enciclopédia de Doenças Raras do Brasil. https://raras.org/doenca/hipercolanemia-familiar
Formato APA. Conteúdo sob CC BY 4.0 — reuso livre com atribuição.
Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar
Hipercolanemia familiar
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Genética mendeliana
- fonte: OMIM
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Indexação biomédica
- fonte: MeSH (NLM)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata
- Reposicionamento
- fonte: Drug Repurposing Hub