Hipotireoidismo congênito causado pela exposição a fármacos antitireoidianos durante a gestação. Pode manifestar-se com dificuldades alimentares, bócio, hipersonia, hipotermia e constipação, além de alterações morfológicas como ponte nasal deprimida.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
O hipotireoidismo congênito por ingestão materna de fármacos antitireoidianos é uma condição que afeta recém-nascidos e lactentes, caracterizada pela redução da produção de hormônios tireoidianos (hipotireoidismo) presente desde o nascimento. Essa condição ocorre quando a mãe utilizou medicamentos antitireoidianos durante a gestação, os quais atravessam a placenta e interferem no desenvolvimento e funcionamento da tireoide do bebê. O reconhecimento precoce é fundamental para evitar complicações no desenvolvimento neurológico e físico da criança.[1][3]
Sinais e sintomas
Os sinais e sintomas podem variar em intensidade e incluem: hipotireoidismo congênito (diagnosticado por exames de sangue), bócio (aumento da glândula tireoide), dificuldades alimentares na infância, sonolência excessiva (hipersonia), temperatura corporal baixa (hipotermia), reflexos lentos (hiporreflexia), constipação intestinal, níveis diminuídos de tiroxina circulante, hérnia umbilical, ponte nasal deprimida, fontanela posterior grande, icterícia neonatal prolongada, tônus muscular baixo (hipotonia neonatal), desconforto respiratório, ausência de ossificação da epífise femoral capital, língua aumentada (macroglossia), ossificação epifisária atrasada, peso elevado ao nascer (grande para a idade gestacional), pele seca, fácies lunar (rosto arredondado), distensão abdominal, pigmentação mosqueada da pele, anormalidades na forma dos ossos das epífises, batimentos cardíacos lentos (bradicardia) e abdome protuberante.[1][3]
Causas genéticas
Esta condição não é causada por alterações genéticas hereditárias no bebê. A causa é ambiental: a exposição intrauterina a fármacos antitireoidianos (como propiltiouracila ou metimazol) utilizados pela mãe para tratar hipertireoidismo. Esses medicamentos atravessam a placenta e inibem a produção de hormônios tireoidianos no feto, levando ao hipotireoidismo congênito. Não há genes associados a esta condição, e o padrão de herança não se aplica, pois não é uma doença genética.[1][4]
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na história de uso materno de medicamentos antitireoidianos durante a gestação, combinado com a presença de sinais clínicos e exames laboratoriais que confirmam o hipotireoidismo no recém-nascido (níveis baixos de tiroxina livre e, frequentemente, níveis elevados de TSH). Exames de imagem, como ultrassonografia da tireoide, podem mostrar bócio. Testes genéticos não são necessários para o diagnóstico, pois a condição não é genética. No entanto, estão disponíveis 336 testes genéticos (painéis ou sequenciamento) que podem ser usados para descartar outras causas genéticas de hipotireoidismo congênito, se houver dúvida diagnóstica.[1][4]
Tratamento e manejo
O tratamento consiste na reposição hormonal com levotiroxina (T4 sintético), que deve ser iniciada o mais precocemente possível para garantir o desenvolvimento neurológico adequado. A dose é ajustada individualmente, com base no peso e nos níveis hormonais, e deve ser monitorada regularmente por um endocrinologista pediátrico. O medicamento liotironina (T3 sintético) também é citado em estudos como opção terapêutica, mas seu uso é menos comum e deve ser avaliado caso a caso. O acompanhamento inclui exames periódicos de função tireoidiana e avaliação do crescimento e desenvolvimento neuropsicomotor.[1]
Tratamentos citados na literatura
Na literatura científica, o fármaco liotironina (T3) é mencionado em associação com o manejo do hipotireoidismo congênito. É importante destacar que essas são associações identificadas em publicações científicas (mineração de texto) e não representam uma recomendação formal de tratamento. A decisão terapêutica deve ser sempre individualizada pelo médico assistente.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
Com diagnóstico precoce e tratamento adequado com reposição hormonal, o prognóstico é geralmente bom, e a maioria das crianças desenvolve-se normalmente. O atraso no início do tratamento pode levar a comprometimento intelectual e atrasos no desenvolvimento. O acompanhamento multidisciplinar (endocrinologista, pediatra, nutricionista) é importante para monitorar o crescimento, a função tireoidiana e o desenvolvimento neuropsicomotor ao longo da infância.[1][3]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Hipotireoidismo congênito causado pela exposição a fármacos antitireoidianos durante a gestação. Pode manifestar-se com dificuldades alimentares, bócio, hipersonia, hipotermia e constipação, além de alterações morfológicas como ponte nasal deprimida.
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Entender a doença
Do básico ao detalhe, leia no seu ritmo
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
O hipotireoidismo congênito por ingestão materna de fármacos antitireoidianos é uma condição que afeta recém-nascidos e lactentes, caracterizada pela redução da produção de hormônios tireoidianos (hipotireoidismo) presente desde o nascimento. Essa condição ocorre quando a mãe utilizou medicamentos antitireoidianos durante a gestação, os quais atravessam a placenta e interferem no desenvolvimento e funcionamento da tireoide do bebê. O reconhecimento precoce é fundamental para evitar complicações no desenvolvimento neurológico e físico da criança.[1][3]
Sinais e sintomas
Os sinais e sintomas podem variar em intensidade e incluem: hipotireoidismo congênito (diagnosticado por exames de sangue), bócio (aumento da glândula tireoide), dificuldades alimentares na infância, sonolência excessiva (hipersonia), temperatura corporal baixa (hipotermia), reflexos lentos (hiporreflexia), constipação intestinal, níveis diminuídos de tiroxina circulante, hérnia umbilical, ponte nasal deprimida, fontanela posterior grande, icterícia neonatal prolongada, tônus muscular baixo (hipotonia neonatal), desconforto respiratório, ausência de ossificação da epífise femoral capital, língua aumentada (macroglossia), ossificação epifisária atrasada, peso elevado ao nascer (grande para a idade gestacional), pele seca, fácies lunar (rosto arredondado), distensão abdominal, pigmentação mosqueada da pele, anormalidades na forma dos ossos das epífises, batimentos cardíacos lentos (bradicardia) e abdome protuberante.[1][3]
Causas genéticas
Esta condição não é causada por alterações genéticas hereditárias no bebê. A causa é ambiental: a exposição intrauterina a fármacos antitireoidianos (como propiltiouracila ou metimazol) utilizados pela mãe para tratar hipertireoidismo. Esses medicamentos atravessam a placenta e inibem a produção de hormônios tireoidianos no feto, levando ao hipotireoidismo congênito. Não há genes associados a esta condição, e o padrão de herança não se aplica, pois não é uma doença genética.[1][4]
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na história de uso materno de medicamentos antitireoidianos durante a gestação, combinado com a presença de sinais clínicos e exames laboratoriais que confirmam o hipotireoidismo no recém-nascido (níveis baixos de tiroxina livre e, frequentemente, níveis elevados de TSH). Exames de imagem, como ultrassonografia da tireoide, podem mostrar bócio. Testes genéticos não são necessários para o diagnóstico, pois a condição não é genética. No entanto, estão disponíveis 336 testes genéticos (painéis ou sequenciamento) que podem ser usados para descartar outras causas genéticas de hipotireoidismo congênito, se houver dúvida diagnóstica.[1][4]
Tratamento e manejo
O tratamento consiste na reposição hormonal com levotiroxina (T4 sintético), que deve ser iniciada o mais precocemente possível para garantir o desenvolvimento neurológico adequado. A dose é ajustada individualmente, com base no peso e nos níveis hormonais, e deve ser monitorada regularmente por um endocrinologista pediátrico. O medicamento liotironina (T3 sintético) também é citado em estudos como opção terapêutica, mas seu uso é menos comum e deve ser avaliado caso a caso. O acompanhamento inclui exames periódicos de função tireoidiana e avaliação do crescimento e desenvolvimento neuropsicomotor.[1]
Tratamentos citados na literatura
Na literatura científica, o fármaco liotironina (T3) é mencionado em associação com o manejo do hipotireoidismo congênito. É importante destacar que essas são associações identificadas em publicações científicas (mineração de texto) e não representam uma recomendação formal de tratamento. A decisão terapêutica deve ser sempre individualizada pelo médico assistente.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
Com diagnóstico precoce e tratamento adequado com reposição hormonal, o prognóstico é geralmente bom, e a maioria das crianças desenvolve-se normalmente. O atraso no início do tratamento pode levar a comprometimento intelectual e atrasos no desenvolvimento. O acompanhamento multidisciplinar (endocrinologista, pediatra, nutricionista) é importante para monitorar o crescimento, a função tireoidiana e o desenvolvimento neuropsicomotor ao longo da infância.[1][3]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Partes do corpo afetadas
+ 12 sintomas em outras categorias
Características mais comuns
Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 27 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.
Linha do tempo da pesquisa
Triagem neonatal (Teste do Pezinho)
A triagem neonatal permite diagnóstico precoce e início imediato do tratamento.
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Nenhum gene associado encontrado
Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Hipotireoidismo congênito por ingestão materna de fármacos antitireoidianos
Centros de Referência SUS
24 centros habilitados pelo SUS para Hipotireoidismo congênito por ingestão materna de fármacos antitireoidianos
Centros para Hipotireoidismo congênito por ingestão materna de fármacos antitireoidianos
Detalhes dos centros
Hospital Universitário Prof. Edgard Santos (HUPES)
R. Dr. Augusto Viana, s/n - Canela, Salvador - BA, 40110-060 · CNES 0003808
Serviço de Referência
Hospital Infantil Albert Sabin
R. Tertuliano Sales, 544 - Vila União, Fortaleza - CE, 60410-794 · CNES 2407876
Serviço de Referência
Hospital de Apoio de Brasília (HAB)
AENW 3 Lote A Setor Noroeste - Plano Piloto, Brasília - DF, 70684-831 · CNES 0010456
Serviço de Referência
Hospital Estadual Infantil e Maternidade Alzir Bernardino Alves (HIABA)
Av. Min. Salgado Filho, 918 - Soteco, Vila Velha - ES, 29106-010 · CNES 6631207
Serviço de Referência
Hospital das Clínicas da UFG
Rua 235 QD. 68 Lote Área, Nº 285, s/nº - Setor Leste Universitário, Goiânia - GO, 74605-050 · CNES 2338424
Serviço de Referência
Hospital Universitário da UFJF
R. Catulo Breviglieri, Bairro - s/n - Santa Catarina, Juiz de Fora - MG, 36036-110 · CNES 2297442
Atenção Especializada
Hospital das Clínicas da UFMG
Av. Prof. Alfredo Balena, 110 - Santa Efigênia, Belo Horizonte - MG, 30130-100 · CNES 2280167
Serviço de Referência
Hospital Universitário Julio Müller (HUJM)
R. Luis Philippe Pereira Leite, s/n - Alvorada, Cuiabá - MT, 78048-902 · CNES 2726092
Atenção Especializada
Hospital Universitário João de Barros Barreto
R. dos Mundurucus, 4487 - Guamá, Belém - PA, 66073-000 · CNES 2337878
Serviço de Referência
Hospital Universitário Lauro Wanderley (HULW)
R. Tabeliao Estanislau Eloy, 585 - Castelo Branco, João Pessoa - PB, 58050-585 · CNES 0002470
Atenção Especializada
Instituto de Medicina Integral Prof. Fernando Figueira (IMIP)
R. dos Coelhos, 300 - Boa Vista, Recife - PE, 50070-902 · CNES 0000647
Serviço de Referência
Hospital Pequeno Príncipe
R. Des. Motta, 1070 - Água Verde, Curitiba - PR, 80250-060 · CNES 3143805
Serviço de Referência
Hospital Universitário Regional de Maringá (HUM)
Av. Mandacaru, 1590 - Parque das Laranjeiras, Maringá - PR, 87083-240 · CNES 2216108
Atenção Especializada
Hospital de Clínicas da UFPR
R. Gen. Carneiro, 181 - Alto da Glória, Curitiba - PR, 80060-900 · CNES 2364980
Serviço de Referência
Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE-UERJ)
Blvd. 28 de Setembro, 77 - Vila Isabel, Rio de Janeiro - RJ, 20551-030 · CNES 2280221
Serviço de Referência
Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz)
Av. Rui Barbosa, 716 - Flamengo, Rio de Janeiro - RJ, 22250-020 · CNES 2269988
Serviço de Referência
Hospital São Lucas da PUCRS
Av. Ipiranga, 6690 - Jardim Botânico, Porto Alegre - RS, 90610-000 · CNES 2232928
Serviço de Referência
Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA)
Rua Ramiro Barcelos, 2350 Bloco A - Av. Protásio Alves, 211 - Bloco B e C - Santa Cecília, Porto Alegre - RS, 90035-903 · CNES 2237601
Serviço de Referência
Hospital Universitário da UFSC (HU-UFSC)
R. Profa. Maria Flora Pausewang - Trindade, Florianópolis - SC, 88036-800 · CNES 2560356
Serviço de Referência
Hospital das Clínicas da FMUSP
R. Dr. Ovídio Pires de Campos, 225 - Cerqueira César, São Paulo - SP, 05403-010 · CNES 2077485
Serviço de Referência
Hospital de Base de São José do Rio Preto
Av. Brg. Faria Lima, 5544 - Vila Sao Jose, São José do Rio Preto - SP, 15090-000 · CNES 2079798
Atenção Especializada
Hospital de Clínicas da UNICAMP
R. Vital Brasil, 251 - Cidade Universitária, Campinas - SP, 13083-888 · CNES 2748223
Serviço de Referência
Hospital de Clínicas de Ribeirão Preto (HCRP-USP)
R. Ten. Catão Roxo, 3900 - Vila Monte Alegre, Ribeirão Preto - SP, 14015-010 · CNES 2082187
Serviço de Referência
UNIFESP / Hospital São Paulo
R. Napoleão de Barros, 715 - Vila Clementino, São Paulo - SP, 04024-002 · CNES 2688689
Serviço de Referência
Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.
Pesquisa ativa
Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes
Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
Publicações mais relevantes
Prevalence of transient congenital hypothyroidism among neonates.
Persistence of low levels of thyroid hormone from the time of birth is one of the significant causes of the mental retardation. The aim of this study was to determine the prevalence of transient congenital hypothyroidism among neonates in (XXX). This cross-sectional study, neonates aged 3-5 days who were referred to our center for checkup were screened for thyroid stimulating hormone. Those with TSH < 5mIU/l were, infants were subjected to retesting after one week for TSH and T4 levels. A questionnaire consisting of test results, demographic characteristics, place of sampling, gender, need for re-sampling after the second week for TSH level, birth weight, type of hypothyroidism and prematurity was filled for all the neonates. Of 3600 neonates screened, 126 were presented with had TSH above 5 mIU/l, of which 7 had high TSH and low T4 and were diagnosed with transient hypothyroidism (5.3%). The mean weight of the neonates with hypothyroidism of significantly lower, p = 0.001. However, the type of delivery was not associated with the prevalence of hypothyroidism, p = 0.999. The relationship between maternal hypothyroidism, preterm birth and intake of antithyroid drugs and transient hypothyroidism was statistically significant, p < 0.001, respectively. The incidence of congenital hypothyroidism was 1 in 514 births and was significantly associated with preterm birth, mean weight, maternal hypothyroidism and intake of antithyroid drugs. Routine screening in high prevalence regions are therefore importance, considering the associated factors.
Transient hypothyroidism in the newborn: to treat or not to treat.
Transient congenital hypothyroidism (CH) refers to a temporary deficiency of thyroid hormone identified after birth, with low thyroxine (T4) and elevated thyrotropin (TSH), which later recovers to improved thyroxine production, typically in first few months of infancy. Approximately 17% to 40% of children diagnosed with CH by newborn screening (NBS) programs were later determined to have transient hypothyroidism. Causes of transient CH are prematurity, iodine deficiency, maternal thyrotropin receptor blocking antibodies, maternal intake of anti-thyroid drugs, maternal or neonatal iodine exposure, loss of function mutations and hepatic hemangiomas. The classic clinical symptoms and signs of CH are usually absent immediately after birth in vast majority of infants due to temporary protection from maternal thyroxine. NBS has been largely successful in preventing intellectual disability by early detection of CH by performing thyroid function tests in infants with abnormal screening results. In this review we present the evidence for decision making regarding treatment vs. withholding treatment in infants with transient CH and present a rational approach to identifying transient CH based on American Academy of Pediatrics (AAP) recommendation.
Publicações recentes
The impact of transient hypothyroidism on the increasing rate of congenital hypothyroidism in the United States.
Maternal thyroid disease and risk of birth defects in offspring: a population-based case-control study.
Associações
Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação
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Comunidades
Grupos ativos de quem convive com esta doença aqui no Raras
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Pacientes, familiares e cuidadores se organizam em comunidades pra compartilhar experiências, fazer perguntas e se apoiar. Você pode ser o primeiro.
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Doenças com sintomas parecidos — ajudam quem ainda está buscando diagnóstico
Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
Publicações científicas
Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.
- Prevalence of transient congenital hypothyroidism among neonates.
- Transient hypothyroidism in the newborn: to treat or not to treat.
- The impact of transient hypothyroidism on the increasing rate of congenital hypothyroidism in the United States.
- Maternal thyroid disease and risk of birth defects in offspring: a population-based case-control study.
Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:226313(Orphanet)
- MONDO:0016413(MONDO)
- GARD:20563(GARD (NIH))
- Busca completa no PubMed(PubMed)
- Q55786208(Wikidata)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Hipotireoidismo congênito por ingestão materna de fármacos antitireoidianos
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- CID-11 (futuro)
- fonte: WHO ICD-11
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata
- Reposicionamento
- fonte: Drug Repurposing Hub