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Lisencefalia clássica
ORPHA:102009CID-11 · LD20.1DOENÇA RARA
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Lisencefalia clássica é uma malformação cerebral rara caracterizada por ausência de sulcos corticais, associada a atraso de crescimento, disfagia, crises motoras e anormalidades cardiovasculares. Pode apresentar testa alta e nefropatia, com alterações no EEG e atrofia cortical.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · atualizado 01/10/2026Revisão médica pendente
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Visão geral

A Lisencefalia clássica (termo em inglês: Classic lissencephaly) é uma condição genética rara catalogada sob o identificador MONDO:0015146.[1][2]

Sinais e sintomas

As manifestações neurológicas e de desenvolvimento descritas para o quadro abrangem atrofia cortical cerebral, cisterna silviana aumentada, anormalidade no EEG, crise motora, espasmo epiléptico, paraplegia espástica progressiva e disfagia.[1][2]

Também são observados sinais no período pré-natal e no crescimento geral, incluindo retardo do crescimento intrauterino, movimento fetal diminuído, atraso de crescimento e déficit de crescimento.[1][2]

Características craniofaciais, musculoesqueléticas e estruturais reportadas incluem testa alta, ponte nasal ampla, anormalidade do lábio superior, contratura articular da mão, camptodactilia, clinodactilia do quinto dedo e fosseta sacral.[1][2]

Além disso, podem ocorrer anormalidades sistêmicas como nefropatia, rim pélvico, criptorquidia, onfalocele, anormalidade do sistema cardiovascular, morfologia anormal do sistema cardiovascular e anormalidade do metabolismo/homeostase.[1][2]

Causas genéticas

A condição está associada a alterações em genes específicos essenciais para a migração e desenvolvimento neuronal: PAFAH1B1 (que codifica a subunidade beta do fator de ativação plaquetária acetil-hidrolase IB), YWHAE (proteína 14-3-3 épsilon), HIC1 (proteína hipermetilada no câncer 1) e DCX (duplacortina, proteína de migração neuronal).[1][3]

Diagnóstico

Na investigação diagnóstica laboratorial e genética, constam 336 testes genéticos catalogados para a condição, além de 495 variantes registradas no repositório ClinVar.[1][3][4]

Tratamento e manejo

No momento, a condição possui a classificação de "Sem cobertura SUS" nos registros de integração de procedimentos e não há medicamentos dispensados pelo SUS ou incorporações específicas avaliadas pela CONITEC para a doença no grafo de dados.[1][4]

Tratamentos citados na literatura

Constam na literatura biomédica associações mineradas por processamento de texto automatizado envolvendo determinados compostos e substâncias. Estas menções não constituem recomendação médica ou indicação clínica: Docetaxel (3 publicações), Glucose (3 publicações), Lignans (3 publicações), Lipopolysaccharides (3 publicações), Water (3 publicações), Acetyl Coenzyme A (2 publicações), Acetylcholine (2 publicações), Ethanol (2 publicações), Glutamic Acid (2 publicações) e Lipids (2 publicações).[4]

Fontes numeradas em Referências.

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

💬
EM LINGUAGEM SIMPLES

A lisencefalia clássica é uma condição neurológica congênita rara que afeta a estrutura do córtex cerebral. Ela costuma causar espasmos epilépticos, crises motoras, microcefalia, alterações de crescimento e disfagia (dificuldade de engolir). O quadro está associado a alterações em genes importantes para o desenvolvimento do cérebro, como PAFAH1B1 e DCX. A doença não consta na lista oficial de PCDTs de doenças raras do Ministério da Saúde e não possui medicamentos específicos dispensados pelo SUS. O acompanhamento visa controlar as crises convulsivas e dar suporte contínuo às necessidades motoras e alimentares do paciente.

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Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Lisencefalia clássica é uma malformação cerebral rara caracterizada por ausência de sulcos corticais, associada a atraso de crescimento, disfagia, crises motoras e anormalidades cardiovasculares. Pode apresentar testa alta e nefropatia, com alterações no EEG e atrofia cortical.

Publicações científicas
23 artigos
Último publicado: 1993
🏥
SUS: Sem cobertura SUSScore: 0%
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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Partes do corpo afetadas

🧠
Neurológico
42 sintomas
😀
Face
8 sintomas
📏
Crescimento
7 sintomas
❤️
Coração
5 sintomas
🦴
Ossos e articulações
5 sintomas
🫃
Digestivo
3 sintomas

+ 48 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

—
Disfagia
—
Cisterna silviana aumentada
—
Crise motora
—
Anormalidade do sistema cardiovascular
—
Anormalidade do lábio superior
—
Anormalidade no EEG
130sintomas
Sem dados (130)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 130 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

DisfagiaDysphagia
Cisterna silviana aumentadaEnlarged sylvian cistern
Crise motoraMotor seizure
Anormalidade do sistema cardiovascularAbnormality of the cardiovascular system
Anormalidade do lábio superiorAbnormality of upper lip

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

Genes associados

4 genes identificados com associação a esta condição.

PAFAH1B1Platelet-activating factor acetylhydrolase IB subunit betaDisease-causing germline mutation(s) inAltamente restrito
VIAS BIOLÓGICAS (10)
Amplification of signal from unattached kinetochores via a MAD2 inhibitory signalRHO GTPases Activate ForminsMitotic PrometaphaseEML4 and NUDC in mitotic spindle formationResolution of Sister Chromatid Cohesion
MECANISMO DE DOENÇA

Lissencephaly 1

A classical lissencephaly. It is characterized by agyria or pachygyria and disorganization of the clear neuronal lamination of normal six-layered cortex. The cortex is abnormally thick and poorly organized with 4 primitive layers. Associated with enlarged and dysmorphic ventricles and often hypoplasia of the corpus callosum.

EXPRESSÃO TECIDUAL(Ubíquo)
Cérebro - Hemisfério cerebelar
168.8 TPM
Cerebelo
131.0 TPM
Testículo
125.6 TPM
Brain Frontal Cortex BA9
94.1 TPM
Artéria tibial
93.4 TPM
OUTRAS DOENÇAS (4)
lissencephaly due to LIS1 mutationMiller-Dieker lissencephaly syndromesubcortical band heterotopiachromosome 17p13.3 duplication syndrome
HGNC:8574UniProt:P43034
YWHAE14-3-3 protein epsilonCandidate gene tested inAltamente restrito
VIAS BIOLÓGICAS (10)
Recruitment of mitotic centrosome proteins and complexesLoss of proteins required for interphase microtubule organization from the centrosomeLoss of Nlp from mitotic centrosomesRegulation of PLK1 Activity at G2/M TransitionAURKA Activation by TPX2
EXPRESSÃO TECIDUAL(Ubíquo)
Cérebro - Hemisfério cerebelar
592.3 TPM
Brain Spinal cord cervical c-1
579.8 TPM
Brain Frontal Cortex BA9
577.0 TPM
Fibroblastos
492.8 TPM
Brain Anterior cingulate cortex BA24
483.1 TPM
OUTRAS DOENÇAS (5)
distal 17p13.3 microdeletion syndromeMiller-Dieker lissencephaly syndromechromosome 17p13.3 duplication syndromeclear cell sarcoma of kidney
HGNC:12851UniProt:P62258
HIC1Hypermethylated in cancer 1 proteinCandidate gene tested inRestrito
VIAS BIOLÓGICAS (1)
SUMOylation of transcription factors
EXPRESSÃO TECIDUAL(Ubíquo)
Ovário
30.1 TPM
Útero
28.4 TPM
Cervix Endocervix
25.2 TPM
Fallopian Tube
24.4 TPM
Cervix Ectocervix
21.2 TPM
OUTRAS DOENÇAS (1)
Miller-Dieker lissencephaly syndrome
HGNC:4909UniProt:Q14526
DCXNeuronal migration protein doublecortinDisease-causing germline mutation(s) inAltamente restrito
VIAS BIOLÓGICAS (1)
Neurofascin interactions
MECANISMO DE DOENÇA

Lissencephaly, X-linked 1

A classic lissencephaly characterized by intellectual disability and seizures that are more severe in male patients. Affected boys show an abnormally thick cortex with absent or severely reduced gyri. Clinical manifestations include feeding problems, abnormal muscular tone, seizures and severe to profound psychomotor retardation. Female patients display a less severe phenotype referred to as 'doublecortex'.

VIAS REACTOME (1)
EXPRESSÃO TECIDUAL(Baixa expressão)
Brain Frontal Cortex BA9
2.7 TPM
Hipotálamo
2.2 TPM
Brain Anterior cingulate cortex BA24
2.1 TPM
Brain Nucleus accumbens basal ganglia
2.0 TPM
Córtex cerebral
2.0 TPM
OUTRAS DOENÇAS (2)
lissencephaly type 1 due to doublecortin gene mutationsubcortical band heterotopia
HGNC:2714UniProt:O43602

Variantes genéticas (ClinVar)

495 variantes patogênicas registradas no ClinVar.

🧬 PAFAH1B1: NM_000430.4(PAFAH1B1):c.13C>T (p.Gln5Ter) ()
🧬 PAFAH1B1: NM_000430.4(PAFAH1B1):c.400-2A>G ()
🧬 PAFAH1B1: NM_000430.4(PAFAH1B1):c.404G>A (p.Trp135Ter) ()
🧬 PAFAH1B1: GRCh37/hg19 17p13.3(chr17:2316531-2972634)x1 ()
🧬 PAFAH1B1: NM_000430.4(PAFAH1B1):c.1159+6T>C ()
Ver todas no ClinVar

Classificação de variantes (ClinVar)

Distribuição de 4 variantes classificadas pelo ClinVar.

3
1
Patogênica (75.0%)
Benigna (25.0%)
VARIANTES MAIS SIGNIFICATIVAS
LAMB1: NM_002291.3(LAMB1):c.5066_5072delCTTTAGA [Pathogenic]
LAMB1: NC_000007.13:g.(107626809_107635331)_(107635406_107638801)del [Pathogenic]
LAMB1: NM_002291.3(LAMB1):c.4188+1G>C [Pathogenic/Likely pathogenic]
PAFAH1B1: NM_000430.4(PAFAH1B1):c.1070C>G (p.Ala357Gly) [Likely benign]

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

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Tratamento e manejo

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Publicações mais relevantes

Timeline de publicações
15 papers (10 anos)
#1

"Hair-on-end" appearance in thickened cortex in a case of classic lissencephaly due to DCX gene mutation.

Neurological sciences : official journal of the Italian Neurological Society and of the Italian Society of Clinical Neurophysiology2025 Jul

X-linked lissencephaly is associated with a hemizygous mutation in DCX gene located on the X-chromosome. DCX mutation causes classic lissencephaly in males and subcortical laminar heterotopia in females. Neuronal migration arrest leads to pachygyria and the arrested neurons are noted along the path of neuronal migration between the periventricular region and the cortex. Diffusion tensor imaging in cases of lissencephaly shows abnormal radial arrangement of fibers within the cortex in a "hairon-end" pattern. We demonstrate this "hair-on-end" pattern of fibers within the thickened cortex in a case of lissencephaly due to a pathogenic mutation in DCX gene confirmed on next generation whole exome sequencing.

#2

Characterization of the Epileptogenic Phenotype and Response to Antiseizure Medications in Lissencephaly Patients.

Neuropediatrics2024 Dec

Patients with lissencephaly typically present with severe psychomotor retardation and drug-resistant seizures. The aim of this study was to characterize the epileptic phenotype in a genotypically and radiologically well-defined patient cohort and to evaluate the response to antiseizure medication (ASM). Therefore, we retrospectively evaluated 47 patients of five genetic forms (LIS1/PAFAH1B1, DCX, DYNC1H1, TUBA1A, TUBG1) using family questionnaires, standardized neuropediatric assessments, and patients' medical reports. All but two patients were diagnosed with epilepsy. Median age at seizure onset was 6 months (range: 2.1-42.0), starting with epileptic spasms in 70%. Standard treatment protocols with hormonal therapy (ACTH or corticosteroids) and/or vigabatrin were the most effective approach for epileptic spasms, leading to seizure control in 47%. Seizures later in the disease course were most effectively treated with valproic acid and lamotrigine, followed by vigabatrin and phenobarbital, resulting in seizure freedom in 20%. Regarding psychomotor development, lissencephaly patients presenting without epileptic spasms were significantly more likely to reach various developmental milestones compared to patients with spasms. Classic lissencephaly is highly associated with drug-resistant epilepsy starting with epileptic spasms in most patients. The standard treatment protocols for infantile epileptic spasms syndrome lead to freedom from seizures in around half of the patients. Due to the association of epileptic spasms with an unfavorable course of psychomotor development, early and reliable diagnosis and treatment of spasms should be pursued. For epilepsies occurring later in childhood, ASM with valproic acid and lamotrigine, followed by vigabatrin and phenobarbital, appears to be most effective.

#3

Multiplex Consanguineous Family Highlights CLASP1 as a Candidate Gene for Lissencephaly.

Neurology. Genetics2024 Aug

Noncentrosomal microtubules are essential cytoskeletal filaments that are important for neurite formation, axonal transport, and neuronal migration. They require stabilization by microtubule minus-end-targeting proteins including the CLASP family of molecules. To date, no human monogenic disorder has been associated with the CLASP1 gene. In this study, we aimed to delineate the clinical and neuroradiologic phenotype associated with biallelic CLASP1 variants. We analyzed clinical characteristics, MRI data, and genotypes of a cohort of 3 patients with homozygous variants in CLASP1. Homozygous CLASP1 variant is associated with primary microcephaly, severe neurodevelopmental delay, and early-onset refractory epilepsy. The neuroradiologic phenotype comprises a highly recognizable combination of classic lissencephaly, with the posterior gradient more severe than the anterior gradient, a thin/hypoplastic splenium of the corpus callosum, mild enlargement of the lateral ventricles primarily posteriorly with a squared pattern, and pontine hypoplasia. This study underscores the role of CLASP1 in brain development and suggests that the identified variant disrupts CLASP1 interaction with the microtubule cytoskeleton, contributing to lissencephaly pathogenesis.

#4

Lissencephaly and Advanced-Stage Congenital Cytomegalovirus Infection in a Neonate.

Cureus2024 Jun

This case report investigates the management of a 24-week-old neonate with congenital cytomegalovirus (CMV) infection and its sequelae, including severe intrauterine growth restriction, thrombocytopenia, and brain anomalies, ultimately progressing to lissencephaly. The diagnostic challenges included delayed clinical suspicion of congenital CMV, which was not identified until after delivery through CMV DNA polymerase chain reaction, and differentiating its symptoms from other potential causes of the neonate's condition. Aggressive interventions included antibiotics, antiviral therapy with ganciclovir, and supportive measures such as intubation, CPR, respiratory support, blood transfusions, and management of coagulopathy. Despite these efforts, the patient deteriorated due to progressive hypoperfusion, hypoxemic cardiorespiratory failure, and disseminated intravascular coagulopathy. Due to the poor prognosis and extent of multiorgan damage, support was withdrawn per parental consent. This case highlights the complications encountered when managing an advanced-stage neonatal CMV infection and emphasizes the importance of a multidisciplinary and holistic approach to guide diagnosis and treatment.

#5

Leveraging multiple approaches for the detection of pathogenic deep intronic variants in developmental and epileptic encephalopathies: A case report.

Epilepsia open2024 Apr

About 50% of individuals with developmental and epileptic encephalopathies (DEEs) are unsolved following genetic testing. Deep intronic variants, defined as >100 bp from exon-intron junctions, contribute to disease by affecting the splicing of mRNAs in clinically relevant genes. Identifying deep intronic pathogenic variants is challenging and resource intensive, and interpretation is difficult due to limited functional annotations. We aimed to identify deep intronic variants in individuals suspected to have unsolved single gene DEEs. In a research cohort of unsolved cases of DEEs, we searched for children with a DEE syndrome predominantly caused by variants in specific genes in >80% of described cases. We identified two children with Dravet syndrome and one individual with classic lissencephaly. Multiple sequencing and bioinformatics strategies were employed to interrogate intronic regions in SCN1A and PAFAH1B1. A novel de novo deep intronic 12 kb deletion in PAFAH1B1 was identified in the individual with lissencephaly. We showed experimentally that the deletion disrupts mRNA splicing, which results in partial intron retention after exon 2 and disruption of the highly conserved LisH motif. We demonstrate that targeted interrogation of deep intronic regions using multiple genomics technologies, coupled with functional analysis, can reveal hidden causes of unsolved monogenic DEE syndromes. PLAIN LANGUAGE SUMMARY: Deep intronic variants can cause disease by affecting the splicing of mRNAs in clinically relevant genes. A deep intronic deletion that caused abnormal splicing of the PAFAH1B1 gene was identified in a patient with classic lissencephaly. Our findings reinforce that targeted interrogation of deep intronic regions and functional analysis can reveal hidden causes of unsolved epilepsy syndromes.

Publicações recentes

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2025

"Hair-on-end" appearance in thickened cortex in a case of classic lissencephaly due to DCX gene mutation.

Neurological sciences : official journal of the Italian Neurological Society and of the Italian Society of Clinical Neurophysiology
2024

Characterization of the Epileptogenic Phenotype and Response to Antiseizure Medications in Lissencephaly Patients.

Neuropediatrics
2024

Multiplex Consanguineous Family Highlights CLASP1 as a Candidate Gene for Lissencephaly.

Neurology. Genetics
2024

Lissencephaly and Advanced-Stage Congenital Cytomegalovirus Infection in a Neonate.

Cureus
2024

Leveraging multiple approaches for the detection of pathogenic deep intronic variants in developmental and epileptic encephalopathies: A case report.

Epilepsia open
2023

Anesthetic Management and Bispectral Index in a Child with Miller-Dieker Syndrome: A Case Report.

Children (Basel, Switzerland)
2023

PAFAH1B1 Gene Deletion-Associated Classic Lissencephaly and Infantile Spasms.

Neurology India
2022

Bi-allelic CAMSAP1 variants cause a clinically recognizable neuronal migration disorder.

American journal of human genetics
2021

Human cytomegalovirus infection is associated with increased expression of the lissencephaly gene PAFAH1B1 encoding LIS1 in neural stem cells and congenitally infected brains.

The Journal of pathology
2017

Mutations of KIF5C cause a neurodevelopmental disorder of infantile-onset epilepsy, absent language, and distinctive malformations of cortical development.

American journal of medical genetics. Part A
2017

A novel recurrent LIS1 splice site mutation in classic lissencephaly.

American journal of medical genetics. Part A
2017

Recurrent KIF2A mutations are responsible for classic lissencephaly.

Neurogenetics
2015

A Case of Concurrent Miller-Dieker Syndrome (17p13.3 Deletion) and 22q11.2 Deletion Syndrome.

Journal of pediatric genetics
2016

LIS1-associated classic lissencephaly: A retrospective, multicenter survey of the epileptogenic phenotype and response to antiepileptic drugs.

Brain & development

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Perguntas frequentes

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Respostas geradas por IA a partir das fontes citadas

É uma alteração genética e congênita rara do desenvolvimento do córtex cerebral classificada no registro ORPHA:102009. Ela engloba um grupo de fenótipos associados a manifestações neurológicas e malformações estruturais.

Referências

Fontes citadas no texto, publicações do grafo e bases de dados usadas neste verbete

5 fontes citadas no texto · 6 publicações do grafo RarasNet (PubMed) · 5 bases de dados. Títulos, periódicos e PMIDs vêm direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. MONDO
    purl.obolibrary.org
  2. "Hair-on-end" appearance in thickened cortex in a case of classic lissencephaly due to DCX gene mutation.
    Neurological sciences : official journal of the Italian Neurological Society and of the Italian Society of Clinical Neurophysiology2025PMID 40192980
  3. GARD:5049
    GARD (NIH)
  4. Q56013691
    Wikidata

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Citar este verbete

Raras. (2026). Lisencefalia clássica. Em Raras — Enciclopédia de Doenças Raras do Brasil. https://raras.org/doenca/lisencefalia-classica

Formato APA. Conteúdo sob CC BY 4.0 — reuso livre com atribuição.

Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Compêndio · Raras BR

Lisencefalia clássica

ORPHA:102009 · MONDO:0015146
CID-11
MedGen
UMLS
C0431375
EuropePMC
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Papers 10a

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Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Dado público estruturado
fonte: Wikidata
Rara