Raras
Buscar doenças, sintomas, genes...
Paraplegia espástica autossômica dominante tipo 80
ORPHA:631068CID-10 · G11.4CID-11 · 8B44.00OMIM 618418DOENÇA RARA
AudiçãoInício infantilHerança AD

Doença rara com herança autossômica dominante, caracterizada por paraplegia espástica, espasticidade em membros superiores, ataxia, deterioração mental e paralisia do olhar supranuclear. O início ocorre na infância ou adolescência, associado a mutações no gene UBAP1.

Mantido por Agente Raras·Colaborar como especialista →

Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 27/05/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A Paraplegia espástica autossômica dominante tipo 80 é uma doença genética rara que afeta principalmente os movimentos das pernas, causando rigidez progressiva (espasticidade) e fraqueza. Estima-se que sua prevalência seja inferior a 1 caso para cada 1.000.000 de pessoas. Os primeiros sinais geralmente aparecem na infância ou na adolescência.[1][4]

Sinais e sintomas

Os principais sintomas incluem: paraplegia espástica (rigidez e fraqueza nas pernas), distúrbio da marcha (dificuldade para andar), espasticidade dos membros inferiores e superiores, hiperreflexia (reflexos exagerados) nos membros inferiores e superiores, sinal de Babinski (resposta anormal ao toque na sola do pé), pé cavo (arco do pé elevado), urgência urinária, disartria (dificuldade para falar), distonia (contrações musculares involuntárias), bradicinesia (lentidão dos movimentos), ataxia dos membros (falta de coordenação), nistagmo evocado pelo olhar (movimentos oculares involuntários), paralisia do olhar supranuclear (dificuldade para mover os olhos verticalmente), sacadas dismétricas (movimentos oculares imprecisos) e deterioração mental (declínio cognitivo).[1][4]

Causas genéticas

A doença é causada por alterações (mutações) no gene UBAP1 (Ubiquitin-associated protein 1). Esse gene fornece instruções para a produção de uma proteína envolvida em processos celulares importantes. A herança é autossômica dominante, o que significa que uma única cópia do gene alterado, herdada de um dos pais ou surgindo como uma nova mutação, é suficiente para causar a condição.[1][2][5]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sintomas e confirmado por testes genéticos. O sequenciamento completo do exoma (WES) é um dos procedimentos disponíveis para identificar mutações no gene UBAP1. Atualmente, existem 43 testes genéticos disponíveis e 93 variantes descritas no ClinVar relacionadas a essa condição.[1][2][5]

Tratamento e manejo

Não há cura específica para a Paraplegia espástica autossômica dominante tipo 80. O manejo é focado no alívio dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para essa condição, incluindo atendimento em reabilitação para doenças raras. O tratamento pode envolver fisioterapia, terapia ocupacional, medicamentos para reduzir a espasticidade (como baclofeno ou toxina botulínica, sob prescrição médica) e suporte para problemas urinários e de fala.[1][2]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico varia de pessoa para pessoa. A progressão dos sintomas pode levar à necessidade de auxílio para locomoção (como bengalas ou cadeira de rodas) ao longo do tempo. O acompanhamento multidisciplinar com neurologista, fisioterapeuta e outros especialistas é essencial para otimizar a função motora, controlar os sintomas e manter a independência pelo maior tempo possível.[1][4]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

📋
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Doença rara com herança autossômica dominante, caracterizada por paraplegia espástica, espasticidade em membros superiores, ataxia, deterioração mental e paralisia do olhar supranuclear. O início ocorre na infância ou adolescência, associado a mutações no gene UBAP1.

Publicações científicas
66 artigos
Último publicado: 2026 Mar 9

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
<1 / 1 000 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Casos conhecidos
13
pacientes catalogados
Início
Adolescent
+ childhood
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
CID-10: G11.4
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
PROCEDIMENTOS SIGTAP (2)
0202010694
Sequenciamento completo do exoma (WES)genetic_test
0301070040
Atendimento em reabilitação — doenças rarasrehabilitation
Você se identifica com essa condição?
O Raras está aqui pra te apoiar — com ou sem diagnóstico

Encontrou um erro ou informação desatualizada? Sugira uma correção →

Entender a doença

Do básico ao detalhe, leia no seu ritmo

Preparando trilha educativa...

Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 27/05/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A Paraplegia espástica autossômica dominante tipo 80 é uma doença genética rara que afeta principalmente os movimentos das pernas, causando rigidez progressiva (espasticidade) e fraqueza. Estima-se que sua prevalência seja inferior a 1 caso para cada 1.000.000 de pessoas. Os primeiros sinais geralmente aparecem na infância ou na adolescência.[1][4]

Sinais e sintomas

Os principais sintomas incluem: paraplegia espástica (rigidez e fraqueza nas pernas), distúrbio da marcha (dificuldade para andar), espasticidade dos membros inferiores e superiores, hiperreflexia (reflexos exagerados) nos membros inferiores e superiores, sinal de Babinski (resposta anormal ao toque na sola do pé), pé cavo (arco do pé elevado), urgência urinária, disartria (dificuldade para falar), distonia (contrações musculares involuntárias), bradicinesia (lentidão dos movimentos), ataxia dos membros (falta de coordenação), nistagmo evocado pelo olhar (movimentos oculares involuntários), paralisia do olhar supranuclear (dificuldade para mover os olhos verticalmente), sacadas dismétricas (movimentos oculares imprecisos) e deterioração mental (declínio cognitivo).[1][4]

Causas genéticas

A doença é causada por alterações (mutações) no gene UBAP1 (Ubiquitin-associated protein 1). Esse gene fornece instruções para a produção de uma proteína envolvida em processos celulares importantes. A herança é autossômica dominante, o que significa que uma única cópia do gene alterado, herdada de um dos pais ou surgindo como uma nova mutação, é suficiente para causar a condição.[1][2][5]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sintomas e confirmado por testes genéticos. O sequenciamento completo do exoma (WES) é um dos procedimentos disponíveis para identificar mutações no gene UBAP1. Atualmente, existem 43 testes genéticos disponíveis e 93 variantes descritas no ClinVar relacionadas a essa condição.[1][2][5]

Tratamento e manejo

Não há cura específica para a Paraplegia espástica autossômica dominante tipo 80. O manejo é focado no alívio dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para essa condição, incluindo atendimento em reabilitação para doenças raras. O tratamento pode envolver fisioterapia, terapia ocupacional, medicamentos para reduzir a espasticidade (como baclofeno ou toxina botulínica, sob prescrição médica) e suporte para problemas urinários e de fala.[1][2]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico varia de pessoa para pessoa. A progressão dos sintomas pode levar à necessidade de auxílio para locomoção (como bengalas ou cadeira de rodas) ao longo do tempo. O acompanhamento multidisciplinar com neurologista, fisioterapeuta e outros especialistas é essencial para otimizar a função motora, controlar os sintomas e manter a independência pelo maior tempo possível.[1][4]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Partes do corpo afetadas

🧠
Neurológico
6 sintomas
🦴
Ossos e articulações
2 sintomas
👁️
Olhos
1 sintomas
🫘
Rins
1 sintomas
💪
Músculos
1 sintomas
👂
Ouvidos
1 sintomas

+ 8 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

100%prev.
Hiperreflexia do membro inferior
Frequência: 30/30
97%prev.
Sinal de Babinski
Frequência: 29/30
97%prev.
Espasticidade do membro inferior
Frequência: 29/30
87%prev.
Hiperreflexia em membros superiores
Frequência: 26/30
64%prev.
Início juvenil
Frequência: 18/28
37%prev.
Urgência urinária
Frequência: 11/30
20sintomas
Muito frequente (4)
Frequente (3)
Ocasional (4)
Muito raro (6)
Sem dados (3)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 20 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

Hiperreflexia do membro inferiorLower limb hyperreflexia
Frequência: 30/30100%
Sinal de BabinskiBabinski sign
Frequência: 29/3097%
Espasticidade do membro inferiorLower limb spasticity
Frequência: 29/3097%
Hiperreflexia em membros superioresHyperreflexia in upper limbs
Frequência: 26/3087%
Início juvenilJuvenile onset
Frequência: 18/2864%

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa2
Total histórico66PubMed
Últimos 10 anos5publicações
Pico20253 papers
Linha do tempo
2024Hoje · 2026📈 2025Ano de pico
Publicações por ano (últimos 10 anos)

Encontrou um erro ou informação desatualizada? Sugira uma correção →

Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

Genes associados

1 gene identificado com associação a esta condição. Padrão de herança: Autosomal dominant.

Curadoria gene-doença

fontes oficiais
UBAP1
UBAP1Ubiquitin-associated protein 1Disease-causing germline mutation(s) inAltamente restrito
FUNÇÃO

Component of the ESCRT-I complex, a regulator of vesicular trafficking process (PubMed:21757351, PubMed:22405001, PubMed:31203368). Binds to ubiquitinated cargo proteins and is required for the sorting of endocytic ubiquitinated cargos into multivesicular bodies (MVBs) (PubMed:21757351, PubMed:22405001). Plays a role in the proteasomal degradation of ubiquitinated cell-surface proteins, such as EGFR and BST2 (PubMed:22405001, PubMed:24284069, PubMed:31203368)

LOCALIZAÇÃO

Cytoplasm, cytosolEndosome

VIAS BIOLÓGICAS (5)
Late endosomal microautophagyHCMV Late EventsMembrane binding and targetting of GAG proteinsBudding and maturation of HIV virionEndosomal Sorting Complex Required For Transport (ESCRT)
MECANISMO DE DOENÇA

Spastic paraplegia 80, autosomal dominant

A form of spastic paraplegia, a neurodegenerative disorder characterized by a slow, gradual, progressive weakness and spasticity of the lower limbs. Rate of progression and the severity of symptoms are quite variable. Initial symptoms may include difficulty with balance, weakness and stiffness in the legs, muscle spasms, and dragging the toes when walking. In some forms of the disorder, bladder symptoms (such as incontinence) may appear, or the weakness and stiffness may spread to other parts of the body.

EXPRESSÃO TECIDUAL(Ubíquo)
Sangue
123.8 TPM
Esôfago - Mucosa
98.7 TPM
Cervix Ectocervix
97.6 TPM
Testículo
92.6 TPM
Artéria tibial
89.4 TPM
OUTRAS DOENÇAS (2)
spastic paraplegia 80, autosomal dominanthereditary spastic paraplegia 12
HGNC:12461UniProt:Q9NZ09

Medicamentos aprovados (FDA)

1 medicamento encontrado nos registros da FDA americana.

💊 Jynarque (TOLVAPTAN)
Ver no DailyMed/FDA

Variantes genéticas (ClinVar)

93 variantes patogênicas registradas no ClinVar.

🧬 UBAP1: GRCh38/hg38 9p24.3-q21.13(chr9:208455-72054336)x3 ()
🧬 UBAP1: GRCh38/hg38 9p24.3-13.1(chr9:208455-38787483)x3 ()
🧬 UBAP1: NM_016525.5(UBAP1):c.324_325del (p.His108fs) ()
🧬 UBAP1: NM_016525.5(UBAP1):c.1084-16C>G ()
🧬 UBAP1: NM_001171201.1(UBAP1):c.19G>T (p.Gly7Ter) ()
Ver todas no ClinVar

Classificação de variantes (ClinVar)

Distribuição de 620 variantes classificadas pelo ClinVar.

62
217
341
Patogênica (10.0%)
VUS (35.0%)
Benigna (55.0%)
VARIANTES MAIS SIGNIFICATIVAS
ALDH18A1: NM_002860.4(ALDH18A1):c.1702C>T (p.Gln568Ter) [Pathogenic]
ALDH18A1: NM_002860.4(ALDH18A1):c.2110+1G>T [Likely pathogenic]
ALDH18A1: NM_002860.4(ALDH18A1):c.1234G>C (p.Glu412Gln) [Uncertain significance]
ALDH18A1: NM_002860.4(ALDH18A1):c.2286G>A (p.Trp762Ter) [Uncertain significance]
ALDH18A1: NM_002860.4(ALDH18A1):c.679C>T (p.Pro227Ser) [Uncertain significance]

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Paraplegia espástica autossômica dominante tipo 80

🗺️

Selecione um estado ou use sua localização para ver resultados.

Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.

Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.

🧪 Está conduzindo uma pesquisa?
Divulgue para pacientes e familiares que acompanham esta doença.
Divulgar pesquisa →

Associações

Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação

Ainda não temos associações cadastradas para Paraplegia espástica autossômica dominante tipo 80.

É de uma associação que acompanha esta doença? Fale com a gente →

Comunidades

Grupos ativos de quem convive com esta doença aqui no Raras

Ainda não existe comunidade no Raras para Paraplegia espástica autossômica dominante tipo 80

Pacientes, familiares e cuidadores se organizam em comunidades pra compartilhar experiências, fazer perguntas e se apoiar. Você pode ser o primeiro.

Tire suas dúvidas

Perguntas, dicas e experiências compartilhadas aqui na página

Participe da discussão

Faça login para postar dúvidas, compartilhar experiências e interagir com especialistas.

Fazer login

Doenças relacionadas

Doenças com sintomas parecidos — ajudam quem ainda está buscando diagnóstico

Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. A mouse model of autosomal dominant spastic ataxia and myopathy caused by a mutation in Tuba4a.
    bioRxiv· 2026· PMID 41889878recente
  2. Novel missense ALDH18A1 variant in a family with autosomal dominant spastic paraplegia.
    J Neurol· 2025· PMID 41342951recente
  3. Mild cognitive dysfunction in hereditary spastic paraplegia 4 disease related to fluorodesoxyglucose cerebral positron emission tomography.
    Brain Commun· 2025· PMID 41180955recente
  4. Establishment of an induced pluripotent stem cell (iPSC) line (INNDSUi011-A) from a patient with autosomal dominant spastic paraplegia 9A due to ALDH18A1 mutation.
    Stem Cell Res· 2025· PMID 40845627recente
  5. Autosomal Dominant Spastic Paraplegia With Dysregulation of Bowel Function Associated With Heterozygous AP4S1 Gene Mutation: Case Report.
    Neurol Genet· 2024· PMID 38715653recente

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:631068(Orphanet)
  2. OMIM OMIM:618418(OMIM)
  3. MONDO:0032737(MONDO)
  4. Variantes catalogadas(ClinVar)
  5. Busca completa no PubMed(PubMed)
  6. Artigo Wikipedia(Wikipedia)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Paraplegia espástica autossômica dominante tipo 80
Compêndio · Raras BR

Paraplegia espástica autossômica dominante tipo 80

ORPHA:631068 · MONDO:0032737
Prevalência
<1 / 1 000 000
Casos
13 casos conhecidos
Herança
Autosomal dominant
CID-10
G11.4 · Paraplegia espástica hereditária
CID-11
Início
Adolescent, Childhood
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C5816771
Testes
43 disponíveis
EuropePMC
Wikipedia
Papers 10a
Evidência
🥉 Relato de caso
DiscussaoAtiva

Nenhuma novidade ainda. O agente esta monitorando.

0membros
0novidades

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Genética mendeliana
fonte: OMIM
Medicamentos aprovados FDA
fonte: FDA OpenFDA