É uma doença neurológica genética e rara que combina uma degeneração do cerebelo e da medula espinhal que avança lentamente com uma distrofia da córnea. Ela se manifesta com manchas esbranquiçadas nas duas córneas (o que leva a uma perda grave da visão), deficiência intelectual leve, falta de coordenação nos movimentos, dificuldade para andar e tremores. Outras características incluem um rosto com traços atípicos (como formato triangular, pálpebra caída, orelhas de implantação baixa e inclinadas para trás, e queixo pequeno), além de um leve comprometimento dos nervos que controlam os movimentos, resultando em aumento do tônus muscular (rigidez), reflexos muito ativos nas pernas e o reflexo de Babinski. Não houve mais descrições na literatura médica desde 1985.
Introdução
O que você precisa saber de cara
A síndrome de degenerescência espinocerebelar-distrofia da córnea é uma condição genética rara que afeta a coordenação motora e a visão desde a infância. A família costuma notar manchas esbranquiçadas nos olhos (opacidade na córnea), dificuldade para caminhar com firmeza, tremores e atraso no desenvolvimento. A doença não conta com medicamentos de cura ou tratamentos específicos aprovados, sendo o cuidado focado no suporte aos sintomas. No SUS, embora não haja um protocolo oficial (PCDT) para a síndrome, o paciente pode acessar serviços de atendimento em reabilitação e exames como o sequenciamento de exoma.
É uma doença neurológica genética e rara que combina uma degeneração do cerebelo e da medula espinhal que avança lentamente com uma distrofia da córnea. Ela se manifesta com manchas esbranquiçadas nas duas córneas (o que leva a uma perda grave da visão), deficiência intelectual leve, falta de coordenação nos movimentos, dificuldade para andar e tremores. Outras características incluem um rosto com traços atípicos (como formato triangular, pálpebra caída, orelhas de implantação baixa e inclinadas para trás, e queixo pequeno), além de um leve comprometimento dos nervos que controlam os movimentos, resultando em aumento do tônus muscular (rigidez), reflexos muito ativos nas pernas e o reflexo de Babinski. Não houve mais descrições na literatura médica desde 1985.
Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
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Entender a doença
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Sinais e sintomas
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Partes do corpo afetadas
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Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 14 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.
Linha do tempo da pesquisa
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Nenhum gene associado encontrado
Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
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Doença com base genética
Um médico geneticista pode ajudar no diagnóstico de Síndrome de degenerescência espinocerebelar-distrofia da córnea e no aconselhamento genético da família.
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Referências
Fontes citadas no texto, publicações do grafo e bases de dados usadas neste verbete
1 publicação do grafo RarasNet (PubMed) · 6 bases de dados. Títulos, periódicos e PMIDs vêm direto da fonte, sem intermediação de IA.
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
Citar este verbete
Raras. (s.d.). Síndrome de degenerescência espinocerebelar-distrofia da córnea. Em Raras — Enciclopédia de Doenças Raras do Brasil. https://raras.org/doenca/sindrome-de-degenerescencia-espinocerebelar-distrofia-da-cornea
Formato APA. Conteúdo sob CC BY 4.0 — reuso livre com atribuição.
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Síndrome de degenerescência espinocerebelar-distrofia da córnea
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Genética mendeliana
- fonte: OMIM
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- CID-11 (futuro)
- fonte: WHO ICD-11
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Indexação biomédica
- fonte: MeSH (NLM)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata