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Síndrome de encefalopatia progressiva-neurodegeneração grave-lipodistrofia
ORPHA:363400CID-10 · G31.8OMIM 615924DOENÇA RARA
Esta doença tem causa genética. Recomendamos procurar um médico geneticista para diagnóstico, exames genéticos e aconselhamento familiar.
DigestivoInício neonatalHerança AR
Também conhecida comoBSCL2
Sinônimos clínicos: Encefalopatia Celia · Síndrome neurodegenerativo grave devido a deficiência BSCL2 · Doença Celia

Esta é uma lista de síndromes médicas em ordem alfabética.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · atualizado 10/06/2026Revisão médica pendente
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Visão geral

A Síndrome de encefalopatia progressiva-neurodegeneração grave-lipodistrofia é uma doença genética raríssima, com prevalência estimada em menos de 1 caso por milhão de pessoas. Ela se caracteriza por uma combinação de comprometimento neurológico progressivo (encefalopatia e neurodegeneração) e alterações na distribuição da gordura corporal (lipodistrofia). Os primeiros sinais geralmente aparecem ainda no período neonatal ou durante a infância.[1][2]

Sinais e sintomas

Os sintomas são variados e afetam múltiplos sistemas. No sistema nervoso, podem ocorrer convulsões (incluindo estado de mal epiléptico), espasticidade, hiperreflexia (reflexos exaltados), tetraparesia (fraqueza nos quatro membros), distonia (contrações musculares involuntárias), tremor, coordenação motora pobre e atraso no desenvolvimento da fala e da linguagem. A encefalopatia é progressiva, levando a comprometimento cognitivo e perda neuronal no sistema nervoso central, com atrofia cerebral e do núcleo caudado observadas em exames de imagem.[1][2]

As alterações metabólicas e corporais incluem redução do tecido adiposo subcutâneo e intra-abdominal (lipodistrofia), resistência à insulina, hipertrigliceridemia, esteatose hepática (acúmulo de gordura no fígado) e hepatomegalia (aumento do fígado). Na pele, podem ser observados acantose nigricans (manchas escuras e aveludadas) e hirsutismo generalizado (crescimento excessivo de pelos). Anormalidades do sono também são relatadas.[1][2]

Causas genéticas

A síndrome é causada por mutações no gene BSCL2, que fornece instruções para a produção da proteína seipina. A herança é autossômica recessiva, o que significa que a pessoa afetada herdou uma cópia do gene alterado de cada um dos pais. Os pais, geralmente, são portadores saudáveis da mutação.[1][3][4]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sintomas característicos e confirmado por meio de testes genéticos. O sequenciamento completo do exoma (WES) é o principal método para identificar mutações no gene BSCL2. Atualmente, há 37 testes genéticos disponíveis e 169 variantes patogênicas descritas no banco de dados ClinVar para essa condição.[1][3][4]

Tratamento e manejo

Não há cura específica para a síndrome. O tratamento é multidisciplinar e focado no manejo dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. O acompanhamento pode incluir atendimento em reabilitação para doenças raras, com fisioterapia, terapia ocupacional e fonoaudiologia. O controle de convulsões, da resistência à insulina e da dislipidemia deve ser feito por equipe médica especializada. Não há medicamentos específicos aprovados para a doença.[1][3]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico é reservado devido à natureza progressiva da neurodegeneração. A qualidade de vida depende do grau de comprometimento neurológico e metabólico, bem como do acesso a cuidados de suporte e reabilitação. O acompanhamento regular com uma equipe multidisciplinar é essencial para otimizar o manejo dos sintomas e oferecer suporte à família.[1][2]

Fontes numeradas em Referências.

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

💬
EM LINGUAGEM SIMPLES

A síndrome de encefalopatia progressiva-neurodegeneração grave-lipodistrofia, também chamada de doença Celia, é uma condição genética rara causada por alterações no gene BSCL2. Ela se manifesta tipicamente na infância por meio de regressão do desenvolvimento, rigidez muscular, crises convulsivas e perda da gordura corporal. Não existe um medicamento específico que cure a doença, e o cuidado tem como objetivo aliviar os sintomas e melhorar o conforto da criança. No Brasil, a síndrome não possui um PCDT próprio no Ministério da Saúde, mas o SUS disponibiliza procedimentos de reabilitação e investigação diagnóstica.

📋
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Esta é uma lista de síndromes médicas em ordem alfabética.

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
<1 / 1 000 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Casos conhecidos
10
pacientes catalogados
Início
Infancy
+ neonatal
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
2 procedimentos SIGTAPCID-10: G31.8
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
EXAMES E PROCEDIMENTOS RELACIONADOS (2)
•
Sequenciamento completo do exoma (WES)
•
Atendimento em reabilitação — doenças raras
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Entender a doença

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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Partes do corpo afetadas

🧠
Neurológico
14 sintomas
💪
Músculos
5 sintomas
🫃
Digestivo
4 sintomas
🧬
Pele e cabelo
2 sintomas
📏
Crescimento
2 sintomas
😀
Face
1 sintomas

+ 16 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

100%prev.
Encefalopatia progressiva
90%prev.
Tecido adiposo subcutâneo reduzido
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Tecido adiposo intra-abdominal reduzido
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Resistência à insulina
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Comprometimento cognitivo
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Deterioração psicomotora progressiva
Muito frequente (99-80%)
45sintomas
Muito frequente (8)
Frequente (14)
Ocasional (15)
Muito raro (1)
Sem dados (7)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 45 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

Encefalopatia progressivaProgressive encephalopathy
Muito frequente100%
Tecido adiposo subcutâneo reduzidoReduced subcutaneous adipose tissue
Muito frequente (99-80%)90%
Tecido adiposo intra-abdominal reduzidoReduced intraabdominal adipose tissue
Muito frequente (99-80%)90%
Resistência à insulinaInsulin resistance
Muito frequente (99-80%)90%
Comprometimento cognitivoCognitive impairment
Muito frequente (99-80%)90%

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa1desde 2025
Últimos 10 anos4publicações
Pico20191 papers
Linha do tempo
2025Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

Genes associados

1 gene identificado com associação a esta condição. Padrão de herança: Autosomal recessive.

Curadoria gene-doença

fontes oficiais
BSCL2
BSCL2SeipinDisease-causing germline mutation(s) inTolerante
MECANISMO DE DOENÇA

Lipodystrophy, congenital generalized, 2

A form of congenital generalized lipodystrophy, a metabolic disorder characterized by a near complete absence of adipose tissue, extreme insulin resistance, hypertriglyceridemia, hepatic steatosis and early onset of diabetes. Inheritance is autosomal recessive.

OUTRAS DOENÇAS (5)
hereditary spastic paraplegia 17severe neurodegenerative syndrome with lipodystrophyneuronopathy, distal hereditary motor, type 5Ccongenital generalized lipodystrophy type 2
HGNC:15832UniProt:Q96G97

Variantes genéticas (ClinVar)

169 variantes patogênicas registradas no ClinVar.

🧬 BSCL2: NM_001122955.4(BSCL2):c.1006-2A>T ()
🧬 BSCL2: NM_001122955.4(BSCL2):c.1026_1027del (p.Asp342fs) ()
🧬 BSCL2: NM_001122955.4(BSCL2):c.324_325del (p.Ser109fs) ()
🧬 BSCL2: NM_001122955.4(BSCL2):c.878A>G (p.Asn293Ser) ()
🧬 BSCL2: NM_001122955.4(BSCL2):c.630+1G>T ()
Ver todas no ClinVar

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

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Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

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Onde tratar no SUS

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🇧🇷 Atendimento SUS — Síndrome de encefalopatia progressiva-neurodegeneração grave-lipodistrofia

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Publicações mais relevantes

Timeline de publicações
0 papers (10 anos)
#1

Human albumin infusion for reducing hyponatremia and circulatory dysfunction in liver cirrhosis: A meta-analysis update.

World journal of hepatology2025 Jun 27

Liver cirrhosis is a progressive disease with high morbidity and mortality requiring effective management strategies to improve patient outcomes. Various therapies including albumin infusion, volume expanders (VEs), and vasoactive agents are used to manage patients with cirrhosis. Despite numerous clinical trials, a comprehensive meta-analysis comparing the effectiveness of albumin infusion against alternative treatments is limited. This study provides the current and comprehensive synthesis of evidence, offering key insights for optimizing therapeutic strategies in patients with liver cirrhosis. To systematically update available data on therapies of liver cirrhosis, we performed a meta-analysis to evaluate and compare the clinical efficacy of albumin infusion vs other VEs and vasoactive agents in patients with liver cirrhosis. A literature search from the PubMed and Embase databases (inception till June 2024) focused on hyponatremia (primary outcome) and various outcomes such as gastrointestinal bleeding, hepatic encephalopathy, severe infection, post-paracentesis-induced circulatory dysfunction (PICD), ascites reappearance, spontaneous bacterial peritonitis, hepatorenal syndrome, renal impairment, hospital stay, mortality, and safety was performed. The primary analysis pooled studies that compared albumin infusion with control. In the subgroup analysis, comparisons were made within the stratified treatment categories included in the control group. Of the 2957 studies retrieved, 31 studies (27 randomized controlled trials and 4 observational studies) comprising 6255 patients were included. Albumin use was significant in reducing odds of hyponatremia [odds ratio (OR) = 0.67; 95% confidence interval (95%CI) = 0.53-0.85] and PICD (OR = 0.38; 95%CI = 0.20-0.71), whereas the reduction in severe infection (OR = 0.55; 95%CI = 0.28-1.07) did not reach statistical significance. In the subgroup analysis, albumin demonstrated a favorable improvement in lowering the incidence of hyponatremia vs inactive/standard medical therapy (OR = 0.54; 95%CI = 0.27-1.09). For PICD, albumin use was significant compared with other VEs (OR = 0.31; 95%CI = 0.11-0.85) but not with vasoconstrictors (OR = 0.63; 95%CI = 0.21-1.91). In the overall subgroup analysis, a significant reduction was observed in hyponatremia (OR = 0.67; 95%CI = 0.53-0.85) and PICD (OR = 0.38; 95%CI = 0.20-0.71). Human albumin has been shown to significantly reduce the incidence of hyponatremia and PICD in patients with liver cirrhosis, whereas its effect on severe infection remains suggestive but not statistically significant.

#2

A novel variant in ASNS gene responsible for syndromic intellectual disability and microcephaly: Case report and literature review.

Molecular genetics &amp; genomic medicine2024 Apr

The ASNS (ASNS, MIM 108370) gene variations are responsible for asparagine synthetase deficiency (ASNSD, MIM 615574), a very rare autosomal recessive disease characterized by cerebral anomalies. These patients have congenital microcephaly, progressive encephalopathy, severe intellectual disability, and intractable seizures. Clinical characteristics of the patient were collected. Exome sequencing was used for the identification of variants. Sanger sequencing was used to confirm the variant in the target region. The structure of the protein was checked using the DynaMut2 web server. The proband is an 11-year-old Iranian-Azeri girl with primary microcephaly and severe intellectual disability in a family with a consanguineous marriage. Symptoms emerged around the 10-20th days of life, when refractory epileptic gaze and unilateral tonic-clonic seizures initiated without any provoking factor such as fever. A brain MRI revealed no abnormalities except for brain atrophy. The karyotype was normal. Using exome sequencing, we identified a novel homozygous variant of thymine to adenine (NM_001673.5:c.538T>A) in the ASNS gene. Both parents had a heterozygous variant in this location. Subsequently, Sanger sequencing confirmed this variant. We also reviewed the clinical manifestations and MRI findings of the previously reported patients. In the present study, a novel homozygous variant was recognized in the ASNS gene in an Iranian-Azeri girl manifesting typical ASNSD symptoms, particularly intellectual disability and microcephaly. This study expands the mutation spectrum of ASNSD and reviews previously reported patients.

#3

PNPT1 mutations may cause Aicardi-Goutières-Syndrome.

Brain &amp; development2021 Feb

Aicardi-Goutières syndrome (AGS) is a clinically and genetically heterogenous autoinflammatory disorder caused by constitutive activation of the type I interferon axis. It has been associated with the genes TREX1, RNASEH2A, RNASEH2B, RNASEH2C, SAMHD1, ADAR1, IFIH1. The clinical diagnosis of AGS is usually made in the context of early-onset encephalopathy in combination with basal ganglia calcification or white matter abnormalities on cranial MRI and laboratory prove of interferon I activation. We report a patient with early-onset encephalopathy, severe neurodevelopmental regression, progressive secondary microcephaly, epilepsy, movement disorder, and white matter hyperintensities on T2 weighted MRI images. Via whole-exome sequencing, we identified a novel homozygous missense variant (c.1399C > T, p.Pro467Ser) in PNPT1 (NM_033109). Longitudinal assessment of the interferon signature showed a massively elevated interferon score and chronic type I interferon-mediated autoinflammation. Bi-allelic mutations in PNPT1 have been reported in early-onset encephalopathy. Insufficient nuclear RNA import into mitochondria with consecutive disruption of the respiratory chain was proposed as the main underlying pathomechanism. Recent studies have shown that PNPT1 deficiency causes an accumulation of double-stranded mtRNAs in the cytoplasm, leading to aberrant type I interferon activation, however, longitudinal assessment has been lacking. Here, we present a case of AGS with continuously elevated type I interferon signature with a novel likely-pathogenic homozygous PNTP1 variant. We highlight the clinical value of assessing the interferon signature in children with encephalopathy of unknown origin and suggest all patients presenting with a phenotype of AGS should be screened for mutations in PNPT1.

#4

Bi-allelic Loss-of-Function CACNA1B Mutations in Progressive Epilepsy-Dyskinesia.

American journal of human genetics2019 May 02

The occurrence of non-epileptic hyperkinetic movements in the context of developmental epileptic encephalopathies is an increasingly recognized phenomenon. Identification of causative mutations provides an important insight into common pathogenic mechanisms that cause both seizures and abnormal motor control. We report bi-allelic loss-of-function CACNA1B variants in six children from three unrelated families whose affected members present with a complex and progressive neurological syndrome. All affected individuals presented with epileptic encephalopathy, severe neurodevelopmental delay (often with regression), and a hyperkinetic movement disorder. Additional neurological features included postnatal microcephaly and hypotonia. Five children died in childhood or adolescence (mean age of death: 9 years), mainly as a result of secondary respiratory complications. CACNA1B encodes the pore-forming subunit of the pre-synaptic neuronal voltage-gated calcium channel Cav2.2/N-type, crucial for SNARE-mediated neurotransmission, particularly in the early postnatal period. Bi-allelic loss-of-function variants in CACNA1B are predicted to cause disruption of Ca2+ influx, leading to impaired synaptic neurotransmission. The resultant effect on neuronal function is likely to be important in the development of involuntary movements and epilepsy. Overall, our findings provide further evidence for the key role of Cav2.2 in normal human neurodevelopment.

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Perguntas frequentes

O que as famílias mais perguntam sobre esta doença — cada resposta com a fonte de onde saiu

Respostas geradas por IA a partir das fontes citadas

A condição é causada por mutações de herança autossômica recessiva no gene BSCL2. Esse gene é responsável pela síntese da proteína Seipin, relevante no tecido adiposo e no sistema nervoso.

Referências

Fontes citadas no texto, publicações do grafo e bases de dados usadas neste verbete

5 fontes citadas no texto · 4 publicações do grafo RarasNet (PubMed) · 4 bases de dados. Títulos, periódicos e PMIDs vêm direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. MONDO
    purl.obolibrary.org
  2. GARD:17552
    GARD (NIH)
  3. Q55345885
    Wikidata

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Citar este verbete

Raras. (2026). Síndrome de encefalopatia progressiva-neurodegeneração grave-lipodistrofia. Em Raras — Enciclopédia de Doenças Raras do Brasil. https://raras.org/doenca/sindrome-de-encefalopatia-progressiva-neurodegeneracao-grave-lipodistrofia

Formato APA. Conteúdo sob CC BY 4.0 — reuso livre com atribuição.

Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Compêndio · Raras BR

Síndrome de encefalopatia progressiva-neurodegeneração grave-lipodistrofia

ORPHA:363400 · MONDO:0014402
🇧🇷 Brasil SUS
SIGTAP
2 procedimentos
Geral
Prevalência
<1 / 1 000 000
Casos
10 casos conhecidos
Herança
Autosomal recessive
CID-10
G31.8 · Outras doenças degenerativas especificadas do sistema nervoso
Início
Infancy, Neonatal
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C4014700
Wikidata

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Genética mendeliana
fonte: OMIM
Dado público estruturado
fonte: Wikidata
Rara