A Síndrome de Osteólise Distal Autossômica Recessiva é uma condição rara que começa cedo e afeta os ossos das extremidades. Ela se caracteriza por um desgaste grave dos ossos das mãos e dos pés, levando à ausência dos ossos da ponta e do meio dos dedos (as falanges). Ela foi descrita pela primeira vez em um irmão e uma irmã, filhos de pais que eram parentes próximos (consanguíneos). Além disso, outras características podem incluir: músculos das extremidades mais volumosos, dificuldade de esticar completamente as articulações (contraturas de flexão), baixa estatura, um leve atraso no desenvolvimento intelectual e traços faciais específicos (como maxilar superior pouco desenvolvido, olhos um pouco saltados e a ponta do nariz larga). A transmissão da doença é feita de forma autossômica recessiva. Isso quer dizer que, para a pessoa desenvolver a síndrome, ela precisa herdar uma cópia do gene alterado tanto do pai quanto da mãe.
Introdução
O que você precisa saber de cara
A Síndrome de Osteólise Distal Autossômica Recessiva é uma condição rara que começa cedo e afeta os ossos das extremidades. Ela se caracteriza por um desgaste grave dos ossos das mãos e dos pés, levando à ausência dos ossos da ponta e do meio dos dedos (as falanges). Ela foi descrita pela primeira vez em um irmão e uma irmã, filhos de pais que eram parentes próximos (consanguíneos). Além disso, outras características podem incluir: músculos das extremidades mais volumosos, dificuldade de esticar completamente as articulações (contraturas de flexão), baixa estatura, um leve atraso no desenvolvimento intelectual e traços faciais específicos (como maxilar superior pouco desenvolvido, olhos um pouco saltados e a ponta do nariz larga). A transmissão da doença é feita de forma autossômica recessiva. Isso quer dizer que, para a pessoa desenvolver a síndrome, ela precisa herdar uma cópia do gene alterado tanto do pai quanto da mãe.
Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
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Entender a doença
Do básico ao detalhe, leia no seu ritmo
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Partes do corpo afetadas
+ 1 sintomas em outras categorias
Características mais comuns
Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 9 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.
Linha do tempo da pesquisa
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Nenhum gene associado encontrado
Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Síndrome de osteólise distal autossômica recessiva
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Pesquisa ativa
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Pesquisa e ensaios clínicos
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Publicações mais relevantes
Publicações recentes
Distal acroosteolysis, poikiloderma and joint stiffness: a novel laminopathy?
Al-Aqeel Sewairi syndrome, a new autosomal recessive disorder with multicentric osteolysis, nodulosis and arthropathy. The first genetic defect of matrix metalloproteinase 2 gene.
Inherited multicentric osteolysis with arthritis: a variant resembling Torg syndrome in a Saudi family.
New form of idiopathic osteolysis: nodulosis, arthropathy and osteolysis (NAO) syndrome.
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Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
Publicações científicas
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Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:2776(Orphanet)
- OMIM OMIM:259610(OMIM)
- MONDO:0009810(MONDO)
- GARD:4299(GARD (NIH))
- Busca completa no PubMed(PubMed)
- Q55782179(Wikidata)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
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