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SMPX-related distal myopathy
ORPHA:700163CID-10 · G71.0CID-11 · 8C75OMIM 301075DOENÇA RARA
Herança XL

Miopatia distal rara associada a mutações no gene SMPX. Caracteriza-se por fraqueza muscular progressiva, afetando principalmente os músculos distais dos membros.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 21/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A miopatia distal relacionada ao gene SMPX é uma doença neuromuscular rara que afeta principalmente os músculos das extremidades dos membros (mãos e pés). A condição é caracterizada por fraqueza muscular progressiva, que pode se estender para músculos mais próximos do tronco ao longo do tempo. Em alguns casos, podem ocorrer complicações como insuficiência respiratória, perda auditiva, catarata e alterações cardíacas. A doença é causada por variantes no gene SMPX, localizado no cromossomo X, e por isso afeta predominantemente homens, embora mulheres portadoras possam apresentar sintomas mais leves.[1][4]

Sinais e sintomas

Os principais sintomas incluem fraqueza muscular distal dos membros inferiores (dificuldade para levantar os pés, tropeços frequentes) e fraqueza muscular distal dos membros superiores (dificuldade para segurar objetos ou escrever). Com a progressão, pode surgir fraqueza muscular proximal nos membros inferiores e superiores, além de escápula alada (omoplata proeminente). Em exames de imagem e biópsia muscular, observam-se substituição gordurosa do músculo esquelético, aumento da variabilidade no diâmetro das fibras musculares, fibras com núcleo central, vacúolos com bordas e desarranjo das miofibras. Podem estar presentes corpos de inclusão citoplasmáticos nas fibras musculares. Complicações sistêmicas incluem insuficiência respiratória devido à fraqueza muscular, catarata, cardiomiopatia e deficiência auditiva.[1][4]

Causas genéticas

A doença é causada por variantes patogênicas no gene SMPX (Small muscular protein), localizado no cromossomo X. Esse gene fornece instruções para a produção de uma proteína pequena expressa principalmente no músculo esquelético. Mutações nesse gene levam à degeneração progressiva das fibras musculares, resultando nos sintomas descritos. O padrão de herança é ligado ao X, o que significa que a doença geralmente se manifesta em homens, enquanto mulheres com uma cópia alterada do gene podem ser portadoras assintomáticas ou apresentar sintomas mais leves.[1][2][5]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sintomas musculares e na confirmação por teste genético. O sequenciamento completo do exoma (WES) é o principal método diagnóstico, capaz de identificar variantes patogênicas no gene SMPX. Atualmente, há 196 variantes reportadas no ClinVar associadas a essa condição, e 6 testes genéticos disponíveis comercialmente. Exames complementares como eletroneuromiografia, ressonância magnética muscular e biópsia muscular podem auxiliar na caracterização do quadro, mas o diagnóstico definitivo é genético.[1][2][5]

Tratamento e manejo

Atualmente, não há cura para a miopatia distal relacionada ao SMPX. O manejo é multidisciplinar e foca no alívio dos sintomas e na manutenção da qualidade de vida. O acompanhamento inclui fisioterapia e terapia ocupacional para preservar a função muscular e prevenir contraturas. A avaliação cardiológica e respiratória periódica é recomendada devido ao risco de cardiomiopatia e insuficiência respiratória. O tratamento da catarata e da deficiência auditiva deve ser realizado conforme a necessidade individual. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para essa condição, incluindo atendimento em reabilitação para doenças raras e acesso ao sequenciamento completo do exoma (WES).[1][2]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico varia conforme a gravidade dos sintomas e a presença de complicações sistêmicas, como insuficiência respiratória ou cardiomiopatia. A progressão da fraqueza muscular pode levar à perda da deambulação em alguns casos. O acompanhamento regular com equipe multidisciplinar e o suporte de reabilitação são fundamentais para otimizar a funcionalidade e a qualidade de vida. O aconselhamento genético é recomendado para familiares em risco.[1][4]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Miopatia distal rara associada a mutações no gene SMPX. Caracteriza-se por fraqueza muscular progressiva, afetando principalmente os músculos distais dos membros.

🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 20%
CID-10: G71.0
🇧🇷Dados SUS / DATASUS2024
2.340
internações/ano
R$ 6.780
custo médio/internação
ESTADOS COM MAIS INTERNAÇÕES
SPRJMGRSPR
PROCEDIMENTOS SIGTAP (2)
0202010694
Sequenciamento completo do exoma (WES)genetic_test
0301070040
Atendimento em reabilitação — doenças rarasrehabilitation
Você se identifica com essa condição?
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Entender a doença

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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

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Visão geral

A miopatia distal relacionada ao gene SMPX é uma doença neuromuscular rara que afeta principalmente os músculos das extremidades dos membros (mãos e pés). A condição é caracterizada por fraqueza muscular progressiva, que pode se estender para músculos mais próximos do tronco ao longo do tempo. Em alguns casos, podem ocorrer complicações como insuficiência respiratória, perda auditiva, catarata e alterações cardíacas. A doença é causada por variantes no gene SMPX, localizado no cromossomo X, e por isso afeta predominantemente homens, embora mulheres portadoras possam apresentar sintomas mais leves.[1][4]

Sinais e sintomas

Os principais sintomas incluem fraqueza muscular distal dos membros inferiores (dificuldade para levantar os pés, tropeços frequentes) e fraqueza muscular distal dos membros superiores (dificuldade para segurar objetos ou escrever). Com a progressão, pode surgir fraqueza muscular proximal nos membros inferiores e superiores, além de escápula alada (omoplata proeminente). Em exames de imagem e biópsia muscular, observam-se substituição gordurosa do músculo esquelético, aumento da variabilidade no diâmetro das fibras musculares, fibras com núcleo central, vacúolos com bordas e desarranjo das miofibras. Podem estar presentes corpos de inclusão citoplasmáticos nas fibras musculares. Complicações sistêmicas incluem insuficiência respiratória devido à fraqueza muscular, catarata, cardiomiopatia e deficiência auditiva.[1][4]

Causas genéticas

A doença é causada por variantes patogênicas no gene SMPX (Small muscular protein), localizado no cromossomo X. Esse gene fornece instruções para a produção de uma proteína pequena expressa principalmente no músculo esquelético. Mutações nesse gene levam à degeneração progressiva das fibras musculares, resultando nos sintomas descritos. O padrão de herança é ligado ao X, o que significa que a doença geralmente se manifesta em homens, enquanto mulheres com uma cópia alterada do gene podem ser portadoras assintomáticas ou apresentar sintomas mais leves.[1][2][5]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sintomas musculares e na confirmação por teste genético. O sequenciamento completo do exoma (WES) é o principal método diagnóstico, capaz de identificar variantes patogênicas no gene SMPX. Atualmente, há 196 variantes reportadas no ClinVar associadas a essa condição, e 6 testes genéticos disponíveis comercialmente. Exames complementares como eletroneuromiografia, ressonância magnética muscular e biópsia muscular podem auxiliar na caracterização do quadro, mas o diagnóstico definitivo é genético.[1][2][5]

Tratamento e manejo

Atualmente, não há cura para a miopatia distal relacionada ao SMPX. O manejo é multidisciplinar e foca no alívio dos sintomas e na manutenção da qualidade de vida. O acompanhamento inclui fisioterapia e terapia ocupacional para preservar a função muscular e prevenir contraturas. A avaliação cardiológica e respiratória periódica é recomendada devido ao risco de cardiomiopatia e insuficiência respiratória. O tratamento da catarata e da deficiência auditiva deve ser realizado conforme a necessidade individual. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para essa condição, incluindo atendimento em reabilitação para doenças raras e acesso ao sequenciamento completo do exoma (WES).[1][2]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico varia conforme a gravidade dos sintomas e a presença de complicações sistêmicas, como insuficiência respiratória ou cardiomiopatia. A progressão da fraqueza muscular pode levar à perda da deambulação em alguns casos. O acompanhamento regular com equipe multidisciplinar e o suporte de reabilitação são fundamentais para otimizar a funcionalidade e a qualidade de vida. O aconselhamento genético é recomendado para familiares em risco.[1][4]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Partes do corpo afetadas

💪
Músculos
9 sintomas
👁️
Olhos
1 sintomas
❤️
Coração
1 sintomas
👂
Ouvidos
1 sintomas
🫘
Rins
1 sintomas

+ 2 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

Insuficiência respiratória devido a fraqueza muscular
Fraqueza muscular distal do membro inferior
Substituição gordurosa do músculo esquelético
Fraqueza muscular distal de membro superior
Catarata
Cardiomiopatia
15sintomas
Sem dados (15)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 15 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

Insuficiência respiratória devido a fraqueza muscularRespiratory insufficiency due to muscle weakness
Fraqueza muscular distal do membro inferiorDistal lower limb muscle weakness
Substituição gordurosa do músculo esqueléticoFatty replacement of skeletal muscle
Fraqueza muscular distal de membro superiorDistal upper limb muscle weakness
CatarataCataract

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa2
Últimos 10 anos1publicações
Pico20241 papers
Linha do tempo
2024Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

Genes associados

1 gene identificado com associação a esta condição.

X-linked recessive

Curadoria gene-doença

fontes oficiais
SMPX
SMPXSmall muscular proteinDisease-causing germline mutation(s) (gain of function) inModerado
FUNÇÃO

Plays a role in the regulatory network through which muscle cells coordinate their structural and functional states during growth, adaptation, and repair

LOCALIZAÇÃO

MECANISMO DE DOENÇA

Deafness, X-linked, 4

A non-syndromic form of sensorineural, progressive hearing loss with postlingual onset. In affected males, the auditory impairment affects initially high-frequency hearing. It later evolves to become severe to profound and affects all frequencies. Carrier females manifest moderate hearing impairment in the high frequencies.

EXPRESSÃO TECIDUAL(Tecido-específico)
Coração - Ventrículo esquerdo
328.9 TPM
Músculo esquelético
278.1 TPM
Coração - Átrio
272.3 TPM
Cólon sigmoide
32.5 TPM
Esôfago - Muscular
21.3 TPM
OUTRAS DOENÇAS (3)
myopathy, distal, 7, adult-onset, X-linkedhearing loss, X-linked 4X-linked nonsyndromic hearing loss
HGNC:11122UniProt:Q9UHP9

Variantes genéticas (ClinVar)

196 variantes patogênicas registradas no ClinVar.

🧬 SMPX: GRCh38/hg38 Xp22.33-11.4(chrX:251888-42476276)x2 ()
🧬 SMPX: GRCh37/hg19 Xp22.2-21.1(chrX:16586960-35065946)x3 ()
🧬 SMPX: GRCh37/hg19 Xp22.33-21.3(chrX:168547-29117749)x1 ()
🧬 SMPX: GRCh37/hg19 Xp22.31-21.3(chrX:6446580-24953919)x2 ()
🧬 SMPX: NM_014332.3(SMPX):c.196C>A (p.Pro66Thr) ()
Ver todas no ClinVar

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — SMPX-related distal myopathy

🗺️

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Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.

Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.

🧪 Está conduzindo uma pesquisa?
Divulgue para pacientes e familiares que acompanham esta doença.
Divulgar pesquisa →

Associações

Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação

Ainda não temos associações cadastradas para SMPX-related distal myopathy.

É de uma associação que acompanha esta doença? Fale com a gente →

Comunidades

Grupos ativos de quem convive com esta doença aqui no Raras

Ainda não existe comunidade no Raras para SMPX-related distal myopathy

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Ordenadas pelo número de sintomas em comum.

Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. Axial involvement as a prominent feature in SMPX-related distal myopathy.
    Neuromuscular disorders : NMD· 2024· PMID 38615630mais citado

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:700163(Orphanet)
  2. MONDO:0024771(MONDO)
  3. Variantes catalogadas(ClinVar)
  4. Busca completa no PubMed(PubMed)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Compêndio · Raras BR

SMPX-related distal myopathy

ORPHA:700163 · MONDO:0024771
🇧🇷 Brasil SUS
Internações
2.340/ano
Prevalência BR
1:3500 (homens)
Custo SUS
R$ 6.780/internação
Dados
DATASUS 2024
Geral
CID-10
G71.0 · Distrofia muscular
CID-11
OMIM
301075
EuropePMC
DiscussaoAtiva

Nenhuma novidade ainda. O agente esta monitorando.

0membros
0novidades

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Genética mendeliana
fonte: OMIM