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Queratodermia palmoplantar transgrediens et progrediens
ORPHA:495CID-10 · Q82.8DOENÇA RARA
DermatológicoInício infantil
Também conhecida comoPPK
Sinônimos clínicos: Mal de Meleda

Ceratodermias palmoplantares são um grupo heterogêneo de doenças de pele caracterizadas pelo espessamento anormal (esclerodermia) do estrato córneo das palmas das mãos e plantas dos pés.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 03/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A Queratodermia palmoplantar transgrediens et progrediens é uma doença genética rara da pele, caracterizada por espessamento intenso e progressivo da pele das palmas das mãos e plantas dos pés (hiperceratose palmoplantar difusa). A condição é tão rara que afeta menos de 1 pessoa em cada 1.000.000 de habitantes. Os primeiros sinais geralmente aparecem na infância.[1][3]

Sinais e sintomas

Os principais sintomas envolvem a pele das palmas e plantas, que se torna espessada, dura e amarelada (hiperceratose palmar e plantar). Além disso, podem ocorrer: infecções bacterianas e fúngicas recorrentes na pele, unhas grossas e deformadas (onicogrifose, unhas distróficas, unha hiperconvexa), unha do pé distrófica, vermelhidão no rosto (eritema facial), feridas nos cantos da boca (queilite angular), lesões liquenoides (manchas elevadas e ásperas) e placas eritematosas (manchas vermelhas). Em alguns casos, há contratura em flexão dos dedos, palato ogival (céu da boca alto e estreito) e anel de constrição amniótica (uma faixa de tecido que pode comprimir um membro).[1][3]

Causas genéticas

A causa genética específica ainda não foi identificada para esta doença. Até o momento, nenhum gene foi confirmado como responsável pela condição. A herança (como é transmitida na família) também não está estabelecida.[1][4]

Diagnóstico

O diagnóstico é clínico, baseado na observação dos sinais característicos na pele e unhas. Exames genéticos podem ser solicitados para descartar outras doenças semelhantes. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para procedimentos como: cariótipo com bandas G, Q ou R, pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, sequenciamento completo do exoma (WES) e dosagem de alfa-fetoproteína. O atendimento em reabilitação para doenças raras também está disponível.[1][4][5]

Tratamento e manejo

Não há cura para a Queratodermia palmoplantar transgrediens et progrediens. O tratamento é focado no alívio dos sintomas e na prevenção de complicações, como infecções. O manejo inclui cuidados com a pele (hidratação intensa, uso de queratolíticos), tratamento de infecções bacterianas e fúngicas quando ocorrem, e acompanhamento com dermatologista e equipe multidisciplinar. O SUS oferece atendimento em reabilitação para doenças raras.[1][5]

Tratamentos citados na literatura

A literatura científica (fonte: PubTator3) menciona associações entre esta doença e alguns medicamentos, com base em publicações. É importante destacar que estas são informações de pesquisa, e não recomendações de tratamento. Os fármacos citados são: Acitretin (9 publicações), Retinoides (9 publicações), Etretinato (5 publicações), Vitamina A (4 publicações), Dapsona (3 publicações), Esteroides (3 publicações), Tretinoína (2 publicações), Brefeldina A (1 publicação), Diclorvós (1 publicação) e Glutamina (1 publicação).[5]

Prognóstico e qualidade de vida

A doença é progressiva, ou seja, tende a piorar com o tempo. O espessamento da pele pode causar dor, dificuldade para andar e usar as mãos, além de aumentar o risco de infecções. O acompanhamento médico regular e o tratamento adequado dos sintomas podem melhorar a qualidade de vida, mas não impedem a progressão da condição.[1][3]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

📋
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Ceratodermias palmoplantares são um grupo heterogêneo de doenças de pele caracterizadas pelo espessamento anormal (esclerodermia) do estrato córneo das palmas das mãos e plantas dos pés.

Publicações científicas
3 artigos
Último publicado: 2008 May-Jun

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
<1 / 1 000 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Casos conhecidos
21
pacientes catalogados
Início
Childhood
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
CID-10: Q82.8
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
PROCEDIMENTOS SIGTAP (5)
0202010503
Cariótipo — bandas G, Q ou Rgenetic_test
0202010600
Pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISHlab_test
0202010694
Sequenciamento completo do exoma (WES)rehabilitation
0202010260
Dosagem de alfa-fetoproteína
0301070040
Atendimento em reabilitação — doenças raras
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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 03/06/2026
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Visão geral

A Queratodermia palmoplantar transgrediens et progrediens é uma doença genética rara da pele, caracterizada por espessamento intenso e progressivo da pele das palmas das mãos e plantas dos pés (hiperceratose palmoplantar difusa). A condição é tão rara que afeta menos de 1 pessoa em cada 1.000.000 de habitantes. Os primeiros sinais geralmente aparecem na infância.[1][3]

Sinais e sintomas

Os principais sintomas envolvem a pele das palmas e plantas, que se torna espessada, dura e amarelada (hiperceratose palmar e plantar). Além disso, podem ocorrer: infecções bacterianas e fúngicas recorrentes na pele, unhas grossas e deformadas (onicogrifose, unhas distróficas, unha hiperconvexa), unha do pé distrófica, vermelhidão no rosto (eritema facial), feridas nos cantos da boca (queilite angular), lesões liquenoides (manchas elevadas e ásperas) e placas eritematosas (manchas vermelhas). Em alguns casos, há contratura em flexão dos dedos, palato ogival (céu da boca alto e estreito) e anel de constrição amniótica (uma faixa de tecido que pode comprimir um membro).[1][3]

Causas genéticas

A causa genética específica ainda não foi identificada para esta doença. Até o momento, nenhum gene foi confirmado como responsável pela condição. A herança (como é transmitida na família) também não está estabelecida.[1][4]

Diagnóstico

O diagnóstico é clínico, baseado na observação dos sinais característicos na pele e unhas. Exames genéticos podem ser solicitados para descartar outras doenças semelhantes. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para procedimentos como: cariótipo com bandas G, Q ou R, pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, sequenciamento completo do exoma (WES) e dosagem de alfa-fetoproteína. O atendimento em reabilitação para doenças raras também está disponível.[1][4][5]

Tratamento e manejo

Não há cura para a Queratodermia palmoplantar transgrediens et progrediens. O tratamento é focado no alívio dos sintomas e na prevenção de complicações, como infecções. O manejo inclui cuidados com a pele (hidratação intensa, uso de queratolíticos), tratamento de infecções bacterianas e fúngicas quando ocorrem, e acompanhamento com dermatologista e equipe multidisciplinar. O SUS oferece atendimento em reabilitação para doenças raras.[1][5]

Tratamentos citados na literatura

A literatura científica (fonte: PubTator3) menciona associações entre esta doença e alguns medicamentos, com base em publicações. É importante destacar que estas são informações de pesquisa, e não recomendações de tratamento. Os fármacos citados são: Acitretin (9 publicações), Retinoides (9 publicações), Etretinato (5 publicações), Vitamina A (4 publicações), Dapsona (3 publicações), Esteroides (3 publicações), Tretinoína (2 publicações), Brefeldina A (1 publicação), Diclorvós (1 publicação) e Glutamina (1 publicação).[5]

Prognóstico e qualidade de vida

A doença é progressiva, ou seja, tende a piorar com o tempo. O espessamento da pele pode causar dor, dificuldade para andar e usar as mãos, além de aumentar o risco de infecções. O acompanhamento médico regular e o tratamento adequado dos sintomas podem melhorar a qualidade de vida, mas não impedem a progressão da condição.[1][3]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Partes do corpo afetadas

🧬
Pele e cabelo
8 sintomas
💪
Músculos
3 sintomas
😀
Face
2 sintomas

+ 5 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

90%prev.
Hiperceratose palmoplantar difusa
Muito frequente (99-80%)
55%prev.
Infecções bacterianas cutâneas recorrentes
Frequente (79-30%)
55%prev.
Infecções fúngicas cutâneas recorrentes
Frequente (79-30%)
55%prev.
Hiperceratose palmar
Frequente (79-30%)
55%prev.
Eritema facial
Frequente (79-30%)
55%prev.
Unha do pé distrófica
Frequente (79-30%)
18sintomas
Muito frequente (1)
Frequente (13)
Ocasional (4)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 18 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

Hiperceratose palmoplantar difusaDiffuse palmoplantar kyperkeratosis
Muito frequente (99-80%)90%
Infecções bacterianas cutâneas recorrentesRecurrent bacterial skin infections
Frequente (79-30%)55%
Infecções fúngicas cutâneas recorrentesRecurrent cutaneous fungal infections
Frequente (79-30%)55%
Hiperceratose palmarPalmar hyperkeratosis
Frequente (79-30%)55%
Eritema facialFacial erythema
Frequente (79-30%)55%

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa18desde 2008
Total histórico3PubMed
Últimos 10 anos3publicações
Pico20001 papers
Linha do tempo
201020202008Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

Encontrou um erro ou informação desatualizada? Sugira uma correção →

Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

🧬

Nenhum gene associado encontrado

Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Queratodermia palmoplantar transgrediens et progrediens

🗺️

Selecione um estado ou use sua localização para ver resultados.

Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.

Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.

🧪 Está conduzindo uma pesquisa?
Divulgue para pacientes e familiares que acompanham esta doença.
Divulgar pesquisa →

Associações

Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação

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Doenças relacionadas

Doenças com sintomas parecidos — ajudam quem ainda está buscando diagnóstico

Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:495(Orphanet)
  2. MONDO:0018853(MONDO)
  3. GARD:3096(GARD (NIH))
  4. Busca completa no PubMed(PubMed)
  5. Q56014208(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Queratodermia palmoplantar transgrediens et progrediens
Compêndio · Raras BR

Queratodermia palmoplantar transgrediens et progrediens

ORPHA:495 · MONDO:0018853
Prevalência
<1 / 1 000 000
Casos
21 casos conhecidos
CID-10
Q82.8 · Outras malformações congênitas especificadas da pele
Início
Childhood
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C1851480
EuropePMC
Wikidata
Papers 10a
DiscussaoAtiva

Nenhuma novidade ainda. O agente esta monitorando.

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0novidades

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Dado público estruturado
fonte: Wikidata