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Neuropatia sensitiva e autonômica hereditária tipo 1B
ORPHA:139564CID-10 · G60.8CID-11 · 8C21.0OMIM 614575DOENÇA RARA
Início adultaHerança AD
Também conhecida comoHSANIB

A neuropatia sensitiva e autonômica hereditária, tipo 1 (HSAN1B) é descrita pela associação de HSAN 1 com tosse paroxística e refluxo gastroesofágico (RGE).

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 23/05/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A Neuropatia sensitiva e autonômica hereditária tipo 1B (HSAN1B) é uma doença genética rara que afeta principalmente o sistema nervoso periférico e o cerebelo. A condição é caracterizada por uma combinação de neuropatia periférica (danos aos nervos fora do cérebro e da medula espinhal) e ataxia cerebelar progressiva (dificuldade de coordenação e equilíbrio que piora com o tempo). A prevalência estimada é de menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas, sendo considerada uma doença ultrarrara. Os sintomas geralmente começam na idade adulta.[1][4]

Sinais e sintomas

Os principais sintomas da HSAN1B incluem neuropatia periférica, que pode se manifestar como fraqueza muscular distal (nos pés e mãos), arreflexia (ausência de reflexos), e sensação de dor prejudicada. A ataxia cerebelar progressiva causa dismetria (dificuldade em julgar distâncias), disdiadococinesia (dificuldade em realizar movimentos alternados rápidos), tremor intencional, instabilidade postural e ataxia de membros. Outros sinais neurológicos comuns são nistagmo (movimentos oculares involuntários, especialmente de batimento para baixo), perseguição suave horizontal prejudicada e sinal de Babinski. Pode haver também anormalidades auditivas, tosse, atraso no desenvolvimento da fala e da linguagem, e múltiplas contraturas articulares. A fisiologia do sistema nervoso autônomo pode estar alterada, e exames de imagem podem mostrar atrofia do vermis cerebelar.[1][4]

Causas genéticas

A HSAN1B é uma doença genética com herança autossômica dominante, o que significa que uma cópia alterada do gene responsável já é suficiente para causar a condição. Até o momento, o gene específico associado a este subtipo (tipo 1B) não foi identificado ou não está disponível nas fontes consultadas. O código OMIM para a doença é 614575.[1][2][5]

Diagnóstico

O diagnóstico da HSAN1B é baseado na avaliação clínica dos sintomas característicos, história familiar e exames complementares. Exames de neurocondução podem revelar uma neuropatia periférica desmielinizante com perda axonal. O diagnóstico genético pode ser realizado através do sequenciamento completo do exoma (WES), que está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS) como parte da cobertura mínima para doenças raras. Atualmente, há 58 testes genéticos disponíveis para esta condição, embora variantes patogênicas específicas no ClinVar não tenham sido reportadas nas fontes consultadas.[1][2][5]

Tratamento e manejo

Não há cura conhecida para a HSAN1B. O tratamento é sintomático e de suporte, visando aliviar os sintomas e melhorar a qualidade de vida. O acompanhamento deve ser multidisciplinar, incluindo neurologista, fisioterapeuta, terapeuta ocupacional e fonoaudiólogo. O SUS oferece atendimento em reabilitação para doenças raras, que pode incluir fisioterapia para ataxia e fraqueza muscular, terapia ocupacional para atividades diárias, e suporte para dificuldades de fala e deglutição. Não há medicamentos específicos aprovados para a condição nas fontes consultadas.[1][2]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico da HSAN1B é variável, mas a condição é progressiva, com piora gradual dos sintomas neurológicos ao longo do tempo. A ataxia cerebelar e a neuropatia periférica podem levar a dificuldades significativas de mobilidade e coordenação, impactando a independência e a qualidade de vida. O acompanhamento regular com uma equipe multidisciplinar e o acesso a reabilitação podem ajudar a gerenciar os sintomas e manter a funcionalidade pelo maior tempo possível.[1][4]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

📋
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

A neuropatia sensitiva e autonômica hereditária, tipo 1 (HSAN1B) é descrita pela associação de HSAN 1 com tosse paroxística e refluxo gastroesofágico (RGE).

Publicações científicas
518 artigos
Último publicado: 2026 Jan 1

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
<1 / 1 000 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Casos conhecidos
2
pacientes catalogados
Início
Adult
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
CID-10: G60.8
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
PROCEDIMENTOS SIGTAP (2)
0202010694
Sequenciamento completo do exoma (WES)genetic_test
0301070040
Atendimento em reabilitação — doenças rarasrehabilitation
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Entender a doença

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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

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Visão geral

A Neuropatia sensitiva e autonômica hereditária tipo 1B (HSAN1B) é uma doença genética rara que afeta principalmente o sistema nervoso periférico e o cerebelo. A condição é caracterizada por uma combinação de neuropatia periférica (danos aos nervos fora do cérebro e da medula espinhal) e ataxia cerebelar progressiva (dificuldade de coordenação e equilíbrio que piora com o tempo). A prevalência estimada é de menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas, sendo considerada uma doença ultrarrara. Os sintomas geralmente começam na idade adulta.[1][4]

Sinais e sintomas

Os principais sintomas da HSAN1B incluem neuropatia periférica, que pode se manifestar como fraqueza muscular distal (nos pés e mãos), arreflexia (ausência de reflexos), e sensação de dor prejudicada. A ataxia cerebelar progressiva causa dismetria (dificuldade em julgar distâncias), disdiadococinesia (dificuldade em realizar movimentos alternados rápidos), tremor intencional, instabilidade postural e ataxia de membros. Outros sinais neurológicos comuns são nistagmo (movimentos oculares involuntários, especialmente de batimento para baixo), perseguição suave horizontal prejudicada e sinal de Babinski. Pode haver também anormalidades auditivas, tosse, atraso no desenvolvimento da fala e da linguagem, e múltiplas contraturas articulares. A fisiologia do sistema nervoso autônomo pode estar alterada, e exames de imagem podem mostrar atrofia do vermis cerebelar.[1][4]

Causas genéticas

A HSAN1B é uma doença genética com herança autossômica dominante, o que significa que uma cópia alterada do gene responsável já é suficiente para causar a condição. Até o momento, o gene específico associado a este subtipo (tipo 1B) não foi identificado ou não está disponível nas fontes consultadas. O código OMIM para a doença é 614575.[1][2][5]

Diagnóstico

O diagnóstico da HSAN1B é baseado na avaliação clínica dos sintomas característicos, história familiar e exames complementares. Exames de neurocondução podem revelar uma neuropatia periférica desmielinizante com perda axonal. O diagnóstico genético pode ser realizado através do sequenciamento completo do exoma (WES), que está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS) como parte da cobertura mínima para doenças raras. Atualmente, há 58 testes genéticos disponíveis para esta condição, embora variantes patogênicas específicas no ClinVar não tenham sido reportadas nas fontes consultadas.[1][2][5]

Tratamento e manejo

Não há cura conhecida para a HSAN1B. O tratamento é sintomático e de suporte, visando aliviar os sintomas e melhorar a qualidade de vida. O acompanhamento deve ser multidisciplinar, incluindo neurologista, fisioterapeuta, terapeuta ocupacional e fonoaudiólogo. O SUS oferece atendimento em reabilitação para doenças raras, que pode incluir fisioterapia para ataxia e fraqueza muscular, terapia ocupacional para atividades diárias, e suporte para dificuldades de fala e deglutição. Não há medicamentos específicos aprovados para a condição nas fontes consultadas.[1][2]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico da HSAN1B é variável, mas a condição é progressiva, com piora gradual dos sintomas neurológicos ao longo do tempo. A ataxia cerebelar e a neuropatia periférica podem levar a dificuldades significativas de mobilidade e coordenação, impactando a independência e a qualidade de vida. O acompanhamento regular com uma equipe multidisciplinar e o acesso a reabilitação podem ajudar a gerenciar os sintomas e manter a funcionalidade pelo maior tempo possível.[1][4]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Partes do corpo afetadas

🧠
Neurológico
11 sintomas
👁️
Olhos
5 sintomas
👂
Ouvidos
3 sintomas
💪
Músculos
2 sintomas
🫁
Pulmão
1 sintomas

+ 16 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

Neuropatia periférica
Anormalidade auditiva
Dismetria
Sensação de dor prejudicada
Disdiadococinesia
Ataxia cerebelar progressiva
38sintomas
Sem dados (38)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 38 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

Neuropatia periféricaPeripheral neuropathy
Anormalidade auditivaHearing abnormality
DismetriaDysmetria
Sensação de dor prejudicadaImpaired pain sensation
DisdiadococinesiaDysdiadochokinesis

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa12desde 2014
Total histórico518PubMed
Últimos 10 anos5publicações
Pico20265 papers
Linha do tempo
20202014Hoje · 2026🧪 2015Primeiro ensaio clínico
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

🧬

Nenhum gene associado encontrado

Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Pipeline de tratamentos
Pipeline regulatório — de medicamentos já aprovados a drogas em pesquisa exploratória.
1Fase 12
Medicamentos catalogadosEnsaios clínicos· 0 medicamentos · 2 ensaios
Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Neuropatia sensitiva e autonômica hereditária tipo 1B

🗺️

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Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.

Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

0 ensaios clínicos encontrados.

Distribuição por fase
Ver todos no ClinicalTrials.gov
🧪 Está conduzindo uma pesquisa?
Divulgue para pacientes e familiares que acompanham esta doença.
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Associações

Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação

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Grupos ativos de quem convive com esta doença aqui no Raras

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Ordenadas pelo número de sintomas em comum.

Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. Long-Term Successful Nonoperative Management of a Displaced Pediatric Odontoid Fracture in Hereditary Sensory and Autonomic Neuropathy Type IV: A Case Report.
    JBJS Case Connect· 2026· PMID 41863776recente
  2. Pediatric Conditions for Which Skin Biopsies of Clinically Normal Skin Have Diagnostic Yield: A Review for the Pediatric Dermatologist.
    Pediatr Dermatol· 2026· PMID 41704161recente
  3. Exploring the proprioceptive potential of joint receptors using a biomimetic robotic joint.
    Sci Rep· 2026· PMID 41634020recente
  4. Congenital insensitivity to pain with anhidrosis diagnosed following aseptic meningitis.
    Pediatr Int· 2026· PMID 41492817recente
  5. The neuroimmune axis and chronic pain disorders.
    iScience· 2026· PMID 41488770recente

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:139564(Orphanet)
  2. MONDO:0044720(MONDO)
  3. GARD:17937(GARD (NIH))
  4. Busca completa no PubMed(PubMed)
  5. Q50349714(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Neuropatia sensitiva e autonômica hereditária tipo 1B
Compêndio · Raras BR

Neuropatia sensitiva e autonômica hereditária tipo 1B

ORPHA:139564 · MONDO:0044720
Prevalência
<1 / 1 000 000
Casos
2 casos conhecidos
Herança
Autosomal dominant
CID-10
G60.8 · Outras neuropatias hereditárias e idiopáticas
CID-11
OMIM
614575
Início
Adult
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C1842586
EuropePMC
Wikidata
Papers 10a
DiscussaoAtiva

Nenhuma novidade ainda. O agente esta monitorando.

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0novidades

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Genética mendeliana
fonte: OMIM
Indexação biomédica
fonte: MeSH (NLM)
Dado público estruturado
fonte: Wikidata