A neuropatia sensitiva e autonômica hereditária, tipo 1 (HSAN1B) é descrita pela associação de HSAN 1 com tosse paroxística e refluxo gastroesofágico (RGE).
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A Neuropatia sensitiva e autonômica hereditária tipo 1B (HSAN1B) é uma doença genética rara que afeta principalmente o sistema nervoso periférico e o cerebelo. A condição é caracterizada por uma combinação de neuropatia periférica (danos aos nervos fora do cérebro e da medula espinhal) e ataxia cerebelar progressiva (dificuldade de coordenação e equilíbrio que piora com o tempo). A prevalência estimada é de menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas, sendo considerada uma doença ultrarrara. Os sintomas geralmente começam na idade adulta.[1][4]
Sinais e sintomas
Os principais sintomas da HSAN1B incluem neuropatia periférica, que pode se manifestar como fraqueza muscular distal (nos pés e mãos), arreflexia (ausência de reflexos), e sensação de dor prejudicada. A ataxia cerebelar progressiva causa dismetria (dificuldade em julgar distâncias), disdiadococinesia (dificuldade em realizar movimentos alternados rápidos), tremor intencional, instabilidade postural e ataxia de membros. Outros sinais neurológicos comuns são nistagmo (movimentos oculares involuntários, especialmente de batimento para baixo), perseguição suave horizontal prejudicada e sinal de Babinski. Pode haver também anormalidades auditivas, tosse, atraso no desenvolvimento da fala e da linguagem, e múltiplas contraturas articulares. A fisiologia do sistema nervoso autônomo pode estar alterada, e exames de imagem podem mostrar atrofia do vermis cerebelar.[1][4]
Causas genéticas
A HSAN1B é uma doença genética com herança autossômica dominante, o que significa que uma cópia alterada do gene responsável já é suficiente para causar a condição. Até o momento, o gene específico associado a este subtipo (tipo 1B) não foi identificado ou não está disponível nas fontes consultadas. O código OMIM para a doença é 614575.[1][2][5]
Diagnóstico
O diagnóstico da HSAN1B é baseado na avaliação clínica dos sintomas característicos, história familiar e exames complementares. Exames de neurocondução podem revelar uma neuropatia periférica desmielinizante com perda axonal. O diagnóstico genético pode ser realizado através do sequenciamento completo do exoma (WES), que está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS) como parte da cobertura mínima para doenças raras. Atualmente, há 58 testes genéticos disponíveis para esta condição, embora variantes patogênicas específicas no ClinVar não tenham sido reportadas nas fontes consultadas.[1][2][5]
Tratamento e manejo
Não há cura conhecida para a HSAN1B. O tratamento é sintomático e de suporte, visando aliviar os sintomas e melhorar a qualidade de vida. O acompanhamento deve ser multidisciplinar, incluindo neurologista, fisioterapeuta, terapeuta ocupacional e fonoaudiólogo. O SUS oferece atendimento em reabilitação para doenças raras, que pode incluir fisioterapia para ataxia e fraqueza muscular, terapia ocupacional para atividades diárias, e suporte para dificuldades de fala e deglutição. Não há medicamentos específicos aprovados para a condição nas fontes consultadas.[1][2]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico da HSAN1B é variável, mas a condição é progressiva, com piora gradual dos sintomas neurológicos ao longo do tempo. A ataxia cerebelar e a neuropatia periférica podem levar a dificuldades significativas de mobilidade e coordenação, impactando a independência e a qualidade de vida. O acompanhamento regular com uma equipe multidisciplinar e o acesso a reabilitação podem ajudar a gerenciar os sintomas e manter a funcionalidade pelo maior tempo possível.[1][4]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
A neuropatia sensitiva e autonômica hereditária, tipo 1 (HSAN1B) é descrita pela associação de HSAN 1 com tosse paroxística e refluxo gastroesofágico (RGE).
Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
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Entender a doença
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
A Neuropatia sensitiva e autonômica hereditária tipo 1B (HSAN1B) é uma doença genética rara que afeta principalmente o sistema nervoso periférico e o cerebelo. A condição é caracterizada por uma combinação de neuropatia periférica (danos aos nervos fora do cérebro e da medula espinhal) e ataxia cerebelar progressiva (dificuldade de coordenação e equilíbrio que piora com o tempo). A prevalência estimada é de menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas, sendo considerada uma doença ultrarrara. Os sintomas geralmente começam na idade adulta.[1][4]
Sinais e sintomas
Os principais sintomas da HSAN1B incluem neuropatia periférica, que pode se manifestar como fraqueza muscular distal (nos pés e mãos), arreflexia (ausência de reflexos), e sensação de dor prejudicada. A ataxia cerebelar progressiva causa dismetria (dificuldade em julgar distâncias), disdiadococinesia (dificuldade em realizar movimentos alternados rápidos), tremor intencional, instabilidade postural e ataxia de membros. Outros sinais neurológicos comuns são nistagmo (movimentos oculares involuntários, especialmente de batimento para baixo), perseguição suave horizontal prejudicada e sinal de Babinski. Pode haver também anormalidades auditivas, tosse, atraso no desenvolvimento da fala e da linguagem, e múltiplas contraturas articulares. A fisiologia do sistema nervoso autônomo pode estar alterada, e exames de imagem podem mostrar atrofia do vermis cerebelar.[1][4]
Causas genéticas
A HSAN1B é uma doença genética com herança autossômica dominante, o que significa que uma cópia alterada do gene responsável já é suficiente para causar a condição. Até o momento, o gene específico associado a este subtipo (tipo 1B) não foi identificado ou não está disponível nas fontes consultadas. O código OMIM para a doença é 614575.[1][2][5]
Diagnóstico
O diagnóstico da HSAN1B é baseado na avaliação clínica dos sintomas característicos, história familiar e exames complementares. Exames de neurocondução podem revelar uma neuropatia periférica desmielinizante com perda axonal. O diagnóstico genético pode ser realizado através do sequenciamento completo do exoma (WES), que está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS) como parte da cobertura mínima para doenças raras. Atualmente, há 58 testes genéticos disponíveis para esta condição, embora variantes patogênicas específicas no ClinVar não tenham sido reportadas nas fontes consultadas.[1][2][5]
Tratamento e manejo
Não há cura conhecida para a HSAN1B. O tratamento é sintomático e de suporte, visando aliviar os sintomas e melhorar a qualidade de vida. O acompanhamento deve ser multidisciplinar, incluindo neurologista, fisioterapeuta, terapeuta ocupacional e fonoaudiólogo. O SUS oferece atendimento em reabilitação para doenças raras, que pode incluir fisioterapia para ataxia e fraqueza muscular, terapia ocupacional para atividades diárias, e suporte para dificuldades de fala e deglutição. Não há medicamentos específicos aprovados para a condição nas fontes consultadas.[1][2]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico da HSAN1B é variável, mas a condição é progressiva, com piora gradual dos sintomas neurológicos ao longo do tempo. A ataxia cerebelar e a neuropatia periférica podem levar a dificuldades significativas de mobilidade e coordenação, impactando a independência e a qualidade de vida. O acompanhamento regular com uma equipe multidisciplinar e o acesso a reabilitação podem ajudar a gerenciar os sintomas e manter a funcionalidade pelo maior tempo possível.[1][4]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Partes do corpo afetadas
+ 16 sintomas em outras categorias
Características mais comuns
Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 38 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.
Linha do tempo da pesquisa
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Nenhum gene associado encontrado
Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
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Long-Term Successful Nonoperative Management of a Displaced Pediatric Odontoid Fracture in Hereditary Sensory and Autonomic Neuropathy Type IV: A Case Report.
Pediatric Conditions for Which Skin Biopsies of Clinically Normal Skin Have Diagnostic Yield: A Review for the Pediatric Dermatologist.
Exploring the proprioceptive potential of joint receptors using a biomimetic robotic joint.
Congenital insensitivity to pain with anhidrosis diagnosed following aseptic meningitis.
The neuroimmune axis and chronic pain disorders.
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Publicações científicas
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- Long-Term Successful Nonoperative Management of a Displaced Pediatric Odontoid Fracture in Hereditary Sensory and Autonomic Neuropathy Type IV: A Case Report.
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- The neuroimmune axis and chronic pain disorders.
Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:139564(Orphanet)
- MONDO:0044720(MONDO)
- GARD:17937(GARD (NIH))
- Busca completa no PubMed(PubMed)
- Q50349714(Wikidata)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
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Neuropatia sensitiva e autonômica hereditária tipo 1B
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Genética mendeliana
- fonte: OMIM
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- CID-11 (futuro)
- fonte: WHO ICD-11
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Indexação biomédica
- fonte: MeSH (NLM)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata