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Síndrome de sensibilização auto-eritrocitária
ORPHA:324636CID-10 · D69.2CID-11 · ED02DOENÇA RARA
DigestivoInício adulta
Também conhecida comoGDS

Síndrome rara caracterizada por episódios de dor intensa e sangramentos espontâneos (articular, gastrointestinal, epistaxe, etc.), frequentemente associados a febre e lesões cutâneas. Pode haver histórico de comportamento autolesivo e anormalidades nos membros.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 27/05/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A Síndrome de sensibilização auto-eritrocitária, também conhecida como síndrome de Gardner-Diamond, é uma doença rara caracterizada por hematomas (equimoses) dolorosos e espontâneos, que surgem sem trauma aparente. A condição afeta principalmente adultos e sua prevalência é estimada em menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas. Acredita-se que o organismo desenvolva uma reação alérgica (sensibilização) às próprias hemácias (glóbulos vermelhos), levando ao aparecimento das lesões.[1][3]

Sinais e sintomas

Os sintomas mais comuns incluem o aparecimento de placas avermelhadas e dolorosas na pele, que evoluem para hematomas (equimoses). Outros sinais e sintomas relatados são: dor, febre, tontura (vertigem), coceira (prurido), dores musculares (mialgia), dores nas articulações (artralgia), diarreia e sangramentos, como sangramento nasal (epistaxe), sangue na urina (hematúria), sangramento gastrointestinal, sangramento articular (hemorragia articular), sangramento menstrual intenso (menorragia) e, em casos raros, sangramento intracraniano. Também podem ocorrer alterações de humor, como ansiedade, depressão e sintomas de estresse pós-traumático, além de comportamento autolesivo.[1][3]

Exames laboratoriais podem mostrar alterações como aumento do número de plaquetas (trombocitose) ou, em alguns casos, redução (trombocitopenia autoimune), além de alterações na forma dos glóbulos vermelhos (morfologia eritrocitária anormal). A biópsia da pele afetada frequentemente revela um infiltrado inflamatório ao redor dos vasos sanguíneos na derme superficial.[1][3]

Causas genéticas

Até o momento, não há um gene específico identificado como causa da Síndrome de sensibilização auto-eritrocitária. A condição não é considerada hereditária no sentido clássico, e não há informações sobre herança genética disponíveis nas fontes consultadas.[1][4]

Diagnóstico

O diagnóstico é essencialmente clínico, baseado na história de hematomas dolorosos e espontâneos, associados a sintomas como dor e febre, e na exclusão de outras causas de sangramento. Exames de sangue podem auxiliar na investigação, e a biópsia de pele pode mostrar o infiltrado inflamatório característico. Testes genéticos estão disponíveis (código 336), mas não há uma variante genética conhecida para confirmar o diagnóstico. A doença é classificada na CID-10 como D69.2.[1][4][5]

Tratamento e manejo

Não há um tratamento padronizado ou aprovado especificamente para a Síndrome de sensibilização auto-eritrocitária. O manejo é geralmente sintomático e de suporte, podendo incluir medidas para alívio da dor e controle dos episódios de sangramento. É importante que o paciente seja acompanhado por uma equipe multidisciplinar. No Brasil, a doença não possui cobertura específica pelo Sistema Único de Saúde (SUS).[1][5]

Tratamentos citados na literatura

A literatura científica (fonte: PubTator3) menciona associações entre a doença e diversas substâncias, mas é fundamental destacar que estas são correlações observadas em publicações de pesquisa e não representam recomendações de tratamento. As substâncias e o número de publicações associadas são: Nitrogen (7 publicações), Carbon (6), Boron (3), Helium (2), Iron (2), Phosphatidylserines (2), Silicon (2), Hydrogen (2), Methane (2) e patiromer (2).[5]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico é variável. A doença pode cursar com episódios recorrentes de hematomas e dor, impactando significativamente a qualidade de vida. O suporte psicológico e o manejo da dor são aspectos importantes do cuidado. Não há informações sobre a expectativa de vida diretamente associada à síndrome nas fontes consultadas.[1][3]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Síndrome rara caracterizada por episódios de dor intensa e sangramentos espontâneos (articular, gastrointestinal, epistaxe, etc.), frequentemente associados a febre e lesões cutâneas. Pode haver histórico de comportamento autolesivo e anormalidades nos membros.

Publicações científicas
49 artigos
Último publicado: 2025

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
<1 / 1 000 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Casos conhecidos
170
pacientes catalogados
Início
Adult
🏥
SUS: Sem cobertura SUSScore: 0%
CID-10: D69.2
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Entender a doença

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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

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Visão geral

A Síndrome de sensibilização auto-eritrocitária, também conhecida como síndrome de Gardner-Diamond, é uma doença rara caracterizada por hematomas (equimoses) dolorosos e espontâneos, que surgem sem trauma aparente. A condição afeta principalmente adultos e sua prevalência é estimada em menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas. Acredita-se que o organismo desenvolva uma reação alérgica (sensibilização) às próprias hemácias (glóbulos vermelhos), levando ao aparecimento das lesões.[1][3]

Sinais e sintomas

Os sintomas mais comuns incluem o aparecimento de placas avermelhadas e dolorosas na pele, que evoluem para hematomas (equimoses). Outros sinais e sintomas relatados são: dor, febre, tontura (vertigem), coceira (prurido), dores musculares (mialgia), dores nas articulações (artralgia), diarreia e sangramentos, como sangramento nasal (epistaxe), sangue na urina (hematúria), sangramento gastrointestinal, sangramento articular (hemorragia articular), sangramento menstrual intenso (menorragia) e, em casos raros, sangramento intracraniano. Também podem ocorrer alterações de humor, como ansiedade, depressão e sintomas de estresse pós-traumático, além de comportamento autolesivo.[1][3]

Exames laboratoriais podem mostrar alterações como aumento do número de plaquetas (trombocitose) ou, em alguns casos, redução (trombocitopenia autoimune), além de alterações na forma dos glóbulos vermelhos (morfologia eritrocitária anormal). A biópsia da pele afetada frequentemente revela um infiltrado inflamatório ao redor dos vasos sanguíneos na derme superficial.[1][3]

Causas genéticas

Até o momento, não há um gene específico identificado como causa da Síndrome de sensibilização auto-eritrocitária. A condição não é considerada hereditária no sentido clássico, e não há informações sobre herança genética disponíveis nas fontes consultadas.[1][4]

Diagnóstico

O diagnóstico é essencialmente clínico, baseado na história de hematomas dolorosos e espontâneos, associados a sintomas como dor e febre, e na exclusão de outras causas de sangramento. Exames de sangue podem auxiliar na investigação, e a biópsia de pele pode mostrar o infiltrado inflamatório característico. Testes genéticos estão disponíveis (código 336), mas não há uma variante genética conhecida para confirmar o diagnóstico. A doença é classificada na CID-10 como D69.2.[1][4][5]

Tratamento e manejo

Não há um tratamento padronizado ou aprovado especificamente para a Síndrome de sensibilização auto-eritrocitária. O manejo é geralmente sintomático e de suporte, podendo incluir medidas para alívio da dor e controle dos episódios de sangramento. É importante que o paciente seja acompanhado por uma equipe multidisciplinar. No Brasil, a doença não possui cobertura específica pelo Sistema Único de Saúde (SUS).[1][5]

Tratamentos citados na literatura

A literatura científica (fonte: PubTator3) menciona associações entre a doença e diversas substâncias, mas é fundamental destacar que estas são correlações observadas em publicações de pesquisa e não representam recomendações de tratamento. As substâncias e o número de publicações associadas são: Nitrogen (7 publicações), Carbon (6), Boron (3), Helium (2), Iron (2), Phosphatidylserines (2), Silicon (2), Hydrogen (2), Methane (2) e patiromer (2).[5]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico é variável. A doença pode cursar com episódios recorrentes de hematomas e dor, impactando significativamente a qualidade de vida. O suporte psicológico e o manejo da dor são aspectos importantes do cuidado. Não há informações sobre a expectativa de vida diretamente associada à síndrome nas fontes consultadas.[1][3]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Partes do corpo afetadas

🧠
Neurológico
5 sintomas
🫃
Digestivo
4 sintomas
🩸
Sangue
4 sintomas
🦴
Ossos e articulações
2 sintomas
💪
Músculos
2 sintomas
🫘
Rins
1 sintomas

+ 22 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

90%prev.
Equimose
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Suscetibilidade a hematomas
Muito frequente (99-80%)
55%prev.
Anormalidade dos membros
Frequente (79-30%)
55%prev.
Infiltrado inflamatório perivascular dérmico superficial
Frequente (79-30%)
55%prev.
Dor
Frequente (79-30%)
55%prev.
Comportamento atípico
Frequente (79-30%)
42sintomas
Muito frequente (2)
Frequente (4)
Ocasional (30)
Muito raro (6)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 42 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

EquimoseEcchymosis
Muito frequente (99-80%)90%
Suscetibilidade a hematomasBruising susceptibility
Muito frequente (99-80%)90%
Anormalidade dos membrosAbnormality of limbs
Frequente (79-30%)55%
Infiltrado inflamatório perivascular dérmico superficialSuperficial dermal perivascular inflammatory infiltrate
Frequente (79-30%)55%
DorPain
Frequente (79-30%)55%

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa1desde 2025
Total histórico49PubMed
Últimos 10 anos9publicações
Pico20212 papers
Linha do tempo
2025Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

🧬

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Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

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Tratamento e manejo

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Onde tratar no SUS

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Publicações mais relevantes

Timeline de publicações
9 papers (10 anos)
#1

Case Report: Psychogenic purpura in a uremic patient on peritoneal dialysis.

Frontiers in immunology2025

Psychogenic purpura (Gardner-Diamond syndrome) is a rare autoimmune vasculopathy characterized by the spontaneous onset of painful edema and infiltrative cutaneous lesions that rapidly develop into ecchymosis after severe psychological stress events. In this article, we report an 87-year-old female uremic patient who was admitted to the hospital with erythema and subcutaneous ecchymoses on the head and face following an Aedes mosquito sting. She was previously diagnosed with "toxic insect stings and skin bacterial infections" and was given anti-infective treatment by an outside hospital, which was ineffective. Subsequent laboratory tests at our hospital revealed only an increase in fibrinogen and leukocytosis. Tracing the history revealed that the patient's purpura episodes were related to a major life event, the death of her husband. After consultation with the dermatology department, the patient's autoerythrocyte sensitization test was positive, and she was finally diagnosed with "psychogenic purpura". Treatment included glucocorticoids and immunomodulators, supplemented by anti-infective and renal replacement therapy, and the patient's ecchymosis gradually subsided and resolved after one month of follow-up. This case highlights the complexity of diagnosing psychogenic purpura and the significance of medical history in the diagnosis. Only accurate and timely diagnosis can effectively avoid unnecessary treatment.

#2

Diagnosing the Dermatologic Blues: Systematic Review of the Rare Conundrum, Psychogenic Purpura.

JMIR dermatology2023 Sep 13

Psychogenic purpura is an idiopathic psychodermatologic condition of recurrent, painful purpura precipitated by psychological stress, predominantly affecting young females. Little consensus exists on the diagnostic guidelines for this rare condition, often resulting in costly, unnecessary, and stressful investigations as well as prolonged hospital admissions. With this first up-to-date systematic review of 134 cases of psychogenic purpura in over a decade, we aim to thoroughly investigate the diagnostic strategy and treatment regimens used in the last decade. With a sooner diagnosis, patient stress and nosocomial ecchymoses can be minimized, and treatment can be expedited. We conducted a literature review of 4 databases (PubMed, Ovid Embase, Ovid MEDLINE, and Web of Science) on October 5, 2022 that yielded 46 full-text articles, which were reviewed and extracted by 2 independent reviewers. We analyzed a total of 134 cases, consisting largely of females (125/134, 93.3%) with purpura on the upper (103/134, 76.9%) or lower limbs (112/134, 83.6%). Apart from a paresthesia prodrome, patients commonly experienced headaches, malaise, and arthralgia or myalgia. Approximately 70% (95/134) of patients reported a physiological or psychological stressor or psychiatric diagnosis before the development of the purpura. Laboratory testing almost always revealed unremarkable results. The intradermal washed autoerythrocyte sensitization test was positive in 98% (42/43) of cases. Histopathology biopsy findings commonly revealed dermal erythrodiapedesis or hemorrhage (n=34) and perivascular inflammatory infiltrates (n=17). Approximately 42% (56/134) of patients received a novel psychiatric diagnosis, with depression being the most common (40/72, 56%). In both patients with and those without a novel psychiatric diagnosis, observation, counseling, treatment with antidepressants (ie, selective serotonin reuptake inhibitors), and psychotherapy (ie, cognitive behavioral therapy) prevailed in the resolution of the purpura. Due to the unclear etiology and infrequent presentation of this condition, it remains a diagnosis of exclusion based on clinical suspicion evaluating the presence of stressors or psychiatric comorbidities and exclusion of systemic conditions. Clinical confirmation can be sought through a positive autoerythrocyte sedimentation test, characteristic histopathology findings, and remission of purpura after psychiatric treatment.

#3

Role of Autoerythrocyte Sensitization Test in the Diagnosis of Recurrent Spontaneous Bruising.

Indian dermatology online journal2023

Psychogenic purpura, also known as autoerythrocyte sensitization syndrome, is a rare condition which is characterized by spontaneous development of painful purpura, or ecchymoses. Skin lesions are usually preceded by stress and emotional trauma. It is usually a diagnosis of exclusion after ruling out history of trauma, drug intake and other bleeding disorders. Autoerythrocyte sensitization test (AEST) and a psychiatric evaluation helps in the diagnosis and treatment. To demonstrate the importance of AEST in diagnosing the patient of Gardner Diamond syndrome. Five suspected cases of autoerythrocyte sensitization syndrome underwent AEST after ruling out other causes of bleeding. Four out of five patients were positive for AEST while one patient was negative. Psychiatric complaints were present in three patients. One patient was lost to follow up. Rest all patients responded well to vitamin C supplementation. Autoerythrocyte sensitization syndrome is a rare disorder and is a diagnosis of exclusion, so a thorough workup of the patient to rule out common causes of bruising is essential. A high index of suspicion on the clinician's part and a simple OPD-based AEST may help in the diagnosis. Psychiatric consultation is important to find out the stress factor and timely management.

#4

Reprint of: Adolescent with leg rash.

Disease-a-month : DM2022 Sep
#5

Is Gardner-Diamond syndrome related to autoimmunity?

Northern clinics of Istanbul2021

Gardner and Diamond described a clinical picture of painful ecchymosis in the skin and mucous membranes in four female patients and called this entity Gardner-Diamond syndrome (GDS). At present, the exact pathogenesis of the disease is still unknown. In recent years, it has been advocated that antibodies against phosphatidylserine in erythrocyte stroma may cause immune complex and complement activation, leading to this clinical picture. Herein, we found it appropriate to present a case of multiple ecchymotic lesions diagnosed with GDS followed by many autoimmune diseases to draw attention to autoimmune association. As a result of this case presentation and mini-literature review, we think that autoimmunity patients should not be missed in GDS patients.

Publicações recentes

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Associações

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Doenças relacionadas

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Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. Case Report: Psychogenic purpura in a uremic patient on peritoneal dialysis.
    Frontiers in immunology· 2025· PMID 41019088mais citado
  2. Diagnosing the Dermatologic Blues: Systematic Review of the Rare Conundrum, Psychogenic Purpura.
    JMIR dermatology· 2023· PMID 37703091mais citado
  3. Role of Autoerythrocyte Sensitization Test in the Diagnosis of Recurrent Spontaneous Bruising.
    Indian dermatology online journal· 2023· PMID 37266085mais citado
  4. Reprint of: Adolescent with leg rash.
    Disease-a-month : DM· 2022· PMID 35644661mais citado
  5. Is Gardner-Diamond syndrome related to autoimmunity?
    Northern clinics of Istanbul· 2021· PMID 34222815mais citado

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:324636(Orphanet)
  2. MONDO:0017943(MONDO)
  3. GARD:6481(GARD (NIH))
  4. Busca completa no PubMed(PubMed)
  5. Q7124887(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Síndrome de sensibilização auto-eritrocitária
Compêndio · Raras BR

Síndrome de sensibilização auto-eritrocitária

ORPHA:324636 · MONDO:0017943
Prevalência
<1 / 1 000 000
Casos
170 casos conhecidos
CID-10
D69.2 · Outras púrpuras não-trombocitopênicas
CID-11
Início
Adult
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C0301928
EuropePMC
Wikidata
Papers 10a
DiscussaoAtiva

Nenhuma novidade ainda. O agente esta monitorando.

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0novidades

📋 Origem dos dados

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Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Indexação biomédica
fonte: MeSH (NLM)
Dado público estruturado
fonte: Wikidata