Doença rara autossômica recessiva, caracterizada por neuropatia axonal periférica com ptose, marcha escarvante e arreflexia, associada a defeito no metabolismo do cobre (gene SCO2). Pode apresentar cardiomiopatia, exotropia e incoordenação motora.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A Doença de Charcot-Marie-Tooth axonal autossômica recessiva por defeito no metabolismo do cobre é uma condição genética rara que afeta os nervos periféricos, responsáveis por conectar o cérebro e a medula espinhal aos músculos e à pele. Ela é causada por alterações no gene SCO2, que desempenha um papel importante no metabolismo do cobre dentro das células. A doença é herdada de forma autossômica recessiva, o que significa que a pessoa precisa herdar uma cópia do gene alterado de cada um dos pais para desenvolver a condição. Sua prevalência é estimada em menos de 1 caso a cada 1.000.000 de pessoas, sendo considerada extremamente rara.[1][3]
Sinais e sintomas
Os sintomas geralmente começam na infância ou na adolescência e incluem fraqueza muscular nos membros inferiores, especialmente nos músculos que levantam a ponta do pé (dorsiflexores), o que pode causar uma marcha escarvante (arrastar o pé ao andar). Outros sinais comuns são atrofia muscular generalizada dos membros, fasciculações (contrações musculares involuntárias), arreflexia (ausência de reflexos), quedas frequentes, pé plano e incoordenação motora. Também podem ocorrer fraqueza facial (diplegia facial), ptose (queda da pálpebra superior), exotropia (desvio do olho para fora), disartria (dificuldade para falar) e atraso no desenvolvimento motor. Exames laboratoriais frequentemente mostram concentração anormal de creatina quinase circulante, aumento do lactato no sangue e alterações na homeostase do cobre. A sensação de vibração nos membros inferiores pode estar prejudicada, e a eletroneuromiografia (EMG) revela sinais de desnervação crônica. Em alguns casos, pode haver cardiomiopatia (doença do músculo cardíaco).[1][3]
Causas genéticas
A doença é causada por mutações no gene SCO2 (do inglês Cytochrome c oxidase assembly factor SCO2). Esse gene fornece instruções para a produção de uma proteína que ajuda a montar a enzima citocromo c oxidase, essencial para a produção de energia nas células. Além disso, o SCO2 está envolvido no transporte e metabolismo do cobre. Quando o gene está alterado, o metabolismo do cobre fica prejudicado, afetando especialmente os nervos periféricos. A herança é autossômica recessiva: para desenvolver a doença, a pessoa precisa herdar duas cópias alteradas do gene (uma do pai e outra da mãe). Pais que carregam apenas uma cópia alterada geralmente não apresentam sintomas.[1][4]
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sintomas, nos achados de exames como a eletroneuromiografia (EMG) e em testes laboratoriais que mostram alterações no lactato, creatina quinase e metabolismo do cobre. A confirmação genética é feita por meio do sequenciamento completo do exoma (WES), que analisa todos os genes em busca de mutações no SCO2. Atualmente, existem 336 testes genéticos disponíveis para essa condição, e 316 variantes patogênicas estão catalogadas no ClinVar. No Brasil, o sequenciamento completo do exoma está disponível pelo Sistema Único de Saúde (SUS) com cobertura mínima, assim como o atendimento em reabilitação para doenças raras.[1][4]
Tratamento e manejo
Atualmente, não há cura para a doença, e o tratamento é focado no manejo dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. As opções incluem fisioterapia e reabilitação para fortalecer os músculos, melhorar a coordenação e prevenir quedas. O uso de órteses (como tornozeleiras) pode ajudar na marcha escarvante. O acompanhamento com neurologista, cardiologista (para monitorar possível cardiomiopatia) e fonoaudiólogo (para disartria) é importante. Não há medicamentos específicos aprovados para essa condição. O atendimento em reabilitação para doenças raras está disponível no SUS.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico varia de acordo com a gravidade dos sintomas e a presença de complicações como cardiomiopatia. O acompanhamento multidisciplinar e a reabilitação precoce podem ajudar a manter a mobilidade e a independência por mais tempo. Como a doença é muito rara, o conhecimento sobre sua progressão a longo prazo ainda é limitado. O suporte psicológico e a conexão com grupos de apoio para doenças raras podem ser benéficos para pacientes e familiares.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Doença rara autossômica recessiva, caracterizada por neuropatia axonal periférica com ptose, marcha escarvante e arreflexia, associada a defeito no metabolismo do cobre (gene SCO2). Pode apresentar cardiomiopatia, exotropia e incoordenação motora.
Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
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Entender a doença
Do básico ao detalhe, leia no seu ritmo
Preparando trilha educativa...
Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
A Doença de Charcot-Marie-Tooth axonal autossômica recessiva por defeito no metabolismo do cobre é uma condição genética rara que afeta os nervos periféricos, responsáveis por conectar o cérebro e a medula espinhal aos músculos e à pele. Ela é causada por alterações no gene SCO2, que desempenha um papel importante no metabolismo do cobre dentro das células. A doença é herdada de forma autossômica recessiva, o que significa que a pessoa precisa herdar uma cópia do gene alterado de cada um dos pais para desenvolver a condição. Sua prevalência é estimada em menos de 1 caso a cada 1.000.000 de pessoas, sendo considerada extremamente rara.[1][3]
Sinais e sintomas
Os sintomas geralmente começam na infância ou na adolescência e incluem fraqueza muscular nos membros inferiores, especialmente nos músculos que levantam a ponta do pé (dorsiflexores), o que pode causar uma marcha escarvante (arrastar o pé ao andar). Outros sinais comuns são atrofia muscular generalizada dos membros, fasciculações (contrações musculares involuntárias), arreflexia (ausência de reflexos), quedas frequentes, pé plano e incoordenação motora. Também podem ocorrer fraqueza facial (diplegia facial), ptose (queda da pálpebra superior), exotropia (desvio do olho para fora), disartria (dificuldade para falar) e atraso no desenvolvimento motor. Exames laboratoriais frequentemente mostram concentração anormal de creatina quinase circulante, aumento do lactato no sangue e alterações na homeostase do cobre. A sensação de vibração nos membros inferiores pode estar prejudicada, e a eletroneuromiografia (EMG) revela sinais de desnervação crônica. Em alguns casos, pode haver cardiomiopatia (doença do músculo cardíaco).[1][3]
Causas genéticas
A doença é causada por mutações no gene SCO2 (do inglês Cytochrome c oxidase assembly factor SCO2). Esse gene fornece instruções para a produção de uma proteína que ajuda a montar a enzima citocromo c oxidase, essencial para a produção de energia nas células. Além disso, o SCO2 está envolvido no transporte e metabolismo do cobre. Quando o gene está alterado, o metabolismo do cobre fica prejudicado, afetando especialmente os nervos periféricos. A herança é autossômica recessiva: para desenvolver a doença, a pessoa precisa herdar duas cópias alteradas do gene (uma do pai e outra da mãe). Pais que carregam apenas uma cópia alterada geralmente não apresentam sintomas.[1][4]
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sintomas, nos achados de exames como a eletroneuromiografia (EMG) e em testes laboratoriais que mostram alterações no lactato, creatina quinase e metabolismo do cobre. A confirmação genética é feita por meio do sequenciamento completo do exoma (WES), que analisa todos os genes em busca de mutações no SCO2. Atualmente, existem 336 testes genéticos disponíveis para essa condição, e 316 variantes patogênicas estão catalogadas no ClinVar. No Brasil, o sequenciamento completo do exoma está disponível pelo Sistema Único de Saúde (SUS) com cobertura mínima, assim como o atendimento em reabilitação para doenças raras.[1][4]
Tratamento e manejo
Atualmente, não há cura para a doença, e o tratamento é focado no manejo dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. As opções incluem fisioterapia e reabilitação para fortalecer os músculos, melhorar a coordenação e prevenir quedas. O uso de órteses (como tornozeleiras) pode ajudar na marcha escarvante. O acompanhamento com neurologista, cardiologista (para monitorar possível cardiomiopatia) e fonoaudiólogo (para disartria) é importante. Não há medicamentos específicos aprovados para essa condição. O atendimento em reabilitação para doenças raras está disponível no SUS.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico varia de acordo com a gravidade dos sintomas e a presença de complicações como cardiomiopatia. O acompanhamento multidisciplinar e a reabilitação precoce podem ajudar a manter a mobilidade e a independência por mais tempo. Como a doença é muito rara, o conhecimento sobre sua progressão a longo prazo ainda é limitado. O suporte psicológico e a conexão com grupos de apoio para doenças raras podem ser benéficos para pacientes e familiares.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Partes do corpo afetadas
+ 11 sintomas em outras categorias
Características mais comuns
Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 21 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.
Linha do tempo
Do mais antigo ao mais recente
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Genes associados
1 gene identificado com associação a esta condição. Padrão de herança: Autosomal recessive.
Copper metallochaperone essential for the synthesis and maturation of cytochrome c oxidase subunit II (MT-CO2/COX2); together with SCO1, facilitates the incorporation of copper into the Cu(A) site of MT-CO2/COX2 (PubMed:15229189, PubMed:17189203, PubMed:19336478, PubMed:35750769). Could also act as a thiol-disulfide oxidoreductase to regulate the redox state of the cysteines in SCO1 during maturation of MT-CO2/COX2 (PubMed:19336478)
Mitochondrion inner membrane
Mitochondrial complex IV deficiency, nuclear type 2
An autosomal recessive, severe mitochondrial disorder characterized by hypotonia, global developmental delay, hypertrophic cardiomyopathy, lactic acidosis, gliosis, and neuronal loss in basal ganglia, brainstem and spinal cord. Serum lactate is increased, and laboratory studies show decreased mitochondrial complex IV protein and activity levels in various tissues, including heart and skeletal muscle. Most patients die in infancy of cardiorespiratory failure.
Medicamentos aprovados (FDA)
1 medicamento encontrado nos registros da FDA americana.
Variantes genéticas (ClinVar)
316 variantes patogênicas registradas no ClinVar.
Vias biológicas (Reactome)
2 vias biológicas associadas aos genes desta condição.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Doença Charcot-Marie-Tooth axonal autossômica recessiva por defeito no metabolismo do cobre
Centros de Referência SUS
21 centros habilitados pelo SUS para Doença Charcot-Marie-Tooth axonal autossômica recessiva por defeito no metabolismo do cobre
Centros para Doença Charcot-Marie-Tooth axonal autossômica recessiva por defeito no metabolismo do cobre
Detalhes dos centros
Hospital Universitário Prof. Edgard Santos (HUPES)
R. Dr. Augusto Viana, s/n - Canela, Salvador - BA, 40110-060 · CNES 0003808
Serviço de Referência
Hospital de Apoio de Brasília (HAB)
AENW 3 Lote A Setor Noroeste - Plano Piloto, Brasília - DF, 70684-831 · CNES 0010456
Serviço de Referência
Hospital Estadual Infantil e Maternidade Alzir Bernardino Alves (HIABA)
Av. Min. Salgado Filho, 918 - Soteco, Vila Velha - ES, 29106-010 · CNES 6631207
Serviço de Referência
Hospital das Clínicas da UFG
Rua 235 QD. 68 Lote Área, Nº 285, s/nº - Setor Leste Universitário, Goiânia - GO, 74605-050 · CNES 2338424
Serviço de Referência
Hospital das Clínicas da UFMG
Av. Prof. Alfredo Balena, 110 - Santa Efigênia, Belo Horizonte - MG, 30130-100 · CNES 2280167
Serviço de Referência
NUPAD / Faculdade de Medicina UFMG
Av. Prof. Alfredo Balena, 189 - 5 andar - Centro, Belo Horizonte - MG, 30130-100 · CNES 2183226
Serviço de Referência
Hospital Universitário João de Barros Barreto
R. dos Mundurucus, 4487 - Guamá, Belém - PA, 66073-000 · CNES 2337878
Serviço de Referência
Hospital de Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco
Av. Prof. Moraes Rego, 1235 - Cidade Universitária, Recife - PE, 50670-901 · CNES 2561492
Atenção Especializada
Instituto de Medicina Integral Prof. Fernando Figueira (IMIP)
R. dos Coelhos, 300 - Boa Vista, Recife - PE, 50070-902 · CNES 0000647
Serviço de Referência
Hospital de Clínicas da UFPR
R. Gen. Carneiro, 181 - Alto da Glória, Curitiba - PR, 80060-900 · CNES 2364980
Serviço de Referência
Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE-UERJ)
Blvd. 28 de Setembro, 77 - Vila Isabel, Rio de Janeiro - RJ, 20551-030 · CNES 2280221
Serviço de Referência
Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz)
Av. Rui Barbosa, 716 - Flamengo, Rio de Janeiro - RJ, 22250-020 · CNES 2269988
Serviço de Referência
Hospital Universitário Onofre Lopes (HUOL)
Av. Nilo Peçanha, 620 - Petrópolis, Natal - RN, 59012-300 · CNES 2408570
Atenção Especializada
Hospital São Lucas da PUCRS
Av. Ipiranga, 6690 - Jardim Botânico, Porto Alegre - RS, 90610-000 · CNES 2232928
Serviço de Referência
Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA)
Rua Ramiro Barcelos, 2350 Bloco A - Av. Protásio Alves, 211 - Bloco B e C - Santa Cecília, Porto Alegre - RS, 90035-903 · CNES 2237601
Serviço de Referência
Hospital Universitário da UFSC (HU-UFSC)
R. Profa. Maria Flora Pausewang - Trindade, Florianópolis - SC, 88036-800 · CNES 2560356
Serviço de Referência
Hospital das Clínicas da FMUSP
R. Dr. Ovídio Pires de Campos, 225 - Cerqueira César, São Paulo - SP, 05403-010 · CNES 2077485
Serviço de Referência
Hospital de Clínicas da UNICAMP
R. Vital Brasil, 251 - Cidade Universitária, Campinas - SP, 13083-888 · CNES 2748223
Serviço de Referência
Hospital de Clínicas de Ribeirão Preto (HCRP-USP)
R. Ten. Catão Roxo, 3900 - Vila Monte Alegre, Ribeirão Preto - SP, 14015-010 · CNES 2082187
Serviço de Referência
Instituto da Criança e do Adolescente (ICr-HCFMUSP)
Av. Dr. Enéas Carvalho de Aguiar, 647 - Cerqueira César, São Paulo - SP, 05403-000 · CNES 2081695
Serviço de Referência
UNIFESP / Hospital São Paulo
R. Napoleão de Barros, 715 - Vila Clementino, São Paulo - SP, 04024-002 · CNES 2688689
Serviço de Referência
Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.
Pesquisa ativa
Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes
Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
Associações
Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação
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É de uma associação que acompanha esta doença? Fale com a gente →
Comunidades
Grupos ativos de quem convive com esta doença aqui no Raras
Ainda não existe comunidade no Raras para Doença Charcot-Marie-Tooth axonal autossômica recessiva por defeito no metabolismo do cobre
Pacientes, familiares e cuidadores se organizam em comunidades pra compartilhar experiências, fazer perguntas e se apoiar. Você pode ser o primeiro.
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Doenças com sintomas parecidos — ajudam quem ainda está buscando diagnóstico
Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:521411(Orphanet)
- MONDO:0033850(MONDO)
- GARD:22143(GARD (NIH))
- Variantes catalogadas(ClinVar)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar
Doença Charcot-Marie-Tooth axonal autossômica recessiva por defeito no metabolismo do cobre
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Medicamentos aprovados FDA
- fonte: FDA OpenFDA