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Síndrome auto-inflamatório de início precoce devido a haploinsuficiência A20
ORPHA:674762CID-11 · 4A60.YOMIM 616744DOENÇA RARA
Sangue / imuneHerança AD
Também conhecida comoAIDHA20TNFAIP3
Sinônimos clínicos: AID de início precoce devido a HA20 · Doença auto-inflamatória de início precoce devido a HA20 · Síndrome auto-inflamatório de início precoce associado a TNFAIP3 · +1

A haploinsuficiência de A20 é uma doença rara causada por mutações no gene TNFAIP3. Este gene também é conhecido como A20.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 21/06/2026
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Visão geral

A Síndrome auto-inflamatória de início precoce devido a haploinsuficiência A20 é uma condição genética rara que se manifesta ainda na infância ou juventude. Ela faz parte do grupo das doenças auto-inflamatórias, nas quais o sistema imunológico ataca o próprio corpo, causando inflamação em diversos órgãos e sistemas. O nome da síndrome reflete sua causa: uma deficiência (haploinsuficiência) na proteína A20, codificada pelo gene TNFAIP3.[1][4]

Sinais e sintomas

Os sintomas podem variar de pessoa para pessoa, mas os mais comuns incluem febre que volta e volta (febre recorrente), inflamação nas articulações (artrite poliarticular), lesões na pele (erupção cutânea) e úlceras na boca e na região genital. Também podem ocorrer inflamação nos olhos (uveíte anterior), inflamação no intestino (colite e úlcera ileal), anemia hemolítica (destruição precoce das hemácias), diminuição das células de defesa (linfopenia) e das plaquetas (trombocitopenia). Em alguns casos, há presença de anticoagulante lúpico e anticorpos antinucleares (marcadores de autoimunidade), além de movimentos involuntários chamados coreia e alterações no desenvolvimento do cérebro (anomalia do giro frontal inferior).[1][4]

Causas genéticas

A síndrome é causada por alterações (variantes) no gene TNFAIP3, que fornece as instruções para a produção da proteína A20. Essa proteína é um importante regulador da inflamação: ela ajuda a frear a resposta imunológica. Quando uma das duas cópias do gene não funciona corretamente (haploinsuficiência), a quantidade de proteína A20 é insuficiente, e o sistema imunológico fica hiperativo, causando inflamação descontrolada. A herança é autossômica dominante, o que significa que basta uma cópia alterada do gene para a pessoa manifestar a doença.[1][2][5]

Diagnóstico

O diagnóstico é feito por meio de teste genético, que identifica variantes patogênicas no gene TNFAIP3. Atualmente, há 139 variantes diferentes registradas no ClinVar, um banco de dados internacional de variantes genéticas. O teste genético é essencial para confirmar a suspeita clínica, especialmente em crianças ou jovens com febre recorrente, artrite e úlceras de repetição. O código da doença no OMIM é 616744 e no MONDO é 0800045.[1][2][5]

Tratamento e manejo

O tratamento é focado no controle da inflamação e dos sintomas, e deve ser individualizado por um médico especialista (reumatologista, imunologista ou geneticista). Não há medicamentos específicos aprovados exclusivamente para esta síndrome, mas o manejo geralmente inclui anti-inflamatórios, imunossupressores e, em alguns casos, medicamentos biológicos que bloqueiam vias inflamatórias específicas. O acompanhamento multidisciplinar é importante para monitorar as complicações em cada órgão afetado. No Brasil, a doença não possui cobertura específica pelo SUS (Sistema Único de Saúde) para procedimentos ou medicamentos.[1][2]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico varia conforme a gravidade dos sintomas e a resposta ao tratamento. Com o manejo adequado, muitas pessoas conseguem controlar as crises inflamatórias e ter uma qualidade de vida razoável. No entanto, por ser uma condição crônica, o acompanhamento médico contínuo é necessário para prevenir danos permanentes, como deformidades articulares ou complicações intestinais. O apoio psicológico e de grupos de pacientes também pode ser benéfico.[1][4]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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A haploinsuficiência de A20 é uma doença rara causada por mutações no gene TNFAIP3. Este gene também é conhecido como A20.

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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

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Visão geral

A Síndrome auto-inflamatória de início precoce devido a haploinsuficiência A20 é uma condição genética rara que se manifesta ainda na infância ou juventude. Ela faz parte do grupo das doenças auto-inflamatórias, nas quais o sistema imunológico ataca o próprio corpo, causando inflamação em diversos órgãos e sistemas. O nome da síndrome reflete sua causa: uma deficiência (haploinsuficiência) na proteína A20, codificada pelo gene TNFAIP3.[1][4]

Sinais e sintomas

Os sintomas podem variar de pessoa para pessoa, mas os mais comuns incluem febre que volta e volta (febre recorrente), inflamação nas articulações (artrite poliarticular), lesões na pele (erupção cutânea) e úlceras na boca e na região genital. Também podem ocorrer inflamação nos olhos (uveíte anterior), inflamação no intestino (colite e úlcera ileal), anemia hemolítica (destruição precoce das hemácias), diminuição das células de defesa (linfopenia) e das plaquetas (trombocitopenia). Em alguns casos, há presença de anticoagulante lúpico e anticorpos antinucleares (marcadores de autoimunidade), além de movimentos involuntários chamados coreia e alterações no desenvolvimento do cérebro (anomalia do giro frontal inferior).[1][4]

Causas genéticas

A síndrome é causada por alterações (variantes) no gene TNFAIP3, que fornece as instruções para a produção da proteína A20. Essa proteína é um importante regulador da inflamação: ela ajuda a frear a resposta imunológica. Quando uma das duas cópias do gene não funciona corretamente (haploinsuficiência), a quantidade de proteína A20 é insuficiente, e o sistema imunológico fica hiperativo, causando inflamação descontrolada. A herança é autossômica dominante, o que significa que basta uma cópia alterada do gene para a pessoa manifestar a doença.[1][2][5]

Diagnóstico

O diagnóstico é feito por meio de teste genético, que identifica variantes patogênicas no gene TNFAIP3. Atualmente, há 139 variantes diferentes registradas no ClinVar, um banco de dados internacional de variantes genéticas. O teste genético é essencial para confirmar a suspeita clínica, especialmente em crianças ou jovens com febre recorrente, artrite e úlceras de repetição. O código da doença no OMIM é 616744 e no MONDO é 0800045.[1][2][5]

Tratamento e manejo

O tratamento é focado no controle da inflamação e dos sintomas, e deve ser individualizado por um médico especialista (reumatologista, imunologista ou geneticista). Não há medicamentos específicos aprovados exclusivamente para esta síndrome, mas o manejo geralmente inclui anti-inflamatórios, imunossupressores e, em alguns casos, medicamentos biológicos que bloqueiam vias inflamatórias específicas. O acompanhamento multidisciplinar é importante para monitorar as complicações em cada órgão afetado. No Brasil, a doença não possui cobertura específica pelo SUS (Sistema Único de Saúde) para procedimentos ou medicamentos.[1][2]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico varia conforme a gravidade dos sintomas e a resposta ao tratamento. Com o manejo adequado, muitas pessoas conseguem controlar as crises inflamatórias e ter uma qualidade de vida razoável. No entanto, por ser uma condição crônica, o acompanhamento médico contínuo é necessário para prevenir danos permanentes, como deformidades articulares ou complicações intestinais. O apoio psicológico e de grupos de pacientes também pode ser benéfico.[1][4]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Partes do corpo afetadas

🩸
Sangue
3 sintomas
🦴
Ossos e articulações
1 sintomas
🧬
Pele e cabelo
1 sintomas
👂
Ouvidos
1 sintomas

+ 13 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

100%prev.
Úlcera oral
Frequência: 11/11
91%prev.
Úlceras genitais
Frequência: 10/11
45%prev.
Artrite poliarticular
Frequência: 5/11
45%prev.
Início juvenil
Frequência: 5/11
36%prev.
Erupção cutânea
Frequência: 4/11
36%prev.
Início na infância
Frequência: 4/11
19sintomas
Muito frequente (2)
Frequente (4)
Ocasional (12)
Sem dados (1)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 19 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

Úlcera oralOral ulcer
Frequência: 11/11100%
Úlceras genitaisGenital ulcers
Frequência: 10/1191%
Artrite poliarticularPolyarticular arthritis
Frequência: 5/1145%
Início juvenilJuvenile onset
Frequência: 5/1145%
Erupção cutâneaSkin rash
Frequência: 4/1136%

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Últimos 10 anos14publicações
Pico20203 papers
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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

Genes associados

1 gene identificado com associação a esta condição.

Autosomal dominant

Curadoria gene-doença

fontes oficiais
TNFAIP3
TNFAIP3Tumor necrosis factor alpha-induced protein 3Disease-causing germline mutation(s) (loss of function) inAltamente restrito
FUNÇÃO

Ubiquitin-editing enzyme that contains both ubiquitin ligase and deubiquitinase activities. Involved in immune and inflammatory responses signaled by cytokines, such as TNF and IL-1 beta, or pathogens via Toll-like receptors (TLRs) through terminating NF-kappa-B activity. Essential component of a ubiquitin-editing protein complex, comprising also RNF11, ITCH and TAX1BP1, that ensures the transient nature of inflammatory signaling pathways. In cooperation with TAX1BP1 promotes disassembly of E2-E

LOCALIZAÇÃO

CytoplasmNucleusLysosome

VIAS BIOLÓGICAS (6)
Ovarian tumor domain proteasesNOD1/2 Signaling PathwayNegative regulators of DDX58/IFIH1 signalingRegulation of TNFR1 signalingTNFR1-induced proapoptotic signaling
MECANISMO DE DOENÇA

Autoinflammatory syndrome, familial, Behcet-like 1

An autosomal dominant, autoinflammatory disorder with early onset, characterized by ulceration of mucosal surfaces, particularly in the oral and genital areas. Additional variable features include skin rash, uveitis, and polyarthritis.

EXPRESSÃO TECIDUAL(Ubíquo)
Linfócitos
245.4 TPM
Ovário
109.7 TPM
Pulmão
74.4 TPM
Adipose Visceral Omentum
63.8 TPM
Skin Not Sun Exposed Suprapubic
58.3 TPM
OUTRAS DOENÇAS (2)
autoinflammatory syndrome, familial, Behcet-like 1systemic lupus erythematosus
HGNC:11896UniProt:P21580

Variantes genéticas (ClinVar)

139 variantes patogênicas registradas no ClinVar.

🧬 TNFAIP3: NM_001270508.2(TNFAIP3):c.779T>A (p.Leu260Ter) ()
🧬 TNFAIP3: NM_001270508.2(TNFAIP3):c.1747G>A (p.Gly583Arg) ()
🧬 TNFAIP3: NM_001270508.2(TNFAIP3):c.1906+1G>A ()
🧬 TNFAIP3: NM_001270508.2(TNFAIP3):c.1888G>T (p.Glu630Ter) ()
🧬 TNFAIP3: NM_001270508.2(TNFAIP3):c.1906+1del ()
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Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

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Tratamento e manejo

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Onde tratar no SUS

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🇧🇷 Atendimento SUS — Síndrome auto-inflamatório de início precoce devido a haploinsuficiência A20

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Publicações mais relevantes

Timeline de publicações
0 papers (10 anos)
#1

Tackling the diagnosis of HA20 in children: challenges of a highly variable clinical and genetic spectrum.

RMD open2026 Feb 25

To describe the clinical, biological and genetic characteristics of paediatric-onset A20 haploinsufficiency (HA20) and to identify key clinical features that may guide early diagnosis and management. Multicentre, retrospective observational cohort study through the French national paediatric rheumatology network and national reference laboratories for genetic autoinflammatory diseases. 17 patients from 11 unrelated families, with disease onset before 18 years of age and carrying a tumour necrosis factor alpha-induced protein 3 (TNFAIP3) mutation, were included. Median age at symptom onset was 3 years (range: 1 month-17 years) with a median diagnostic delay of 9.7 years (range: 1-43 years). Boys had a significantly earlier onset and diagnosis than girls. The most common initial manifestations were oral ulcers (64.7%), fever (64.7%), abdominal pain (47.1%), arthralgia (35.3%) and skin eruption (17.6%). Genital ulcers occurred in 17.6% at onset but in 52.9% during follow-up. Gastrointestinal involvement was frequent (abdominal pain in 76.5% of patients and colitis in 35.3%). Other features included arthralgia (52.9%), arthritis (29.4%), skin eruption (41.2%), lymphadenopathy (35.3%), hepatomegaly (11.8%), headache (17.6%) and uveitis (5.9%). C reactive protein (CRP) levels were significantly higher during flares. Three novel TNFAIP3 variants were identified. Colchicine was effective as monotherapy in 40%. TNF-inhibitors showed the highest efficacy (adalimumab 60%, infliximab 100%). HA20 should be suspected in children with fever and gastrointestinal inflammation, even in the absence of oral/genital ulcers. Early onset colitis, the distinctive morphology of mucosal ulcers and a positive family history for HA20 are particularly suggestive. Early genetic testing may enable prompt diagnosis and targeted therapy.

#2

A Case-Based Literature Review of RELA Associated Inflammatory Diseases.

Journal of clinical immunology2026 Jan 27

Behçet's disease (BD) is a chronic inflammatory disorder characterized by recurrent oral aphthous ulcers, genital ulcers, skin lesions, and uveitis. Recent genetic studies have identified monogenic diseases with phenotypes resembling BD, including RELA-associated inflammatory disease (RAID), Haploinsufficiency of A20 (HA20), and otulipenia. The RelA gene encodes the RELA protein, which is involved in the nuclear factor kappa B (NF-κB) signaling pathway that regulates the transcription of genes associated with cell survival, apoptosis, and immune responses. In RAID, dysfunction of the NF-κB pathway leads to reduced cell survival and symptoms of BD, such as recurrent fever, chronic mucocutaneous ulceration, arthralgia, and colitis. Herein, we report a pediatric patient who presented with recurrent, severe oral and genital ulcers from the age of five years and was diagnosed with RAID following a documented RelA gene mutation. The patient responded to a combination of corticosteroids, colchicine and methotrexate. RAID should be considered in the differential diagnosis of patients with early onset recurrent fever and mucosal ulcerations.

#3

[Monogenic autoinflammatory uveitis].

La Revue de medecine interne2025 Jun

Monogenic autoinflammatory uveitis belongs to the spectrum of monogenic autoinflammatory diseases. When early-onset uveitis is associated with specific extra-ocular manifestations, particularly in a familial or geographical context, it guides the clinician towards a diagnosis of a monogenic autoinflammatory disease. The clinical presentation and mode of inheritance will help identify the underlying cause, and the detection of a pathogenic variant will confirm the diagnosis and guide the management approach. In this review, we outline the main monogenic autoinflammatory uveitis conditions that clinicians should be aware of: Blau syndrome, ROSAH syndrome, cryopyrin-associated periodic syndromes (CAPS), partial mevalonate kinase deficiency, A20 haploinsufficiency, and NEMO syndrome.

#4

An infant with A20 haploinsufficiency presenting with periodic fever syndrome: A case report.

International journal of rheumatic diseases2023 May

A20 haploinsufficiency (HA20) is an early-onset autoinflammatory disease caused by loss-of-function variants of the TNFAIP3 gene, which encodes the protein A20. HA20 is typically characterized by Behçet's disease-like clinical symptoms, and patients usually present with a family history. Herein, we report a case of HA20 in a pediatric patient, presenting with periodic fever, abdominal pain, and vomiting, with no family history. This patient also harbored a novel heterozygous frameshift variant c.677del (p.Pro226LeufsTer2) of TNFAIP3. We initiated treatment with an anti-tumor necrosis factor-α agent that did not induce symptom resolution; we thus administered combination therapy, including prednisolone. Remission was then successfully achieved. We suggest that HA20 should be considered when an autoinflammatory disease is suspected and periodic fever syndrome is present, even in the absence of a family history of HA20 or Behçet's disease-like symptoms.

#5

The Expanding Spectrum of Autoinflammatory Diseases.

Internal medicine (Tokyo, Japan)2023

Autoinflammatory diseases are systemic disorders caused by genetic or acquired abnormalities in certain signaling pathways of the innate immune system. Dysregulated activation of the inflammasome, i.e. molecular platforms responsible for the activation of caspase-1 and production of interleukin-1β, causes autoinflammation. Familial Mediterranean fever (FMF), the most common genetic autoinflammatory disease, is characterized by a periodic fever and serositis. The complex and heterogeneous genetic background of Japanese FMF patients, accompanied by potential overlap with other rheumatic diseases, suggests crosstalk between genetic and environmental factors. Recently, FMF has been recognized as being part of a spectrum of autoinflammatory syndromes named pyrin-associated autoinflammatory diseases. The discovery of a new monogenic autoinflammatory disease, A20 haploinsufficiency, may provide novel insights into early-onset Behçet's-like diseases. In contrast, adult-onset Still's disease and Schnitzler's syndrome are acquired autoinflammatory diseases without a monogenic abnormality. Although the concept of autoinflammatory diseases originally applied to monogenic hereditary recurrent fevers, it has been expanded to include non-genetic complex autoinflammatory diseases. Information concerning monogenic autoinflammatory diseases may prove useful for elucidating the molecular mechanisms underlying non-genetic autoinflammatory diseases.

Publicações recentes

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Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. Tackling the diagnosis of HA20 in children: challenges of a highly variable clinical and genetic spectrum.
    RMD open· 2026· PMID 41741169mais citado
  2. A Case-Based Literature Review of RELA Associated Inflammatory Diseases.
    Journal of clinical immunology· 2026· PMID 41591550mais citado
  3. [Monogenic autoinflammatory uveitis].
    La Revue de medecine interne· 2025· PMID 40140330mais citado
  4. An infant with A20 haploinsufficiency presenting with periodic fever syndrome: A case report.
    International journal of rheumatic diseases· 2023· PMID 36641803mais citado
  5. The Expanding Spectrum of Autoinflammatory Diseases.
    Internal medicine (Tokyo, Japan)· 2023· PMID 36596474mais citado
  6. A novel missense mutation in TNFAIP3 causes haploinsufficiency of A20.
    Cell Immunol· 2022· PMID 34808442recente
  7. The First Case of an Infant with Familial A20 Haploinsufficiency in Korea.
    J Korean Med Sci· 2020· PMID 32743991recente
  8. Haploinsufficiency of A20 Due to Novel Mutations in TNFAIP3.
    J Clin Immunol· 2020· PMID 32514655recente
  9. [Clinical phenotype and immunological features of a patient with A20 haploinsufficiency].
    Zhonghua Er Ke Za Zhi· 2020· PMID 32135594recente

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:674762(Orphanet)
  2. OMIM OMIM:616744(OMIM)
  3. MONDO:0800045(MONDO)
  4. GARD:17848(GARD (NIH))
  5. Variantes catalogadas(ClinVar)
  6. Busca completa no PubMed(PubMed)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

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Compêndio · Raras BR

Síndrome auto-inflamatório de início precoce devido a haploinsuficiência A20

ORPHA:674762 · MONDO:0800045
CID-11
MedGen
UMLS
C5925090
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📋 Origem dos dados

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Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Genética mendeliana
fonte: OMIM