Artrogripose distal tipo 10 é uma condição autossômica dominante de início na infância, caracterizada por contraturas em flexão nos punhos, cotovelos e isquiotibiais, além de pé torto e marcha na ponta dos pés. Elevações da creatina quinase circulante são comuns.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A Artrogripose distal tipo 10 é uma doença genética rara que afeta o desenvolvimento das articulações, causando contraturas (enrijecimento) em múltiplas articulações desde o nascimento ou durante a infância. A prevalência estimada é de menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas, sendo considerada uma condição muito rara.[1][4]
Sinais e sintomas
Os principais sinais e sintomas incluem: camptodactilia dos dedos (dedos permanentemente fletidos), marcha na ponta dos pés, pé torto (equinovaro), contratura dos isquiotibiais (músculos posteriores da coxa encurtados), artrogripose distal (contraturas em mãos e pés), contratura em flexão do cotovelo, contratura em flexão do punho, contratura em flexão plantar (pé apontado para baixo) e concentração elevada de creatina quinase circulante (enzima muscular). Os sintomas geralmente aparecem no período neonatal ou durante a infância.[1][4]
Causas genéticas
A Artrogripose distal tipo 10 é herdada de forma autossômica dominante, o que significa que uma cópia alterada do gene responsável é suficiente para causar a doença. Embora o gene específico ainda não tenha sido identificado ou confirmado publicamente, a condição está catalogada no OMIM (código 187370) e no MONDO (código 0016675). A herança autossômica dominante implica que, se um dos pais tem a doença, cada filho tem 50% de chance de herdá-la.[1][2][5]
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sinais e sintomas característicos, como contraturas articulares desde o nascimento ou infância. Exames genéticos podem auxiliar na confirmação: estão disponíveis no Brasil o cariótipo com bandas G, Q ou R, a pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH e o sequenciamento completo do exoma (WES). A dosagem de alfa-fetoproteína também pode ser solicitada como parte da investigação. Atualmente, existem 147 testes genéticos registrados para essa condição.[1][2][5][6]
Tratamento e manejo
O manejo da Artrogripose distal tipo 10 é multidisciplinar e visa melhorar a função articular e a qualidade de vida. No Sistema Único de Saúde (SUS), há cobertura mínima para procedimentos como atendimento em reabilitação para doenças raras. O tratamento pode incluir fisioterapia, órteses e, em alguns casos, cirurgias ortopédicas para correção de contraturas. Não há medicamentos específicos aprovados para a doença; o uso de qualquer fármaco deve ser avaliado caso a caso pelo médico assistente.[1][2][6]
Tratamentos citados na literatura
Na literatura científica, foram identificadas associações entre a Artrogripose distal tipo 10 e os seguintes fármacos, com base em mineração de publicações: Alginates (1 publicação) e Chenodeoxycholic Acid (1 publicação). É importante destacar que essas são associações observadas em estudos, e não recomendações de tratamento. Consulte sempre seu médico antes de considerar qualquer intervenção.[6]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico varia conforme a gravidade das contraturas e a resposta ao tratamento de reabilitação. Muitas pessoas com Artrogripose distal tipo 10 conseguem levar uma vida ativa com acompanhamento regular. O suporte de uma equipe multidisciplinar (ortopedista, fisioterapeuta, geneticista) é fundamental para otimizar a função e prevenir complicações.[1][4]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Artrogripose distal tipo 10 é uma condição autossômica dominante de início na infância, caracterizada por contraturas em flexão nos punhos, cotovelos e isquiotibiais, além de pé torto e marcha na ponta dos pés. Elevações da creatina quinase circulante são comuns.
Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
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Entender a doença
Do básico ao detalhe, leia no seu ritmo
Preparando trilha educativa...
Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
A Artrogripose distal tipo 10 é uma doença genética rara que afeta o desenvolvimento das articulações, causando contraturas (enrijecimento) em múltiplas articulações desde o nascimento ou durante a infância. A prevalência estimada é de menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas, sendo considerada uma condição muito rara.[1][4]
Sinais e sintomas
Os principais sinais e sintomas incluem: camptodactilia dos dedos (dedos permanentemente fletidos), marcha na ponta dos pés, pé torto (equinovaro), contratura dos isquiotibiais (músculos posteriores da coxa encurtados), artrogripose distal (contraturas em mãos e pés), contratura em flexão do cotovelo, contratura em flexão do punho, contratura em flexão plantar (pé apontado para baixo) e concentração elevada de creatina quinase circulante (enzima muscular). Os sintomas geralmente aparecem no período neonatal ou durante a infância.[1][4]
Causas genéticas
A Artrogripose distal tipo 10 é herdada de forma autossômica dominante, o que significa que uma cópia alterada do gene responsável é suficiente para causar a doença. Embora o gene específico ainda não tenha sido identificado ou confirmado publicamente, a condição está catalogada no OMIM (código 187370) e no MONDO (código 0016675). A herança autossômica dominante implica que, se um dos pais tem a doença, cada filho tem 50% de chance de herdá-la.[1][2][5]
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sinais e sintomas característicos, como contraturas articulares desde o nascimento ou infância. Exames genéticos podem auxiliar na confirmação: estão disponíveis no Brasil o cariótipo com bandas G, Q ou R, a pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH e o sequenciamento completo do exoma (WES). A dosagem de alfa-fetoproteína também pode ser solicitada como parte da investigação. Atualmente, existem 147 testes genéticos registrados para essa condição.[1][2][5][6]
Tratamento e manejo
O manejo da Artrogripose distal tipo 10 é multidisciplinar e visa melhorar a função articular e a qualidade de vida. No Sistema Único de Saúde (SUS), há cobertura mínima para procedimentos como atendimento em reabilitação para doenças raras. O tratamento pode incluir fisioterapia, órteses e, em alguns casos, cirurgias ortopédicas para correção de contraturas. Não há medicamentos específicos aprovados para a doença; o uso de qualquer fármaco deve ser avaliado caso a caso pelo médico assistente.[1][2][6]
Tratamentos citados na literatura
Na literatura científica, foram identificadas associações entre a Artrogripose distal tipo 10 e os seguintes fármacos, com base em mineração de publicações: Alginates (1 publicação) e Chenodeoxycholic Acid (1 publicação). É importante destacar que essas são associações observadas em estudos, e não recomendações de tratamento. Consulte sempre seu médico antes de considerar qualquer intervenção.[6]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico varia conforme a gravidade das contraturas e a resposta ao tratamento de reabilitação. Muitas pessoas com Artrogripose distal tipo 10 conseguem levar uma vida ativa com acompanhamento regular. O suporte de uma equipe multidisciplinar (ortopedista, fisioterapeuta, geneticista) é fundamental para otimizar a função e prevenir complicações.[1][4]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Partes do corpo afetadas
+ 4 sintomas em outras categorias
Características mais comuns
Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 11 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.
Linha do tempo da pesquisa
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Nenhum gene associado encontrado
Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Artrogripose distal tipo 10
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Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.
Pesquisa ativa
Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes
Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
Publicações mais relevantes
Mostrando amostra de 21 publicações de um total de 208
Effects of Osteopathic Manipulative Treatment on Rare Diseases: A Case Report on Gordon Syndrome.
A Síndrome de Gordon (Distal Artrogripose tipo 3) é uma doença congênita rara e sem cura, que causa múltiplos defeitos e limita severamente a qualidade de vida dos pacientes. Este artigo descreve como o Tratamento Manipulativo Osteopático (TMO) personalizado conseguiu aliviar significativamente a dor e melhorar a capacidade funcional de uma paciente de 40 anos com a síndrome, que sofria de problemas musculoesqueléticos crônicos e severos. Para pacientes, este caso sugere que o TMO pode ser uma abordagem promissora para melhorar a qualidade de vida e gerenciar sintomas; para médicos, destaca o TMO como uma ferramenta eficaz e inovadora a ser considerada no manejo sintomático e multidisciplinar de doenças raras e complexas.
🇧🇷 traduzidoLethal respiratory course and additional features expand the phenotypic spectrum of PIEZO2-related distal arthrogryposis type 5.
Este artigo destaca que variantes no gene PIEZO2, associadas a artrogriposes distais (como a tipo 5), podem levar a um **curso respiratório grave e fatal**, além de manifestações clínicas inéditas, como língua e pele imóveis. Para pacientes e médicos, essa descoberta é crucial, pois amplia o espectro de sintomas dessas condições, alertando para sua potencial gravidade respiratória e a presença de novos sinais que exigem atenção.
🇧🇷 traduzidoDistal Arthrogryposis type 5 in an Italian family due to an autosomal dominant gain-of-function mutation of the PIEZO2 gene.
Este artigo descreve a Artrogripose Distal tipo 5 (AD5), uma condição autossômica dominante rara que causa contraturas principalmente em mãos e pés, além de baixa estatura e problemas oculares, devido a uma mutação de ganho de função no gene PIEZO2. Para pacientes e médicos, o diagnóstico, que pode ser suspeitado no pré-natal e é confirmado por sequenciamento genético (NGS), é crucial para identificar o subtipo exato da doença e permitir um manejo clínico multidisciplinar e individualizado.
🇧🇷 traduzidoA TNNI2 variant c.525G>T causes distal arthrogryposis in a Chinese family.
Este estudo identificou uma nova variante genética (c.525G>T) no gene TNNI2 como a causa da Artrogripose Distal (DA) tipo 2B em uma família chinesa. Os pacientes afetados apresentavam contraturas graves nas mãos e pés, baixa estatura em adultos, mas sem anormalidades faciais. Essa descoberta é crucial para médicos e pacientes, pois permite um diagnóstico genético preciso para casos de DA com sintomas semelhantes, oferecendo clareza sobre a base genética da condição e auxiliando no aconselhamento familiar sobre a herança da doença.
🇧🇷 traduzidoTTN as a candidate gene for distal arthrogryposis type 10 pathogenesis.
A Distal Arthrogryposis tipo 10 (DA10) é uma doença genética rara que causa contraturas articulares congênitas, especialmente nos pés (resultando em andar na ponta dos pés), mas sem anomalias oculares ou neurológicas. Este estudo identificou o gene TTN (que codifica a proteína Titina), conhecido por sua predominância em músculos esqueléticos e cardíacos, como o principal gene candidato para a DA10. A descoberta do gene TTN é crucial, pois pode levar a uma melhor compreensão da patogenia da doença, diagnósticos mais precisos e o desenvolvimento de futuras estratégias de tratamento para pacientes com DA10.
🇧🇷 traduzidoPublicações recentes
Distal arthrogryposis with impaired proprioception and touch: description of 9 additional cases harbouring novel PIEZO2 variants and literature review.
Expanding the Genotype-Phenotype Correlation of Marden-Walker Syndrome due to PIEZO2 Gene Variants: A Case Report From Brazil.
Biallelic MYH3 Variants Cause Distal Arthrogryposis in Compound Heterozygosity and a Subclinical Phenotype in Simple Heterozygosity. Codominance or Recessive Inheritance?
Impact of growth hormone treatment on a 12-year-old female with newly diagnosed panhypopituitarism and distal arthrogryposis.
Freeman-Sheldon Syndrome: A Rare Case Report with Dental Perspective.
📚 EuropePMC151 artigos no totalmostrando 20
Effects of Osteopathic Manipulative Treatment on Rare Diseases: A Case Report on Gordon Syndrome.
CureusLethal respiratory course and additional features expand the phenotypic spectrum of PIEZO2-related distal arthrogryposis type 5.
American journal of medical genetics. Part AA TNNI2 variant c.525G>T causes distal arthrogryposis in a Chinese family.
Molecular genetics & genomic medicineTTN as a candidate gene for distal arthrogryposis type 10 pathogenesis.
Journal, genetic engineering & biotechnologyDistal Arthrogryposis type 5 in an Italian family due to an autosomal dominant gain-of-function mutation of the PIEZO2 gene.
Italian journal of pediatricsExpanding the mutation and phenotype spectrum of MYH3-associated skeletal disorders.
NPJ genomic medicineExpanding the Phenotypic Spectrum of ECEL1-Associated Distal Arthrogryposis.
Children (Basel, Switzerland)The One-Bone Forearm in Children: Surgical Technique and a Retrospective Review of Outcomes.
The Journal of hand surgeryDrosophila myosin mutants model the disparate severity of type 1 and type 2B distal arthrogryposis and indicate an enhanced actin affinity mechanism.
Skeletal muscleBone densities and bone geometry in children and adolescents with arthrogryposis.
BonePmp22 super-enhancer deletion causes tomacula formation and conduction block in peripheral nerves.
Human molecular geneticsCNTNAP1-Related Congenital Hypomyelinating Neuropathy.
Pediatric neurologyNovel mutations in TPM2 and PIEZO2 are responsible for distal arthrogryposis (DA) 2B and mild DA in two Chinese families.
BMC medical geneticsPeripheral neuropathy in diabetes: it's not always what it looks like.
Diabetic medicine : a journal of the British Diabetic AssociationA mutation of beta-tropomyosin gene in a Chinese family with distal arthrogryposis type I.
International journal of clinical and experimental pathologyECEL1 mutation implicates impaired axonal arborization of motor nerves in the pathogenesis of distal arthrogryposis.
Acta neuropathologicaDevelopmental MYH3 Myopathy Associated with Expression of Mutant Protein and Reduced Expression Levels of Embryonic MyHC.
PloS oneA novel missense mutation of TNNI2 in a Chinese family cause distal arthrogryposis type 1.
American journal of medical genetics. Part AA family of distal arthrogryposis type 5 due to a novel PIEZO2 mutation.
American journal of medical genetics. Part ATwo novel mutations in myosin binding protein C slow causing distal arthrogryposis type 2 in two large Han Chinese families may suggest important functional role of immunoglobulin domain C2.
PloS oneAssociações
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Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
Publicações científicas
Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.
- Effects of Osteopathic Manipulative Treatment on Rare Diseases: A Case Report on Gordon Syndrome.
- Lethal respiratory course and additional features expand the phenotypic spectrum of PIEZO2-related distal arthrogryposis type 5.
- Distal Arthrogryposis type 5 in an Italian family due to an autosomal dominant gain-of-function mutation of the PIEZO2 gene.
- A TNNI2 variant c.525G>T causes distal arthrogryposis in a Chinese family.
- TTN as a candidate gene for distal arthrogryposis type 10 pathogenesis.
- Distal arthrogryposis with impaired proprioception and touch: description of 9 additional cases harbouring novel PIEZO2 variants and literature review.
- Expanding the Genotype-Phenotype Correlation of Marden-Walker Syndrome due to PIEZO2 Gene Variants: A Case Report From Brazil.
- Biallelic MYH3 Variants Cause Distal Arthrogryposis in Compound Heterozygosity and a Subclinical Phenotype in Simple Heterozygosity. Codominance or Recessive Inheritance?
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- Freeman-Sheldon Syndrome: A Rare Case Report with Dental Perspective.
Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:251515(Orphanet)
- OMIM OMIM:187370(OMIM)
- MONDO:0016675(MONDO)
- GARD:17212(GARD (NIH))
- Busca completa no PubMed(PubMed)
- Artigo Wikipedia(Wikipedia)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
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Artrogripose distal tipo 10
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Genética mendeliana
- fonte: OMIM
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Indexação biomédica
- fonte: MeSH (NLM)