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Artrogripose distal tipo 10
ORPHA:251515CID-10 · Q68.8OMIM 187370DOENÇA RARA
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Início neonatalHerança AD
Também conhecida comoDA10DA10
Sinônimos clínicos: Contratura da flexão plantar · DA10 · Tendão calcâneo curto

Artrogripose distal tipo 10 é uma condição autossômica dominante de início na infância, caracterizada por contraturas em flexão nos punhos, cotovelos e isquiotibiais, além de pé torto e marcha na ponta dos pés. Elevações da creatina quinase circulante são comuns.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

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Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A Artrogripose distal tipo 10 (código MONDO: MONDO:0016675, OMIM: 187370, CID-10: Q68.8) é uma condição congênita rara com prevalência estimada em menos de 1 por 1.000.000 de indivíduos. O quadro apresenta padrão de herança autossômica dominante, com manifestação clínica inicial observada nos períodos neonatal e de infância.[1][2]

Sinais e sintomas

Os sinais fenotípicos catalogados incluem achados articulares e musculoesqueléticos como artrogripose distal, camptodactilia do dedo, contratura em flexão do cotovelo, contratura em flexão do punho, contratura dos isquiotibiais, pé torto, contratura em flexão plantar e marcha na ponta dos pés. Além das manifestações contráteis, foi descrita elevação da concentração sérica de creatina quinase circulante.[1][2]

Causas genéticas

A condição segue um padrão de herança autossômica dominante. Nos registros atuais de curadoria clínica e bancos de dados genômicos, não há um símbolo gênico ou mecanismo funcional específico associado e validado para este subtipo.[1][3][4]

Diagnóstico

O diagnóstico considera a avaliação fenotípica detalhada e a investigação laboratorial e genética. No âmbito global, existem 147 testes genéticos catalogados para apoio investigativo desta condição.[1][3][4][5]

Tratamentos citados na literatura

Em buscas automatizadas na literatura científica biomédica via mineração de dados, foram identificadas citações mencionando os compostos Chenodeoxycholic Acid (1 publicação) e Alginates (1 publicação). Cabe ressaltar que essas menções decorrem exclusivamente de mineração de textos científicos e não configuram recomendação de tratamento, indicação clínica ou eficácia comprovada.[5]

Fontes numeradas em Referências.

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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EM LINGUAGEM SIMPLES

A artrogripose distal tipo 10 (DA10) é uma síndrome genética muito rara em que as articulações dos braços e das pernas apresentam limitações de movimento desde o nascimento ou infância. A alteração mais perceptível é a contratura em flexão plantar dos pés, que costuma levar a criança a andar na ponta dos pés e a apresentar rigidez nas pernas e nos dedos. Não existem remédios específicos para curar a condição, de forma que o acompanhamento foca na funcionalidade dos movimentos. No Brasil, o SUS oferece suporte por meio do atendimento em reabilitação para doenças raras, embora a condição não conte com um PCDT oficial próprio.

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Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Artrogripose distal tipo 10 é uma condição autossômica dominante de início na infância, caracterizada por contraturas em flexão nos punhos, cotovelos e isquiotibiais, além de pé torto e marcha na ponta dos pés. Elevações da creatina quinase circulante são comuns.

Publicações científicas
368 artigos
Último publicado: 2026 Feb 21

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
<1 / 1 000 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Casos conhecidos
53
pacientes catalogados
Início
Infancy
+ neonatal
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
5 procedimentos SIGTAPCID-10: Q68.8
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
EXAMES E PROCEDIMENTOS RELACIONADOS (5)
•
Cariótipo — bandas G, Q ou R
•
Pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH
•
Sequenciamento completo do exoma (WES)
•
Dosagem de alfa-fetoproteína
•
Atendimento em reabilitação — doenças raras
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Entender a doença

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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Partes do corpo afetadas

💪
Músculos
4 sintomas
🦴
Ossos e articulações
2 sintomas
😀
Face
1 sintomas

+ 4 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

100%prev.
Marcha na ponta dos pés
Frequência: 7/7
100%prev.
Artrogripose distal
Frequência: 7/7
100%prev.
Contratura em flexão plantar
Frequência: 17/17
100%prev.
Início na infância
Frequência: 7/7
—
Camptodactilia do dedo
0%prev.
Pé torto
Frequência: 0/7
11sintomas
Muito frequente (4)
Muito raro (2)
Sem dados (5)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 11 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

Frequência: 7/7100%
Artrogripose distalDistal arthrogryposis
Frequência: 7/7100%
Contratura em flexão plantarPlantar flexion contractures
Frequência: 17/17100%
Início na infânciaChildhood onset
Frequência: 7/7100%
Camptodactilia do dedoCamptodactyly of finger

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa2desde 2024
Total histórico368PubMed
Últimos 10 anos21publicações
Pico20225 papers
Linha do tempo
2024Hoje · 2026🧪 2022Primeiro ensaio clínico📈 2022Ano de pico
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

🧬

Nenhum gene associado encontrado

Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Pipeline de tratamentos
Pipeline regulatório — de medicamentos já aprovados a drogas em pesquisa exploratória.
·Pré-clínico1
Medicamentos catalogadosEnsaios clínicos· 0 medicamentos · 1 ensaio
Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Artrogripose distal tipo 10

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Pesquisa ativa

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Onde estão os ensaios

Com ensaio aberto em 1 país. O ponto verde marca onde há vaga agora.

Pesquisa e ensaios clínicos

1 ensaios clínicos encontrados.

Distribuição por fase
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Publicações mais relevantes

Timeline de publicações
208 papers (10 anos)

Mostrando amostra de 21 publicações de um total de 208

#1

Effects of Osteopathic Manipulative Treatment on Rare Diseases: A Case Report on Gordon Syndrome.

Cureus2024 Oct

A Síndrome de Gordon (Distal Artrogripose tipo 3) é uma doença congênita rara e sem cura, que causa múltiplos defeitos e limita severamente a qualidade de vida dos pacientes. Este artigo descreve como o Tratamento Manipulativo Osteopático (TMO) personalizado conseguiu aliviar significativamente a dor e melhorar a capacidade funcional de uma paciente de 40 anos com a síndrome, que sofria de problemas musculoesqueléticos crônicos e severos. Para pacientes, este caso sugere que o TMO pode ser uma abordagem promissora para melhorar a qualidade de vida e gerenciar sintomas; para médicos, destaca o TMO como uma ferramenta eficaz e inovadora a ser considerada no manejo sintomático e multidisciplinar de doenças raras e complexas.

🇧🇷 traduzido
#2

Lethal respiratory course and additional features expand the phenotypic spectrum of PIEZO2-related distal arthrogryposis type 5.

American journal of medical genetics. Part A2023 Feb

Este artigo destaca que variantes no gene PIEZO2, associadas a artrogriposes distais (como a tipo 5), podem levar a um **curso respiratório grave e fatal**, além de manifestações clínicas inéditas, como língua e pele imóveis. Para pacientes e médicos, essa descoberta é crucial, pois amplia o espectro de sintomas dessas condições, alertando para sua potencial gravidade respiratória e a presença de novos sinais que exigem atenção.

🇧🇷 traduzido
#3

Distal Arthrogryposis type 5 in an Italian family due to an autosomal dominant gain-of-function mutation of the PIEZO2 gene.

Italian journal of pediatrics2022 Jul 29

Este artigo descreve a Artrogripose Distal tipo 5 (AD5), uma condição autossômica dominante rara que causa contraturas principalmente em mãos e pés, além de baixa estatura e problemas oculares, devido a uma mutação de ganho de função no gene PIEZO2. Para pacientes e médicos, o diagnóstico, que pode ser suspeitado no pré-natal e é confirmado por sequenciamento genético (NGS), é crucial para identificar o subtipo exato da doença e permitir um manejo clínico multidisciplinar e individualizado.

🇧🇷 traduzido
#4

A TNNI2 variant c.525G>T causes distal arthrogryposis in a Chinese family.

Molecular genetics &amp; genomic medicine2022 Dec

Este estudo identificou uma nova variante genética (c.525G>T) no gene TNNI2 como a causa da Artrogripose Distal (DA) tipo 2B em uma família chinesa. Os pacientes afetados apresentavam contraturas graves nas mãos e pés, baixa estatura em adultos, mas sem anormalidades faciais. Essa descoberta é crucial para médicos e pacientes, pois permite um diagnóstico genético preciso para casos de DA com sintomas semelhantes, oferecendo clareza sobre a base genética da condição e auxiliando no aconselhamento familiar sobre a herança da doença.

🇧🇷 traduzido
#5

TTN as a candidate gene for distal arthrogryposis type 10 pathogenesis.

Journal, genetic engineering &amp; biotechnology2022 Aug 11

A Distal Arthrogryposis tipo 10 (DA10) é uma doença genética rara que causa contraturas articulares congênitas, especialmente nos pés (resultando em andar na ponta dos pés), mas sem anomalias oculares ou neurológicas. Este estudo identificou o gene TTN (que codifica a proteína Titina), conhecido por sua predominância em músculos esqueléticos e cardíacos, como o principal gene candidato para a DA10. A descoberta do gene TTN é crucial, pois pode levar a uma melhor compreensão da patogenia da doença, diagnósticos mais precisos e o desenvolvimento de futuras estratégias de tratamento para pacientes com DA10.

🇧🇷 traduzido

Publicações recentes

Ver todas no PubMed

📚 EuropePMC151 artigos no totalmostrando 20

2024

Effects of Osteopathic Manipulative Treatment on Rare Diseases: A Case Report on Gordon Syndrome.

Cureus
2023

Lethal respiratory course and additional features expand the phenotypic spectrum of PIEZO2-related distal arthrogryposis type 5.

American journal of medical genetics. Part A
2022

A TNNI2 variant c.525G>T causes distal arthrogryposis in a Chinese family.

Molecular genetics &amp; genomic medicine
2022

TTN as a candidate gene for distal arthrogryposis type 10 pathogenesis.

Journal, genetic engineering &amp; biotechnology
2022

Distal Arthrogryposis type 5 in an Italian family due to an autosomal dominant gain-of-function mutation of the PIEZO2 gene.

Italian journal of pediatrics
2022

Expanding the mutation and phenotype spectrum of MYH3-associated skeletal disorders.

NPJ genomic medicine
2021

Expanding the Phenotypic Spectrum of ECEL1-Associated Distal Arthrogryposis.

Children (Basel, Switzerland)
2022

The One-Bone Forearm in Children: Surgical Technique and a Retrospective Review of Outcomes.

The Journal of hand surgery
2020

Drosophila myosin mutants model the disparate severity of type 1 and type 2B distal arthrogryposis and indicate an enhanced actin affinity mechanism.

Skeletal muscle
2020

Bone densities and bone geometry in children and adolescents with arthrogryposis.

Bone
2020

Pmp22 super-enhancer deletion causes tomacula formation and conduction block in peripheral nerves.

Human molecular genetics
2019

CNTNAP1-Related Congenital Hypomyelinating Neuropathy.

Pediatric neurology
2018

Novel mutations in TPM2 and PIEZO2 are responsible for distal arthrogryposis (DA) 2B and mild DA in two Chinese families.

BMC medical genetics
2018

Peripheral neuropathy in diabetes: it's not always what it looks like.

Diabetic medicine : a journal of the British Diabetic Association
2017

A mutation of beta-tropomyosin gene in a Chinese family with distal arthrogryposis type I.

International journal of clinical and experimental pathology
2016

ECEL1 mutation implicates impaired axonal arborization of motor nerves in the pathogenesis of distal arthrogryposis.

Acta neuropathologica
2015

Developmental MYH3 Myopathy Associated with Expression of Mutant Protein and Reduced Expression Levels of Embryonic MyHC.

PloS one
2016

A novel missense mutation of TNNI2 in a Chinese family cause distal arthrogryposis type 1.

American journal of medical genetics. Part A
2015

A family of distal arthrogryposis type 5 due to a novel PIEZO2 mutation.

American journal of medical genetics. Part A
2015

Two novel mutations in myosin binding protein C slow causing distal arthrogryposis type 2 in two large Han Chinese families may suggest important functional role of immunoglobulin domain C2.

PloS one
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Perguntas frequentes

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Respostas geradas por IA a partir das fontes citadas

É uma síndrome malformativa congênita rara caracterizada por contraturas articulares nas extremidades dos membros. A condição também é conhecida na medicina pelas designações DA10 e contratura da flexão plantar.

Referências

Fontes citadas no texto, publicações do grafo e bases de dados usadas neste verbete

6 fontes citadas no texto · 10 publicações do grafo RarasNet (PubMed) · 4 bases de dados. Títulos, periódicos e PMIDs vêm direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. MONDO
    purl.obolibrary.org
  2. GARD:17212
    GARD (NIH)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Citar este verbete

Raras. (2026). Artrogripose distal tipo 10. Em Raras — Enciclopédia de Doenças Raras do Brasil. https://raras.org/doenca/artrogripose-distal-tipo-10

Formato APA. Conteúdo sob CC BY 4.0 — reuso livre com atribuição.

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Compêndio · Raras BR

Artrogripose distal tipo 10

ORPHA:251515 · MONDO:0016675
🇧🇷 Brasil SUS
SIGTAP
5 procedimentos
Geral
Prevalência
<1 / 1 000 000
Casos
53 casos conhecidos
Herança
Autosomal dominant
CID-10
Q68.8 · Outras deformidades osteomusculares congênitas
Início
Infancy, Neonatal
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C1861238
EuropePMC
Wikipedia
Papers 10a

📋 Origem dos dados

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Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Genética mendeliana
fonte: OMIM
Indexação biomédica
fonte: MeSH (NLM)
Rara