Forma rara de atrofia muscular espinhal caracterizada pelo início neonatal de hipotonia grave, arreflexia, fraqueza profunda, múltiplas contraturas congênitas, características dismórficas faciais (face miopática com boca aberta em forma de tenda), criptorquidia e anormalidades esqueléticas leves (isto é, cifose, escoliose), que é frequentemente precedida por polidrâmnio e redução dos movimentos fetais no útero e seguida por fraturas ósseas logo após o nascimento. Os pacientes com SMAX2 geralmente têm uma expectativa de vida limitada, muitas vezes sucumbindo à doença dentro de 2 anos, pois a fraqueza muscular é progressiva e o envolvimento dos músculos torácicos eventualmente leva à insuficiência ventilatória e à insuficiência respiratória.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Forma rara de atrofia muscular espinhal caracterizada pelo início neonatal de hipotonia grave, arreflexia, fraqueza profunda, múltiplas contraturas congênitas, características dismórficas faciais (face miopática com boca aberta em forma de tenda), criptorquidia e anormalidades esqueléticas leves (isto é, cifose, escoliose), que é frequentemente precedida por polidrâmnio e redução dos movimentos fetais no útero e seguida por fraturas ósseas logo após o nascimento. Os pacientes com SMAX2 geralmente têm uma expectativa de vida limitada, muitas vezes sucumbindo à doença dentro de 2 anos, pois a fraqueza muscular é progressiva e o envolvimento dos músculos torácicos eventualmente leva à insuficiência ventilatória e à insuficiência respiratória.
Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
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Entender a doença
Do básico ao detalhe, leia no seu ritmo
Preparando trilha educativa...
Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Partes do corpo afetadas
+ 21 sintomas em outras categorias
Características mais comuns
Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 59 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.
Linha do tempo da pesquisa
Triagem neonatal (Teste do Pezinho)
A triagem neonatal permite diagnóstico precoce e início imediato do tratamento.
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Genes associados
1 gene identificado com associação a esta condição. Padrão de herança: X-linked recessive.
Catalyzes the first step in ubiquitin conjugation to mark cellular proteins for degradation through the ubiquitin-proteasome system (PubMed:1447181, PubMed:1606621, PubMed:33108101). Activates ubiquitin by first adenylating its C-terminal glycine residue with ATP, and thereafter linking this residue to the side chain of a cysteine residue in E1, yielding a ubiquitin-E1 thioester and free AMP (PubMed:1447181). Essential for the formation of radiation-induced foci, timely DNA repair and for respon
CytoplasmMitochondrionNucleus
Spinal muscular atrophy X-linked 2
A lethal infantile form of spinal muscular atrophy, a neuromuscular disorder characterized by degeneration of the anterior horn cells of the spinal cord, leading to symmetrical muscle weakness and atrophy. Clinical features include hypotonia, areflexia, and multiple congenital contractures.
Variantes genéticas (ClinVar)
186 variantes patogênicas registradas no ClinVar.
Classificação de variantes (ClinVar)
Distribuição de 593 variantes classificadas pelo ClinVar.
Vias biológicas (Reactome)
3 vias biológicas associadas aos genes desta condição.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Atrofia muscular espinhal ligada ao X de início na infância
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Outros ensaios clínicos
Publicações mais relevantes
Publicações recentes
Identification of UBA1 as the causative gene of an X-linked non-Kennedy spinal-bulbar muscular atrophy.
Clinical and neuropathological features of X-linked spinal muscular atrophy (SMAX2) associated with a novel mutation in the UBA1 gene.
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Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
Publicações científicas
Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.
Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:1145(Orphanet)
- OMIM OMIM:301830(OMIM)
- MONDO:0010532(MONDO)
- Atrofia Muscular Espinhal — AME(PCDT · Ministério da Saúde)
- GARD:8521(GARD (NIH))
- Variantes catalogadas(ClinVar)
- Busca completa no PubMed(PubMed)
- Q8041562(Wikidata)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
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