Braquidactilia tipo A3 é uma condição autossômica dominante caracterizada por dedos curtos, especialmente a falange média do quinto dedo, que pode ser romboide ou triangular. Frequentemente, apresenta clinodactilia do quinto dedo e epífises em forma de cone.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A Braquidactilia tipo A3 é uma condição genética rara que afeta o desenvolvimento dos ossos das mãos, caracterizada principalmente pelo encurtamento e formato anormal do quinto dedo (dedo mínimo). Esta condição faz parte do grupo das braquidactilias tipo A, que envolvem o encurtamento das falanges médias dos dedos. A herança é autossômica dominante, o que significa que uma cópia alterada do gene envolvido é suficiente para causar a condição.[1][2]
Sinais e sintomas
Os principais sinais da Braquidactilia tipo A3 incluem: clinodactilia do quinto dedo (curvatura anormal do dedo mínimo em direção aos outros dedos), braquidactilia tipo A (encurtamento das falanges médias), epífise em forma de cone (extremidade do osso com formato cônico), falange média do 5º dedo em forma romboide ou triangular, e falange média do quinto dedo curta. Estes achados são tipicamente observados ao nascimento ou na primeira infância.[1][2]
Causas genéticas
A Braquidactilia tipo A3 é uma condição hereditária com padrão de herança autossômico dominante. Embora o gene específico responsável ainda não tenha sido identificado de forma conclusiva, a condição está catalogada no banco de dados OMIM (Online Mendelian Inheritance in Man) sob o código OMIM:112700 e na ontologia de doenças raras MONDO:0007217. A base genética exata continua sendo objeto de investigação científica.[1][3][4]
Diagnóstico
O diagnóstico da Braquidactilia tipo A3 é essencialmente clínico, baseado na observação das características físicas das mãos, especialmente a clinodactilia e o encurtamento do quinto dedo. Exames de imagem, como radiografias das mãos, podem confirmar as alterações ósseas características, como a falange média do 5º dedo em forma romboide ou triangular e a epífise em forma de cone. Testes genéticos moleculares podem ser considerados para confirmar o diagnóstico e excluir outras condições, embora o gene específico ainda não esteja definitivamente estabelecido.[1][3][4][5]
Tratamento e manejo
Não existe um tratamento específico para corrigir a alteração genética subjacente da Braquidactilia tipo A3. O manejo é geralmente conservador e focado em monitorar o desenvolvimento da função manual. Na maioria dos casos, a condição não causa limitações funcionais significativas, e intervenções cirúrgicas raramente são necessárias. O acompanhamento com ortopedista pediátrico pode ser recomendado para avaliar a necessidade de fisioterapia ou, em casos raros, correção cirúrgica da clinodactilia se houver comprometimento funcional.[1][3][5]
Tratamentos citados na literatura
A literatura científica (fonte: PubTator3) menciona associações com os seguintes fármacos, cada um com 1 publicação: NOAC protocol, Phospholipids, Polymethyl Methacrylate, Acyclovir, Ampicillin, CORTOSS, Calcium, Cefotaxime, Durapatite e Methotrexate. É importante destacar que estas são apenas associações mineradas da literatura e não representam recomendações de tratamento para a Braquidactilia tipo A3. Consulte sempre um médico especialista para orientação individualizada.[5]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico para pessoas com Braquidactilia tipo A3 é geralmente excelente. A condição é considerada uma variante benigna do desenvolvimento esquelético, sem impacto na expectativa de vida ou na saúde geral. A maioria dos indivíduos não apresenta limitações funcionais significativas nas atividades diárias. O acompanhamento médico regular é recomendado apenas para monitorar o desenvolvimento e garantir que não haja outras condições associadas.[1][2]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
A braquidactilia tipo A3 é uma alteração anatômica congênita que afeta a estrutura óssea das mãos. A família costuma notar o dedo mindinho mais curto e por vezes inclinado para o lado (clinodactilia). Não existem medicamentos específicos registrados nem diretrizes em PCDT oficial do Ministério da Saúde para tratá-la. O acompanhamento foca na avaliação física e na funcionalidade das mãos junto aos serviços de saúde.
Braquidactilia tipo A3 é uma condição autossômica dominante caracterizada por dedos curtos, especialmente a falange média do quinto dedo, que pode ser romboide ou triangular. Frequentemente, apresenta clinodactilia do quinto dedo e epífises em forma de cone.
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Diagnóstico
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Referências
Fontes citadas no texto, publicações do grafo e bases de dados usadas neste verbete
6 fontes citadas no texto · 5 publicações do grafo RarasNet (PubMed) · 4 bases de dados. Títulos, periódicos e PMIDs vêm direto da fonte, sem intermediação de IA.
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
Citar este verbete
Raras. (2026). Braquidactilia tipo A3. Em Raras — Enciclopédia de Doenças Raras do Brasil. https://raras.org/doenca/braquidactilia-tipo-a3
Formato APA. Conteúdo sob CC BY 4.0 — reuso livre com atribuição.
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Braquidactilia tipo A3
📋 Origem dos dados
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- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Genética mendeliana
- fonte: OMIM
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Indexação biomédica
- fonte: MeSH (NLM)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata