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Colestase intra-hepática benigna, tipo 2
ORPHA:99961CID-10 · K83.1CID-11 · 5C58.04OMIM 605479DOENÇA RARA
DigestivoHerança AR
Também conhecida comoBRICBRIC2

Colestase é uma condição em que o fluxo de bile do fígado para o duodeno está prejudicado. As duas distinções básicas são: tipo obstrutivo de colestase, onde há um bloqueio mecânico no sistema de ductos que pode ocorrer por um cálculo biliar ou malignidade, e tipo metabólico de colestase, no qual existem distúrbios na formação da bile que podem ocorrer devido a defeitos genéticos ou adquiridos como efeito colateral de muitos medicamentos.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 30/05/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A colestase intra-hepática benigna, tipo 2 é uma doença hepática rara caracterizada por episódios recorrentes de colestase (diminuição ou interrupção do fluxo da bile) que podem durar semanas a meses, com períodos de remissão completa entre os episódios. A condição é considerada benigna porque, na maioria dos casos, não evolui para insuficiência hepática permanente, embora possa causar complicações como cirrose e carcinoma hepatocelular em alguns pacientes.[1][4]

Sinais e sintomas

Os principais sintomas incluem icterícia (coloração amarelada da pele e olhos), prurido intenso (coceira), hepatomegalia (aumento do fígado), esplenomegalia (aumento do baço), diarreia e má absorção de gordura, que pode levar a déficit de crescimento e baixa estatura. Exames laboratoriais frequentemente mostram hiperbilirrubinemia conjugada (aumento da bilirrubina direta) e concentração elevada de fosfatase alcalina circulante. Alguns pacientes desenvolvem colelitíase (cálculos na vesícula biliar) e, em casos mais graves, cirrose ou carcinoma hepatocelular. A icterícia costuma ser intermitente, aparecendo e desaparecendo ao longo dos episódios.[1][4]

Causas genéticas

A colestase intra-hepática benigna, tipo 2 é causada por mutações no gene ABCB11, que codifica a proteína BSEP (Bile Salt Export Pump), responsável por transportar os sais biliares do fígado para a bile. A herança é autossômica recessiva, ou seja, é necessário herdar uma cópia alterada do gene de cada um dos pais para desenvolver a doença.[1][2][5]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na combinação de sintomas clínicos (episódios recorrentes de icterícia e prurido), exames laboratoriais que mostram colestase (aumento de bilirrubina conjugada e fosfatase alcalina) e exclusão de outras causas de colestase. A confirmação genética é feita por sequenciamento do gene ABCB11. Atualmente, existem 31 testes genéticos disponíveis e 451 variantes descritas no ClinVar para essa condição.[1][2][5][6]

Tratamento e manejo

O manejo é focado no alívio dos sintomas durante os episódios de colestase e na prevenção de complicações. Não há cura definitiva, e o tratamento deve ser individualizado, com acompanhamento por equipe multidisciplinar. Medidas gerais incluem suporte nutricional para compensar a má absorção de gordura e controle do prurido. O transplante hepático pode ser considerado em casos de cirrose avançada ou carcinoma hepatocelular. No Brasil, a doença não possui cobertura específica pelo SUS para procedimentos ou medicamentos.[1][2][6]

Tratamentos citados na literatura

A literatura científica (fonte: PubTator3) menciona associações entre a doença e diversos fármacos, com base em estudos publicados. Essas informações são minerações de artigos e não representam recomendações de tratamento. Os fármacos listados incluem: Bile Acids and Salts (9 publicações), 4-phenylbutyric acid (9 publicações), Ursodeoxycholic Acid (5 publicações), odevixibat (4 publicações), Rituximab (3 publicações), Phenylbutyrates (2 publicações), ivacaftor (2 publicações), Cholesterol (1 publicação), Oligonucleotides Antisense (1 publicação) e Phospholipids (1 publicação). Consulte sempre seu médico antes de considerar qualquer medicação.[6]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico é geralmente favorável para a maioria dos pacientes, com episódios autolimitados de colestase e função hepática preservada entre as crises. No entanto, alguns indivíduos podem evoluir para cirrose ou carcinoma hepatocelular, o que exige monitoramento regular. A qualidade de vida pode ser impactada pelo prurido intenso e pela necessidade de internações durante os episódios, mas o suporte médico e nutricional adequado ajuda a minimizar as complicações.[1][4]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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Colestase é uma condição em que o fluxo de bile do fígado para o duodeno está prejudicado. As duas distinções básicas são: tipo obstrutivo de colestase, onde há um bloqueio mecânico no sistema de ductos que pode ocorrer por um cálculo biliar ou malignidade, e tipo metabólico de colestase, no qual existem distúrbios na formação da bile que podem ocorrer devido a defeitos genéticos ou adquiridos como efeito colateral de muitos medicamentos.

Publicações científicas
17 artigos
Último publicado: 2023 Jun 20
Medicamentos
1 registrados
ODEVIXIBAT

Tem tratamento?

1 medicamento registrado
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ODEVIXIBAT
🏥
SUS: Sem cobertura SUSScore: 0%
CID-10: K83.1
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Entender a doença

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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

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Visão geral

A colestase intra-hepática benigna, tipo 2 é uma doença hepática rara caracterizada por episódios recorrentes de colestase (diminuição ou interrupção do fluxo da bile) que podem durar semanas a meses, com períodos de remissão completa entre os episódios. A condição é considerada benigna porque, na maioria dos casos, não evolui para insuficiência hepática permanente, embora possa causar complicações como cirrose e carcinoma hepatocelular em alguns pacientes.[1][4]

Sinais e sintomas

Os principais sintomas incluem icterícia (coloração amarelada da pele e olhos), prurido intenso (coceira), hepatomegalia (aumento do fígado), esplenomegalia (aumento do baço), diarreia e má absorção de gordura, que pode levar a déficit de crescimento e baixa estatura. Exames laboratoriais frequentemente mostram hiperbilirrubinemia conjugada (aumento da bilirrubina direta) e concentração elevada de fosfatase alcalina circulante. Alguns pacientes desenvolvem colelitíase (cálculos na vesícula biliar) e, em casos mais graves, cirrose ou carcinoma hepatocelular. A icterícia costuma ser intermitente, aparecendo e desaparecendo ao longo dos episódios.[1][4]

Causas genéticas

A colestase intra-hepática benigna, tipo 2 é causada por mutações no gene ABCB11, que codifica a proteína BSEP (Bile Salt Export Pump), responsável por transportar os sais biliares do fígado para a bile. A herança é autossômica recessiva, ou seja, é necessário herdar uma cópia alterada do gene de cada um dos pais para desenvolver a doença.[1][2][5]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na combinação de sintomas clínicos (episódios recorrentes de icterícia e prurido), exames laboratoriais que mostram colestase (aumento de bilirrubina conjugada e fosfatase alcalina) e exclusão de outras causas de colestase. A confirmação genética é feita por sequenciamento do gene ABCB11. Atualmente, existem 31 testes genéticos disponíveis e 451 variantes descritas no ClinVar para essa condição.[1][2][5][6]

Tratamento e manejo

O manejo é focado no alívio dos sintomas durante os episódios de colestase e na prevenção de complicações. Não há cura definitiva, e o tratamento deve ser individualizado, com acompanhamento por equipe multidisciplinar. Medidas gerais incluem suporte nutricional para compensar a má absorção de gordura e controle do prurido. O transplante hepático pode ser considerado em casos de cirrose avançada ou carcinoma hepatocelular. No Brasil, a doença não possui cobertura específica pelo SUS para procedimentos ou medicamentos.[1][2][6]

Tratamentos citados na literatura

A literatura científica (fonte: PubTator3) menciona associações entre a doença e diversos fármacos, com base em estudos publicados. Essas informações são minerações de artigos e não representam recomendações de tratamento. Os fármacos listados incluem: Bile Acids and Salts (9 publicações), 4-phenylbutyric acid (9 publicações), Ursodeoxycholic Acid (5 publicações), odevixibat (4 publicações), Rituximab (3 publicações), Phenylbutyrates (2 publicações), ivacaftor (2 publicações), Cholesterol (1 publicação), Oligonucleotides Antisense (1 publicação) e Phospholipids (1 publicação). Consulte sempre seu médico antes de considerar qualquer medicação.[6]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico é geralmente favorável para a maioria dos pacientes, com episódios autolimitados de colestase e função hepática preservada entre as crises. No entanto, alguns indivíduos podem evoluir para cirrose ou carcinoma hepatocelular, o que exige monitoramento regular. A qualidade de vida pode ser impactada pelo prurido intenso e pela necessidade de internações durante os episódios, mas o suporte médico e nutricional adequado ajuda a minimizar as complicações.[1][4]

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Partes do corpo afetadas

🫃
Digestivo
6 sintomas
📏
Crescimento
1 sintomas
🦴
Ossos e articulações
1 sintomas

+ 8 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

17%prev.
Colestase intra-hepática
Ocasional (29-5%)
Icterícia
Colelitíase
Concentração elevada de fosfatase alcalina circulante
Hepatomegalia
Hiperbilirrubinemia conjugada
16sintomas
Ocasional (1)
Sem dados (15)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 16 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

Colestase intra-hepáticaIntrahepatic cholestasis
Ocasional (29-5%)17%
IcteríciaJaundice
ColelitíaseCholelithiasis
Concentração elevada de fosfatase alcalina circulanteElevated circulating alkaline phosphatase concentration
HepatomegaliaHepatomegaly

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa3desde 2023
Total histórico17PubMed
Últimos 10 anos10publicações
Pico20193 papers
Linha do tempo
2023Hoje · 2026🧪 2010Primeiro ensaio clínico📈 2019Ano de pico
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

Genes associados

1 gene identificado com associação a esta condição.

Autosomal recessive

Curadoria gene-doença

fontes oficiais
ABCB11
ABCB11Bile salt export pumpDisease-causing germline mutation(s) inTolerante
FUNÇÃO

Catalyzes the transport of the major hydrophobic bile salts, such as taurine and glycine-conjugated cholic acid across the canalicular membrane of hepatocytes in an ATP-dependent manner, therefore participates in hepatic bile acid homeostasis and consequently to lipid homeostasis through regulation of biliary lipid secretion in a bile salts dependent manner (PubMed:15791618, PubMed:16332456, PubMed:18985798, PubMed:19228692, PubMed:20010382, PubMed:20398791, PubMed:22262466, PubMed:24711118, Pub

LOCALIZAÇÃO

Apical cell membraneRecycling endosome membraneEndosomeCell membrane

VIAS BIOLÓGICAS (2)
Synthesis of bile acids and bile salts via 7alpha-hydroxycholesterolRecycling of bile acids and salts
MECANISMO DE DOENÇA

Cholestasis, progressive familial intrahepatic, 2

A disorder characterized by early onset of cholestasis that progresses to hepatic fibrosis, cirrhosis, and end-stage liver disease before adulthood. PFIC2 inheritance is autosomal recessive.

OUTRAS DOENÇAS (3)
progressive familial intrahepatic cholestasis type 2benign recurrent intrahepatic cholestasis type 2intrahepatic cholestasis of pregnancy
HGNC:42UniProt:O95342

Medicamentos e terapias

ODEVIXIBATPhase 3

Mecanismo: Ileal bile acid transporter inhibitor

Ver mais no OpenTargets

Variantes genéticas (ClinVar)

451 variantes patogênicas registradas no ClinVar.

🧬 ABCB11: NM_003742.4(ABCB11):c.2611-13T>G ()
🧬 ABCB11: NM_003742.4(ABCB11):c.1552del (p.Tyr518fs) ()
🧬 ABCB11: NM_003742.4(ABCB11):c.2611-2A>G ()
🧬 ABCB11: NM_003742.4(ABCB11):c.1198-8C>A ()
🧬 ABCB11: NM_003742.4(ABCB11):c.3347del (p.Gly1116fs) ()
Ver todas no ClinVar

Classificação de variantes (ClinVar)

Distribuição de 186 variantes classificadas pelo ClinVar.

167
19
Patogênica (89.8%)
VUS (10.2%)
VARIANTES MAIS SIGNIFICATIVAS
ABCB11: NM_003742.4(ABCB11):c.1549C>T (p.Arg517Cys) [Likely pathogenic]
ABCB11: NM_003742.4(ABCB11):c.3355A>G (p.Lys1119Glu) [Likely pathogenic]
ABCB11: NM_003742.4(ABCB11):c.3422G>T (p.Gly1141Val) [Likely pathogenic]
ABCB11: NM_003742.4(ABCB11):c.3412-1G>T [Likely pathogenic]
ABCB11: NM_003742.4(ABCB11):c.76+29T>G [Conflicting classifications of pathogenicity]

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Pipeline de tratamentos
Pipeline regulatório — de medicamentos já aprovados a drogas em pesquisa exploratória.
3Fase 31
·Pré-clínico1
Medicamentos catalogadosEnsaios clínicos· 1 medicamento · 1 ensaio
Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

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Publicações mais relevantes

Timeline de publicações
10 papers (10 anos)
#1

[One case of benign recurrent intrahepatic cholestasis type 2].

Zhonghua gan zang bing za zhi = Zhonghua ganzangbing zazhi = Chinese journal of hepatology2023 Jun 20

良性复发性肝内胆汁淤积症(BRIC)是以反复发作的自限性严重瘙痒和黄疸为特征的胆汁淤积性肝病。现报道1例BRIC 2型病例。.

#2

Benign recurrent intrahepatic cholestasis type 2 in a child: A case report and novel mutation.

Turkish archives of pediatrics2021 Jan

Benign recurrent intrahepatic cholestasis is a rare disorder characterized by recurrent episodes of cholestatic jaundice without liver damage. A mutation in the ABCB11 gene encoding bile salt export pump protein causes the disease. A 16-year-old boy with severe jaundice is presented here. His laboratory tests were consistent with intrahepatic cholestasis despite having normal gamma-glutamyl transpeptidase levels. Acute and chronic liver diseases with viral, metabolic, and autoimmune etiology were excluded. Magnetic resonance imaging revealed normal intra- and extrahepatic bile ducts. A liver biopsy showed cholestasis in the centrilobular and intermediate zones and sinusoidal dilatation. Genetic testing revealed a homozygous c.3083_3084delCAinsTG (Ala1028Val) mutation in the ABCB11 gene. The patient was treated with ursodeoxycholic acid 20 mg/kg/day and cholestyramine 4 g twice daily, and total bilirubin decreased to normal ranges after two months of therapy. This mutation (c.3083_3084delCAinsTG) in the ABCB11 gene is the first reported in a patient with benign recurrent intrahepatic cholestasis type 2.

#3

The Bile Salt Export Pump: Molecular Structure, Study Models and Small-Molecule Drugs for the Treatment of Inherited BSEP Deficiencies.

International journal of molecular sciences2021 Jan 14

The bile salt export pump (BSEP/ABCB11) is responsible for the transport of bile salts from hepatocytes into bile canaliculi. Malfunction of this transporter results in progressive familial intrahepatic cholestasis type 2 (PFIC2), benign recurrent intrahepatic cholestasis type 2 (BRIC2) and intrahepatic cholestasis of pregnancy (ICP). Over the past few years, several small molecular weight compounds have been identified, which hold the potential to treat these genetic diseases (chaperones and potentiators). As the treatment response is mutation-specific, genetic analysis of the patients and their families is required. Furthermore, some of the mutations are refractory to therapy, with the only remaining treatment option being liver transplantation. In this review, we will focus on the molecular structure of ABCB11, reported mutations involved in cholestasis and current treatment options for inherited BSEP deficiencies.

#4

Cholestasis in Benign Recurrent Intrahepatic Cholestasis 2.

ACG case reports journal2020 Jun

Benign recurrent intrahepatic cholestasis represents a rare class of autosomal recessive chronic cholestasis disorders, usually presenting with recurrent episodes of intense pruritus and jaundice. We report a 27-year-old woman presenting with benign recurrent intrahepatic cholestasis type 2 due to heterozygosity in ABCB11. Interestingly, she was also found to be heterozygous in cystic fibrosis transmembrane conductance regulator, NPHP4, and A1ATD (SERPINA1), which may explain the severe nature of her disease expression because heterozygosity in each of these genes has been associated with cholestasis. Finally, she exhibited a response to steroids that may have implications for future treatment of bile salt export pump-related diseases.

#5

Beyond an Obvious Cause of Cholestasis in a Toddler: Compound Heterozygosity for ABCB11 Mutations.

Pediatrics2019 May

A 27-month-old girl presented with a short history of jaundice initially attributed to drug-induced liver injury. During the preceding 20 days, she had received a 10-day course of cefprozil and 2 doses of a homeopathic preparation of cantharidin for cystitis. Severe conjugated hyperbilirubinemia was present with normal γ-glutamyl transpeptidase activity. Liver biopsy revealed marked canalicular and hepatocellular cholestasis, with moderate hepatocellular disarray, as well as evidence of chronicity, including moderate portal-tract and perisinusoidal fibrosis. Immunohistochemical studies revealed that bile salt export pump expression was preserved, whereas canalicular γ-glutamyl transpeptidase expression was largely absent. An inherited cholestatic disorder was suspected. The entire coding region of ABCB11, encoding bile salt export pump, was analyzed. The patient was found to be a compound heterozygote for the missense mutation c.3148C>T (p.Arg1050Cys) associated with benign recurrent intrahepatic cholestasis type 2 in the homozygous state and for the nonsense mutation c.3904G>T (p.Glu1302Ter) associated with progressive familial intrahepatic cholestasis type 2. Despite initial improvement with ursodeoxycholic acid, over the course of 5 years the patient developed cirrhosis that required liver transplant. Our report emphasizes the need for molecular studies even in patients with putatively "explained" cholestasis to reveal the entire spectrum of inherited cholestatic disorders.

Publicações recentes

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📚 EuropePMC141 artigos no totalmostrando 10

2023

[One case of benign recurrent intrahepatic cholestasis type 2].

Zhonghua gan zang bing za zhi = Zhonghua ganzangbing zazhi = Chinese journal of hepatology
2021

Benign recurrent intrahepatic cholestasis type 2 in a child: A case report and novel mutation.

Turkish archives of pediatrics
2021

The Bile Salt Export Pump: Molecular Structure, Study Models and Small-Molecule Drugs for the Treatment of Inherited BSEP Deficiencies.

International journal of molecular sciences
2020

Cholestasis in Benign Recurrent Intrahepatic Cholestasis 2.

ACG case reports journal
2019

A Physiology-Based Model of Human Bile Acid Metabolism for Predicting Bile Acid Tissue Levels After Drug Administration in Healthy Subjects and BRIC Type 2 Patients.

Frontiers in physiology
2019

Beyond an Obvious Cause of Cholestasis in a Toddler: Compound Heterozygosity for ABCB11 Mutations.

Pediatrics
2019

Benign Recurrent Intrahepatic Cholestasis Type 2 in Siblings with Novel ABCB11 Mutations.

Pediatric gastroenterology, hepatology & nutrition
2018

Clinical phenotype and molecular analysis of a homozygous ABCB11 mutation responsible for progressive infantile cholestasis.

Journal of human genetics
2018

Can genetic testing guide the therapy of cholestatic pruritus? A case of benign recurrent intrahepatic cholestasis type 2 with severe nasobiliary drainage-refractory itch.

Hepatology communications
2016

Successful treatment with 4-phenylbutyrate in a patient with benign recurrent intrahepatic cholestasis type 2 refractory to biliary drainage and bilirubin absorption.

Hepatology research : the official journal of the Japan Society of Hepatology
Ver todos os 141 no EuropePMC

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Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. [One case of benign recurrent intrahepatic cholestasis type 2].
    Zhonghua gan zang bing za zhi = Zhonghua ganzangbing zazhi = Chinese journal of hepatology· 2023· PMID 37400390mais citado
  2. Benign recurrent intrahepatic cholestasis type 2 in a child: A case report and novel mutation.
    Turkish archives of pediatrics· 2021· PMID 34013234mais citado
  3. The Bile Salt Export Pump: Molecular Structure, Study Models and Small-Molecule Drugs for the Treatment of Inherited BSEP Deficiencies.
    International journal of molecular sciences· 2021· PMID 33466755mais citado
  4. Cholestasis in Benign Recurrent Intrahepatic Cholestasis 2.
    ACG case reports journal· 2020· PMID 32647738mais citado
  5. Beyond an Obvious Cause of Cholestasis in a Toddler: Compound Heterozygosity for ABCB11 Mutations.
    Pediatrics· 2019· PMID 31015375mais citado
  6. A Physiology-Based Model of Human Bile Acid Metabolism for Predicting Bile Acid Tissue Levels After Drug Administration in Healthy Subjects and BRIC Type 2 Patients.
    Front Physiol· 2019· PMID 31611804recente

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:99961(Orphanet)
  2. OMIM OMIM:605479(OMIM)
  3. MONDO:0011559(MONDO)
  4. GARD:10029(GARD (NIH))
  5. Variantes catalogadas(ClinVar)
  6. Busca completa no PubMed(PubMed)
  7. Q60195079(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

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Colestase intra-hepática benigna, tipo 2
Compêndio · Raras BR

Colestase intra-hepática benigna, tipo 2

ORPHA:99961 · MONDO:0011559
CID-10
K83.1 · Obstrução de via biliar
CID-11
Medicamentos
1 registrados
MedGen
UMLS
C2608083
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Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Genética mendeliana
fonte: OMIM
Indexação biomédica
fonte: MeSH (NLM)
Dado público estruturado
fonte: Wikidata
Medicamentos (literatura)
fonte: Orphanet