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Defeito do septo atrial, tipo seio coronário
ORPHA:99104CID-10 · Q21.1CID-11 · LA8E.3DOENÇA RARA
lungInício neonatal
Também conhecida comoASD
Sinônimos clínicos: Seio coronário, tipo ASD

Defeito do septo atrial, tipo seio coronário, é uma anomalia cardíaca rara com comunicação entre as câmaras atriais. Pode causar arritmias, dispneia, e outros sintomas devido ao fluxo sanguíneo anormal.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 03/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

O defeito do septo atrial, tipo seio coronário, é uma condição cardíaca congênita rara em que há uma abertura (defeito) na parede que separa as duas câmaras superiores do coração (átrios), localizada especificamente na região do seio coronário. Esse defeito permite que o sangue passe do lado esquerdo para o lado direito do coração (shunt da esquerda para a direita), sobrecarregando o lado direito e os pulmões. A condição pode ser identificada ainda antes do nascimento (antenatal), no período neonatal ou durante a infância.[1][3]

Sinais e sintomas

Os sinais e sintomas podem variar de pessoa para pessoa e incluem: sopro cardíaco sistólico (um ruído anormal ouvido no batimento cardíaco), fadiga, falta de ar (dispneia) especialmente aos esforços, intolerância ao exercício, palpitações, sensação de desmaio (pré-síncope) ou desmaio (síncope), e coloração azulada da pele (cianose). Com o tempo, podem surgir complicações como dilatação e insuficiência do ventrículo direito, aumento do átrio direito, aumento da resistência dos vasos sanguíneos dos pulmões (hipertensão arterial pulmonar), arritmias, bloqueio de ramo, ataques isquêmicos transitórios e acidente vascular cerebral (AVC). Infecções bacterianas recorrentes, como pneumonia, também podem ocorrer. Em alguns casos, o defeito pode estar associado a outras alterações anatômicas, como retorno venoso pulmonar anômalo e origem anômala da artéria carótida comum esquerda da artéria pulmonar principal.[1][3]

Causas genéticas

A causa genética específica do defeito do septo atrial, tipo seio coronário, ainda não é completamente compreendida. Até o momento, não há um gene específico identificado como causa direta dessa condição. Acredita-se que fatores genéticos e ambientais possam estar envolvidos no seu desenvolvimento, mas mais pesquisas são necessárias para esclarecer os mecanismos exatos.[1][4]

Diagnóstico

O diagnóstico é geralmente suspeitado por exames de imagem do coração, como ecocardiograma, que pode mostrar o defeito no septo atrial e o fluxo anormal de sangue. Exames genéticos podem ser oferecidos para investigar possíveis síndromes associadas ou para aconselhamento familiar. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para procedimentos como cariótipo (bandas G, Q ou R), pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, sequenciamento completo do exoma (WES), dosagem de alfa-fetoproteína e atendimento em reabilitação para doenças raras. Mais de 330 testes genéticos estão disponíveis internacionalmente para essa condição.[1][4]

Tratamento e manejo

O tratamento do defeito do septo atrial, tipo seio coronário, depende do tamanho do defeito, dos sintomas e da presença de complicações. As opções podem incluir monitoramento clínico regular, medicamentos para controlar sintomas como insuficiência cardíaca ou arritmias, e procedimentos para fechar o defeito, que podem ser cirúrgicos ou por cateterismo. É fundamental que o acompanhamento seja feito por uma equipe multidisciplinar especializada em cardiologia pediátrica e doenças raras. O SUS oferece atendimento em reabilitação para doenças raras como parte do suporte ao paciente.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico para pessoas com defeito do septo atrial, tipo seio coronário, é geralmente bom quando o diagnóstico é feito precocemente e o tratamento adequado é realizado. A correção do defeito, quando indicada, costuma levar à resolução dos sintomas e à melhora da qualidade de vida, com baixo risco de complicações a longo prazo. No entanto, se não tratado, o defeito pode levar a complicações graves como hipertensão pulmonar, insuficiência cardíaca e arritmias. O acompanhamento médico regular ao longo da vida é importante para monitorar a função cardíaca e prevenir complicações.[1][3]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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Defeito do septo atrial, tipo seio coronário, é uma anomalia cardíaca rara com comunicação entre as câmaras atriais. Pode causar arritmias, dispneia, e outros sintomas devido ao fluxo sanguíneo anormal.

Publicações científicas
1 artigos
Último publicado: 2017 Dec 1
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
CID-10: Q21.1
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
PROCEDIMENTOS SIGTAP (5)
0202010503
Cariótipo — bandas G, Q ou Rgenetic_test
0202010600
Pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISHlab_test
0202010694
Sequenciamento completo do exoma (WES)rehabilitation
0202010260
Dosagem de alfa-fetoproteína
0301070040
Atendimento em reabilitação — doenças raras
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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

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Visão geral

O defeito do septo atrial, tipo seio coronário, é uma condição cardíaca congênita rara em que há uma abertura (defeito) na parede que separa as duas câmaras superiores do coração (átrios), localizada especificamente na região do seio coronário. Esse defeito permite que o sangue passe do lado esquerdo para o lado direito do coração (shunt da esquerda para a direita), sobrecarregando o lado direito e os pulmões. A condição pode ser identificada ainda antes do nascimento (antenatal), no período neonatal ou durante a infância.[1][3]

Sinais e sintomas

Os sinais e sintomas podem variar de pessoa para pessoa e incluem: sopro cardíaco sistólico (um ruído anormal ouvido no batimento cardíaco), fadiga, falta de ar (dispneia) especialmente aos esforços, intolerância ao exercício, palpitações, sensação de desmaio (pré-síncope) ou desmaio (síncope), e coloração azulada da pele (cianose). Com o tempo, podem surgir complicações como dilatação e insuficiência do ventrículo direito, aumento do átrio direito, aumento da resistência dos vasos sanguíneos dos pulmões (hipertensão arterial pulmonar), arritmias, bloqueio de ramo, ataques isquêmicos transitórios e acidente vascular cerebral (AVC). Infecções bacterianas recorrentes, como pneumonia, também podem ocorrer. Em alguns casos, o defeito pode estar associado a outras alterações anatômicas, como retorno venoso pulmonar anômalo e origem anômala da artéria carótida comum esquerda da artéria pulmonar principal.[1][3]

Causas genéticas

A causa genética específica do defeito do septo atrial, tipo seio coronário, ainda não é completamente compreendida. Até o momento, não há um gene específico identificado como causa direta dessa condição. Acredita-se que fatores genéticos e ambientais possam estar envolvidos no seu desenvolvimento, mas mais pesquisas são necessárias para esclarecer os mecanismos exatos.[1][4]

Diagnóstico

O diagnóstico é geralmente suspeitado por exames de imagem do coração, como ecocardiograma, que pode mostrar o defeito no septo atrial e o fluxo anormal de sangue. Exames genéticos podem ser oferecidos para investigar possíveis síndromes associadas ou para aconselhamento familiar. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para procedimentos como cariótipo (bandas G, Q ou R), pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, sequenciamento completo do exoma (WES), dosagem de alfa-fetoproteína e atendimento em reabilitação para doenças raras. Mais de 330 testes genéticos estão disponíveis internacionalmente para essa condição.[1][4]

Tratamento e manejo

O tratamento do defeito do septo atrial, tipo seio coronário, depende do tamanho do defeito, dos sintomas e da presença de complicações. As opções podem incluir monitoramento clínico regular, medicamentos para controlar sintomas como insuficiência cardíaca ou arritmias, e procedimentos para fechar o defeito, que podem ser cirúrgicos ou por cateterismo. É fundamental que o acompanhamento seja feito por uma equipe multidisciplinar especializada em cardiologia pediátrica e doenças raras. O SUS oferece atendimento em reabilitação para doenças raras como parte do suporte ao paciente.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico para pessoas com defeito do septo atrial, tipo seio coronário, é geralmente bom quando o diagnóstico é feito precocemente e o tratamento adequado é realizado. A correção do defeito, quando indicada, costuma levar à resolução dos sintomas e à melhora da qualidade de vida, com baixo risco de complicações a longo prazo. No entanto, se não tratado, o defeito pode levar a complicações graves como hipertensão pulmonar, insuficiência cardíaca e arritmias. O acompanhamento médico regular ao longo da vida é importante para monitorar a função cardíaca e prevenir complicações.[1][3]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Partes do corpo afetadas

❤️
Coração
10 sintomas
🫁
Pulmão
5 sintomas
🛡️
Imunológico
1 sintomas

+ 10 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

90%prev.
Defeito do septo atrial do seio coronário
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Shunt da esquerda para a direita
Muito frequente (99-80%)
55%prev.
Sopro cardíaco sistólico
Frequente (79-30%)
55%prev.
Retorno venoso pulmonar anômalo
Frequente (79-30%)
55%prev.
Fadiga
Frequente (79-30%)
55%prev.
Palpitações
Frequente (79-30%)
26sintomas
Muito frequente (2)
Frequente (8)
Ocasional (9)
Muito raro (7)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 26 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

Defeito do septo atrial do seio coronárioCoronary sinus atrial septal defect
Muito frequente (99-80%)90%
Shunt da esquerda para a direitaLeft-to-right shunt
Muito frequente (99-80%)90%
Sopro cardíaco sistólicoSystolic heart murmur
Frequente (79-30%)55%
Retorno venoso pulmonar anômaloAnomalous pulmonary venous return
Frequente (79-30%)55%
FadigaFatigue
Frequente (79-30%)55%

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa9desde 2017
Total histórico1PubMed
Últimos 10 anos1publicações
Pico20171 papers
Linha do tempo
20202017Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

🧬

Nenhum gene associado encontrado

Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

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Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Defeito do septo atrial, tipo seio coronário

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Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.

Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.

🧪 Está conduzindo uma pesquisa?
Divulgue para pacientes e familiares que acompanham esta doença.
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Associações

Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação

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Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. Transcatheter closure of unroofed coronary sinus using covered stents in an adult with drainage of the coronary sinus to the right ventricle after supra-annular tricuspid valve replacement.
    Catheterization and cardiovascular interventions : official journal of the Society for Cardiac Angiography & Interventions· 2017· PMID 28296217mais citado

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:99104(Orphanet)
  2. MONDO:0020435(MONDO)
  3. GARD:10697(GARD (NIH))
  4. Busca completa no PubMed(PubMed)
  5. Q55789369(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Defeito do septo atrial, tipo seio coronário
Compêndio · Raras BR

Defeito do septo atrial, tipo seio coronário

ORPHA:99104 · MONDO:0020435
CID-10
Q21.1 · Comunicação interatrial
CID-11
Início
Antenatal, Infancy, Neonatal
MedGen
UMLS
C0344733
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DiscussaoAtiva

Nenhuma novidade ainda. O agente esta monitorando.

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📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Dado público estruturado
fonte: Wikidata