A deficiência familiar benigna de cobre é uma condição rara que afeta a absorção e o transporte de minerais, caracterizada por baixos níveis de cobre no sangue que se manifesta como dificuldade de crescimento, anemia leve, convulsões repetidas, fraqueza muscular e pele com seborreia. Esporões ósseos no fêmur e na tíbia também são observados em exames de raio-X. Os sintomas são reversíveis ou melhoram com suplementos de cobre tomados pela boca. Não foram encontradas mais descrições na literatura médica desde 1982.
Introdução
O que você precisa saber de cara
A deficiência de cobre familiar benigna é uma condição genética bastante rara em que o organismo apresenta níveis muito baixos de cobre no sangue. Nos primeiros meses de vida, a família costuma notar fraqueza muscular, dificuldade para ganhar peso e crescer, crises convulsivas e alterações na pele como dermatite seborreica. Os relatos médicos mostram que essas manifestações costumam melhorar ou até regredir completamente com a administração de suplementos de cobre por via oral. No SUS, embora a doença não possua um protocolo de tratamento específico nem medicamentos com entrega padronizada, é possível realizar exames para medir os níveis de cobre no sangue.
A deficiência familiar benigna de cobre é uma condição rara que afeta a absorção e o transporte de minerais, caracterizada por baixos níveis de cobre no sangue que se manifesta como dificuldade de crescimento, anemia leve, convulsões repetidas, fraqueza muscular e pele com seborreia. Esporões ósseos no fêmur e na tíbia também são observados em exames de raio-X. Os sintomas são reversíveis ou melhoram com suplementos de cobre tomados pela boca. Não foram encontradas mais descrições na literatura médica desde 1982.
Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
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Entender a doença
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Partes do corpo afetadas
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Características mais comuns
Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 17 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.
Linha do tempo da pesquisa
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Nenhum gene associado encontrado
Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
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O que as famílias mais perguntam sobre esta doença — cada resposta com a fonte de onde saiu
A literatura científica relata que as manifestações clínicas são reversíveis ou apresentam melhora expressiva com o uso de suplementos de cobre por via oral. Por conta dessa recuperação descrita nos casos relatados, o agravo é classificado como uma forma benigna.
Referências
Fontes citadas no texto, publicações do grafo e bases de dados usadas neste verbete
2 publicações do grafo RarasNet (PubMed) · 6 bases de dados. Títulos, periódicos e PMIDs vêm direto da fonte, sem intermediação de IA.
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
Citar este verbete
Raras. (s.d.). Deficiência de cobre familiar benigna. Em Raras — Enciclopédia de Doenças Raras do Brasil. https://raras.org/doenca/deficiencia-de-cobre-familiar-benigna
Formato APA. Conteúdo sob CC BY 4.0 — reuso livre com atribuição.
Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar
Deficiência de cobre familiar benigna
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Genética mendeliana
- fonte: OMIM
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- CID-11 (futuro)
- fonte: WHO ICD-11
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Indexação biomédica
- fonte: MeSH (NLM)