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Disgiria associada a tubulinopatia
ORPHA:467166CID-10 · Q04.8DOENÇA RARA
Esta doença tem causa genética. Recomendamos procurar um médico geneticista para diagnóstico, exames genéticos e aconselhamento familiar.
neuroInício infânciaHerança AD/Unknown

Disgiria associada a tubulinopatia é uma condição neurológica rara caracterizada por movimentos oculares anormais, estrabismo, crises de ausência e ataxia. Afeta o desenvolvimento cerebral, podendo causar microcefalia e anormalidades no corpo caloso e na cápsula interna.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · atualizado 03/06/2026Revisão médica pendente
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Visão geral

A Disgiria associada a tubulinopatia é uma doença genética rara do desenvolvimento cerebral, caracterizada por alterações na formação dos sulcos e giros do cérebro (disgiria). A condição faz parte de um grupo de doenças chamadas tubulinopatias, causadas por mutações em genes que produzem proteínas essenciais para a estrutura e função dos microtúbulos, componentes fundamentais das células nervosas. A prevalência estimada é de menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas, sendo considerada uma doença ultrarrara.[1][2]

Sinais e sintomas

Os sinais e sintomas geralmente se manifestam na primeira infância (infância) e podem incluir: atraso global do desenvolvimento, hipotonia (tônus muscular baixo), crises epilépticas (incluindo espasmos infantis e crises de ausência), macrocefalia ou microcefalia, alterações na morfologia cerebral como paquigiria (giros cerebrais anormalmente largos), agiria (ausência de giros), ventriculomegalia (aumento dos ventrículos cerebrais), hipoplasia do vermis cerebelar e do corpo caloso, anormalidades do tálamo, tronco cerebral e bulbo olfatório. Também podem ocorrer ptose bilateral (queda das pálpebras), estrabismo, apraxia oculomotora (dificuldade em mover os olhos voluntariamente), movimentos oculares involuntários anormais, ataxia (falta de coordenação motora) e transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH).[1][2]

Causas genéticas

A Disgiria associada a tubulinopatia é causada por mutações nos genes TUBA1A, TUBB3 e TUBB2B. Esses genes fornecem instruções para a produção de proteínas chamadas tubulinas, que são blocos de construção dos microtúbulos — estruturas essenciais para a migração e organização dos neurônios durante o desenvolvimento do cérebro. Mutações nesses genes interrompem esse processo, levando às alterações cerebrais características. O padrão de herança é autossômico dominante, o que significa que uma única cópia alterada do gene é suficiente para causar a doença. Na maioria dos casos, a mutação ocorre de forma esporádica (não herdada dos pais).[1][3]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica, exames de neuroimagem (como ressonância magnética) que mostram as alterações cerebrais características, e confirmado por testes genéticos. Os exames disponíveis incluem: cariótipo com bandas G, Q ou R; pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH; e sequenciamento completo do exoma (WES). Atualmente, existem 336 testes genéticos disponíveis e 611 variantes registradas no ClinVar para essa condição. A dosagem de alfa-fetoproteína também pode ser solicitada como parte da investigação. O código CID-10 associado é Q04.8 (outras malformações congênitas do cérebro).[1][3]

Tratamento e manejo

Não existe cura para a Disgiria associada a tubulinopatia. O tratamento é multidisciplinar e focado no manejo dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. Pode incluir: acompanhamento neurológico para controle de crises epilépticas, fisioterapia e terapia ocupacional para atraso motor e hipotonia, fonoaudiologia para dificuldades de comunicação e deglutição, e suporte educacional para atraso do desenvolvimento. O atendimento em reabilitação para doenças raras está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS), com cobertura mínima garantida. Não há medicamentos específicos aprovados para a doença.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico varia amplamente dependendo da gravidade das alterações cerebrais e da presença de comorbidades como epilepsia de difícil controle. Muitas crianças apresentam atraso global do desenvolvimento significativo e necessitam de suporte contínuo ao longo da vida. O acompanhamento regular com uma equipe multidisciplinar é essencial para otimizar o desenvolvimento e a qualidade de vida. O aconselhamento genético é recomendado para as famílias.[1][2]

Fontes numeradas em Referências.

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

💬
EM LINGUAGEM SIMPLES

A disgiria associada a tubulinopatia é uma condição congênita rara que altera a formação dos giros e dobras do cérebro. Ela costuma causar atraso global no desenvolvimento da criança, convulsões e redução do tônus muscular (hipotonia). A causa está em alterações genéticas nos genes das tubulinas, como TUBA1A, TUBB3 e TUBB2B, que formam a estrutura das células cerebrais. Não há remédio curativo, mas o SUS prevê atendimentos de reabilitação para apoiar o desenvolvimento e o bem-estar do paciente.

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Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Disgiria associada a tubulinopatia é uma condição neurológica rara caracterizada por movimentos oculares anormais, estrabismo, crises de ausência e ataxia. Afeta o desenvolvimento cerebral, podendo causar microcefalia e anormalidades no corpo caloso e na cápsula interna.

Publicações científicas
2 artigos
Último publicado: 2025 Mar

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
<1 / 1 000 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Casos conhecidos
7
pacientes catalogados
Início
Infancy
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
5 procedimentos SIGTAPCID-10: Q04.8
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
EXAMES E PROCEDIMENTOS RELACIONADOS (5)
•
Cariótipo — bandas G, Q ou R
•
Pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH
•
Sequenciamento completo do exoma (WES)
•
Dosagem de alfa-fetoproteína
•
Atendimento em reabilitação — doenças raras
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Entender a doença

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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Partes do corpo afetadas

🧠
Neurológico
9 sintomas
👁️
Olhos
3 sintomas
❤️
Coração
1 sintomas

+ 11 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

90%prev.
Anormalidade da morfologia do tálamo
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Atraso global do desenvolvimento
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Hipoplasia do vermis cerebelar
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Morfologia anormal do tronco cerebral
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Hipoplasia da ponte
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Morfologia anormal do corpo caloso
Muito frequente (99-80%)
24sintomas
Muito frequente (9)
Frequente (8)
Ocasional (7)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 24 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

Anormalidade da morfologia do tálamoAbnormality of thalamus morphology
Muito frequente (99-80%)90%
Atraso global do desenvolvimentoGlobal developmental delay
Muito frequente (99-80%)90%
Hipoplasia do vermis cerebelarCerebellar vermis hypoplasia
Muito frequente (99-80%)90%
Morfologia anormal do tronco cerebralAbnormal brainstem morphology
Muito frequente (99-80%)90%
Hipoplasia da ponteHypoplasia of the pons
Muito frequente (99-80%)90%

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa2desde 2024
Total histórico2PubMed
Últimos 10 anos2publicações
Pico20131 papers
Linha do tempo
2024Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

Genes associados

3 genes identificados com associação a esta condição. Padrão de herança: Autosomal dominant, Not applicable.

TUBA1ATubulin alpha-1A chainDisease-causing germline mutation(s) inAltamente restrito
VIAS BIOLÓGICAS (10)
HCMV Early EventsPKR-mediated signalingGap junction assemblyAggrephagyAssembly and cell surface presentation of NMDA receptors
MECANISMO DE DOENÇA

Lissencephaly 3

A classic type lissencephaly associated with psychomotor retardation and seizures. Features include agyria or pachygyria or laminar heterotopia, severe intellectual disability, motor delay, variable presence of seizures, and abnormalities of corpus callosum, hippocampus, cerebellar vermis and brainstem.

EXPRESSÃO TECIDUAL(Ubíquo)
Brain Spinal cord cervical c-1
1761.9 TPM
Hipotálamo
655.7 TPM
Substância negra
642.6 TPM
Cérebro - Hemisfério cerebelar
562.6 TPM
Cerebelo
519.9 TPM
OUTRAS DOENÇAS (4)
lissencephaly due to TUBA1A mutationfetal akinesia deformation sequence 1tubulinopathy-associated dysgyriacongenital fibrosis of extraocular muscles
HGNC:20766UniProt:Q71U36
TUBB3Tubulin beta-3 chainDisease-causing germline mutation(s) inTolerante
VIAS BIOLÓGICAS (10)
HCMV Early EventsPKR-mediated signalingGap junction assemblyAggrephagyAssembly and cell surface presentation of NMDA receptors
MECANISMO DE DOENÇA

Fibrosis of extraocular muscles, congenital, 3A

A congenital ocular motility disorder marked by restrictive ophthalmoplegia affecting extraocular muscles innervated by the oculomotor and/or trochlear nerves. It is clinically characterized by anchoring of the eyes in downward gaze, ptosis, and backward tilt of the head. Congenital fibrosis of extraocular muscles type 3 presents as a non-progressive, autosomal dominant disorder with variable expression. Patients may be bilaterally or unilaterally affected, and their oculo-motility defects range from complete ophthalmoplegia (with the eyes fixed in a hypo- and exotropic position), to mild asymptomatic restrictions of ocular movement. Ptosis, refractive error, amblyopia, and compensatory head positions are associated with the more severe forms of the disorder. In some cases, the ocular phenotype is accompanied by additional features including developmental delay, corpus callosum agenesis, basal ganglia dysmorphism, facial weakness, polyneuropathy.

EXPRESSÃO TECIDUAL(Ubíquo)
Hipotálamo
143.8 TPM
Brain Frontal Cortex BA9
123.1 TPM
Córtex cerebral
102.0 TPM
Cérebro - Hemisfério cerebelar
101.2 TPM
Cerebelo
101.0 TPM
OUTRAS DOENÇAS (4)
fibrosis of extraocular muscles, congenital, 3A, with or without extraocular involvementcomplex cortical dysplasia with other brain malformations 1congenital fibrosis of extraocular musclestubulinopathy-associated dysgyria
HGNC:20772UniProt:Q13509
TUBB2BTubulin beta-2B chainDisease-causing germline mutation(s) inAltamente restrito
VIAS BIOLÓGICAS (10)
HCMV Early EventsPKR-mediated signalingGap junction assemblyAggrephagyAssembly and cell surface presentation of NMDA receptors
MECANISMO DE DOENÇA

Cortical dysplasia, complex, with other brain malformations 7

A malformation of the cortex in which the brain surface is irregular and characterized by an excessive number of small gyri with abnormal lamination. Polymicrogyria is a heterogeneous disorder, considered to be the result of postmigratory abnormal cortical organization.

EXPRESSÃO TECIDUAL(Ubíquo)
Brain Spinal cord cervical c-1
377.8 TPM
Brain Nucleus accumbens basal ganglia
248.1 TPM
Substância negra
229.1 TPM
Hipotálamo
205.3 TPM
Brain Caudate basal ganglia
203.2 TPM
OUTRAS DOENÇAS (4)
complex cortical dysplasia with other brain malformations 7tubulinopathy-associated dysgyriacerebellar ataxia, intellectual disability, and dysequilibriumcongenital fibrosis of extraocular muscles
HGNC:30829UniProt:Q9BVA1

Variantes genéticas (ClinVar)

611 variantes patogênicas registradas no ClinVar.

🧬 TUBB2B: NM_178012.5(TUBB2B):c.848C>A (p.Ala283Glu) ()
🧬 TUBB2B: NM_178012.5(TUBB2B):c.1150C>A (p.Gln384Lys) ()
🧬 TUBB2B: NM_178012.5(TUBB2B):c.625G>A (p.Asp209Asn) ()
🧬 TUBB2B: NM_178012.5(TUBB2B):c.1033A>T (p.Ile345Phe) ()
🧬 TUBB2B: NM_178012.5(TUBB2B):c.863A>T (p.Glu288Val) ()
Ver todas no ClinVar

Classificação de variantes (ClinVar)

Distribuição de 9 variantes classificadas pelo ClinVar.

9
Patogênica (100.0%)
VARIANTES MAIS SIGNIFICATIVAS
TUBA1A: NM_006009.4(TUBA1A):c.1264C>A (p.Arg422Ser) [Pathogenic]
TUBA1A: NM_006009.4(TUBA1A):c.656T>C (p.Ile219Thr) [Pathogenic]
TUBA1A: NM_006009.4(TUBA1A):c.967G>A (p.Val323Met) [Pathogenic/Likely pathogenic]
TUBA1A: NM_006009.4(TUBA1A):c.1049G>T (p.Gly350Val) [Pathogenic/Likely pathogenic]
TUBA1A: NM_006009.4(TUBA1A):c.518C>T (p.Pro173Leu) [Conflicting classifications of pathogenicity]

Vias biológicas (Reactome)

36 vias biológicas associadas aos genes desta condição.

Translocation of SLC2A4 (GLUT4) to the plasma membrane Microtubule-dependent trafficking of connexons from Golgi to the plasma membrane Gap junction assembly MHC class II antigen presentation Separation of Sister Chromatids Resolution of Sister Chromatid Cohesion Regulation of PLK1 Activity at G2/M Transition HSP90 chaperone cycle for steroid hormone receptors (SHR) in the presence of ligand Loss of Nlp from mitotic centrosomes Recruitment of mitotic centrosome proteins and complexes Loss of proteins required for interphase microtubule organization from the centrosome Recruitment of NuMA to mitotic centrosomes Prefoldin mediated transfer of substrate to CCT/TriC Formation of tubulin folding intermediates by CCT/TriC Post-chaperonin tubulin folding pathway Recycling pathway of L1 Hedgehog 'off' state Anchoring of the basal body to the plasma membrane Cargo trafficking to the periciliary membrane Intraflagellar transport RHO GTPases activate IQGAPs RHO GTPases Activate Formins COPI-mediated anterograde transport COPI-dependent Golgi-to-ER retrograde traffic COPI-independent Golgi-to-ER retrograde traffic Mitotic Prometaphase The role of GTSE1 in G2/M progression after G2 checkpoint AURKA Activation by TPX2 Carboxyterminal post-translational modifications of tubulin HCMV Early Events Assembly and cell surface presentation of NMDA receptors Activation of AMPK downstream of NMDARs Aggrephagy EML4 and NUDC in mitotic spindle formation Sealing of the nuclear envelope (NE) by ESCRT-III Kinesins

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Disgiria associada a tubulinopatia

🗺️

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Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.

Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.

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Associações

Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação

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Doença com base genética

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Perguntas frequentes

O que as famílias mais perguntam sobre esta doença — cada resposta com a fonte de onde saiu

Respostas geradas por IA a partir das fontes citadas

A condição é provocada por mutações genéticas nos genes TUBA1A, TUBB3 ou TUBB2B. Esses genes produzem proteínas de tubulina necessárias para o posicionamento e desenvolvimento adequado dos neurônios.

Referências

Fontes citadas no texto, publicações do grafo e bases de dados usadas neste verbete

4 fontes citadas no texto · 2 publicações do grafo RarasNet (PubMed) · 5 bases de dados. Títulos, periódicos e PMIDs vêm direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. MONDO
    purl.obolibrary.org
  2. GARD:21944
    GARD (NIH)
  3. Q55788318
    Wikidata

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Citar este verbete

Raras. (2026). Disgiria associada a tubulinopatia. Em Raras — Enciclopédia de Doenças Raras do Brasil. https://raras.org/doenca/disgiria-associada-a-tubulinopatia

Formato APA. Conteúdo sob CC BY 4.0 — reuso livre com atribuição.

Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Compêndio · Raras BR

Disgiria associada a tubulinopatia

ORPHA:467166 · MONDO:0018763
🇧🇷 Brasil SUS
SIGTAP
5 procedimentos
Geral
Prevalência
<1 / 1 000 000
Casos
7 casos conhecidos
Herança
Autosomal dominant, Not applicable
CID-10
Q04.8 · Outras malformações congênitas especificadas do encéfalo
Início
Infancy
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C5568850
Wikidata

📋 Origem dos dados

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Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Dado público estruturado
fonte: Wikidata
Rara