A disostose acrocraniofacial é uma forma muito rara de disostose acrofacial, relatada em apenas duas irmãs até o momento. É caracterizada por baixa estatura, cabeça pontuda (acrocefalia), olhos muito separados, pálpebras caídas, olhos saltados, cantos externos dos olhos inclinados para baixo, ponte nasal elevada, narinas voltadas para a frente, filtro labial curto, fenda palatina (céu da boca rachado), mandíbula pequena, orelhas externas com formato incomum, pequenos orifícios na frente da orelha, perda de audição mista, dedos arredondados nas pontas, pé com a parte da frente virada para dentro (metatarso varo), peito escavado e várias anormalidades vistas em exames de imagem. As características desta síndrome foram relatadas como se assemelhando às da síndrome otopalatodigital tipos 1 e 2. Não houve mais descrições na literatura médica desde 1988.
Introdução
O que você precisa saber de cara
A disostose acro-cranio-facial é uma síndrome congênita muito rara que causa alterações no formato da cabeça, do rosto, das mãos e dos pés. Os pais ou médicos costumam notar logo ao nascimento traços como cabeça alongada para cima, olhos saltados, mandíbula pequena, fenda no céu da boca e perda auditiva. A condição não tem cura nem remédios curativos aprovados, sendo conduzida com foco no suporte aos sintomas e nas cirurgias reparadoras necessárias. No Brasil, a doença não conta com um protocolo próprio ou medicamentos dispensados no SUS, mas o paciente tem acesso a serviços de acompanhamento e reabilitação na rede de saúde.
A disostose acrocraniofacial é uma forma muito rara de disostose acrofacial, relatada em apenas duas irmãs até o momento. É caracterizada por baixa estatura, cabeça pontuda (acrocefalia), olhos muito separados, pálpebras caídas, olhos saltados, cantos externos dos olhos inclinados para baixo, ponte nasal elevada, narinas voltadas para a frente, filtro labial curto, fenda palatina (céu da boca rachado), mandíbula pequena, orelhas externas com formato incomum, pequenos orifícios na frente da orelha, perda de audição mista, dedos arredondados nas pontas, pé com a parte da frente virada para dentro (metatarso varo), peito escavado e várias anormalidades vistas em exames de imagem. As características desta síndrome foram relatadas como se assemelhando às da síndrome otopalatodigital tipos 1 e 2. Não houve mais descrições na literatura médica desde 1988.
Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
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Entender a doença
Do básico ao detalhe, leia no seu ritmo
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Partes do corpo afetadas
+ 13 sintomas em outras categorias
Características mais comuns
Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 44 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.
Linha do tempo da pesquisa
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Nenhum gene associado encontrado
Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Disostose acro-cranio-facial
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Pesquisa ativa
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Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
Publicações mais relevantes
Publicações recentes
Clinical and genetic aspects of trigonocephaly: a study of 25 cases.
Isolated craniosynostosis: prenatal ultrasound of scaphocephaly with polyhydramnios.
Trigonomicrocephaly, severe micrognathia, large ears, atrioventricular septal defect, symmetrical cutaneous syndactyly of hands and feet, and multiple café-au-lait spots: new acrocraniofacial dysostosis syndrome?
Craniosynostosis update 1987.
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Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação
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Doença com base genética
Um médico geneticista pode ajudar no diagnóstico de Disostose acro-cranio-facial e no aconselhamento genético da família.
Doenças relacionadas
Doenças com sintomas parecidos — ajudam quem ainda está buscando diagnóstico
Perguntas frequentes
O que as famílias mais perguntam sobre esta doença — cada resposta com a fonte de onde saiu
A condição possui herança genética autossômica recessiva, transmitida quando ambos os genitores transmitem a alteração aos filhos. Entretanto, os genes específicos responsáveis pelo seu aparecimento ainda não foram identificados pela ciência.
Referências
Fontes citadas no texto, publicações do grafo e bases de dados usadas neste verbete
4 publicações do grafo RarasNet (PubMed) · 6 bases de dados. Títulos, periódicos e PMIDs vêm direto da fonte, sem intermediação de IA.
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
Citar este verbete
Raras. (s.d.). Disostose acro-cranio-facial. Em Raras — Enciclopédia de Doenças Raras do Brasil. https://raras.org/doenca/disostose-acro-cranio-facial
Formato APA. Conteúdo sob CC BY 4.0 — reuso livre com atribuição.
Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar
Disostose acro-cranio-facial
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Genética mendeliana
- fonte: OMIM
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Indexação biomédica
- fonte: MeSH (NLM)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata