A displasia espondilo-megaepifisária-metafisária é uma displasia óssea primária, genética e rara, caracterizada por baixa estatura desproporcionada com pescoço e troncos curtos e rígidos e membros e dedos das mãos e dos pés relativamente longos (que podem apresentar contraturas em flexão), atraso grave na ossificação dos corpos vertebrais (com picnodisostose frequente), epífises de ossos longos e marcados significativamente aumentados, ausência de ossificação dos ossos púbicos e múltiplas pseudoepífises nos ossos curtos tubulares das mãos e dos pés. Podem observar-se manifestações neurológicas resultantes da instabilidade da coluna cervical.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A Displasia espondilomegaepifisária-metafisária (SMMD) é uma doença genética rara do desenvolvimento ósseo, caracterizada por baixa estatura desproporcional de tronco curto, alterações nas vértebras e nas extremidades dos ossos longos (epífises e metáfises). A condição tem prevalência estimada em menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas, sendo considerada uma doença ultrarrara.[1][4]
Os primeiros sinais geralmente aparecem no período neonatal ou durante a infância. O padrão de herança é autossômico recessivo, o que significa que ambos os pais precisam ser portadores de uma cópia alterada do gene associado para que a criança manifeste a doença.[1][2]
Sinais e sintomas
Os principais sintomas incluem baixa estatura desproporcional com tronco curto, cifoescoliose (curvatura anormal da coluna para frente e para os lados), vértebras em formato de borboleta, ossificação atrasada das vértebras e do osso púbico, e epífises (extremidades dos ossos) aumentadas. Muitas crianças nascem pequenas para a idade gestacional e podem apresentar abdome protuberante, costelas curtas e pectus carinatum (peito de pombo).[1][4]
Nas pernas, são comuns o genu valgum (joelhos para dentro) ou genu varum (joelhos para fora), luxação do quadril, pé torto equinovaro e contratura em flexão. Os polegares podem estar posicionados mais próximos da mão (posicionamento proximal) e o hálux (dedão do pé) pode ser longo. A marcha é frequentemente alterada, e pode haver atraso no desenvolvimento motor. Dor nas costas também é relatada.[1][4]
Causas genéticas
A Displasia espondilomegaepifisária-metafisária é causada por alterações (variantes patogênicas) no gene NKX3-2, que fornece instruções para a produção da proteína Homeobox Nkx-3.2. Esse gene desempenha um papel crucial no desenvolvimento e na manutenção da cartilagem e dos ossos durante a formação do esqueleto.[1][2][5]
A herança é autossômica recessiva: para desenvolver a doença, a pessoa precisa herdar duas cópias alteradas do gene NKX3-2 (uma de cada genitor). Os pais, geralmente, são portadores saudáveis (possuem apenas uma cópia alterada).[1][2]
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na avaliação clínica, nos achados radiológicos (como vértebras em borboleta, epífises aumentadas e irregularidade metafisária) e na confirmação por testes genéticos. No Sistema Único de Saúde (SUS), há cobertura mínima para procedimentos como cariótipo com bandas G, Q ou R, pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, sequenciamento completo do exoma (WES) e dosagem de alfa-fetoproteína. O atendimento em reabilitação para doenças raras também está disponível.[1][2][5][6]
Atualmente, existem 22 testes genéticos disponíveis para a condição, e 73 variantes associadas estão catalogadas no ClinVar, um banco de dados público de variantes genéticas e sua relação com doenças.[1][2][6]
Tratamento e manejo
Não há cura para a Displasia espondilomegaepifisária-metafisária. O manejo é multidisciplinar e focado no alívio dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. Pode incluir fisioterapia e reabilitação para melhorar a marcha e a mobilidade, acompanhamento ortopédico para correção de deformidades (como escoliose, luxação do quadril e pé torto), e suporte para o atraso motor. O tratamento deve ser individualizado, com base nas necessidades de cada paciente.[1][2][6]
É importante que o acompanhamento seja feito por uma equipe que inclua geneticista, ortopedista, fisiatra e fisioterapeuta. O aconselhamento genético para a família também é recomendado.[1][2]
Tratamentos citados na literatura
Na literatura científica, há uma associação entre o ferro (Iron) e a displasia espondilomegaepifisária-metafisária, com 1 publicação indexada no PubTator3. É importante destacar que essa é uma associação minerada de artigos científicos e não representa uma recomendação de tratamento. Consulte sempre seu médico antes de considerar qualquer intervenção.[6]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico varia conforme a gravidade das manifestações esqueléticas e a presença de complicações como cifoescoliose progressiva ou luxação do quadril. Com acompanhamento adequado e reabilitação, muitas pessoas conseguem manter uma boa qualidade de vida, embora a baixa estatura e as limitações de mobilidade possam persistir. Não há dados disponíveis sobre ensaios clínicos ativos para essa condição.[1][2][6]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
A displasia espondilo-megaepifisária-metafisária é uma displasia óssea primária, genética e rara, caracterizada por baixa estatura desproporcionada com pescoço e troncos curtos e rígidos e membros e dedos das mãos e dos pés relativamente longos (que podem apresentar contraturas em flexão), atraso grave na ossificação dos corpos vertebrais (com picnodisostose frequente), epífises de ossos longos e marcados significativamente aumentados, ausência de ossificação dos ossos púbicos e múltiplas pseudoepífises nos ossos curtos tubulares das mãos e dos pés. Podem observar-se manifestações neurológicas resultantes da instabilidade da coluna cervical.
Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
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Entender a doença
Do básico ao detalhe, leia no seu ritmo
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
A Displasia espondilomegaepifisária-metafisária (SMMD) é uma doença genética rara do desenvolvimento ósseo, caracterizada por baixa estatura desproporcional de tronco curto, alterações nas vértebras e nas extremidades dos ossos longos (epífises e metáfises). A condição tem prevalência estimada em menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas, sendo considerada uma doença ultrarrara.[1][4]
Os primeiros sinais geralmente aparecem no período neonatal ou durante a infância. O padrão de herança é autossômico recessivo, o que significa que ambos os pais precisam ser portadores de uma cópia alterada do gene associado para que a criança manifeste a doença.[1][2]
Sinais e sintomas
Os principais sintomas incluem baixa estatura desproporcional com tronco curto, cifoescoliose (curvatura anormal da coluna para frente e para os lados), vértebras em formato de borboleta, ossificação atrasada das vértebras e do osso púbico, e epífises (extremidades dos ossos) aumentadas. Muitas crianças nascem pequenas para a idade gestacional e podem apresentar abdome protuberante, costelas curtas e pectus carinatum (peito de pombo).[1][4]
Nas pernas, são comuns o genu valgum (joelhos para dentro) ou genu varum (joelhos para fora), luxação do quadril, pé torto equinovaro e contratura em flexão. Os polegares podem estar posicionados mais próximos da mão (posicionamento proximal) e o hálux (dedão do pé) pode ser longo. A marcha é frequentemente alterada, e pode haver atraso no desenvolvimento motor. Dor nas costas também é relatada.[1][4]
Causas genéticas
A Displasia espondilomegaepifisária-metafisária é causada por alterações (variantes patogênicas) no gene NKX3-2, que fornece instruções para a produção da proteína Homeobox Nkx-3.2. Esse gene desempenha um papel crucial no desenvolvimento e na manutenção da cartilagem e dos ossos durante a formação do esqueleto.[1][2][5]
A herança é autossômica recessiva: para desenvolver a doença, a pessoa precisa herdar duas cópias alteradas do gene NKX3-2 (uma de cada genitor). Os pais, geralmente, são portadores saudáveis (possuem apenas uma cópia alterada).[1][2]
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na avaliação clínica, nos achados radiológicos (como vértebras em borboleta, epífises aumentadas e irregularidade metafisária) e na confirmação por testes genéticos. No Sistema Único de Saúde (SUS), há cobertura mínima para procedimentos como cariótipo com bandas G, Q ou R, pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, sequenciamento completo do exoma (WES) e dosagem de alfa-fetoproteína. O atendimento em reabilitação para doenças raras também está disponível.[1][2][5][6]
Atualmente, existem 22 testes genéticos disponíveis para a condição, e 73 variantes associadas estão catalogadas no ClinVar, um banco de dados público de variantes genéticas e sua relação com doenças.[1][2][6]
Tratamento e manejo
Não há cura para a Displasia espondilomegaepifisária-metafisária. O manejo é multidisciplinar e focado no alívio dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. Pode incluir fisioterapia e reabilitação para melhorar a marcha e a mobilidade, acompanhamento ortopédico para correção de deformidades (como escoliose, luxação do quadril e pé torto), e suporte para o atraso motor. O tratamento deve ser individualizado, com base nas necessidades de cada paciente.[1][2][6]
É importante que o acompanhamento seja feito por uma equipe que inclua geneticista, ortopedista, fisiatra e fisioterapeuta. O aconselhamento genético para a família também é recomendado.[1][2]
Tratamentos citados na literatura
Na literatura científica, há uma associação entre o ferro (Iron) e a displasia espondilomegaepifisária-metafisária, com 1 publicação indexada no PubTator3. É importante destacar que essa é uma associação minerada de artigos científicos e não representa uma recomendação de tratamento. Consulte sempre seu médico antes de considerar qualquer intervenção.[6]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico varia conforme a gravidade das manifestações esqueléticas e a presença de complicações como cifoescoliose progressiva ou luxação do quadril. Com acompanhamento adequado e reabilitação, muitas pessoas conseguem manter uma boa qualidade de vida, embora a baixa estatura e as limitações de mobilidade possam persistir. Não há dados disponíveis sobre ensaios clínicos ativos para essa condição.[1][2][6]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Partes do corpo afetadas
+ 14 sintomas em outras categorias
Características mais comuns
Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 35 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.
Linha do tempo da pesquisa
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Genes associados
1 gene identificado com associação a esta condição. Padrão de herança: Autosomal recessive.
Curadoria gene-doença
fontes oficiaisTranscriptional repressor that acts as a negative regulator of chondrocyte maturation. PLays a role in distal stomach development; required for proper antral-pyloric morphogenesis and development of antral-type epithelium. In concert with GSC, defines the structural components of the middle ear; required for tympanic ring and gonium development and in the regulation of the width of the malleus (By similarity)
Nucleus
Spondylo-megaepiphyseal-metaphyseal dysplasia
A skeletal dysplasia characterized by disproportionate short stature with a short and stiff neck and trunk, relatively long limbs that may show flexion contractures of the distal joints, delayed and impaired ossification of the vertebral bodies, the presence of large epiphyseal ossification centers and wide growth plates in the long tubular bones, and numerous pseudoepiphyses of the short tubular bones in hands and feet.
Variantes genéticas (ClinVar)
73 variantes patogênicas registradas no ClinVar.
Classificação de variantes (ClinVar)
Distribuição de 6 variantes classificadas pelo ClinVar.
Vias biológicas (Reactome)
1 via biológica associada aos genes desta condição.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Displasia espondilomegaepifisária-metafisária
Selecione um estado ou use sua localização para ver resultados.
Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.
Pesquisa ativa
Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes
Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
Publicações mais relevantes
Zebrafish model for spondylo-megaepiphyseal-metaphyseal dysplasia reveals post-embryonic roles of Nkx3.2 in the skeleton.
The regulated expansion of chondrocytes within growth plates and joints ensures proper skeletal development through adulthood. Mutations in the transcription factor NKX3.2 underlie spondylo-megaepiphyseal-metaphyseal dysplasia (SMMD), which is characterized by skeletal defects including scoliosis, large epiphyses, wide growth plates and supernumerary distal limb joints. Whereas nkx3.2 knockdown zebrafish and mouse Nkx3.2 mutants display embryonic lethal jaw joint fusions and skeletal reductions, respectively, they lack the skeletal overgrowth seen in SMMD patients. Here, we report adult viable nkx3.2 mutant zebrafish displaying cartilage overgrowth in place of a missing jaw joint, as well as severe dysmorphologies of the facial skeleton, skullcap and spine. In contrast, cartilage overgrowth and scoliosis are absent in rare viable nkx3.2 knockdown animals that lack jaw joints, supporting post-embryonic roles for Nkx3.2. Single-cell RNA-sequencing and in vivo validation reveal increased proliferation and upregulation of stress-induced pathways, including prostaglandin synthases, in mutant chondrocytes. By generating a zebrafish model for the skeletal overgrowth defects of SMMD, we reveal post-embryonic roles for Nkx3.2 in dampening proliferation and buffering the stress response in joint-associated chondrocytes.
A novel NKX3-2 mutation associated with perinatal lethal phenotype of spondylo-megaepiphyseal-metaphyseal dysplasia in a neonate.
Spondylo-megaepiphyseal-metaphyseal dysplasia (SMMD) is an autosomal recessive skeletal dysplasia, characterized by disproportionate short stature with a short and stiff neck and trunk. SMMD is caused by inactivating mutations in NKX3-2, which encodes a homeobox-containing protein. Because of the rarity of the disorder, the diagnostic feature has not been fully established yet. We describe an affected newborn with dysmorphic facial features and severe short trunk. The patient required immediate intubation at the delivery room and duodenal atresia was detected during his course in neonatal intensive care unit. Skeletal survey revealed total absence of the ossification of the vertebral bodies, pubis, and ischia. Mainly the femora was short and broad with mild flaring of the metaphyses. The downward sloping or tented appearance of the ribs was distinctive. A diagnosis of SMMD was made on clinical and radiological grounds. Molecular analysis revealed homozygosity for a novel mutation, c.507-508delCA (p.Gly171Cysfs*55) in exon 2 of NKX3-2. The patient was operated on postnatal day 7 for duodenal atresia. In the post-operative period he developed sepsis and respiratory failure and he died on postnatal day 14. Although no neuroradiologic imaging could be performed, the findings of clubfoot, neuromuscular respiratory insufficiency requiring invasive mechanical ventilation and downward sloping or tented appearance of the ribs were suggestive of very early cervical cord compression leading to perinatal mortality. To our knowledge this patient yet represents one of the most severe postnatal phenotypes of SMMD.
Publicações recentes
Zebrafish model for spondylo-megaepiphyseal-metaphyseal dysplasia reveals post-embryonic roles of Nkx3.2 in the skeleton.
A novel NKX3-2 mutation associated with perinatal lethal phenotype of spondylo-megaepiphyseal-metaphyseal dysplasia in a neonate.
The role of Nkx3.2 in chondrogenesis.
Severe neurologic manifestations from cervical spine instability in spondylo-megaepiphyseal-metaphyseal dysplasia.
Homozygous inactivating mutations in the NKX3-2 gene result in spondylo-megaepiphyseal-metaphyseal dysplasia.
📚 EuropePMC6 artigos no totalmostrando 2
Zebrafish model for spondylo-megaepiphyseal-metaphyseal dysplasia reveals post-embryonic roles of Nkx3.2 in the skeleton.
Development (Cambridge, England)A novel NKX3-2 mutation associated with perinatal lethal phenotype of spondylo-megaepiphyseal-metaphyseal dysplasia in a neonate.
European journal of medical geneticsAssociações
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Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
Publicações científicas
Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.
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Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:228387(Orphanet)
- OMIM OMIM:613330(OMIM)
- MONDO:0013228(MONDO)
- GARD:17154(GARD (NIH))
- Variantes catalogadas(ClinVar)
- Busca completa no PubMed(PubMed)
- Q55783992(Wikidata)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
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Displasia espondilomegaepifisária-metafisária
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Genética mendeliana
- fonte: OMIM
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- CID-11 (futuro)
- fonte: WHO ICD-11
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Indexação biomédica
- fonte: MeSH (NLM)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata