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Displasia espondilomegaepifisária-metafisária
ORPHA:228387CID-10 · Q77.7CID-11 · LD24.3OMIM 613330DOENÇA RARA
Sistema ósseoInício neonatalHerança AR

A displasia espondilo-megaepifisária-metafisária é uma displasia óssea primária, genética e rara, caracterizada por baixa estatura desproporcionada com pescoço e troncos curtos e rígidos e membros e dedos das mãos e dos pés relativamente longos (que podem apresentar contraturas em flexão), atraso grave na ossificação dos corpos vertebrais (com picnodisostose frequente), epífises de ossos longos e marcados significativamente aumentados, ausência de ossificação dos ossos púbicos e múltiplas pseudoepífises nos ossos curtos tubulares das mãos e dos pés. Podem observar-se manifestações neurológicas resultantes da instabilidade da coluna cervical.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 01/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A Displasia espondilomegaepifisária-metafisária (SMMD) é uma doença genética rara do desenvolvimento ósseo, caracterizada por baixa estatura desproporcional de tronco curto, alterações nas vértebras e nas extremidades dos ossos longos (epífises e metáfises). A condição tem prevalência estimada em menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas, sendo considerada uma doença ultrarrara.[1][4]

Os primeiros sinais geralmente aparecem no período neonatal ou durante a infância. O padrão de herança é autossômico recessivo, o que significa que ambos os pais precisam ser portadores de uma cópia alterada do gene associado para que a criança manifeste a doença.[1][2]

Sinais e sintomas

Os principais sintomas incluem baixa estatura desproporcional com tronco curto, cifoescoliose (curvatura anormal da coluna para frente e para os lados), vértebras em formato de borboleta, ossificação atrasada das vértebras e do osso púbico, e epífises (extremidades dos ossos) aumentadas. Muitas crianças nascem pequenas para a idade gestacional e podem apresentar abdome protuberante, costelas curtas e pectus carinatum (peito de pombo).[1][4]

Nas pernas, são comuns o genu valgum (joelhos para dentro) ou genu varum (joelhos para fora), luxação do quadril, pé torto equinovaro e contratura em flexão. Os polegares podem estar posicionados mais próximos da mão (posicionamento proximal) e o hálux (dedão do pé) pode ser longo. A marcha é frequentemente alterada, e pode haver atraso no desenvolvimento motor. Dor nas costas também é relatada.[1][4]

Causas genéticas

A Displasia espondilomegaepifisária-metafisária é causada por alterações (variantes patogênicas) no gene NKX3-2, que fornece instruções para a produção da proteína Homeobox Nkx-3.2. Esse gene desempenha um papel crucial no desenvolvimento e na manutenção da cartilagem e dos ossos durante a formação do esqueleto.[1][2][5]

A herança é autossômica recessiva: para desenvolver a doença, a pessoa precisa herdar duas cópias alteradas do gene NKX3-2 (uma de cada genitor). Os pais, geralmente, são portadores saudáveis (possuem apenas uma cópia alterada).[1][2]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica, nos achados radiológicos (como vértebras em borboleta, epífises aumentadas e irregularidade metafisária) e na confirmação por testes genéticos. No Sistema Único de Saúde (SUS), há cobertura mínima para procedimentos como cariótipo com bandas G, Q ou R, pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, sequenciamento completo do exoma (WES) e dosagem de alfa-fetoproteína. O atendimento em reabilitação para doenças raras também está disponível.[1][2][5][6]

Atualmente, existem 22 testes genéticos disponíveis para a condição, e 73 variantes associadas estão catalogadas no ClinVar, um banco de dados público de variantes genéticas e sua relação com doenças.[1][2][6]

Tratamento e manejo

Não há cura para a Displasia espondilomegaepifisária-metafisária. O manejo é multidisciplinar e focado no alívio dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. Pode incluir fisioterapia e reabilitação para melhorar a marcha e a mobilidade, acompanhamento ortopédico para correção de deformidades (como escoliose, luxação do quadril e pé torto), e suporte para o atraso motor. O tratamento deve ser individualizado, com base nas necessidades de cada paciente.[1][2][6]

É importante que o acompanhamento seja feito por uma equipe que inclua geneticista, ortopedista, fisiatra e fisioterapeuta. O aconselhamento genético para a família também é recomendado.[1][2]

Tratamentos citados na literatura

Na literatura científica, há uma associação entre o ferro (Iron) e a displasia espondilomegaepifisária-metafisária, com 1 publicação indexada no PubTator3. É importante destacar que essa é uma associação minerada de artigos científicos e não representa uma recomendação de tratamento. Consulte sempre seu médico antes de considerar qualquer intervenção.[6]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico varia conforme a gravidade das manifestações esqueléticas e a presença de complicações como cifoescoliose progressiva ou luxação do quadril. Com acompanhamento adequado e reabilitação, muitas pessoas conseguem manter uma boa qualidade de vida, embora a baixa estatura e as limitações de mobilidade possam persistir. Não há dados disponíveis sobre ensaios clínicos ativos para essa condição.[1][2][6]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

A displasia espondilo-megaepifisária-metafisária é uma displasia óssea primária, genética e rara, caracterizada por baixa estatura desproporcionada com pescoço e troncos curtos e rígidos e membros e dedos das mãos e dos pés relativamente longos (que podem apresentar contraturas em flexão), atraso grave na ossificação dos corpos vertebrais (com picnodisostose frequente), epífises de ossos longos e marcados significativamente aumentados, ausência de ossificação dos ossos púbicos e múltiplas pseudoepífises nos ossos curtos tubulares das mãos e dos pés. Podem observar-se manifestações neurológicas resultantes da instabilidade da coluna cervical.

Publicações científicas
7 artigos
Último publicado: 2021 Jan 25

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
<1 / 1 000 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Casos conhecidos
19
pacientes catalogados
Início
Infancy
+ neonatal
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
CID-10: Q77.7
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
PROCEDIMENTOS SIGTAP (5)
0202010503
Cariótipo — bandas G, Q ou Rgenetic_test
0202010600
Pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISHlab_test
0202010694
Sequenciamento completo do exoma (WES)rehabilitation
0202010260
Dosagem de alfa-fetoproteína
0301070040
Atendimento em reabilitação — doenças raras
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Entender a doença

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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

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Visão geral

A Displasia espondilomegaepifisária-metafisária (SMMD) é uma doença genética rara do desenvolvimento ósseo, caracterizada por baixa estatura desproporcional de tronco curto, alterações nas vértebras e nas extremidades dos ossos longos (epífises e metáfises). A condição tem prevalência estimada em menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas, sendo considerada uma doença ultrarrara.[1][4]

Os primeiros sinais geralmente aparecem no período neonatal ou durante a infância. O padrão de herança é autossômico recessivo, o que significa que ambos os pais precisam ser portadores de uma cópia alterada do gene associado para que a criança manifeste a doença.[1][2]

Sinais e sintomas

Os principais sintomas incluem baixa estatura desproporcional com tronco curto, cifoescoliose (curvatura anormal da coluna para frente e para os lados), vértebras em formato de borboleta, ossificação atrasada das vértebras e do osso púbico, e epífises (extremidades dos ossos) aumentadas. Muitas crianças nascem pequenas para a idade gestacional e podem apresentar abdome protuberante, costelas curtas e pectus carinatum (peito de pombo).[1][4]

Nas pernas, são comuns o genu valgum (joelhos para dentro) ou genu varum (joelhos para fora), luxação do quadril, pé torto equinovaro e contratura em flexão. Os polegares podem estar posicionados mais próximos da mão (posicionamento proximal) e o hálux (dedão do pé) pode ser longo. A marcha é frequentemente alterada, e pode haver atraso no desenvolvimento motor. Dor nas costas também é relatada.[1][4]

Causas genéticas

A Displasia espondilomegaepifisária-metafisária é causada por alterações (variantes patogênicas) no gene NKX3-2, que fornece instruções para a produção da proteína Homeobox Nkx-3.2. Esse gene desempenha um papel crucial no desenvolvimento e na manutenção da cartilagem e dos ossos durante a formação do esqueleto.[1][2][5]

A herança é autossômica recessiva: para desenvolver a doença, a pessoa precisa herdar duas cópias alteradas do gene NKX3-2 (uma de cada genitor). Os pais, geralmente, são portadores saudáveis (possuem apenas uma cópia alterada).[1][2]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica, nos achados radiológicos (como vértebras em borboleta, epífises aumentadas e irregularidade metafisária) e na confirmação por testes genéticos. No Sistema Único de Saúde (SUS), há cobertura mínima para procedimentos como cariótipo com bandas G, Q ou R, pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, sequenciamento completo do exoma (WES) e dosagem de alfa-fetoproteína. O atendimento em reabilitação para doenças raras também está disponível.[1][2][5][6]

Atualmente, existem 22 testes genéticos disponíveis para a condição, e 73 variantes associadas estão catalogadas no ClinVar, um banco de dados público de variantes genéticas e sua relação com doenças.[1][2][6]

Tratamento e manejo

Não há cura para a Displasia espondilomegaepifisária-metafisária. O manejo é multidisciplinar e focado no alívio dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. Pode incluir fisioterapia e reabilitação para melhorar a marcha e a mobilidade, acompanhamento ortopédico para correção de deformidades (como escoliose, luxação do quadril e pé torto), e suporte para o atraso motor. O tratamento deve ser individualizado, com base nas necessidades de cada paciente.[1][2][6]

É importante que o acompanhamento seja feito por uma equipe que inclua geneticista, ortopedista, fisiatra e fisioterapeuta. O aconselhamento genético para a família também é recomendado.[1][2]

Tratamentos citados na literatura

Na literatura científica, há uma associação entre o ferro (Iron) e a displasia espondilomegaepifisária-metafisária, com 1 publicação indexada no PubTator3. É importante destacar que essa é uma associação minerada de artigos científicos e não representa uma recomendação de tratamento. Consulte sempre seu médico antes de considerar qualquer intervenção.[6]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico varia conforme a gravidade das manifestações esqueléticas e a presença de complicações como cifoescoliose progressiva ou luxação do quadril. Com acompanhamento adequado e reabilitação, muitas pessoas conseguem manter uma boa qualidade de vida, embora a baixa estatura e as limitações de mobilidade possam persistir. Não há dados disponíveis sobre ensaios clínicos ativos para essa condição.[1][2][6]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Partes do corpo afetadas

🦴
Ossos e articulações
14 sintomas
🧠
Neurológico
3 sintomas
😀
Face
2 sintomas
💪
Músculos
1 sintomas
🫃
Digestivo
1 sintomas

+ 14 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

100%prev.
Asa ilíaca hipoplásica
Frequência: 3/3
100%prev.
Vértebras em borboleta
Frequência: 3/3
100%prev.
Ossificação vertebral atrasada
Frequência: 3/3
100%prev.
Baixa estatura desproporcional de tronco curto
Frequência: 3/3
100%prev.
Irregularidade metafisária
Frequência: 3/3
100%prev.
Ossificação atrasada do osso púbico
Frequência: 3/3
35sintomas
Muito frequente (10)
Frequente (14)
Sem dados (11)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 35 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

Asa ilíaca hipoplásicaHypoplastic iliac wing
Frequência: 3/3100%
Vértebras em borboletaButterfly vertebrae
Frequência: 3/3100%
Ossificação vertebral atrasadaDelayed vertebral ossification
Frequência: 3/3100%
Baixa estatura desproporcional de tronco curtoDisproportionate short-trunk short stature
Frequência: 3/3100%
Irregularidade metafisáriaMetaphyseal irregularity
Frequência: 3/3100%

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa5desde 2021
Total histórico7PubMed
Últimos 10 anos2publicações
Pico20191 papers
Linha do tempo
2021Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

Genes associados

1 gene identificado com associação a esta condição. Padrão de herança: Autosomal recessive.

Curadoria gene-doença

fontes oficiais
NKX3-2
NKX3-2Homeobox protein Nkx-3.2Disease-causing germline mutation(s) inTolerante
FUNÇÃO

Transcriptional repressor that acts as a negative regulator of chondrocyte maturation. PLays a role in distal stomach development; required for proper antral-pyloric morphogenesis and development of antral-type epithelium. In concert with GSC, defines the structural components of the middle ear; required for tympanic ring and gonium development and in the regulation of the width of the malleus (By similarity)

LOCALIZAÇÃO

Nucleus

VIAS BIOLÓGICAS (1)
Regulation of RUNX2 expression and activity
MECANISMO DE DOENÇA

Spondylo-megaepiphyseal-metaphyseal dysplasia

A skeletal dysplasia characterized by disproportionate short stature with a short and stiff neck and trunk, relatively long limbs that may show flexion contractures of the distal joints, delayed and impaired ossification of the vertebral bodies, the presence of large epiphyseal ossification centers and wide growth plates in the long tubular bones, and numerous pseudoepiphyses of the short tubular bones in hands and feet.

EXPRESSÃO TECIDUAL(Tecido-específico)
Cólon sigmoide
33.0 TPM
Cólon transverso
14.2 TPM
Esôfago - Muscular
5.0 TPM
Baço
3.0 TPM
Esôfago - Junção
2.7 TPM
INTERAÇÕES PROTEICAS (4)
OUTRAS DOENÇAS (1)
spondylo-megaepiphyseal-metaphyseal dysplasia
HGNC:951UniProt:P78367

Variantes genéticas (ClinVar)

73 variantes patogênicas registradas no ClinVar.

🧬 NKX3-2: NM_001189.4(NKX3-2):c.304G>T (p.Glu102Ter) ()
🧬 NKX3-2: NM_001189.4(NKX3-2):c.355G>A (p.Ala119Thr) ()
🧬 NKX3-2: GRCh37/hg19 4p16.3-15.2(chr4:68346-23792768)x1 ()
🧬 NKX3-2: NM_001189.4(NKX3-2):c.466+142C>T ()
🧬 NKX3-2: NM_001189.4(NKX3-2):c.368T>C (p.Leu123Ser) ()
Ver todas no ClinVar

Classificação de variantes (ClinVar)

Distribuição de 6 variantes classificadas pelo ClinVar.

4
1
1
Patogênica (66.7%)
VUS (16.7%)
Benigna (16.7%)
VARIANTES MAIS SIGNIFICATIVAS
NKX3-2: NM_001189.4(NKX3-2):c.507_508del (p.Gly171fs) [Pathogenic/Likely pathogenic]
NKX3-2: NM_001189.4(NKX3-2):c.104_110del (p.Ala35fs) [Pathogenic]
NKX3-2: NM_001189.4(NKX3-2):c.336_337delinsT (p.Ala113fs) [Pathogenic]
NKX3-2: NM_001189.4(NKX3-2):c.337dup (p.Ala113fs) [Pathogenic]
NKX3-2: NM_001189.4(NKX3-2):c.295G>A (p.Glu99Lys) [Uncertain significance]

Vias biológicas (Reactome)

1 via biológica associada aos genes desta condição.

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Displasia espondilomegaepifisária-metafisária

🗺️

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Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.

Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.

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Publicações mais relevantes

Timeline de publicações
2 papers (10 anos)
#1

Zebrafish model for spondylo-megaepiphyseal-metaphyseal dysplasia reveals post-embryonic roles of Nkx3.2 in the skeleton.

Development (Cambridge, England)2021 Jan 25

The regulated expansion of chondrocytes within growth plates and joints ensures proper skeletal development through adulthood. Mutations in the transcription factor NKX3.2 underlie spondylo-megaepiphyseal-metaphyseal dysplasia (SMMD), which is characterized by skeletal defects including scoliosis, large epiphyses, wide growth plates and supernumerary distal limb joints. Whereas nkx3.2 knockdown zebrafish and mouse Nkx3.2 mutants display embryonic lethal jaw joint fusions and skeletal reductions, respectively, they lack the skeletal overgrowth seen in SMMD patients. Here, we report adult viable nkx3.2 mutant zebrafish displaying cartilage overgrowth in place of a missing jaw joint, as well as severe dysmorphologies of the facial skeleton, skullcap and spine. In contrast, cartilage overgrowth and scoliosis are absent in rare viable nkx3.2 knockdown animals that lack jaw joints, supporting post-embryonic roles for Nkx3.2. Single-cell RNA-sequencing and in vivo validation reveal increased proliferation and upregulation of stress-induced pathways, including prostaglandin synthases, in mutant chondrocytes. By generating a zebrafish model for the skeletal overgrowth defects of SMMD, we reveal post-embryonic roles for Nkx3.2 in dampening proliferation and buffering the stress response in joint-associated chondrocytes.

#2

A novel NKX3-2 mutation associated with perinatal lethal phenotype of spondylo-megaepiphyseal-metaphyseal dysplasia in a neonate.

European journal of medical genetics2019 Jan

Spondylo-megaepiphyseal-metaphyseal dysplasia (SMMD) is an autosomal recessive skeletal dysplasia, characterized by disproportionate short stature with a short and stiff neck and trunk. SMMD is caused by inactivating mutations in NKX3-2, which encodes a homeobox-containing protein. Because of the rarity of the disorder, the diagnostic feature has not been fully established yet. We describe an affected newborn with dysmorphic facial features and severe short trunk. The patient required immediate intubation at the delivery room and duodenal atresia was detected during his course in neonatal intensive care unit. Skeletal survey revealed total absence of the ossification of the vertebral bodies, pubis, and ischia. Mainly the femora was short and broad with mild flaring of the metaphyses. The downward sloping or tented appearance of the ribs was distinctive. A diagnosis of SMMD was made on clinical and radiological grounds. Molecular analysis revealed homozygosity for a novel mutation, c.507-508delCA (p.Gly171Cysfs*55) in exon 2 of NKX3-2. The patient was operated on postnatal day 7 for duodenal atresia. In the post-operative period he developed sepsis and respiratory failure and he died on postnatal day 14. Although no neuroradiologic imaging could be performed, the findings of clubfoot, neuromuscular respiratory insufficiency requiring invasive mechanical ventilation and downward sloping or tented appearance of the ribs were suggestive of very early cervical cord compression leading to perinatal mortality. To our knowledge this patient yet represents one of the most severe postnatal phenotypes of SMMD.

Publicações recentes

Ver todas no PubMed

Associações

Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação

Ainda não temos associações cadastradas para Displasia espondilomegaepifisária-metafisária.

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Comunidades

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Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. Zebrafish model for spondylo-megaepiphyseal-metaphyseal dysplasia reveals post-embryonic roles of Nkx3.2 in the skeleton.
    Development (Cambridge, England)· 2021· PMID 33462117mais citado
  2. A novel NKX3-2 mutation associated with perinatal lethal phenotype of spondylo-megaepiphyseal-metaphyseal dysplasia in a neonate.
    European journal of medical genetics· 2019· PMID 29704686mais citado
  3. The role of Nkx3.2 in chondrogenesis.
    Front Biol (Beijing)· 2014· PMID 27158253recente
  4. Severe neurologic manifestations from cervical spine instability in spondylo-megaepiphyseal-metaphyseal dysplasia.
    Am J Med Genet C Semin Med Genet· 2012· PMID 22791571recente
  5. Homozygous inactivating mutations in the NKX3-2 gene result in spondylo-megaepiphyseal-metaphyseal dysplasia.
    Am J Hum Genet· 2009· PMID 20004766recente

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:228387(Orphanet)
  2. OMIM OMIM:613330(OMIM)
  3. MONDO:0013228(MONDO)
  4. GARD:17154(GARD (NIH))
  5. Variantes catalogadas(ClinVar)
  6. Busca completa no PubMed(PubMed)
  7. Q55783992(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

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Compêndio · Raras BR

Displasia espondilomegaepifisária-metafisária

ORPHA:228387 · MONDO:0013228
Prevalência
<1 / 1 000 000
Casos
19 casos conhecidos
Herança
Autosomal recessive
CID-10
Q77.7 · Displasia espondiloepifisária
CID-11
Início
Infancy, Neonatal
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C2750066
EuropePMC
Wikidata
Papers 10a
DiscussaoAtiva

Nenhuma novidade ainda. O agente esta monitorando.

0membros
0novidades

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Genética mendeliana
fonte: OMIM
Indexação biomédica
fonte: MeSH (NLM)
Dado público estruturado
fonte: Wikidata