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Doença multiminicore moderada com envolvimento da mão
ORPHA:178145CID-10 · G71.2CID-11 · 8C72.0YDOENÇA RARA
MuscularInício neonatalHerança AD

Doença multiminicore moderada com fraqueza muscular generalizada, atraso motor e hipotonia neonatal. Apresenta envolvimento distal dos membros superiores com luxações patelares e de joelho, além de pé torto equinovaro.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 04/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A doença multiminicore moderada com envolvimento da mão é uma condição neuromuscular rara que afeta principalmente os músculos. Ela faz parte de um grupo de doenças chamadas miopatias multiminicore, caracterizadas por fraqueza muscular e alterações vistas ao microscópio nas fibras musculares. O termo "moderada" indica que a gravidade dos sintomas pode variar, mas geralmente não é a forma mais leve nem a mais grave da doença. O envolvimento da mão é uma característica marcante, com fraqueza e atrofia dos pequenos músculos da mão.[1][3]

Sinais e sintomas

Os sinais e sintomas da doença multiminicore moderada com envolvimento da mão podem começar ainda no período neonatal, na infância ou na primeira infância. Entre os principais sintomas estão: fraqueza muscular generalizada, atraso no desenvolvimento motor grosso (como sentar, engatinhar e andar), hipotonia neonatal (bebê "molinho"), dificuldade para correr, fraqueza muscular axial (do tronco), fraqueza muscular distal dos membros superiores (afetando mais as mãos), atrofia dos músculos intrínsecos da mão (perda de massa muscular na palma e entre os dedos), paralisia facial, hiporreflexia de membros superiores (reflexos diminuídos nos braços), hipermobilidade articular (articulações muito flexíveis), luxação patelar recorrente (joelho que sai do lugar), luxação do joelho e pé torto equinovaro (pé virado para dentro e para baixo).[1][3]

Causas genéticas

A doença multiminicore moderada com envolvimento da mão é causada por alterações (variantes patogênicas) no gene RYR1 (receptor de rianodina 1). Esse gene fornece instruções para a produção de uma proteína importante para a contração muscular. Mutações no RYR1 podem levar a um funcionamento anormal dos músculos, resultando na fraqueza e nos outros sintomas observados.[1][4]

Diagnóstico

O diagnóstico da doença é baseado na avaliação clínica, nos sintomas apresentados e em exames complementares. Um dos principais exames é o sequenciamento completo do exoma (WES), que analisa todos os genes do paciente em busca de mutações, incluindo o gene RYR1. Além disso, a biópsia muscular pode mostrar uma predominância de fibras musculares do tipo 1, um achado comum nessa condição. Existem mais de 6.300 variantes descritas no ClinVar associadas a essa doença, o que reforça a importância do aconselhamento genético.[1][4][5]

Tratamento e manejo

Atualmente, não existe cura para a doença multiminicore moderada com envolvimento da mão. O tratamento é focado no manejo dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. O atendimento em reabilitação para doenças raras é um procedimento disponível no SUS, podendo incluir fisioterapia, terapia ocupacional e acompanhamento multidisciplinar. O objetivo é manter a função muscular, prevenir complicações como contraturas e luxações, e auxiliar nas atividades diárias.[1][5]

Tratamentos citados na literatura

Na literatura científica, algumas substâncias foram associadas à doença multiminicore moderada com envolvimento da mão, mas é importante destacar que essas são apenas associações mineradas de publicações e não representam recomendações de tratamento. Os fármacos citados são: esteroides (2 publicações), formaldeído (1 publicação), tocoferóis (vitamina E) (1 publicação), voriconazol (1 publicação) e sulfato de níquel (1 publicação). Consulte sempre seu médico antes de considerar qualquer intervenção.[5]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico da doença multiminicore moderada com envolvimento da mão é variável. Por ser uma condição moderada, muitos pacientes conseguem manter certa independência, mas podem precisar de suporte para atividades que exijam força muscular, especialmente nas mãos e nos membros superiores. O acompanhamento regular com uma equipe de reabilitação é fundamental para otimizar a função e a qualidade de vida ao longo do tempo.[1][3]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Doença multiminicore moderada com fraqueza muscular generalizada, atraso motor e hipotonia neonatal. Apresenta envolvimento distal dos membros superiores com luxações patelares e de joelho, além de pé torto equinovaro.

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SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
CID-10: G71.2
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
PROCEDIMENTOS SIGTAP (2)
0202010694
Sequenciamento completo do exoma (WES)genetic_test
0301070040
Atendimento em reabilitação — doenças rarasrehabilitation
Você se identifica com essa condição?
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Entender a doença

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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 04/06/2026
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Visão geral

A doença multiminicore moderada com envolvimento da mão é uma condição neuromuscular rara que afeta principalmente os músculos. Ela faz parte de um grupo de doenças chamadas miopatias multiminicore, caracterizadas por fraqueza muscular e alterações vistas ao microscópio nas fibras musculares. O termo "moderada" indica que a gravidade dos sintomas pode variar, mas geralmente não é a forma mais leve nem a mais grave da doença. O envolvimento da mão é uma característica marcante, com fraqueza e atrofia dos pequenos músculos da mão.[1][3]

Sinais e sintomas

Os sinais e sintomas da doença multiminicore moderada com envolvimento da mão podem começar ainda no período neonatal, na infância ou na primeira infância. Entre os principais sintomas estão: fraqueza muscular generalizada, atraso no desenvolvimento motor grosso (como sentar, engatinhar e andar), hipotonia neonatal (bebê "molinho"), dificuldade para correr, fraqueza muscular axial (do tronco), fraqueza muscular distal dos membros superiores (afetando mais as mãos), atrofia dos músculos intrínsecos da mão (perda de massa muscular na palma e entre os dedos), paralisia facial, hiporreflexia de membros superiores (reflexos diminuídos nos braços), hipermobilidade articular (articulações muito flexíveis), luxação patelar recorrente (joelho que sai do lugar), luxação do joelho e pé torto equinovaro (pé virado para dentro e para baixo).[1][3]

Causas genéticas

A doença multiminicore moderada com envolvimento da mão é causada por alterações (variantes patogênicas) no gene RYR1 (receptor de rianodina 1). Esse gene fornece instruções para a produção de uma proteína importante para a contração muscular. Mutações no RYR1 podem levar a um funcionamento anormal dos músculos, resultando na fraqueza e nos outros sintomas observados.[1][4]

Diagnóstico

O diagnóstico da doença é baseado na avaliação clínica, nos sintomas apresentados e em exames complementares. Um dos principais exames é o sequenciamento completo do exoma (WES), que analisa todos os genes do paciente em busca de mutações, incluindo o gene RYR1. Além disso, a biópsia muscular pode mostrar uma predominância de fibras musculares do tipo 1, um achado comum nessa condição. Existem mais de 6.300 variantes descritas no ClinVar associadas a essa doença, o que reforça a importância do aconselhamento genético.[1][4][5]

Tratamento e manejo

Atualmente, não existe cura para a doença multiminicore moderada com envolvimento da mão. O tratamento é focado no manejo dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. O atendimento em reabilitação para doenças raras é um procedimento disponível no SUS, podendo incluir fisioterapia, terapia ocupacional e acompanhamento multidisciplinar. O objetivo é manter a função muscular, prevenir complicações como contraturas e luxações, e auxiliar nas atividades diárias.[1][5]

Tratamentos citados na literatura

Na literatura científica, algumas substâncias foram associadas à doença multiminicore moderada com envolvimento da mão, mas é importante destacar que essas são apenas associações mineradas de publicações e não representam recomendações de tratamento. Os fármacos citados são: esteroides (2 publicações), formaldeído (1 publicação), tocoferóis (vitamina E) (1 publicação), voriconazol (1 publicação) e sulfato de níquel (1 publicação). Consulte sempre seu médico antes de considerar qualquer intervenção.[5]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico da doença multiminicore moderada com envolvimento da mão é variável. Por ser uma condição moderada, muitos pacientes conseguem manter certa independência, mas podem precisar de suporte para atividades que exijam força muscular, especialmente nas mãos e nos membros superiores. O acompanhamento regular com uma equipe de reabilitação é fundamental para otimizar a função e a qualidade de vida ao longo do tempo.[1][3]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Partes do corpo afetadas

💪
Músculos
5 sintomas
🦴
Ossos e articulações
3 sintomas
😀
Face
2 sintomas
🧠
Neurológico
1 sintomas

+ 3 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

55%prev.
Atraso no desenvolvimento motor grosso
Frequente (79-30%)
55%prev.
Hipotonia neonatal
Frequente (79-30%)
55%prev.
Fraqueza muscular generalizada
Frequente (79-30%)
55%prev.
Fraqueza muscular distal de membro superior
Frequente (79-30%)
55%prev.
Fraqueza muscular axial
Frequente (79-30%)
55%prev.
Paralisia facial
Frequente (79-30%)
14sintomas
Frequente (11)
Ocasional (3)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 14 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

Atraso no desenvolvimento motor grossoDelayed gross motor development
Frequente (79-30%)55%
Hipotonia neonatalNeonatal hypotonia
Frequente (79-30%)55%
Fraqueza muscular generalizadaGeneralized muscle weakness
Frequente (79-30%)55%
Fraqueza muscular distal de membro superiorDistal upper limb muscle weakness
Frequente (79-30%)55%
Fraqueza muscular axialAxial muscle weakness
Frequente (79-30%)55%

Linha do tempo

Do mais antigo ao mais recente

📄
1993
Primeira publicacao cientifica
Multiminicore Disease – RETIRED CHAPTER, FOR HISTORICAL REFERENCE ONLY.
Ver fonte →

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

Genes associados

1 gene identificado com associação a esta condição.

Autosomal dominant
RYR1Ryanodine receptor 1Disease-causing germline mutation(s) inTolerante
FUNÇÃO

Cytosolic calcium-activated calcium channel that mediates the release of Ca(2+) from the sarcoplasmic reticulum into the cytosol and thereby plays a key role in triggering muscle contraction following depolarization of T-tubules (PubMed:11741831, PubMed:16163667, PubMed:18268335, PubMed:18650434, PubMed:26115329). Repeated very high-level exercise increases the open probability of the channel and leads to Ca(2+) leaking into the cytoplasm (PubMed:18268335). Can also mediate the release of Ca(2+)

LOCALIZAÇÃO

Sarcoplasmic reticulum membrane

VIAS BIOLÓGICAS (2)
Ion homeostasisStimuli-sensing channels
MECANISMO DE DOENÇA

Malignant hyperthermia 1

Autosomal dominant pharmacogenetic disorder of skeletal muscle and is one of the main causes of death due to anesthesia. In susceptible people, an MH episode can be triggered by all commonly used inhalational anesthetics such as halothane and by depolarizing muscle relaxants such as succinylcholine. The clinical features of the myopathy are hyperthermia, accelerated muscle metabolism, contractures, metabolic acidosis, tachycardia and death, if not treated with the postsynaptic muscle relaxant, dantrolene. Susceptibility to MH can be determined with the 'in vitro' contracture test (IVCT): observing the magnitude of contractures induced in strips of muscle tissue by caffeine alone and halothane alone. Patients with normal response are MH normal (MHN), those with abnormal response to caffeine alone or halothane alone are MH equivocal (MHE(C) and MHE(H) respectively).

EXPRESSÃO TECIDUAL(Tecido-específico)
Músculo esquelético
423.5 TPM
Cerebelo
21.3 TPM
Cérebro - Hemisfério cerebelar
15.4 TPM
Hipotálamo
13.6 TPM
Testículo
8.7 TPM
OUTRAS DOENÇAS (13)
King-Denborough syndromecongenital multicore myopathy with external ophthalmoplegiacentral core myopathymalignant hyperthermia, susceptibility to, 1
HGNC:10483UniProt:P21817

Variantes genéticas (ClinVar)

6.385 variantes patogênicas registradas no ClinVar.

🧬 RYR1: NM_000540.3(RYR1):c.1456del (p.Val486fs) ()
🧬 RYR1: NM_000540.3(RYR1):c.14555A>C (p.Tyr4852Ser) ()
🧬 RYR1: NM_000540.3(RYR1):c.7061T>C (p.Val2354Ala) ()
🧬 RYR1: NM_000540.3(RYR1):c.528G>C (p.Glu176Asp) ()
🧬 RYR1: NM_000540.3(RYR1):c.5011_5048del (p.Ala1671fs) ()
Ver todas no ClinVar

Vias biológicas (Reactome)

2 vias biológicas associadas aos genes desta condição.

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Doença multiminicore moderada com envolvimento da mão

🗺️

Selecione um estado ou use sua localização para ver resultados.

Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.

Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.

🧪 Está conduzindo uma pesquisa?
Divulgue para pacientes e familiares que acompanham esta doença.
Divulgar pesquisa →

Associações

Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação

Ainda não temos associações cadastradas para Doença multiminicore moderada com envolvimento da mão.

É de uma associação que acompanha esta doença? Fale com a gente →

Comunidades

Grupos ativos de quem convive com esta doença aqui no Raras

Ainda não existe comunidade no Raras para Doença multiminicore moderada com envolvimento da mão

Pacientes, familiares e cuidadores se organizam em comunidades pra compartilhar experiências, fazer perguntas e se apoiar. Você pode ser o primeiro.

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Ordenadas pelo número de sintomas em comum.

Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:178145(Orphanet)
  2. MONDO:0015793(MONDO)
  3. GARD:17078(GARD (NIH))
  4. Variantes catalogadas(ClinVar)
  5. Q56013761(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Compêndio · Raras BR

Doença multiminicore moderada com envolvimento da mão

ORPHA:178145 · MONDO:0015793
CID-10
G71.2 · Miopatias congênitas
CID-11
Início
Childhood, Infancy, Neonatal
MedGen
UMLS
C1861753
Wikidata
DiscussaoAtiva

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📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Indexação biomédica
fonte: MeSH (NLM)
Dado público estruturado
fonte: Wikidata