Doença rara autossômica recessiva com início neonatal. Caracteriza-se por hipoplasia adrenal congênita, micropênis, criptorquidia e níveis diminuídos de hormônio luteinizante hipofisário.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A hipoplasia suprarrenal familiar com ausência de hormônio luteinizante hipofisário é uma doença genética rara que afeta as glândulas adrenais (suprarrenais) e a produção de hormônios sexuais. Estima-se que sua prevalência seja inferior a 1 caso por 1.000.000 de pessoas. A condição se manifesta já no período neonatal (primeiros meses de vida) e segue um padrão de herança autossômico recessivo, ou seja, é necessário herdar uma cópia do gene alterado de cada um dos pais para desenvolver a doença.[1][2]
Sinais e sintomas
Os principais sinais e sintomas incluem hipoplasia adrenal congênita (desenvolvimento insuficiente das glândulas adrenais), criptorquidia (testículos que não desceram para a bolsa escrotal), micropênis (pênis anormalmente pequeno) e níveis diminuídos de hormônio luteinizante circulante. Todos esses achados estão presentes desde o início da vida (início neonatal).[1][2]
Causas genéticas
A doença é causada por alterações genéticas (mutações) que seguem um padrão de herança autossômico recessivo. Embora o gene específico não esteja listado nas fontes oficiais disponíveis, a condição é reconhecida geneticamente e possui o código OMIM:202150 e MONDO:0008731. A herança autossômica recessiva significa que ambos os pais são portadores de uma cópia alterada do gene, mas geralmente não apresentam sintomas.[1][3][4]
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sinais e sintomas (hipoplasia adrenal, criptorquidia, micropênis, níveis baixos de hormônio luteinizante) e pode ser confirmado por meio de testes genéticos. Existem testes genéticos disponíveis para a doença (código de teste genético: 1). As bases de dados internacionais, como ClinVar, não listam variantes específicas para esta condição até o momento.[1][3][4]
Tratamento e manejo
Não há informações sobre medicamentos específicos ou procedimentos padronizados no Sistema Único de Saúde (SUS) para esta condição. A doença não possui cobertura pelo SUS (nível SUS: Sem cobertura SUS). O manejo geralmente envolve acompanhamento multidisciplinar com endocrinologista pediátrico e suporte para as manifestações adrenais e hormonais. Como não há dados de tratamento na literatura fornecidos, não é possível descrever intervenções específicas.[1][3]
Prognóstico e qualidade de vida
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
A hipoplasia suprarrenal familiar com ausência de hormônio luteinizante hipofisário é uma condição congênita muito rara que afeta as glândulas suprarrenais e a produção do hormônio luteinizante (LH). Ao nascimento ou nos primeiros meses de vida, podem ser notados sinais como subdesenvolvimento adrenal, micropênis e criptorquidia (testículos que não desceram para a bolsa). A causa é genética e herdada de forma autossômica recessiva, embora o gene específico ainda não esteja identificado. No Brasil, os medicamentos essenciais para repor os hormônios da glândula suprarrenal, como a hidrocortisona e a fludrocortisona, são fornecidos pelo SUS através do protocolo de Insuficiência Adrenal.
Doença rara autossômica recessiva com início neonatal. Caracteriza-se por hipoplasia adrenal congênita, micropênis, criptorquidia e níveis diminuídos de hormônio luteinizante hipofisário.
Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
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Entender a doença
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Características mais comuns
Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 6 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.
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Genética e causas
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Nenhum gene associado encontrado
Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.
Diagnóstico
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Tratamento e manejo
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Perguntas frequentes
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A doença tem herança autossômica recessiva, o que significa que decorre de fatores genéticos transmitidos pelos genitores. No entanto, os genes responsáveis específicos ainda não foram catalogados nos bancos de dados oficiais.
Referências
Fontes citadas no texto, publicações do grafo e bases de dados usadas neste verbete
5 fontes citadas no texto · 3 bases de dados. Títulos, periódicos e PMIDs vêm direto da fonte, sem intermediação de IA.
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
Citar este verbete
Raras. (2026). Hipoplasia suprarrenal familiar com ausência de hormônio luteinizante hipofisário. Em Raras — Enciclopédia de Doenças Raras do Brasil. https://raras.org/doenca/hipoplasia-suprarrenal-familiar-com-ausencia-de-hormonio-luteinizante-hipofisario
Formato APA. Conteúdo sob CC BY 4.0 — reuso livre com atribuição.
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Hipoplasia suprarrenal familiar com ausência de hormônio luteinizante hipofisário
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Genética mendeliana
- fonte: OMIM
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- CID-11 (futuro)
- fonte: WHO ICD-11
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Indexação biomédica
- fonte: MeSH (NLM)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata