Doença rara autossômica recessiva com início neonatal. Caracteriza-se por hipoplasia adrenal congênita, micropênis, criptorquidia e níveis diminuídos de hormônio luteinizante hipofisário.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A hipoplasia suprarrenal familiar com ausência de hormônio luteinizante hipofisário é uma doença genética rara que afeta as glândulas adrenais (suprarrenais) e a produção de hormônios sexuais. Estima-se que sua prevalência seja inferior a 1 caso por 1.000.000 de pessoas. A condição se manifesta já no período neonatal (primeiros meses de vida) e segue um padrão de herança autossômico recessivo, ou seja, é necessário herdar uma cópia do gene alterado de cada um dos pais para desenvolver a doença.[1][4]
Sinais e sintomas
Os principais sinais e sintomas incluem hipoplasia adrenal congênita (desenvolvimento insuficiente das glândulas adrenais), criptorquidia (testículos que não desceram para a bolsa escrotal), micropênis (pênis anormalmente pequeno) e níveis diminuídos de hormônio luteinizante circulante. Todos esses achados estão presentes desde o início da vida (início neonatal).[1][4]
Causas genéticas
A doença é causada por alterações genéticas (mutações) que seguem um padrão de herança autossômico recessivo. Embora o gene específico não esteja listado nas fontes oficiais disponíveis, a condição é reconhecida geneticamente e possui o código OMIM:202150 e MONDO:0008731. A herança autossômica recessiva significa que ambos os pais são portadores de uma cópia alterada do gene, mas geralmente não apresentam sintomas.[1][2][5]
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sinais e sintomas (hipoplasia adrenal, criptorquidia, micropênis, níveis baixos de hormônio luteinizante) e pode ser confirmado por meio de testes genéticos. Existem testes genéticos disponíveis para a doença (código de teste genético: 1). As bases de dados internacionais, como ClinVar, não listam variantes específicas para esta condição até o momento.[1][2][5]
Tratamento e manejo
Não há informações sobre medicamentos específicos ou procedimentos padronizados no Sistema Único de Saúde (SUS) para esta condição. A doença não possui cobertura pelo SUS (nível SUS: Sem cobertura SUS). O manejo geralmente envolve acompanhamento multidisciplinar com endocrinologista pediátrico e suporte para as manifestações adrenais e hormonais. Como não há dados de tratamento na literatura fornecidos, não é possível descrever intervenções específicas.[1][2]
Prognóstico e qualidade de vida
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Doença rara autossômica recessiva com início neonatal. Caracteriza-se por hipoplasia adrenal congênita, micropênis, criptorquidia e níveis diminuídos de hormônio luteinizante hipofisário.
Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
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Entender a doença
Do básico ao detalhe, leia no seu ritmo
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
A hipoplasia suprarrenal familiar com ausência de hormônio luteinizante hipofisário é uma doença genética rara que afeta as glândulas adrenais (suprarrenais) e a produção de hormônios sexuais. Estima-se que sua prevalência seja inferior a 1 caso por 1.000.000 de pessoas. A condição se manifesta já no período neonatal (primeiros meses de vida) e segue um padrão de herança autossômico recessivo, ou seja, é necessário herdar uma cópia do gene alterado de cada um dos pais para desenvolver a doença.[1][4]
Sinais e sintomas
Os principais sinais e sintomas incluem hipoplasia adrenal congênita (desenvolvimento insuficiente das glândulas adrenais), criptorquidia (testículos que não desceram para a bolsa escrotal), micropênis (pênis anormalmente pequeno) e níveis diminuídos de hormônio luteinizante circulante. Todos esses achados estão presentes desde o início da vida (início neonatal).[1][4]
Causas genéticas
A doença é causada por alterações genéticas (mutações) que seguem um padrão de herança autossômico recessivo. Embora o gene específico não esteja listado nas fontes oficiais disponíveis, a condição é reconhecida geneticamente e possui o código OMIM:202150 e MONDO:0008731. A herança autossômica recessiva significa que ambos os pais são portadores de uma cópia alterada do gene, mas geralmente não apresentam sintomas.[1][2][5]
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sinais e sintomas (hipoplasia adrenal, criptorquidia, micropênis, níveis baixos de hormônio luteinizante) e pode ser confirmado por meio de testes genéticos. Existem testes genéticos disponíveis para a doença (código de teste genético: 1). As bases de dados internacionais, como ClinVar, não listam variantes específicas para esta condição até o momento.[1][2][5]
Tratamento e manejo
Não há informações sobre medicamentos específicos ou procedimentos padronizados no Sistema Único de Saúde (SUS) para esta condição. A doença não possui cobertura pelo SUS (nível SUS: Sem cobertura SUS). O manejo geralmente envolve acompanhamento multidisciplinar com endocrinologista pediátrico e suporte para as manifestações adrenais e hormonais. Como não há dados de tratamento na literatura fornecidos, não é possível descrever intervenções específicas.[1][2]
Prognóstico e qualidade de vida
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Características mais comuns
Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 6 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Nenhum gene associado encontrado
Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Hipoplasia suprarrenal familiar com ausência de hormônio luteinizante hipofisário
Selecione um estado ou use sua localização para ver resultados.
Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.
Pesquisa ativa
Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes
Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
Associações
Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação
Ainda não temos associações cadastradas para Hipoplasia suprarrenal familiar com ausência de hormônio luteinizante hipofisário.
É de uma associação que acompanha esta doença? Fale com a gente →
Comunidades
Grupos ativos de quem convive com esta doença aqui no Raras
Ainda não existe comunidade no Raras para Hipoplasia suprarrenal familiar com ausência de hormônio luteinizante hipofisário
Pacientes, familiares e cuidadores se organizam em comunidades pra compartilhar experiências, fazer perguntas e se apoiar. Você pode ser o primeiro.
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Fazer loginDoenças relacionadas
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Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:95700(Orphanet)
- OMIM OMIM:202150(OMIM)
- MONDO:0008731(MONDO)
- GARD:16839(GARD (NIH))
- Q55781629(Wikidata)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Hipoplasia suprarrenal familiar com ausência de hormônio luteinizante hipofisário
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Genética mendeliana
- fonte: OMIM
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- CID-11 (futuro)
- fonte: WHO ICD-11
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Indexação biomédica
- fonte: MeSH (NLM)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata