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Síndrome de insuficiência hipotalâmica-microcefalia secundária-déficit visual-anomalias urinárias
Endócrino

Síndrome rara associada a mutações no gene ARNT2, caracterizada por insuficiência hipotalâmica, microcefalia secundária, déficit visual e anomalias urinárias. Apresenta-se com atraso global grave do desenvolvimento, hipopituitarismo e refluxo gastroesofágico.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 10/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A Síndrome de insuficiência hipotalâmica-microcefalia secundária-déficit visual-anomalias urinárias é uma condição genética rara que afeta múltiplos sistemas do corpo. Ela é caracterizada por problemas no hipotálamo (uma região do cérebro que controla funções como hormônios e sede), desenvolvimento de uma cabeça menor que o esperado (microcefalia) que surge após o nascimento, dificuldades visuais que podem levar à cegueira e alterações no sistema urinário. Esta síndrome é causada por alterações (mutações) em um gene específico e pode se manifestar de diferentes formas em cada pessoa.[1][4]

Sinais e sintomas

Os sinais e sintomas desta síndrome são variados e podem incluir: atraso global grave do desenvolvimento, microcefalia que aparece após o nascimento (secundária), baixa estatura e obesidade. No sistema nervoso, podem ocorrer espasticidade (rigidez muscular), crises epilépticas (crise tônico-clônica bilateral), atraso na mielinização do sistema nervoso central e hipoplasia do corpo caloso. Problemas hormonais são comuns, como deficiência de hormônio adrenocorticotrófico (importante para a resposta ao estresse), hipotireoidismo hipofisário, diabetes insipidus (sede excessiva e urina muito diluída) e resposta diminuída ao teste de estímulo do hormônio do crescimento. Na região da face, podem ser observados olho profundamente inserido, testa proeminente, filtro labial profundo (sulco entre o nariz e o lábio superior) e retrognatia (queixo recuado). Problemas visuais podem levar à cegueira. No sistema urinário, podem ocorrer refluxo vesicoureteral (urina que volta da bexiga para os rins), bexiga neurogênica (dificuldade de controlar a bexiga), hipostenúria (urina muito diluída) e hipernatremia (excesso de sódio no sangue). Outros achados incluem refluxo gastroesofágico, luxação do quadril e criptorquidia (testículos que não desceram).[1][4]

Causas genéticas

A síndrome é causada por mutações no gene ARNT2 (Aryl hydrocarbon receptor nuclear translocator 2). Este gene fornece instruções para a produção de uma proteína que atua como um fator de transcrição, ou seja, ajuda a controlar a atividade de outros genes. A proteína ARNT2 é essencial para o desenvolvimento e funcionamento adequado do hipotálamo e da hipófise (glândula mestra do sistema hormonal). Mutações neste gene interrompem esse processo, levando aos sinais e sintomas observados na síndrome. A herança é autossômica recessiva, o que significa que a pessoa precisa herdar uma cópia do gene alterado de cada um dos pais para desenvolver a condição.[1][2][5]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sinais e sintomas característicos, especialmente a combinação de insuficiência hipotalâmica, microcefalia secundária, déficit visual e anomalias urinárias. Exames de imagem, como ressonância magnética do cérebro, podem mostrar alterações como hipoplasia do corpo caloso e atraso na mielinização. A confirmação diagnóstica é feita por meio de teste genético que identifica mutações no gene ARNT2. Atualmente, existem 32 variantes (mutações) descritas para este gene em bancos de dados como o ClinVar, que auxiliam na interpretação dos resultados dos testes genéticos.[1][2][5]

Tratamento e manejo

Não existe cura para a síndrome, e o tratamento é focado no manejo dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. O acompanhamento deve ser multidisciplinar, envolvendo endocrinologista (para reposição hormonal, como hormônio do crescimento, hormônios tireoidianos e corticosteroides), neurologista (para controle de crises epilépticas e espasticidade), nefrologista/urologista (para manejo de refluxo vesicoureteral e bexiga neurogênica), oftalmologista (para avaliação e suporte visual), gastroenterologista (para refluxo gastroesofágico) e fisioterapeuta/terapeuta ocupacional (para estimulação do desenvolvimento e mobilidade). O diabetes insipidus pode ser tratado com medicação específica (desmopressina), e a hipernatremia requer monitoramento rigoroso da hidratação. É importante que o tratamento seja individualizado, de acordo com as necessidades de cada paciente. Informe-se sempre com seu médico sobre as opções disponíveis.[1][2]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico varia de acordo com a gravidade dos sintomas e a rapidez do diagnóstico e intervenção. O atraso global grave do desenvolvimento e a cegueira podem impactar significativamente a autonomia e a qualidade de vida. No entanto, com um manejo adequado e suporte multidisciplinar, é possível melhorar o bem-estar e a funcionalidade da pessoa afetada. O acompanhamento regular com uma equipe de saúde especializada é fundamental para monitorar as complicações e ajustar o tratamento ao longo da vida.[1][4]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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Síndrome rara associada a mutações no gene ARNT2, caracterizada por insuficiência hipotalâmica, microcefalia secundária, déficit visual e anomalias urinárias. Apresenta-se com atraso global grave do desenvolvimento, hipopituitarismo e refluxo gastroesofágico.

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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

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Visão geral

A Síndrome de insuficiência hipotalâmica-microcefalia secundária-déficit visual-anomalias urinárias é uma condição genética rara que afeta múltiplos sistemas do corpo. Ela é caracterizada por problemas no hipotálamo (uma região do cérebro que controla funções como hormônios e sede), desenvolvimento de uma cabeça menor que o esperado (microcefalia) que surge após o nascimento, dificuldades visuais que podem levar à cegueira e alterações no sistema urinário. Esta síndrome é causada por alterações (mutações) em um gene específico e pode se manifestar de diferentes formas em cada pessoa.[1][4]

Sinais e sintomas

Os sinais e sintomas desta síndrome são variados e podem incluir: atraso global grave do desenvolvimento, microcefalia que aparece após o nascimento (secundária), baixa estatura e obesidade. No sistema nervoso, podem ocorrer espasticidade (rigidez muscular), crises epilépticas (crise tônico-clônica bilateral), atraso na mielinização do sistema nervoso central e hipoplasia do corpo caloso. Problemas hormonais são comuns, como deficiência de hormônio adrenocorticotrófico (importante para a resposta ao estresse), hipotireoidismo hipofisário, diabetes insipidus (sede excessiva e urina muito diluída) e resposta diminuída ao teste de estímulo do hormônio do crescimento. Na região da face, podem ser observados olho profundamente inserido, testa proeminente, filtro labial profundo (sulco entre o nariz e o lábio superior) e retrognatia (queixo recuado). Problemas visuais podem levar à cegueira. No sistema urinário, podem ocorrer refluxo vesicoureteral (urina que volta da bexiga para os rins), bexiga neurogênica (dificuldade de controlar a bexiga), hipostenúria (urina muito diluída) e hipernatremia (excesso de sódio no sangue). Outros achados incluem refluxo gastroesofágico, luxação do quadril e criptorquidia (testículos que não desceram).[1][4]

Causas genéticas

A síndrome é causada por mutações no gene ARNT2 (Aryl hydrocarbon receptor nuclear translocator 2). Este gene fornece instruções para a produção de uma proteína que atua como um fator de transcrição, ou seja, ajuda a controlar a atividade de outros genes. A proteína ARNT2 é essencial para o desenvolvimento e funcionamento adequado do hipotálamo e da hipófise (glândula mestra do sistema hormonal). Mutações neste gene interrompem esse processo, levando aos sinais e sintomas observados na síndrome. A herança é autossômica recessiva, o que significa que a pessoa precisa herdar uma cópia do gene alterado de cada um dos pais para desenvolver a condição.[1][2][5]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sinais e sintomas característicos, especialmente a combinação de insuficiência hipotalâmica, microcefalia secundária, déficit visual e anomalias urinárias. Exames de imagem, como ressonância magnética do cérebro, podem mostrar alterações como hipoplasia do corpo caloso e atraso na mielinização. A confirmação diagnóstica é feita por meio de teste genético que identifica mutações no gene ARNT2. Atualmente, existem 32 variantes (mutações) descritas para este gene em bancos de dados como o ClinVar, que auxiliam na interpretação dos resultados dos testes genéticos.[1][2][5]

Tratamento e manejo

Não existe cura para a síndrome, e o tratamento é focado no manejo dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. O acompanhamento deve ser multidisciplinar, envolvendo endocrinologista (para reposição hormonal, como hormônio do crescimento, hormônios tireoidianos e corticosteroides), neurologista (para controle de crises epilépticas e espasticidade), nefrologista/urologista (para manejo de refluxo vesicoureteral e bexiga neurogênica), oftalmologista (para avaliação e suporte visual), gastroenterologista (para refluxo gastroesofágico) e fisioterapeuta/terapeuta ocupacional (para estimulação do desenvolvimento e mobilidade). O diabetes insipidus pode ser tratado com medicação específica (desmopressina), e a hipernatremia requer monitoramento rigoroso da hidratação. É importante que o tratamento seja individualizado, de acordo com as necessidades de cada paciente. Informe-se sempre com seu médico sobre as opções disponíveis.[1][2]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico varia de acordo com a gravidade dos sintomas e a rapidez do diagnóstico e intervenção. O atraso global grave do desenvolvimento e a cegueira podem impactar significativamente a autonomia e a qualidade de vida. No entanto, com um manejo adequado e suporte multidisciplinar, é possível melhorar o bem-estar e a funcionalidade da pessoa afetada. O acompanhamento regular com uma equipe de saúde especializada é fundamental para monitorar as complicações e ajustar o tratamento ao longo da vida.[1][4]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Partes do corpo afetadas

🧠
Neurológico
5 sintomas
📏
Crescimento
5 sintomas
😀
Face
3 sintomas
👁️
Olhos
2 sintomas
🦴
Ossos e articulações
2 sintomas
🫃
Digestivo
1 sintomas

+ 9 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

100%prev.
Refluxo gastroesofágico
Frequência: 6/6
100%prev.
Hipoplasia do corpo caloso
Frequência: 6/6
100%prev.
Olho profundamente inserido
Frequência: 6/6
100%prev.
Atraso global grave do desenvolvimento
Frequência: 6/6
100%prev.
Hipoplasia da hipófise anterior
Frequência: 6/6
100%prev.
Microcefalia secundária
Frequência: 6/6
28sintomas
Muito frequente (24)
Frequente (2)
Sem dados (2)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 28 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

Refluxo gastroesofágicoGastroesophageal reflux
Frequência: 6/6100%
Hipoplasia do corpo calosoHypoplasia of the corpus callosum
Frequência: 6/6100%
Olho profundamente inseridoDeeply set eye
Frequência: 6/6100%
Atraso global grave do desenvolvimentoSevere global developmental delay
Frequência: 6/6100%
Hipoplasia da hipófise anteriorAnterior pituitary hypoplasia
Frequência: 6/6100%

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

Genes associados

1 gene identificado com associação a esta condição.

Curadoria gene-doença

fontes oficiais
ARNT2
ARNT2Aryl hydrocarbon receptor nuclear translocator 2Disease-causing germline mutation(s) inRestrito
FUNÇÃO

Transcription factor that plays a role in the development of the hypothalamo-pituitary axis, postnatal brain growth, and visual and renal function (PubMed:24022475). Specifically recognizes the xenobiotic response element (XRE)

LOCALIZAÇÃO

Nucleus

VIAS BIOLÓGICAS (6)
NPAS4 regulates expression of target genesXenobioticsPhase I - Functionalization of compoundsAryl hydrocarbon receptor signallingEndogenous sterols
MECANISMO DE DOENÇA

Webb-Dattani syndrome

A disorder characterized by postnatal microcephaly with fronto-temporal lobe hypoplasia, multiple pituitary hormone deficiency, global developmental delay, seizures, severe visual impairment and abnormalities of the kidneys and urinary tract.

OUTRAS DOENÇAS (2)
Webb-Dattani syndromeseptooptic dysplasia
HGNC:16876UniProt:Q9HBZ2

Variantes genéticas (ClinVar)

32 variantes patogênicas registradas no ClinVar.

🧬 ARNT2: NM_014862.4(ARNT2):c.1204C>T (p.Arg402Ter) ()
🧬 ARNT2: NM_014862.4(ARNT2):c.523C>T (p.Gln175Ter) ()
🧬 ARNT2: NM_014862.4(ARNT2):c.908_911dup (p.Gln305fs) ()
🧬 ARNT2: NM_014862.4(ARNT2):c.195-24C>G ()
🧬 ARNT2: GRCh37/hg19 15q24.1-26.3(chr15:73506509-102429112)x3 ()
Ver todas no ClinVar

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Síndrome de insuficiência hipotalâmica-microcefalia secundária-déficit visual-anomalias urinárias

Centros de Referência SUS

24 centros habilitados pelo SUS para Síndrome de insuficiência hipotalâmica-microcefalia secundária-déficit visual-anomalias urinárias

Centros para Síndrome de insuficiência hipotalâmica-microcefalia secundária-déficit visual-anomalias urinárias

Detalhes dos centros

Hospital Universitário Prof. Edgard Santos (HUPES)

R. Dr. Augusto Viana, s/n - Canela, Salvador - BA, 40110-060 · CNES 0003808

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do Metabolismo

Hospital Infantil Albert Sabin

R. Tertuliano Sales, 544 - Vila União, Fortaleza - CE, 60410-794 · CNES 2407876

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasDeficiência Intelectual

Hospital de Apoio de Brasília (HAB)

AENW 3 Lote A Setor Noroeste - Plano Piloto, Brasília - DF, 70684-831 · CNES 0010456

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do MetabolismoDeficiência Intelectual

Hospital Estadual Infantil e Maternidade Alzir Bernardino Alves (HIABA)

Av. Min. Salgado Filho, 918 - Soteco, Vila Velha - ES, 29106-010 · CNES 6631207

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do MetabolismoDeficiência Intelectual

Hospital das Clínicas da UFG

Rua 235 QD. 68 Lote Área, Nº 285, s/nº - Setor Leste Universitário, Goiânia - GO, 74605-050 · CNES 2338424

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do Metabolismo

Hospital Universitário da UFJF

R. Catulo Breviglieri, Bairro - s/n - Santa Catarina, Juiz de Fora - MG, 36036-110 · CNES 2297442

Atenção Especializada

Rota
Anomalias Congênitas

Hospital das Clínicas da UFMG

Av. Prof. Alfredo Balena, 110 - Santa Efigênia, Belo Horizonte - MG, 30130-100 · CNES 2280167

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do MetabolismoDeficiência Intelectual

Hospital Universitário Julio Müller (HUJM)

R. Luis Philippe Pereira Leite, s/n - Alvorada, Cuiabá - MT, 78048-902 · CNES 2726092

Atenção Especializada

Rota
Anomalias Congênitas

Hospital Universitário João de Barros Barreto

R. dos Mundurucus, 4487 - Guamá, Belém - PA, 66073-000 · CNES 2337878

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do MetabolismoDeficiência Intelectual

Hospital Universitário Lauro Wanderley (HULW)

R. Tabeliao Estanislau Eloy, 585 - Castelo Branco, João Pessoa - PB, 58050-585 · CNES 0002470

Atenção Especializada

Rota
Anomalias Congênitas

Instituto de Medicina Integral Prof. Fernando Figueira (IMIP)

R. dos Coelhos, 300 - Boa Vista, Recife - PE, 50070-902 · CNES 0000647

Serviço de Referência

Rota
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Hospital Pequeno Príncipe

R. Des. Motta, 1070 - Água Verde, Curitiba - PR, 80250-060 · CNES 3143805

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasDeficiência Intelectual

Hospital Universitário Regional de Maringá (HUM)

Av. Mandacaru, 1590 - Parque das Laranjeiras, Maringá - PR, 87083-240 · CNES 2216108

Atenção Especializada

Rota
Anomalias Congênitas

Hospital de Clínicas da UFPR

R. Gen. Carneiro, 181 - Alto da Glória, Curitiba - PR, 80060-900 · CNES 2364980

Serviço de Referência

Rota
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Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE-UERJ)

Blvd. 28 de Setembro, 77 - Vila Isabel, Rio de Janeiro - RJ, 20551-030 · CNES 2280221

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do Metabolismo

Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz)

Av. Rui Barbosa, 716 - Flamengo, Rio de Janeiro - RJ, 22250-020 · CNES 2269988

Serviço de Referência

Rota
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Hospital São Lucas da PUCRS

Av. Ipiranga, 6690 - Jardim Botânico, Porto Alegre - RS, 90610-000 · CNES 2232928

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do Metabolismo

Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA)

Rua Ramiro Barcelos, 2350 Bloco A - Av. Protásio Alves, 211 - Bloco B e C - Santa Cecília, Porto Alegre - RS, 90035-903 · CNES 2237601

Serviço de Referência

Rota
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Hospital Universitário da UFSC (HU-UFSC)

R. Profa. Maria Flora Pausewang - Trindade, Florianópolis - SC, 88036-800 · CNES 2560356

Serviço de Referência

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Hospital das Clínicas da FMUSP

R. Dr. Ovídio Pires de Campos, 225 - Cerqueira César, São Paulo - SP, 05403-010 · CNES 2077485

Serviço de Referência

Rota
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Hospital de Base de São José do Rio Preto

Av. Brg. Faria Lima, 5544 - Vila Sao Jose, São José do Rio Preto - SP, 15090-000 · CNES 2079798

Atenção Especializada

Rota
Anomalias Congênitas

Hospital de Clínicas da UNICAMP

R. Vital Brasil, 251 - Cidade Universitária, Campinas - SP, 13083-888 · CNES 2748223

Serviço de Referência

Rota
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Hospital de Clínicas de Ribeirão Preto (HCRP-USP)

R. Ten. Catão Roxo, 3900 - Vila Monte Alegre, Ribeirão Preto - SP, 14015-010 · CNES 2082187

Serviço de Referência

Rota
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UNIFESP / Hospital São Paulo

R. Napoleão de Barros, 715 - Vila Clementino, São Paulo - SP, 04024-002 · CNES 2688689

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do Metabolismo
Sobre os centros SUS: Estes centros são habilitados pelo Ministério da Saúde como Serviços de Referência em Doenças Raras ou Serviços de Atenção Especializada. O atendimento é pelo SUS, com encaminhamento da rede de atenção básica.

Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.

Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.

🧪 Está conduzindo uma pesquisa?
Divulgue para pacientes e familiares que acompanham esta doença.
Divulgar pesquisa →

Associações

Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação

Ainda não temos associações cadastradas para Síndrome de insuficiência hipotalâmica-microcefalia secundária-déficit visual-anomalias urinárias.

É de uma associação que acompanha esta doença? Fale com a gente →

Comunidades

Grupos ativos de quem convive com esta doença aqui no Raras

Ainda não existe comunidade no Raras para Síndrome de insuficiência hipotalâmica-microcefalia secundária-déficit visual-anomalias urinárias

Pacientes, familiares e cuidadores se organizam em comunidades pra compartilhar experiências, fazer perguntas e se apoiar. Você pode ser o primeiro.

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Doenças relacionadas

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Ordenadas pelo número de sintomas em comum.

Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:370006(Orphanet)
  2. OMIM OMIM:615926(OMIM)
  3. MONDO:0014404(MONDO)
  4. Variantes catalogadas(ClinVar)
  5. Q55784811(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Compêndio · Raras BR

Síndrome de insuficiência hipotalâmica-microcefalia secundária-déficit visual-anomalias urinárias

ORPHA:370006 · MONDO:0014404
MedGen
UMLS
C4014708
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📋 Origem dos dados

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Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Genética mendeliana
fonte: OMIM
Dado público estruturado
fonte: Wikidata