Síndrome rara associada a mutações no gene ARNT2, caracterizada por insuficiência hipotalâmica, microcefalia secundária, déficit visual e anomalias urinárias. Apresenta-se com atraso global grave do desenvolvimento, hipopituitarismo e refluxo gastroesofágico.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A Síndrome de insuficiência hipotalâmica-microcefalia secundária-déficit visual-anomalias urinárias é uma condição genética rara que afeta múltiplos sistemas do corpo. Ela é caracterizada por problemas no hipotálamo (uma região do cérebro que controla funções como hormônios e sede), desenvolvimento de uma cabeça menor que o esperado (microcefalia) que surge após o nascimento, dificuldades visuais que podem levar à cegueira e alterações no sistema urinário. Esta síndrome é causada por alterações (mutações) em um gene específico e pode se manifestar de diferentes formas em cada pessoa.[1][4]
Sinais e sintomas
Os sinais e sintomas desta síndrome são variados e podem incluir: atraso global grave do desenvolvimento, microcefalia que aparece após o nascimento (secundária), baixa estatura e obesidade. No sistema nervoso, podem ocorrer espasticidade (rigidez muscular), crises epilépticas (crise tônico-clônica bilateral), atraso na mielinização do sistema nervoso central e hipoplasia do corpo caloso. Problemas hormonais são comuns, como deficiência de hormônio adrenocorticotrófico (importante para a resposta ao estresse), hipotireoidismo hipofisário, diabetes insipidus (sede excessiva e urina muito diluída) e resposta diminuída ao teste de estímulo do hormônio do crescimento. Na região da face, podem ser observados olho profundamente inserido, testa proeminente, filtro labial profundo (sulco entre o nariz e o lábio superior) e retrognatia (queixo recuado). Problemas visuais podem levar à cegueira. No sistema urinário, podem ocorrer refluxo vesicoureteral (urina que volta da bexiga para os rins), bexiga neurogênica (dificuldade de controlar a bexiga), hipostenúria (urina muito diluída) e hipernatremia (excesso de sódio no sangue). Outros achados incluem refluxo gastroesofágico, luxação do quadril e criptorquidia (testículos que não desceram).[1][4]
Causas genéticas
A síndrome é causada por mutações no gene ARNT2 (Aryl hydrocarbon receptor nuclear translocator 2). Este gene fornece instruções para a produção de uma proteína que atua como um fator de transcrição, ou seja, ajuda a controlar a atividade de outros genes. A proteína ARNT2 é essencial para o desenvolvimento e funcionamento adequado do hipotálamo e da hipófise (glândula mestra do sistema hormonal). Mutações neste gene interrompem esse processo, levando aos sinais e sintomas observados na síndrome. A herança é autossômica recessiva, o que significa que a pessoa precisa herdar uma cópia do gene alterado de cada um dos pais para desenvolver a condição.[1][2][5]
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sinais e sintomas característicos, especialmente a combinação de insuficiência hipotalâmica, microcefalia secundária, déficit visual e anomalias urinárias. Exames de imagem, como ressonância magnética do cérebro, podem mostrar alterações como hipoplasia do corpo caloso e atraso na mielinização. A confirmação diagnóstica é feita por meio de teste genético que identifica mutações no gene ARNT2. Atualmente, existem 32 variantes (mutações) descritas para este gene em bancos de dados como o ClinVar, que auxiliam na interpretação dos resultados dos testes genéticos.[1][2][5]
Tratamento e manejo
Não existe cura para a síndrome, e o tratamento é focado no manejo dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. O acompanhamento deve ser multidisciplinar, envolvendo endocrinologista (para reposição hormonal, como hormônio do crescimento, hormônios tireoidianos e corticosteroides), neurologista (para controle de crises epilépticas e espasticidade), nefrologista/urologista (para manejo de refluxo vesicoureteral e bexiga neurogênica), oftalmologista (para avaliação e suporte visual), gastroenterologista (para refluxo gastroesofágico) e fisioterapeuta/terapeuta ocupacional (para estimulação do desenvolvimento e mobilidade). O diabetes insipidus pode ser tratado com medicação específica (desmopressina), e a hipernatremia requer monitoramento rigoroso da hidratação. É importante que o tratamento seja individualizado, de acordo com as necessidades de cada paciente. Informe-se sempre com seu médico sobre as opções disponíveis.[1][2]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico varia de acordo com a gravidade dos sintomas e a rapidez do diagnóstico e intervenção. O atraso global grave do desenvolvimento e a cegueira podem impactar significativamente a autonomia e a qualidade de vida. No entanto, com um manejo adequado e suporte multidisciplinar, é possível melhorar o bem-estar e a funcionalidade da pessoa afetada. O acompanhamento regular com uma equipe de saúde especializada é fundamental para monitorar as complicações e ajustar o tratamento ao longo da vida.[1][4]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Síndrome rara associada a mutações no gene ARNT2, caracterizada por insuficiência hipotalâmica, microcefalia secundária, déficit visual e anomalias urinárias. Apresenta-se com atraso global grave do desenvolvimento, hipopituitarismo e refluxo gastroesofágico.
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Entender a doença
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
A Síndrome de insuficiência hipotalâmica-microcefalia secundária-déficit visual-anomalias urinárias é uma condição genética rara que afeta múltiplos sistemas do corpo. Ela é caracterizada por problemas no hipotálamo (uma região do cérebro que controla funções como hormônios e sede), desenvolvimento de uma cabeça menor que o esperado (microcefalia) que surge após o nascimento, dificuldades visuais que podem levar à cegueira e alterações no sistema urinário. Esta síndrome é causada por alterações (mutações) em um gene específico e pode se manifestar de diferentes formas em cada pessoa.[1][4]
Sinais e sintomas
Os sinais e sintomas desta síndrome são variados e podem incluir: atraso global grave do desenvolvimento, microcefalia que aparece após o nascimento (secundária), baixa estatura e obesidade. No sistema nervoso, podem ocorrer espasticidade (rigidez muscular), crises epilépticas (crise tônico-clônica bilateral), atraso na mielinização do sistema nervoso central e hipoplasia do corpo caloso. Problemas hormonais são comuns, como deficiência de hormônio adrenocorticotrófico (importante para a resposta ao estresse), hipotireoidismo hipofisário, diabetes insipidus (sede excessiva e urina muito diluída) e resposta diminuída ao teste de estímulo do hormônio do crescimento. Na região da face, podem ser observados olho profundamente inserido, testa proeminente, filtro labial profundo (sulco entre o nariz e o lábio superior) e retrognatia (queixo recuado). Problemas visuais podem levar à cegueira. No sistema urinário, podem ocorrer refluxo vesicoureteral (urina que volta da bexiga para os rins), bexiga neurogênica (dificuldade de controlar a bexiga), hipostenúria (urina muito diluída) e hipernatremia (excesso de sódio no sangue). Outros achados incluem refluxo gastroesofágico, luxação do quadril e criptorquidia (testículos que não desceram).[1][4]
Causas genéticas
A síndrome é causada por mutações no gene ARNT2 (Aryl hydrocarbon receptor nuclear translocator 2). Este gene fornece instruções para a produção de uma proteína que atua como um fator de transcrição, ou seja, ajuda a controlar a atividade de outros genes. A proteína ARNT2 é essencial para o desenvolvimento e funcionamento adequado do hipotálamo e da hipófise (glândula mestra do sistema hormonal). Mutações neste gene interrompem esse processo, levando aos sinais e sintomas observados na síndrome. A herança é autossômica recessiva, o que significa que a pessoa precisa herdar uma cópia do gene alterado de cada um dos pais para desenvolver a condição.[1][2][5]
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sinais e sintomas característicos, especialmente a combinação de insuficiência hipotalâmica, microcefalia secundária, déficit visual e anomalias urinárias. Exames de imagem, como ressonância magnética do cérebro, podem mostrar alterações como hipoplasia do corpo caloso e atraso na mielinização. A confirmação diagnóstica é feita por meio de teste genético que identifica mutações no gene ARNT2. Atualmente, existem 32 variantes (mutações) descritas para este gene em bancos de dados como o ClinVar, que auxiliam na interpretação dos resultados dos testes genéticos.[1][2][5]
Tratamento e manejo
Não existe cura para a síndrome, e o tratamento é focado no manejo dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. O acompanhamento deve ser multidisciplinar, envolvendo endocrinologista (para reposição hormonal, como hormônio do crescimento, hormônios tireoidianos e corticosteroides), neurologista (para controle de crises epilépticas e espasticidade), nefrologista/urologista (para manejo de refluxo vesicoureteral e bexiga neurogênica), oftalmologista (para avaliação e suporte visual), gastroenterologista (para refluxo gastroesofágico) e fisioterapeuta/terapeuta ocupacional (para estimulação do desenvolvimento e mobilidade). O diabetes insipidus pode ser tratado com medicação específica (desmopressina), e a hipernatremia requer monitoramento rigoroso da hidratação. É importante que o tratamento seja individualizado, de acordo com as necessidades de cada paciente. Informe-se sempre com seu médico sobre as opções disponíveis.[1][2]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico varia de acordo com a gravidade dos sintomas e a rapidez do diagnóstico e intervenção. O atraso global grave do desenvolvimento e a cegueira podem impactar significativamente a autonomia e a qualidade de vida. No entanto, com um manejo adequado e suporte multidisciplinar, é possível melhorar o bem-estar e a funcionalidade da pessoa afetada. O acompanhamento regular com uma equipe de saúde especializada é fundamental para monitorar as complicações e ajustar o tratamento ao longo da vida.[1][4]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Partes do corpo afetadas
+ 9 sintomas em outras categorias
Características mais comuns
Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 28 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Genes associados
1 gene identificado com associação a esta condição.
Curadoria gene-doença
fontes oficiaisTranscription factor that plays a role in the development of the hypothalamo-pituitary axis, postnatal brain growth, and visual and renal function (PubMed:24022475). Specifically recognizes the xenobiotic response element (XRE)
Nucleus
Webb-Dattani syndrome
A disorder characterized by postnatal microcephaly with fronto-temporal lobe hypoplasia, multiple pituitary hormone deficiency, global developmental delay, seizures, severe visual impairment and abnormalities of the kidneys and urinary tract.
Variantes genéticas (ClinVar)
32 variantes patogênicas registradas no ClinVar.
Vias biológicas (Reactome)
6 vias biológicas associadas aos genes desta condição.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Síndrome de insuficiência hipotalâmica-microcefalia secundária-déficit visual-anomalias urinárias
Centros de Referência SUS
24 centros habilitados pelo SUS para Síndrome de insuficiência hipotalâmica-microcefalia secundária-déficit visual-anomalias urinárias
Centros para Síndrome de insuficiência hipotalâmica-microcefalia secundária-déficit visual-anomalias urinárias
Detalhes dos centros
Hospital Universitário Prof. Edgard Santos (HUPES)
R. Dr. Augusto Viana, s/n - Canela, Salvador - BA, 40110-060 · CNES 0003808
Serviço de Referência
Hospital Infantil Albert Sabin
R. Tertuliano Sales, 544 - Vila União, Fortaleza - CE, 60410-794 · CNES 2407876
Serviço de Referência
Hospital de Apoio de Brasília (HAB)
AENW 3 Lote A Setor Noroeste - Plano Piloto, Brasília - DF, 70684-831 · CNES 0010456
Serviço de Referência
Hospital Estadual Infantil e Maternidade Alzir Bernardino Alves (HIABA)
Av. Min. Salgado Filho, 918 - Soteco, Vila Velha - ES, 29106-010 · CNES 6631207
Serviço de Referência
Hospital das Clínicas da UFG
Rua 235 QD. 68 Lote Área, Nº 285, s/nº - Setor Leste Universitário, Goiânia - GO, 74605-050 · CNES 2338424
Serviço de Referência
Hospital Universitário da UFJF
R. Catulo Breviglieri, Bairro - s/n - Santa Catarina, Juiz de Fora - MG, 36036-110 · CNES 2297442
Atenção Especializada
Hospital das Clínicas da UFMG
Av. Prof. Alfredo Balena, 110 - Santa Efigênia, Belo Horizonte - MG, 30130-100 · CNES 2280167
Serviço de Referência
Hospital Universitário Julio Müller (HUJM)
R. Luis Philippe Pereira Leite, s/n - Alvorada, Cuiabá - MT, 78048-902 · CNES 2726092
Atenção Especializada
Hospital Universitário João de Barros Barreto
R. dos Mundurucus, 4487 - Guamá, Belém - PA, 66073-000 · CNES 2337878
Serviço de Referência
Hospital Universitário Lauro Wanderley (HULW)
R. Tabeliao Estanislau Eloy, 585 - Castelo Branco, João Pessoa - PB, 58050-585 · CNES 0002470
Atenção Especializada
Instituto de Medicina Integral Prof. Fernando Figueira (IMIP)
R. dos Coelhos, 300 - Boa Vista, Recife - PE, 50070-902 · CNES 0000647
Serviço de Referência
Hospital Pequeno Príncipe
R. Des. Motta, 1070 - Água Verde, Curitiba - PR, 80250-060 · CNES 3143805
Serviço de Referência
Hospital Universitário Regional de Maringá (HUM)
Av. Mandacaru, 1590 - Parque das Laranjeiras, Maringá - PR, 87083-240 · CNES 2216108
Atenção Especializada
Hospital de Clínicas da UFPR
R. Gen. Carneiro, 181 - Alto da Glória, Curitiba - PR, 80060-900 · CNES 2364980
Serviço de Referência
Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE-UERJ)
Blvd. 28 de Setembro, 77 - Vila Isabel, Rio de Janeiro - RJ, 20551-030 · CNES 2280221
Serviço de Referência
Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz)
Av. Rui Barbosa, 716 - Flamengo, Rio de Janeiro - RJ, 22250-020 · CNES 2269988
Serviço de Referência
Hospital São Lucas da PUCRS
Av. Ipiranga, 6690 - Jardim Botânico, Porto Alegre - RS, 90610-000 · CNES 2232928
Serviço de Referência
Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA)
Rua Ramiro Barcelos, 2350 Bloco A - Av. Protásio Alves, 211 - Bloco B e C - Santa Cecília, Porto Alegre - RS, 90035-903 · CNES 2237601
Serviço de Referência
Hospital Universitário da UFSC (HU-UFSC)
R. Profa. Maria Flora Pausewang - Trindade, Florianópolis - SC, 88036-800 · CNES 2560356
Serviço de Referência
Hospital das Clínicas da FMUSP
R. Dr. Ovídio Pires de Campos, 225 - Cerqueira César, São Paulo - SP, 05403-010 · CNES 2077485
Serviço de Referência
Hospital de Base de São José do Rio Preto
Av. Brg. Faria Lima, 5544 - Vila Sao Jose, São José do Rio Preto - SP, 15090-000 · CNES 2079798
Atenção Especializada
Hospital de Clínicas da UNICAMP
R. Vital Brasil, 251 - Cidade Universitária, Campinas - SP, 13083-888 · CNES 2748223
Serviço de Referência
Hospital de Clínicas de Ribeirão Preto (HCRP-USP)
R. Ten. Catão Roxo, 3900 - Vila Monte Alegre, Ribeirão Preto - SP, 14015-010 · CNES 2082187
Serviço de Referência
UNIFESP / Hospital São Paulo
R. Napoleão de Barros, 715 - Vila Clementino, São Paulo - SP, 04024-002 · CNES 2688689
Serviço de Referência
Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.
Pesquisa ativa
Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes
Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
Associações
Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação
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É de uma associação que acompanha esta doença? Fale com a gente →
Comunidades
Grupos ativos de quem convive com esta doença aqui no Raras
Ainda não existe comunidade no Raras para Síndrome de insuficiência hipotalâmica-microcefalia secundária-déficit visual-anomalias urinárias
Pacientes, familiares e cuidadores se organizam em comunidades pra compartilhar experiências, fazer perguntas e se apoiar. Você pode ser o primeiro.
Tire suas dúvidas
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Fazer loginDoenças relacionadas
Doenças com sintomas parecidos — ajudam quem ainda está buscando diagnóstico
Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:370006(Orphanet)
- OMIM OMIM:615926(OMIM)
- MONDO:0014404(MONDO)
- Variantes catalogadas(ClinVar)
- Q55784811(Wikidata)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar
Síndrome de insuficiência hipotalâmica-microcefalia secundária-déficit visual-anomalias urinárias
📋 Origem dos dados
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- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Genética mendeliana
- fonte: OMIM
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata