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Leucoencefalopatia cavitária não progressiva com predomínio cerebral posterior e neuropatia periférica
ORPHA:436271CID-10 · G93.4DOENÇA RARA
neuroInício infantilHerança AR

Leucoencefalopatia cavitária rara, não progressiva, com lesões predominantemente na região posterior do cérebro. Associada a neuropatia periférica e múltiplos outros sintomas como retinopatia, proteinúria, atraso motor e deficiência auditiva.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 13/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A Leucoencefalopatia cavitária não progressiva com predomínio cerebral posterior e neuropatia periférica é uma doença genética rara que afeta principalmente o sistema nervoso central e periférico. O termo 'leucoencefalopatia' refere-se a alterações na substância branca do cérebro, que podem ser vistas em exames de imagem. 'Cavitária' indica a presença de pequenas cavidades nessa região, e 'não progressiva' sugere que, em muitos casos, a doença não piora com o tempo. O predomínio na parte posterior do cérebro e a associação com neuropatia periférica (comprometimento dos nervos fora do cérebro e da medula) são características marcantes. A doença geralmente se manifesta na infância.[1][3]

Sinais e sintomas

Os sintomas podem variar de pessoa para pessoa, mas frequentemente incluem atraso no desenvolvimento global, dificuldades na fala e na linguagem, e problemas de coordenação motora (distúrbio da marcha). Muitas crianças apresentam fraqueza muscular generalizada (hipotonia), que pode evoluir para rigidez dos braços e pernas (tetraparesia espástica). Em alguns casos, ocorre regressão do desenvolvimento, ou seja, a perda de habilidades já adquiridas. Outros sinais possíveis são: deficiência intelectual, sonolência diurna excessiva, dificuldade para respirar (dispneia) aos esforços, insuficiência respiratória por fraqueza muscular, e problemas para engolir (fraqueza fatigável dos músculos da deglutição). Podem também ocorrer alterações na visão (atrofia óptica), aumento do fígado (hepatomegalia) com acúmulo de gordura (esteatose hepática), comprometimento cardíaco (cardiomiopatia hipertrófica) e disfunção dos rins (síndrome de Fanconi renal), que leva à perda de substâncias importantes na urina, como glicose (glicosúria), fosfato (hiperfosfatúria) e aminoácidos (aminoacidúria). Exames de sangue podem mostrar acidose láctica e alterações na função do fígado.[1][3]

Causas genéticas

A doença é causada por alterações (mutações) no gene COA8 (Cytochrome c oxidase assembly factor 8). Esse gene fornece instruções para a produção de uma proteína que ajuda na montagem de um complexo importante para a produção de energia dentro das células (a citocromo c oxidase). Mutações nesse gene podem prejudicar a produção de energia, especialmente em tecidos que demandam muita energia, como o cérebro e os músculos. A forma de herança (como a doença é transmitida na família) ainda não foi completamente estabelecida.[1][4]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica, nos sintomas apresentados e em exames complementares. Exames de imagem do cérebro, como a ressonância magnética, podem mostrar as alterações típicas na substância branca (leucoencefalopatia) com predomínio na região posterior. Exames de sangue e urina podem detectar acidose láctica, glicosúria, aminoacidúria e outros sinais de disfunção tubular renal. A confirmação diagnóstica é feita por meio de teste genético, que identifica mutações no gene COA8. O sequenciamento completo do exoma (WES) é um dos procedimentos disponíveis para esse fim. Atualmente, há 336 testes genéticos registrados e 89 variantes descritas no ClinVar para essa condição.[1][4]

Tratamento e manejo

Não existe cura específica para a doença, e o tratamento é focado no manejo dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. O acompanhamento deve ser multidisciplinar, envolvendo neurologista, geneticista, fisioterapeuta, fonoaudiólogo, terapeuta ocupacional e outros especialistas conforme a necessidade. A reabilitação é fundamental para ajudar no desenvolvimento motor e da fala. O suporte respiratório pode ser necessário em casos de fraqueza muscular grave. O acompanhamento cardiológico e hepático também é importante. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para essa condição, incluindo o sequenciamento completo do exoma (WES) e atendimento em reabilitação para doenças raras. É essencial que o tratamento seja individualizado e discutido com a equipe médica.[1]

Tratamentos citados na literatura

A literatura científica, por meio de mineração de dados (PubTator3), menciona associações com as seguintes substâncias: duloxetina e levocarnitina-propionato. É importante destacar que essas são associações encontradas em publicações científicas e não representam recomendações de tratamento. Não há informações disponíveis sobre o número de publicações para cada substância.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O termo 'não progressiva' no nome da doença sugere que, para muitos pacientes, as lesões cerebrais e os sintomas podem não piorar com o tempo. No entanto, o prognóstico varia amplamente dependendo da gravidade dos sintomas e do envolvimento de outros órgãos (como coração, fígado e rins). O acompanhamento médico regular e a reabilitação precoce são fundamentais para maximizar o potencial de desenvolvimento e a qualidade de vida. Cada caso deve ser avaliado individualmente pela equipe médica.[1][3]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Leucoencefalopatia cavitária rara, não progressiva, com lesões predominantemente na região posterior do cérebro. Associada a neuropatia periférica e múltiplos outros sintomas como retinopatia, proteinúria, atraso motor e deficiência auditiva.

🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
CID-10: G93.4
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
PROCEDIMENTOS SIGTAP (2)
0202010694
Sequenciamento completo do exoma (WES)genetic_test
0301070040
Atendimento em reabilitação — doenças rarasrehabilitation
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Entender a doença

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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 13/06/2026
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Visão geral

A Leucoencefalopatia cavitária não progressiva com predomínio cerebral posterior e neuropatia periférica é uma doença genética rara que afeta principalmente o sistema nervoso central e periférico. O termo 'leucoencefalopatia' refere-se a alterações na substância branca do cérebro, que podem ser vistas em exames de imagem. 'Cavitária' indica a presença de pequenas cavidades nessa região, e 'não progressiva' sugere que, em muitos casos, a doença não piora com o tempo. O predomínio na parte posterior do cérebro e a associação com neuropatia periférica (comprometimento dos nervos fora do cérebro e da medula) são características marcantes. A doença geralmente se manifesta na infância.[1][3]

Sinais e sintomas

Os sintomas podem variar de pessoa para pessoa, mas frequentemente incluem atraso no desenvolvimento global, dificuldades na fala e na linguagem, e problemas de coordenação motora (distúrbio da marcha). Muitas crianças apresentam fraqueza muscular generalizada (hipotonia), que pode evoluir para rigidez dos braços e pernas (tetraparesia espástica). Em alguns casos, ocorre regressão do desenvolvimento, ou seja, a perda de habilidades já adquiridas. Outros sinais possíveis são: deficiência intelectual, sonolência diurna excessiva, dificuldade para respirar (dispneia) aos esforços, insuficiência respiratória por fraqueza muscular, e problemas para engolir (fraqueza fatigável dos músculos da deglutição). Podem também ocorrer alterações na visão (atrofia óptica), aumento do fígado (hepatomegalia) com acúmulo de gordura (esteatose hepática), comprometimento cardíaco (cardiomiopatia hipertrófica) e disfunção dos rins (síndrome de Fanconi renal), que leva à perda de substâncias importantes na urina, como glicose (glicosúria), fosfato (hiperfosfatúria) e aminoácidos (aminoacidúria). Exames de sangue podem mostrar acidose láctica e alterações na função do fígado.[1][3]

Causas genéticas

A doença é causada por alterações (mutações) no gene COA8 (Cytochrome c oxidase assembly factor 8). Esse gene fornece instruções para a produção de uma proteína que ajuda na montagem de um complexo importante para a produção de energia dentro das células (a citocromo c oxidase). Mutações nesse gene podem prejudicar a produção de energia, especialmente em tecidos que demandam muita energia, como o cérebro e os músculos. A forma de herança (como a doença é transmitida na família) ainda não foi completamente estabelecida.[1][4]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica, nos sintomas apresentados e em exames complementares. Exames de imagem do cérebro, como a ressonância magnética, podem mostrar as alterações típicas na substância branca (leucoencefalopatia) com predomínio na região posterior. Exames de sangue e urina podem detectar acidose láctica, glicosúria, aminoacidúria e outros sinais de disfunção tubular renal. A confirmação diagnóstica é feita por meio de teste genético, que identifica mutações no gene COA8. O sequenciamento completo do exoma (WES) é um dos procedimentos disponíveis para esse fim. Atualmente, há 336 testes genéticos registrados e 89 variantes descritas no ClinVar para essa condição.[1][4]

Tratamento e manejo

Não existe cura específica para a doença, e o tratamento é focado no manejo dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. O acompanhamento deve ser multidisciplinar, envolvendo neurologista, geneticista, fisioterapeuta, fonoaudiólogo, terapeuta ocupacional e outros especialistas conforme a necessidade. A reabilitação é fundamental para ajudar no desenvolvimento motor e da fala. O suporte respiratório pode ser necessário em casos de fraqueza muscular grave. O acompanhamento cardiológico e hepático também é importante. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para essa condição, incluindo o sequenciamento completo do exoma (WES) e atendimento em reabilitação para doenças raras. É essencial que o tratamento seja individualizado e discutido com a equipe médica.[1]

Tratamentos citados na literatura

A literatura científica, por meio de mineração de dados (PubTator3), menciona associações com as seguintes substâncias: duloxetina e levocarnitina-propionato. É importante destacar que essas são associações encontradas em publicações científicas e não representam recomendações de tratamento. Não há informações disponíveis sobre o número de publicações para cada substância.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O termo 'não progressiva' no nome da doença sugere que, para muitos pacientes, as lesões cerebrais e os sintomas podem não piorar com o tempo. No entanto, o prognóstico varia amplamente dependendo da gravidade dos sintomas e do envolvimento de outros órgãos (como coração, fígado e rins). O acompanhamento médico regular e a reabilitação precoce são fundamentais para maximizar o potencial de desenvolvimento e a qualidade de vida. Cada caso deve ser avaliado individualmente pela equipe médica.[1][3]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Partes do corpo afetadas

🧠
Neurológico
9 sintomas
💪
Músculos
4 sintomas
🫃
Digestivo
4 sintomas
👁️
Olhos
3 sintomas
🫘
Rins
3 sintomas
❤️
Coração
1 sintomas

+ 10 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

90%prev.
Leucencefalopatia progressiva
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Neuropatia periférica progressiva
Muito frequente (99-80%)
55%prev.
Distúrbio da marcha
Frequente (79-30%)
55%prev.
Atraso no desenvolvimento da fala e da linguagem
Frequente (79-30%)
55%prev.
Hiperfosfatúria
Frequente (79-30%)
55%prev.
Insuficiência respiratória devido a fraqueza muscular
Frequente (79-30%)
38sintomas
Muito frequente (2)
Frequente (34)
Ocasional (2)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 38 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

Leucencefalopatia progressivaProgressive leukoencephalopathy
Muito frequente (99-80%)90%
Neuropatia periférica progressivaProgressive peripheral neuropathy
Muito frequente (99-80%)90%
Distúrbio da marchaGait disturbance
Frequente (79-30%)55%
Atraso no desenvolvimento da fala e da linguagemDelayed speech and language development
Frequente (79-30%)55%
HiperfosfatúriaHyperphosphaturia
Frequente (79-30%)55%

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

Genes associados

1 gene identificado com associação a esta condição.

Autosomal recessive
COA8Cytochrome c oxidase assembly factor 8Disease-causing germline mutation(s) inTolerante
FUNÇÃO

Required for cytochrome c complex (COX) IV assembly and function Protects COX assembly from oxidation-induced degradation, COX being the terminal component of the mitochondrial respiratory chain

LOCALIZAÇÃO

Mitochondrion inner membrane

MECANISMO DE DOENÇA

Mitochondrial complex IV deficiency, nuclear type 17

An autosomal recessive mitochondrial disorder with highly variable clinical manifestations and severity. Clinical features vary from acute neurometabolic decompensation in late infancy to subtle neurological signs presenting in adolescence. Encephalopathic episodes are characterized by acute loss of developmental milestones including ability to walk or sit, loss of speech, episodes with somnolence and seizure, and pyramidal signs rapidly evolving into spastic tetraparesis. The clinical course subsequently tends to stabilize and in several subjects marked recovery of neurological milestones is observed over time. Brain imaging shows a cavitating leukodystrophy, predominantly involving the posterior cerebral white matter and the corpus callosum in the acute stage, after which the abnormalities partially improve and then stabilize. Patient tissues show variably decreased levels and activity of mitochondrial respiratory complex IV.

OUTRAS DOENÇAS (2)
mitochondrial complex IV deficiency, nuclear type 17non-progressive predominantly posterior cavitating leukoencephalopathy with peripheral neuropathy
HGNC:20492UniProt:Q96IL0

Variantes genéticas (ClinVar)

89 variantes patogênicas registradas no ClinVar.

🧬 COA8: GRCh37/hg19 14q32.2-32.33(chr14:97521552-107285437)x3 ()
🧬 COA8: GRCh37/hg19 14q32.2-32.33(chr14:101180490-106329074)x1 ()
🧬 COA8: NM_001370595.2(COA8):c.363C>T (p.Gly121=) ()
🧬 COA8: NM_001370595.2(COA8):c.322-2A>T ()
🧬 COA8: NM_001370595.2(COA8):c.29C>T (p.Thr10Ile) ()
Ver todas no ClinVar

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Leucoencefalopatia cavitária não progressiva com predomínio cerebral posterior e neuropatia periférica

🗺️

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Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.

Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.

🧪 Está conduzindo uma pesquisa?
Divulgue para pacientes e familiares que acompanham esta doença.
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Associações

Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação

Ainda não temos associações cadastradas para Leucoencefalopatia cavitária não progressiva com predomínio cerebral posterior e neuropatia periférica.

É de uma associação que acompanha esta doença? Fale com a gente →

Comunidades

Grupos ativos de quem convive com esta doença aqui no Raras

Ainda não existe comunidade no Raras para Leucoencefalopatia cavitária não progressiva com predomínio cerebral posterior e neuropatia periférica

Pacientes, familiares e cuidadores se organizam em comunidades pra compartilhar experiências, fazer perguntas e se apoiar. Você pode ser o primeiro.

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Doenças relacionadas

Doenças com sintomas parecidos — ajudam quem ainda está buscando diagnóstico

Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:436271(Orphanet)
  2. MONDO:0018576(MONDO)
  3. GARD:21819(GARD (NIH))
  4. Variantes catalogadas(ClinVar)
  5. Q55346050(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Compêndio · Raras BR

Leucoencefalopatia cavitária não progressiva com predomínio cerebral posterior e neuropatia periférica

ORPHA:436271 · MONDO:0018576
CID-10
G93.4 · Encefalopatia não especificada
Início
Childhood
MedGen
UMLS
C5681183
Repurposing
2 candidatos
duloxetinenorepinephrine reuptake inhibitor|serotonin–norepinephrine reuptake inhibitor (SNRI)
levocarnitine-propionatecarnitine palmitoyltransferase inhibitor
Wikidata
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📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Dado público estruturado
fonte: Wikidata