A forma familiar de necrose estriatal bilateral infantil (IBSN), uma síndrome de degeneração esponjosa simétrica bilateral do núcleo caudado, putâmen e globo pálido caracterizada por regressão do desenvolvimento, coreoatetose e distonia progredindo para quadriparesia espástica.
Introdução
O que você precisa saber de cara
A **necrose do estriado bilateral da infância familiar** é uma doença neurológica genética muito rara que atinge áreas profundas do cérebro responsáveis pela coordenação dos movimentos. Geralmente nos primeiros anos de vida, a família nota que o bebê ou a criança começa a perder habilidades que já tinha aprendido, apresentando movimentos involuntários e rigidez nos músculos. A condição pode ser causada por alterações em genes como NUP62, MT-ATP6 ou ADAR, afetando o funcionamento das células nervosas. Embora não conste na lista oficial de PCDTs do Ministério da Saúde com remédios curativos, o SUS oferece suporte por meio de exames genéticos e programas de reabilitação motora.
A forma familiar de necrose estriatal bilateral infantil (IBSN), uma síndrome de degeneração esponjosa simétrica bilateral do núcleo caudado, putâmen e globo pálido caracterizada por regressão do desenvolvimento, coreoatetose e distonia progredindo para quadriparesia espástica.
Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
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Entender a doença
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Partes do corpo afetadas
+ 30 sintomas em outras categorias
Características mais comuns
Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 59 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.
Linha do tempo da pesquisa
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Genes associados
4 genes identificados com associação a esta condição. Padrão de herança: Autosomal dominant, Autosomal recessive, Mitochondrial inheritance.
Curadoria gene-doença
fontes oficiaisInfantile striatonigral degeneration
Neurological disorder characterized by symmetrical degeneration of the caudate nucleus, putamen, and occasionally the globus pallidus, with little involvement of the rest of the brain. The clinical features include developmental regression, choreoathetosis, dystonia, spasticity, dysphagia, failure to thrive, nystagmus, optic atrophy, and intellectual disability.
Neuropathy, ataxia, and retinitis pigmentosa
A syndrome characterized by variable combination of developmental delay, psychomotor retardation, hearing loss, optic atrophy and retinitis pigmentosa, dementia, seizures, ataxia, proximal neurogenic muscle weakness, and sensory neuropathy.
Dyschromatosis symmetrica hereditaria
An autosomal dominant pigmentary genodermatosis characterized by a mixture of hyperpigmented and hypopigmented macules distributed on the face and the dorsal parts of the hands and feet, that appear in infancy or early childhood.
Dystonia 37, early-onset, with striatal lesions
A form of dystonia, a disorder defined by the presence of sustained involuntary muscle contraction, often leading to abnormal postures. DYT37 is an autosomal recessive form characterized by the onset of progressive dystonia, dysphagia, and choreoathetosis in the first months or years of life. Affected individuals show delayed motor development and may have impaired intellectual development.
Variantes genéticas (ClinVar)
1.629 variantes patogênicas registradas no ClinVar.
Classificação de variantes (ClinVar)
Distribuição de 4 variantes classificadas pelo ClinVar.
Vias biológicas (Reactome)
36 vias biológicas associadas aos genes desta condição.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Necrose do estriado bilateral da infância familiar
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Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.
Pesquisa ativa
Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes
Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
Publicações mais relevantes
Publicações recentes
Cytokine Production by Mononuclear Cells from Patients with Familial Infantile Bilateral Striatal Necrosis.
Familial infantile bilateral striatal necrosis: clinical features and response to biotin treatment.
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Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação
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Doença com base genética
Um médico geneticista pode ajudar no diagnóstico de Necrose do estriado bilateral da infância familiar e no aconselhamento genético da família.
Doenças relacionadas
Doenças com sintomas parecidos — ajudam quem ainda está buscando diagnóstico
Perguntas frequentes
O que as famílias mais perguntam sobre esta doença — cada resposta com a fonte de onde saiu
Atualmente não existe cura descrita ou tratamento farmacológico específico aprovado para reverter essa condição. As abordagens médicas têm como foco o alívio dos sintomas, o suporte alimentar e a preservação dos movimentos.
Referências
Fontes citadas no texto, publicações do grafo e bases de dados usadas neste verbete
2 publicações do grafo RarasNet (PubMed) · 7 bases de dados. Títulos, periódicos e PMIDs vêm direto da fonte, sem intermediação de IA.
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
Citar este verbete
Raras. (s.d.). Necrose do estriado bilateral da infância familiar. Em Raras — Enciclopédia de Doenças Raras do Brasil. https://raras.org/doenca/necrose-do-estriado-bilateral-da-infancia-familiar
Formato APA. Conteúdo sob CC BY 4.0 — reuso livre com atribuição.
Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar
Necrose do estriado bilateral da infância familiar
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Genética mendeliana
- fonte: OMIM
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- CID-11 (futuro)
- fonte: WHO ICD-11
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata