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Síndrome costelas curtas-polidactilia, tipo Majewski
ORPHA:93269CID-10 · Q77.2CID-11 · LD24.B0DOENÇA RARA
neuroInício neonatalHerança AR
Sinônimos clínicos: Síndrome costelas curtas-polidactilia tipo 2

Síndrome de polidactilia de Majewski, também conhecida como polidactilia com condrodistrofia neonatal tipo I, síndrome de costelas curtas e polidactilia tipo II, e síndrome de costelas curtas-polidactilia, é uma forma letal de nanismo neonatal caracterizada por osteocondrodisplasia com tórax estreito, polissindactilia, tíbias desproporcionalmente curtas, displasia torácica, pulmões hipoplásicos e insuficiência respiratória. Anomalias associadas incluem abdômen protuberante, braquidactilia, faces peculiares, epiglote hipoplásica, defeitos cardiovasculares, cistos renais e também anomalias genitais. O óbito ocorre antes ou no momento do nascimento. A doença é herdada em um padrão autossômico recessivo.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 31/05/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A Síndrome costelas curtas-polidactilia, tipo Majewski é uma doença genética rara que afeta o desenvolvimento de vários órgãos e sistemas. Ela faz parte de um grupo de condições conhecidas como displasias esqueléticas ciliares, caracterizadas por alterações nos ossos, especialmente costelas curtas e tórax estreito, além da presença de dedos extras nas mãos ou pés (polidactilia). A prevalência estimada é de menos de 1 caso a cada 1.000.000 de pessoas.[1][3]

Sinais e sintomas

Os sinais e sintomas podem ser observados ainda no período pré-natal (antenatal) ou logo após o nascimento (neonatal). As principais características incluem: tórax estreito, costelas curtas e horizontais, encurtamento desproporcional da tíbia (mesomelia), braquidactilia (dedos das mãos e pés mais curtos que o normal), polidactilia pré-axial (dedo extra no lado do polegar) e pós-axial (dedo extra no lado do dedo mínimo) das mãos, e polissindactilia do hálux (dedão do pé com fusão e dedos extras). Também podem ocorrer alterações craniofaciais como braquicefalia (cabeça mais larga que o normal), fenda labial mediana, microglossia (língua pequena) e hamartoma de língua (crescimento benigno de tecido). Em alguns casos, há hidropsia fetal (acúmulo anormal de líquido no corpo do feto), hipoplasia pulmonar (pulmões subdesenvolvidos), fibrose hepática e pancreática, displasia renal policística (rins com cistos), genitália ambígua, e anormalidades da laringe e epiglote. Problemas cardíacos, como regurgitação tricúspide, também foram descritos. Em crianças que sobrevivem, pode haver atraso no desenvolvimento da fala e da linguagem.[1][3]

Causas genéticas

A síndrome é herdada de forma autossômica recessiva, o que significa que a pessoa precisa herdar uma cópia do gene alterado de cada um dos pais para desenvolver a doença. As alterações (mutações) em três genes já foram associadas a esta condição: TRAF3IP1 (proteína de interação com TRAF3), NEK1 (serina/treonina-proteína quinase Nek1) e DYNC2H1 (cadeia pesada 2 da dineína citoplasmática). Esses genes estão envolvidos na função dos cílios, estruturas celulares essenciais para o desenvolvimento adequado dos ossos e outros órgãos.[1][4]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica, exames de imagem (como radiografias que mostram as alterações ósseas características) e confirmado por testes genéticos. Os procedimentos disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS) incluem: cariótipo com bandas G, Q ou R; pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH; sequenciamento completo do exoma (WES); dosagem de alfa-fetoproteína; e atendimento em reabilitação para doenças raras. No banco de dados ClinVar, há 1191 variantes genéticas descritas associadas a esta síndrome.[1][4][5]

Tratamento e manejo

O manejo da Síndrome costelas curtas-polidactilia, tipo Majewski é multidisciplinar e focado nos sintomas apresentados por cada paciente. Não há um tratamento curativo específico. O acompanhamento pode envolver especialistas em genética, ortopedia, pneumologia, nefrologia, cardiologia, fonoaudiologia e reabilitação. O suporte respiratório pode ser necessário em casos de hipoplasia pulmonar. Cirurgias corretivas para polidactilia, fenda labial ou outras malformações podem ser indicadas. O nível de cobertura pelo SUS é classificado como 'Cobertura mínima', e os procedimentos descritos na seção de diagnóstico estão disponíveis na rede pública.[1][5]

Tratamentos citados na literatura

Na literatura científica, há uma menção ao uso de fosfatidilserinas (Phosphatidylserines) em associação com a doença, com 1 publicação registrada no PubTator3. É importante destacar que esta é uma informação extraída de bases de dados de pesquisa e não representa uma recomendação de tratamento ou comprovação de eficácia para a síndrome.[5]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico é variável e depende da gravidade das malformações, especialmente o grau de comprometimento pulmonar e renal. Muitos casos são fatais ainda no período neonatal devido à insuficiência respiratória. No entanto, crianças com formas mais leves podem sobreviver e necessitar de acompanhamento contínuo para monitorar e tratar complicações como fibrose hepática, pancreática e doença renal. O atraso no desenvolvimento da fala e da linguagem pode exigir intervenção fonoaudiológica precoce.[1][3]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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Síndrome de polidactilia de Majewski, também conhecida como polidactilia com condrodistrofia neonatal tipo I, síndrome de costelas curtas e polidactilia tipo II, e síndrome de costelas curtas-polidactilia, é uma forma letal de nanismo neonatal caracterizada por osteocondrodisplasia com tórax estreito, polissindactilia, tíbias desproporcionalmente curtas, displasia torácica, pulmões hipoplásicos e insuficiência respiratória. Anomalias associadas incluem abdômen protuberante, braquidactilia, faces peculiares, epiglote hipoplásica, defeitos cardiovasculares, cistos renais e também anomalias genitais. O óbito ocorre antes ou no momento do nascimento. A doença é herdada em um padrão autossômico recessivo.

Publicações científicas
9 artigos
Último publicado: 2011 Jan 7

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
<1 / 1 000 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Casos conhecidos
34
pacientes catalogados
Início
Antenatal
+ neonatal
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
CID-10: Q77.2
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
PROCEDIMENTOS SIGTAP (5)
0202010503
Cariótipo — bandas G, Q ou Rgenetic_test
0202010600
Pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISHlab_test
0202010694
Sequenciamento completo do exoma (WES)rehabilitation
0202010260
Dosagem de alfa-fetoproteína
0301070040
Atendimento em reabilitação — doenças raras
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Entender a doença

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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

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Visão geral

A Síndrome costelas curtas-polidactilia, tipo Majewski é uma doença genética rara que afeta o desenvolvimento de vários órgãos e sistemas. Ela faz parte de um grupo de condições conhecidas como displasias esqueléticas ciliares, caracterizadas por alterações nos ossos, especialmente costelas curtas e tórax estreito, além da presença de dedos extras nas mãos ou pés (polidactilia). A prevalência estimada é de menos de 1 caso a cada 1.000.000 de pessoas.[1][3]

Sinais e sintomas

Os sinais e sintomas podem ser observados ainda no período pré-natal (antenatal) ou logo após o nascimento (neonatal). As principais características incluem: tórax estreito, costelas curtas e horizontais, encurtamento desproporcional da tíbia (mesomelia), braquidactilia (dedos das mãos e pés mais curtos que o normal), polidactilia pré-axial (dedo extra no lado do polegar) e pós-axial (dedo extra no lado do dedo mínimo) das mãos, e polissindactilia do hálux (dedão do pé com fusão e dedos extras). Também podem ocorrer alterações craniofaciais como braquicefalia (cabeça mais larga que o normal), fenda labial mediana, microglossia (língua pequena) e hamartoma de língua (crescimento benigno de tecido). Em alguns casos, há hidropsia fetal (acúmulo anormal de líquido no corpo do feto), hipoplasia pulmonar (pulmões subdesenvolvidos), fibrose hepática e pancreática, displasia renal policística (rins com cistos), genitália ambígua, e anormalidades da laringe e epiglote. Problemas cardíacos, como regurgitação tricúspide, também foram descritos. Em crianças que sobrevivem, pode haver atraso no desenvolvimento da fala e da linguagem.[1][3]

Causas genéticas

A síndrome é herdada de forma autossômica recessiva, o que significa que a pessoa precisa herdar uma cópia do gene alterado de cada um dos pais para desenvolver a doença. As alterações (mutações) em três genes já foram associadas a esta condição: TRAF3IP1 (proteína de interação com TRAF3), NEK1 (serina/treonina-proteína quinase Nek1) e DYNC2H1 (cadeia pesada 2 da dineína citoplasmática). Esses genes estão envolvidos na função dos cílios, estruturas celulares essenciais para o desenvolvimento adequado dos ossos e outros órgãos.[1][4]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica, exames de imagem (como radiografias que mostram as alterações ósseas características) e confirmado por testes genéticos. Os procedimentos disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS) incluem: cariótipo com bandas G, Q ou R; pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH; sequenciamento completo do exoma (WES); dosagem de alfa-fetoproteína; e atendimento em reabilitação para doenças raras. No banco de dados ClinVar, há 1191 variantes genéticas descritas associadas a esta síndrome.[1][4][5]

Tratamento e manejo

O manejo da Síndrome costelas curtas-polidactilia, tipo Majewski é multidisciplinar e focado nos sintomas apresentados por cada paciente. Não há um tratamento curativo específico. O acompanhamento pode envolver especialistas em genética, ortopedia, pneumologia, nefrologia, cardiologia, fonoaudiologia e reabilitação. O suporte respiratório pode ser necessário em casos de hipoplasia pulmonar. Cirurgias corretivas para polidactilia, fenda labial ou outras malformações podem ser indicadas. O nível de cobertura pelo SUS é classificado como 'Cobertura mínima', e os procedimentos descritos na seção de diagnóstico estão disponíveis na rede pública.[1][5]

Tratamentos citados na literatura

Na literatura científica, há uma menção ao uso de fosfatidilserinas (Phosphatidylserines) em associação com a doença, com 1 publicação registrada no PubTator3. É importante destacar que esta é uma informação extraída de bases de dados de pesquisa e não representa uma recomendação de tratamento ou comprovação de eficácia para a síndrome.[5]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico é variável e depende da gravidade das malformações, especialmente o grau de comprometimento pulmonar e renal. Muitos casos são fatais ainda no período neonatal devido à insuficiência respiratória. No entanto, crianças com formas mais leves podem sobreviver e necessitar de acompanhamento contínuo para monitorar e tratar complicações como fibrose hepática, pancreática e doença renal. O atraso no desenvolvimento da fala e da linguagem pode exigir intervenção fonoaudiológica precoce.[1][3]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Partes do corpo afetadas

🦴
Ossos e articulações
12 sintomas
🫃
Digestivo
3 sintomas
😀
Face
2 sintomas
❤️
Coração
2 sintomas
🫁
Pulmão
1 sintomas
👁️
Olhos
1 sintomas

+ 18 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

Fibrose hepática
Microglossia
Regurgitação tricúspide
Fibrose pancreática
Polidactilia pré-axial da mão
Hipoplasia pulmonar
40sintomas
Sem dados (40)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 40 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

Fibrose hepáticaHepatic fibrosis
Microglossia
Regurgitação tricúspideTricuspid regurgitation
Fibrose pancreáticaPancreatic fibrosis
Polidactilia pré-axial da mãoPreaxial hand polydactyly

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa15desde 2011
Total histórico9PubMed
Últimos 10 anos5publicações
Pico19851 papers
Linha do tempo
20202011Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

Genes associados

3 genes identificados com associação a esta condição. Padrão de herança: Autosomal recessive.

TRAF3IP1TRAF3-interacting protein 1Disease-causing germline mutation(s) inTolerante
FUNÇÃO

Plays an inhibitory role on IL13 signaling by binding to IL13RA1. Involved in suppression of IL13-induced STAT6 phosphorylation, transcriptional activity and DNA-binding. Recruits TRAF3 and DISC1 to the microtubules. Involved in kidney development and epithelial morphogenesis. Involved in the regulation of microtubule cytoskeleton organization. Is a negative regulator of microtubule stability, acting through the control of MAP4 levels (PubMed:26487268). Involved in ciliogenesis (By similarity)

LOCALIZAÇÃO

Cytoplasm, cytoskeletonCell projection, ciliumCytoplasm, cytoskeleton, cilium axonemeCytoplasm, cytoskeleton, cilium basal body

VIAS BIOLÓGICAS (1)
Intraflagellar transport
MECANISMO DE DOENÇA

Senior-Loken syndrome 9

A renal-retinal disorder characterized by progressive wasting of the filtering unit of the kidney (nephronophthisis), with or without medullary cystic renal disease, and progressive eye disease. Typically this disorder becomes apparent during the first year of life.

VIAS REACTOME (1)
EXPRESSÃO TECIDUAL(Ubíquo)
Testículo
44.2 TPM
Artéria tibial
22.9 TPM
Nervo tibial
21.1 TPM
Útero
21.1 TPM
Fallopian Tube
20.3 TPM
OUTRAS DOENÇAS (3)
Senior-Loken syndrome 9short rib-polydactyly syndrome, Majewski typeSenior-Loken syndrome
HGNC:17861UniProt:Q8TDR0
NEK1Serine/threonine-protein kinase Nek1Disease-causing germline mutation(s) inTolerante
FUNÇÃO

Phosphorylates serines and threonines, but also appears to possess tyrosine kinase activity (PubMed:20230784). Involved in DNA damage checkpoint control and for proper DNA damage repair (PubMed:20230784). In response to injury that includes DNA damage, NEK1 phosphorylates VDAC1 to limit mitochondrial cell death (PubMed:20230784). May be implicated in the control of meiosis (By similarity). Involved in cilium assembly (PubMed:21211617)

LOCALIZAÇÃO

NucleusCytoplasm, cytoskeleton, microtubule organizing center, centrosomeCytoplasm

VIAS BIOLÓGICAS (1)
Regulation of pyruvate metabolism
MECANISMO DE DOENÇA

Short-rib thoracic dysplasia 6 with or without polydactyly

A form of short-rib thoracic dysplasia, a group of autosomal recessive ciliopathies that are characterized by a constricted thoracic cage, short ribs, shortened tubular bones, and a 'trident' appearance of the acetabular roof. Polydactyly is variably present. Non-skeletal involvement can include cleft lip/palate as well as anomalies of major organs such as the brain, eye, heart, kidneys, liver, pancreas, intestines, and genitalia. Some forms of the disease are lethal in the neonatal period due to respiratory insufficiency secondary to a severely restricted thoracic cage, whereas others are compatible with life. Disease spectrum encompasses Ellis-van Creveld syndrome, asphyxiating thoracic dystrophy (Jeune syndrome), Mainzer-Saldino syndrome, and short rib-polydactyly syndrome.

EXPRESSÃO TECIDUAL(Ubíquo)
Nervo tibial
63.9 TPM
Testículo
14.3 TPM
Cerebelo
13.0 TPM
Cérebro - Hemisfério cerebelar
13.0 TPM
Ovário
12.2 TPM
OUTRAS DOENÇAS (5)
orofaciodigital syndrome type IIshort-rib thoracic dysplasia 6 with or without polydactylyamyotrophic lateral sclerosisshort rib-polydactyly syndrome, Majewski type
HGNC:7744UniProt:Q96PY6
DYNC2H1Cytoplasmic dynein 2 heavy chain 1Disease-causing germline mutation(s) inTolerante
FUNÇÃO

May function as a motor for intraflagellar retrograde transport. Functions in cilia biogenesis. May play a role in transport between endoplasmic reticulum and Golgi or organization of the Golgi in cells (By similarity)

LOCALIZAÇÃO

Cytoplasm, cytoskeleton, cilium axonemeCell membraneCytoplasm

VIAS BIOLÓGICAS (2)
Hedgehog 'off' stateIntraflagellar transport
MECANISMO DE DOENÇA

Short-rib thoracic dysplasia 3 with or without polydactyly

A form of short-rib thoracic dysplasia, a group of autosomal recessive ciliopathies that are characterized by a constricted thoracic cage, short ribs, shortened tubular bones, and a 'trident' appearance of the acetabular roof. Polydactyly is variably present. Non-skeletal involvement can include cleft lip/palate as well as anomalies of major organs such as the brain, eye, heart, kidneys, liver, pancreas, intestines, and genitalia. Some forms of the disease are lethal in the neonatal period due to respiratory insufficiency secondary to a severely restricted thoracic cage, whereas others are compatible with life. Disease spectrum encompasses Ellis-van Creveld syndrome, asphyxiating thoracic dystrophy (Jeune syndrome), Mainzer-Saldino syndrome, and short rib-polydactyly syndrome.

EXPRESSÃO TECIDUAL(Ubíquo)
Fibroblastos
13.8 TPM
Testículo
10.3 TPM
Ovário
10.2 TPM
Útero
9.9 TPM
Cervix Endocervix
9.8 TPM
OUTRAS DOENÇAS (3)
asphyxiating thoracic dystrophy 3short rib-polydactyly syndrome, Majewski typeJeune syndrome
HGNC:2962UniProt:Q8NCM8

Variantes genéticas (ClinVar)

1.191 variantes patogênicas registradas no ClinVar.

🧬 DYNC2H1: NM_001377.3(DYNC2H1):c.2106+2T>C ()
🧬 DYNC2H1: NM_001377.3(DYNC2H1):c.1390C>T (p.Arg464Ter) ()
🧬 DYNC2H1: NM_001377.3(DYNC2H1):c.10207-2A>G ()
🧬 DYNC2H1: NM_001377.3(DYNC2H1):c.5242G>T (p.Glu1748Ter) ()
🧬 DYNC2H1: NM_001377.3(DYNC2H1):c.6080G>T (p.Arg2027Ile) ()
Ver todas no ClinVar

Vias biológicas (Reactome)

3 vias biológicas associadas aos genes desta condição.

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Síndrome costelas curtas-polidactilia, tipo Majewski

🗺️

Selecione um estado ou use sua localização para ver resultados.

Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.

Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.

🧪 Está conduzindo uma pesquisa?
Divulgue para pacientes e familiares que acompanham esta doença.
Divulgar pesquisa →

Associações

Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação

Ainda não temos associações cadastradas para Síndrome costelas curtas-polidactilia, tipo Majewski.

É de uma associação que acompanha esta doença? Fale com a gente →

Comunidades

Grupos ativos de quem convive com esta doença aqui no Raras

Ainda não existe comunidade no Raras para Síndrome costelas curtas-polidactilia, tipo Majewski

Pacientes, familiares e cuidadores se organizam em comunidades pra compartilhar experiências, fazer perguntas e se apoiar. Você pode ser o primeiro.

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Doenças relacionadas

Doenças com sintomas parecidos — ajudam quem ainda está buscando diagnóstico

Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. NEK1 mutations cause short-rib polydactyly syndrome type majewski.
    Am J Hum Genet· 2011· PMID 21211617recente
  2. [Lethal osteo-chondro-dysplasia: feto-pathological study of 32 cases].
    Tunis Med· 2009· PMID 19522446recente
  3. [Short rib-polydactyly syndrome, Majewski type].
    Ryoikibetsu Shokogun Shirizu· 2000· PMID 11057233recente
  4. Central nervous system alterations in a case of short-rib polydactyly syndrome, Majewski type.
    Dev Med Child Neurol· 1993· PMID 8444329recente
  5. Short rib-polydactyly syndrome (Majewski type): report of a case with autopsy findings.
    Hiroshima J Med Sci· 1985· PMID 4040899recente

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:93269(Orphanet)
  2. MONDO:0019662(MONDO)
  3. GARD:4833(GARD (NIH))
  4. Variantes catalogadas(ClinVar)
  5. Busca completa no PubMed(PubMed)
  6. Q2753372(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Síndrome costelas curtas-polidactilia, tipo Majewski
Compêndio · Raras BR

Síndrome costelas curtas-polidactilia, tipo Majewski

ORPHA:93269 · MONDO:0019662
Prevalência
<1 / 1 000 000
Casos
34 casos conhecidos
Herança
Autosomal recessive
CID-10
Q77.2 · Síndrome das costelas curtas
CID-11
Início
Antenatal, Neonatal
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C0024507
EuropePMC
Wikidata
Papers 10a
DiscussaoAtiva

Nenhuma novidade ainda. O agente esta monitorando.

0membros
0novidades

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Dado público estruturado
fonte: Wikidata